Archive for the ‘Impeachment’ Category
21 de setembro de 2016

Artigo publicado no “Correio de Cachoeirinha” desta quarta feira, 21 de setembro de 2016.
Tags:BANCOOP, BNDES, Choro Lula, Chumbo grosso, Dilma, Impeachment, Instituto Lula, Joaõ Vaccari, Lava Jato, Léo Pinheiro, LILS, Lula, Minha Casa Minha Vida, MPF, OAS, Pasadena, Petrolão, Propina, Sergio Moro, sitio atibaia, Taralhas do Lula, tranqueiras do Lula, triplex
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13 de setembro de 2016
Tags:apropriação, auditoria TCU, Bens da União, Curitiba, François Hollande, Justiça Federal, Léo Pinheiro, Marcos Valério, mudança dilma, Mudança Lula, Nestor Cervero, OAS, obstrução de justiça, Odebrecht, presentes oficiais, Ronaldo Caiado, Sergio Moro, sitio atibaia, TCU, triplex
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6 de setembro de 2016

Na promoção de arruaças, ocupações e depredações do patrimônio público e privado, sob a desculpa de protestar contra Michel Temer, a intenção é óbvia. Buscar o confronto radical e intolerante e conseguir explosões de violência. Um cadáver para chamar de seu e transformá-lo em mártir. Esse é o desejo nem tão secreto dos mentores das ações dos grupos que foram às ruas na última sexta feira, destruindo agências bancárias, lojas, propriedade pública e privada.
Espera-se que as autoridades legalmente constituídas estejam acompanhando os movimentos desses grupos extremistas que apoiam o governo Dilma e agora escolheram o “Fora Temer” – vice escolhido e eleito por eles – como o inimigo a ser combatido.
A população sabe que o processo de impeachment foi legitimo, a não ser pela vigarice do fatiamento.
As hordas que provocaram quebra-quebra e ocupações, como a do eterno braço armado do PT, o exército do Stedile, que ocupou o prédio da Receita Federal em Porto Alegre, sabem disso.

Afinal, o que tem a ver Receita Federal com MST? É ato de pura provocação.
A esquerda brasileira não sepultou prática do emprego da mentira e da violência política.
O que desejam, no fundo de suas mentes deturpadas, é um banho de sangue. Como não conseguirão, um cadáver já serve. Esse seria o grande prazer estético buscado por essa turma que usa da depredação e do confronto provocado contra a polícia.


Pulso firme é o único remédio contra abusos. Justiça e polícia neles.
Felizmente, Dilma Rousseff corre sério risco de ser logo processada criminalmente por tráfico de influência e tentativa de obstrução de Justiça na maracutaia de fazer Lula ministro para ajudá-lo a escapar da Justiça de I grau. Dilma sabe que também incorre em crime de responsabilidade, pela mesma razão.

As coisas estão andando. Na manhã desta segunda feira, 600 policiais federais saíram as para cumprir mandados referentes a atos ilícitos cometidos em fundos de pensão. Trata- se da operação Greenfield.
Os investigadores apuram fraudes contra FUNCEF, PETROS, PREVI e POSTALIS. São 127 mandados. Um dos alvos da PF é o ex-presidente do FUNCEF.Carlos Alberto Caser, ligado a Ricardo Berzoini e João Vaccari Neto.
Os mandados judiciais foram expedidos pela 10ª Vara Federal de Brasília. São sete de prisão temporária, 106 de busca e apreensão e 34 de condução coercitiva nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Amazonas, além do Distrito Federal. Foi determinado também o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias de 103 pessoas, no valor aproximado de R$ 8 bilhões. Dilma deverá dizer que não sabia de nada. Nem Lula.

Para não parar por aí, Delcídio Amaral prestou depoimento à força-tarefa da Lava Jato na quinta-feira passada e declarou que Lula comandava o esquema de corrupção na Petrobras.

Delcídio afirmou que Lula cuidou pessoalmente do rateio político de diretorias da Petrobras. Envolvia-se na divisão dos postos e na escolha dos nomes indicados pelos partidos. Disse ainda que Lula tinha pleno conhecimento de que os partidos aliados a seu governo usavam as diretorias da estatal para cobrar propinas de empreiteiras e fornecedores da Petrobras. Tratava-se, na definição do delator, de uma ação de governo voltada à compra de apoio parlamentar no Congresso.
As informações que prestou em Curitiba devem ser usadas em inquéritos que correm contra Lula, também submetido à Justiça de primeiro grau.
Espera-se que tudo isso ande rápido, antes que seus apoiadores toquem fogo no país em ações diárias.
Enio Meneghetti
Tags:arruaças, Curitiba, Delcídio, depredações, Dilma, fatiamento, Fora Temer, FUNCEF, fundos de pensão, Lava Jato, Lewandowski, Lula, obstrução de justiça, ocupações, operação Greenfield, Petrobrás, Petros, Porto Alegre, provocação
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30 de agosto de 2016

O discurso de Dilma Rousseff no Senado foi, como era de se esperar, uma coreografia bem ensaiada de poses para documentário.
Dificilmente a edição da peça que está sendo produzida incluirá as respostas vagas e evasivas aos questionamentos que lhe foram dirigidos.
Ela disse que é honesta, que é representante do povo, que é contra as elites, que está sofrendo um golpe e que o impeachment é machista.
Ao responder a senadora Simone Tebet, Dilma conseguiu tergiversar chegando até a apelar para o volume morto das águas da Cantareira, como se a seca a estivesse impichando!
Da mesma forma, não respondeu à didática explanação do senador catarinense Paulo Bauer.
No momento em que saiu da parte ensaiada, Dilma manteve a falta de objetividade e o discurso esquizofrênico que sempre a caracterizaram.
A visão da entourage que a acompanhava dizia muito. Lula, Chico Buarque , Jacques Wagner e outros(as), traziam semblantes que estavam mais para atores de um filme de zumbis do que participantes do documentário que mandou filmar.
Vários senadores e senadoras demoliram sua retórica de palanque. Aos questionamentos, respondeu o que lhe deu na telha.
Mas conforme destacou o senador Ronaldo Caiado, Dilma discursou que entre seus defeitos não está a quebra de compromisso. Mas e o estelionato eleitoral na campanha de 2014? Já havia a inflação crescente, a crise avançando e vários alertas do mercado, mas ela desenhou todo aquele cenário maquiado. Dilma Rousseff não respondeu sobre o estelionato eleitoral nem sobre os decretos ilegais que motivam seu julgamento, pois usurpou função do Congresso Nacional. Dilma disse que seus ministros respondem pelas subvenções de programas como o Plano Safra. Mas Jacques Wagner declarou que quem bancou toda política econômica foi ela. Mais: o governo atrasou o pagamento das subvenções nos bancos oficiais, mas quitou a equalização de taxa de juros de bancos privados.
Sua autodefesa foi apenas cenográfica, para as lentes de seu documentário chapa branca. Seu governo apresentou a nação ao caos.
Entre 2013 e 2016, a economia brasileira encolheu 6,8%. O desemprego foi de 6,4% para 11,2%. Há 12 milhões de desempregados.
O único empreendimento que avançou em seu governo e no de seu antecessor foi a corrupção, conforme está sendo documentando pela Operação Lava Jato e congêneres.
Mas ela insiste que a culpa é dos outros. Recorda seus tempos de guerrilheira, mas não refere que seu grupo pretendia uma ditadura do proletariado. E repete sem cessar o discurso de golpe.
Houve golpe, sim. Mas quem foi golpeado foram os brasileiros.
Tags:Chico Buarque, Defesa de Dilma, estelionato eleitoral, Golpe, golpistas, Impeachment de Dilma, Jacqus Wagner, Lewandowski, Lula, Platéia de Zumbis, Ronaldo Caiado, sessão cassação, Volume Morto, Zumbilândia, Zumbis
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16 de agosto de 2016

A última piada sem graça da vida real dá conta que uma auditoria do TCU constatou estarem em “local incerto e não sabido” 4.500 itens do patrimônio da Presidência da República.
Entre as peças, obras de arte, objetos de decoração, material de escritório, computadores e até a … faixa presidencial!
O relatório estima em R$ 5,8 milhões o valor das peças faltantes.
A auditoria começou em março, logo após a assombrosa descoberta feita pela Lava Jato de que Lula mantinha guardados em um cofre de banco em São Paulo presentes caríssimos que teriam sido dados ao presidente da República por Chefes de Estado. Segundo consta, até o financiamento do espaço de guarda estaria eivado de irregularidades.
Mas a questão é principal é mais do que óbvia: presentes recebidos de outras nações, por lei, não pertencem à pessoa física do Chefe do Executivo, mas à União. Mas ao que está sendo evidenciado, tanto o ex presidente Lula quanto sua sucessora, parecem ter ignorado este dispositivo legal.
Agora surge essa notícia constrangedora, que se somada a todos os escândalos que vem sendo noticiados nos últimos anos, realmente é de corar a face do malandro mais destemido.
Das 4.500 peças não encontradas, 391 antigamente estavam no Alvorada, que é residência oficial do primeiro mandatário de nossa República. Outras 114 peças sumiram da Granja do Torto. Entre os demais itens, prataria, tapetes persas, porcelana chinesa, quadros e, supremo deboche, a faixa presidencial!
Felizmente, dia 25 de agosto, começa o julgamento para a deposição de Dilma Rousseff.
Espera-se que ela não renuncie, como já escrevemos aqui neste espaço. Se praticar a manobra, pode lutar para preservar por algum tempo seus direitos políticos e até candidatar-se, para garantir foro privilegiado. Se bem que, ao que tudo indica, até seu partido sente a ânsia de vê-la pelas costas.
O fato é que, cassada definitivamente, perde todos os benefícios garantidos a ex presidentes, como pensão vitalícia, carro, motoristas, seguranças e os assessores que a União garante aos ex ocupantes do posto.
Foro privilegiado os ex-presidentes não tem mais. Só se eleitos a outro cargo. Mas para isso precisam manter os direitos políticos. Daí há hipótese da conveniente ideia de renúncia…
De qualquer modo, deverá ser bastante desconfortável para Dilma utilizar-se de voos de carreira para, possivelmente, utilizar-se da ponte aérea Porto Alegre – Curitiba, onde é bastante possível que tenha assuntos a tratar em futuro próximo.
Falta pouco para sabermos se ela renunciará ou não. Está chegando a hora.
Enio Meneghetti
Artigo publicado na edição de 16.08.2016 no jornal “Correio de Cachoeirinha”.
Tags:Alvorada, apropriação, auditoria TCU, constrangimento, Dilma Roussef, Diplomacia, Faixa presidencial, foro privilegiado, Impeachment, jóias raras, NÃO à renúncia, objetos raros, objetos valiosas, Palácio do planalto, peças raras, pensão ex governantes, porcelana chinesa, prataria, presentes de outras nações, Presentes levados por Lula, regras sobre presentes, tapete persa
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9 de agosto de 2016
Tags:BNDES, caixa 2, Crime contra a humanidade, delação premiada, Evo Morales, Foro de São Paulo, foro privilegiado, fundo perdido, Hugo Chavez, João Santana, Lava Jato, lesa pátria, Lula, Mercosul, Nicolas Maduro, países falidos, Petrolão, Sergio Moro, Veja, venezuela
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2 de agosto de 2016

É absolutamente irritante a insistência de Dilma e de Lula de autoproclamarem suas respectivas “honestidades”.
Sempre me ensinaram: desconfie de pessoas que precisam arrotar a própria honestidade.
Em suas propostas de delação premiada, o mago João Santana e sua mulher Mônica Moura, afirmam que apresentarão documentos que provam que Dilma não só sabia do caixa dois como aprovou as operações ilegais. Ela conheceria em detalhes – o que não surpreende, dado seu perfil controlador – o custo real da campanha e o valor declarado. Inclusive, segundo revela a revista Veja, uma parte dos recursos oriundos de propinas teria sido usada para pagar despesas pessoais da própria presidente.
Lula foi transformado em réu por um juiz de Brasília um dia após ir a ONU queixar-se de Sergio Moro. Mas foi outro magistrado, o doutor Ricardo Leite, de Brasília, que aceitou a denúncia em que a PGR acusa Lula, Delcidio Amaral e mais cinco pessoas de tentar comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró.
É só o começo. Lula estará em pelo menos mais três denúncias. A suspeita de ter recebido favores da Odebrecht e da OAS, com as reformas no tríplex do Guarujá e do famigerado sítio de Atibaia, mais aquela curiosa situação envolvendo transporte e aluguel de contêiners usados para guardar a mega (e preciosa) mudança que veio do Planalto. Só aí já teremos obstrução de justiça, lavagem de dinheiro, corrupção passiva.
Mas parece que nada disso é suficiente, pois Lula não toma jeito. Na mesma sexta-feira passada, ele já abriu a matraca para dizer mais bobagens.
“Se o objetivo disso é me tirar de 2018, isso não era necessário, a gente escolheria outro candidato mais qualificado, mas essa provocação me dá uma coceira”. Mais a repetitiva frase: “Duvido que tenha alguém nesse país que seja mais cumpridor da lei do que eu, que respeite mais instituições do que eu.”
Lula esta mesmo passando recibo do temor de alguma medida judicial, como um pedido de prisão.
Enquanto mais e mais evidências vão se acumulando, documentos anexados pela PF ao inquérito sobre o sítio de Atibaia mostram grampos telefônicos e registros de mensagens do arquiteto da OAS, Paulo Gordilho.
Revelam o custo da reforma da cozinha, de R$ 252 mil, que foi realizada por ordem direta do presidente da OAS.
Há relatos sobre divergências do casal presidencial sobre detalhes das obras. “Sigilo absoluto, hein? Amanhã vou a um churrasco em Atibaia com Léo. É na fazenda de Lula. Vamos encontrar com ele na estrada e vou passar o dia lá com ele e D. Mariza. Rsrsrs. Só Mari, Lucas e vc que sabem”. Outro: “Bebemos eu e ele uma garrafa de cachaça da boa, Havana mineira e uma 15 cervejas”.
O laudo da PF também revela a existência de fotos com registro da reunião no sítio.
O sítio, como se sabe, está em nome de Fernando Bittar, filho do amigo de Lula Jacó Bittar, e seu sócio Jonas Suassuna. Sócios de Fábio Luiz, o “Lulinha”. Segundo informações contidas nos processos da Lava Jato, as reformas do sítio foram patrocinadas e executadas pela OAS e Odebrecht, junto com José Carlos Bumlai.
Embora Lula negue que o sítio lhe pertença, a declaração de imposto de renda de Fernando Bittar mostra que ele não tem recursos para a compra e reformas, foram avaliadas em cerca de R$ 1,7 milhão.
Não adianta espernear. As contas não batem.
Enio Meneghetti
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26 de julho de 2016

João Santana e Mônica Moura admitiram em juízo terem recebido depósitos no valor de US$ 4,5 milhões feitos pelo lobista Zwi Skornicki na Suíça, relativos à quitação de dívidas de campanha de Dilma. A presidente afastada provisoriamente afirmou que “não sabia”.
Para justificar o fato de só agora terem feito tal revelação, João Santana foi claro: “Eu achava que isso poderia prejudicar a presidente. Ajudei sua eleição, não a queria destruir.” Mônica Moura seguiu na mesma toada: “Eu não quis incriminá-la, não queria piorar sua situação”.
Mônica explicou que eram credores de R$ 10 milhões referentes à campanha de 2010, e que foi instruída pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto a procurar o empresário Zwi Skornicki. Por sua vez, ele confirmou a versão de Mônica: “Ela chegou e disse: ‘vim a mando de Vaccari para acertar o pagamento.’” Zwi explicou que mantinha com Vaccari uma conta para repassar propina de contratos da Keppel Fels com a Petrobras e Sete Brasil. Que o dinheiro da propina do contrato da P-56 foi depositado como doações legais ao partido. Confirmou tudo o que já era sabido.
A única saída que resta a Dilma Rousseff, que já anda reclamando da “agonia do impeachment”, será RENUNCIAR antes da votação do processo de impeachment pelo Senado.
É a manobra óbvia. Selado o impeachment, sua situação – e “agonia” – ficaria muito pior. A única forma que lhe resta para amenizar o tsunami de processos que enfrentará será tentar manter os direitos políticos, que perde imediatamente em caso de impeachment.
Depois poderia tentar uma absurda candidatura no RS, onde não faltarão cabeças dispostas a apoiá-la. E assim tentar manter os processos sob seu controle.
Afinal, se ela considera que o atual momento lhe é desagradável, imagine-se sem emprego, sem a renda de ex presidente – que, impichada, perderia – sem mais contar com equipe de serviçais que o estado garante a ex presidentes. A única maneira de tentar salvar-se dos processos que lhe aguardam no Brasil e no exterior é uma renúncia, com vistas a concorrer em 2018.
Do contrário, ela não terá como enfrentar os processos relativos a crimes relacionados à má gestão na Petrobras, como a compra desastrosa da refinaria de Pasadena, aos tempos em que era Presidente do Conselho de Administração da estatal.
O comentário de que está “cansada da agonia”, não tem outra aparência do que preparo da justificativa para um ato de renúncia.
Que, espera-se, receba o repúdio da população brasileira, farta de chicanas legais.
Um rotundo NÃO à renúncia.
Enio Meneghetti
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19 de julho de 2016
Tags:Acordão, arrogância, ódio de Lula, Comício Lula, DEM, deselegância, Dilma, Eduardo Cunha, eleger um poste, extirpar o DEM da Política, FHC, Lava Jato, Lula, Maior Láurea, mensalão, oposição, Petrolão, Presidente da Câmara, Raimundo Colombo, Roberto Jeferson, Rodrigo Maia, Serra, tiro no pé
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12 de julho de 2016

Agora é o “garçom do Lula”.
Na década 80, sindicalistas petistas frequentavam o restaurante São Judas Tadeu, em São Bernardo. Eram atendidos sempre por um garçom simpático, chamado Carlos Roberto Cortegoso. Lula logo ficou seu amigo e levou-o para o PT, onde arranjou-lhe um emprego.
Cortegoso agora é um dos investigados da Operação Custo Brasil. Ele começou a prosperar nos anos 90, quando abriu uma empresa para produzir materiais de campanha. Virou o principal fornecedor do PT, produzindo desde estruturas de palanques a materiais como camisetas, faixas, placas e banners.
Na última campanha de Dilma sua gráfica Focal recebeu pagamentos de cerca R$ 25 milhões. Cortegoso está tendo dificuldades para conseguir explicar à Justiça Eleitoral como sua empresa poderia ter prestado serviços em tal montante. Também é suspeito de ter recebido R$ 309 mil do esquema em apuração pela Operação Custo Brasil, que apura desvio de recursos no Ministério do Planejamento por meio dos empréstimos consignados.
Entre outros clientes, o candidato ao governo de SP, Alexandre Padilha e a candidata ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann, também utilizaram os serviços da Focal.
Em matéria neste domingo, o Estadão trouxe um relatório da Receita Federal repassado à Polícia Federal e ao MPF onde é demonstrado que outra das empresas de Cortegoso, a CRLS Consultoria e Eventos, movimentou cerca de R$ 50 milhões, embora tenha declarado 1/5 deste valor como receita bruta em determinado período.
A suspeita lógica é que tenha havido caixa 2 com recursos vindos do PT , do Petrolão e dos empréstimos consignados do Ministério do Planejamento.
A Lava Jato e a Custo Brasil em conjunto estão apurando a origem das entradas nas contas bancárias e o paradeiro do dinheiro. Buscam provas de que pagamentos de fornecedores de campanhas do PT serviram para ocultar propinas. A relação entre a Focal e a campanha de Dilma Rousseff é alvo de uma perícia contábil no TSE.
Na última campanha de Dilma os pagamentos à Focal ficaram atrás em montante apenas aos feitos ao mago-marqueteiro João Santana, atualmente em prisão preventiva pela Lava Jato em Curitiba.
Onde há fumaça, costuma ter fogo.
Enio Meneghetti
Tags:caixa 2, Carlos Roberto Cortegoso, Contas campanha Dilma, CRLS Consultoria, Dilma, fornecedores campanha, Garçom de Lula, Gleisi Hofman, Gráfica Focal, Lava Jato, Lula, Ministério do Planejamento, Operação Custo Brasil, Paulo Bernardo, Propina, PT
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