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ESTAMOS PERTO DA VENEZUELA

14 de novembro de 2017

Qual será a força capaz de lançar no jogo eleitoral alguns nomes praticamente impossíveis de vingar na corrida presidencial do ano que vem?

O mercado revelou que seu preferido na disputa presidencial de 2018 é o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Nada contra a pessoa de Meirelles. Mas e o redondo zero por cento que ostenta nas pesquisas? Aparentemente, Meirelles não parece ser possuidor daqueles predicados comuns necessários para angariar votos. Se um dia Geraldo Alckmin já foi chamado de “picolé de xuxu”, de Meirelles, se diria o que?

Alckimin também quer concorrer. Ele já esteve em melhor posição para isso. A disputa entre João Doria e o atual governador de São Paulo, seu “padrinho”, lembra outras disputas ocorridas no ninho tucano, entre Serra, o mesmo Alckimin, e Aécio pela indicação do partido a corrida presidencial. Os perdedores na disputa interna, em todas as ocasiões,  não só omitiam-se no necessário apoio ao vencedor, como até, deixavam aparente que não hesitariam em sabotá-los, se pudessem. Mesmo que disso resultasse em vitória de Lula e do PT, como de fato aconteceu.  Mais de uma vez.

Mas dá para confiar em Dória? Sempre tive dúvidas sobre o atual prefeito. Até assistir a uma entrevista feita por ele, nos tempos pré Copa. Doria entrevistou em seu programa de TV, Eike Batista. Patético! O puxasaquismo feito por ele para cima do Golden Boy do PT, num momento em que já se podia ver que havia algo de errado no vertiginoso crescimento do Grupo X.  Os elogios aos governos petistas, feitos pelo apresentador do programa na ocasião, foram daqueles em que a gente sente vergonha alheia. O vídeo está no you tube. É só conferir.

Luciano Huck. Dá para entender o que o criador do “lata-velha” poderá  trazer-nos de boas expectativas? Prefiro não comentar, por enquanto.

Contar com a antipatia explícita da grande imprensa e do ódio da esquerda.  Talvez esteja aí o grande ponto a favor, de Bolsonaro. Em tempos de instituições carcomidas, isso é diferencial positivo. Alguns alimentam dúvidas. Teria ele uma visão estatizante, desenvolvimentista ou interventora. Mas o próprio mercado, que incensa Meirelles,  já avalia que eleito, Bolsonaro não deverá atrapalhar a vida de ninguém. O discurso moralista, conservador, contra a corrupção, sinaliza um almejado ambiente de mais segurança, desejado por todos, desde que não sejam membros do MST ou seus apoiadores. Retomada de investimentos em infraestrutura, sem a orgia de corrupção que vimos recentemente, trazem mais pontos para Bolsonaro. O pré candidato já fala em Estado mínimo, eficiente, redução da taxa de juros, e até privatizações. Só falta agora apresentar seu plano de governo.

 

O momento que atravessamos deveria ter como ponto central evitar-se um eventual retorno do réu condenado, Lula, ao Palácio do Planalto. Porque Lula no poder teria como única opção para salvar-se, um governo bolivariano para promover o mais despudorado ataque contra a Lava Jato e demais operações de investigação da corrupção que imperou nos governos dele e da sucessora. Para, assim, conseguir salvar a si e aos  cúmplices de tempos de hospedagem por conta do Estado.

 

Não se iludam em achar que Lula está fora do páreo!

 

Ele tem cativos cerca de 30% dos votos. Brancos e nulos somam 33% em todas as pesquisas. Estima-se um número recorde de abstenções. Como são contados apenas os votos válidos, ou seja, são descontados nulos, brancos e abstenções, fica faltando pouco para que o atual percentual do réu condenado já esteja perto ou até acima dos 50% dos votos válidos.

Até em primeiro turno! É só fazer as contas.

 

Acordem, corremos sério perigo.

 

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CONFIE NOS INSTRUMENTOS, NÃO NA INTUIÇÃO

5 de setembro de 2017

                  Tomei conhecimento na última sexta feira da íntegra de uma pesquisa que apresentou alguns dados preocupantes.

                  Ela demonstra que, para a maioria da população do Rio Grande do Sul, o culpado da crise econômica é Temer e não a dupla que saqueou o país e escangalhou nossa economia, atrasando nosso país pelas próximas duas décadas, pelo menos.

                   Dilma ficou só na recordação. Mas Lula, apesar dos processos a que responde , é o “sujeito bonzinho”, que “ajuda o pobre”. Um fenômeno próximo ao mito absurdo do “rouba mas faz”.

                   Ninguém lembra que Michel Temer foi escolhido e eleito como vice de Dilma e que, quem de fato o colocou onde está, foi o PT. Não “a direita conservadora”. O trabalho diário de desconstrução da imagem do atual presidente por parte da grande mídia esquerdista, amplia ainda mais o fenômeno. A esquerda está trabalhando direitinho.

                   O fato é que, se estiver solto em outubro de 2018, o inimigo público número um pode ser eleito. Ele não está morto eleitoralmente. Longe disso. Não o subestimem.

                   Essa revelação trazida pela pesquisa lembrou-me o escândalo do mensalão, no governo Lula, há longínquos doze anos. Dizia-se que “eles” tinham acabado. Na verdade, a única coisa deles que “acabou” foi a vergonha na cara. Montaram esquemas de roubo do dinheiro público em uma escala muito maior e passaram a agir descaradamente.

                   Pior ainda é que algumas pessoas capazes e inteligentes, a quem revelei parte dos dados da pesquisa, recusaram-se a acreditar nisso. Ante a surpresa ruim, preferiram a tática do avestruz que, quando sente-se ameaçado, enfia a cabeça em um buraco para fugir do perigo. Outros ainda, questionaram minha capacidade de interpretação dos dados da pesquisa. Sequer fui eu a interpretá-los! Apenas tive a sorte e o privilégio de ser convidado a assistir, durante mais de duas horas, a uma minuciosa apresentação da análise dos dados pelos conceituados profissionais que realizaram o trabalho. As conclusões são reais, confiáveis e preocupantes.

                   Preocupantes, porque o grau de previsibilidade das decisões do judiciário, em suas mais variadas instâncias, é de uma lógica e precisão equivalente a da descoberta dos números da próxima mega-sena. E o chefe da quadrilha, se eleito, irá valer-se de sua eventual investidura para fazer o que quiser para livrar a si e seus companheiros, atropelando a tudo e a todos. Afinal, quem está em vias de ser preso, e é amigo de Nicolas Maduro, é capaz de qualquer coisa.

                    Por fim, uma recomendação vinda da aviação. Nunca confie em seus instintos. Confie no que indicam os instrumentos da aeronave. Isso vale para todos os que duvidam disso que estou relatando. Pesquisa confiável é instrumento sério. Além disso, muito veterano já tropeçou quando cometeu um dos erros mais comuns em política: confundir os desejos com a realidade.  O risco é real. Nega-lo não adianta. Combate-lo, talvez.

                    Do contrário, podemos estar a caminho da Venezuela.

ELES ADORARIAM FAZER ISSO AQUI

8 de agosto de 2017

 

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As redes sociais vem trazendo nos últimos dias vídeos de fuzilamento nas ruas de manifestantes contrários ao golpe de Maduro na Venezuela. Esses vídeos pipocam na Internet juntamente com a exibição de spots eleitorais de Lula pedindo votos: “Maduro presidente é a Venezuela que Chávez sonhou”, disse. Como se sabe, até dinheiro roubado brasileiro foi enviado para a campanha de Maduro, governo cuja violência contabilizou centenas de mortos nos últimos 90 dias.

 

Presente como presidente do PT no último encontro do Foro de São Paulo, na Nicarágua, que produziu uma resolução que defende o golpe que pretende ampliar os poderes do tirano Maduro, Gleisi Hoffmann, discursou no evento reafirmando o apoio e solidariedade petista ao golpe de Nicolás Maduro.

 

Depois, enquanto a repressão da Guarda Nacional Bolivariana e a ação de grupos paramilitares matava gente nas ruas de Caracas, Gleisi Hoffmann voltou à carga assinando artigo na “Folha de S.Paulo” em defesa da Constituinte de Maduro.

 

A Defesa do golpe de Maduro feita pela presidente do PT dá certeza de haver o sonho de  um programa bolivariano para ser aplicado aqui, ainda mais agora, acossados pela justiça criminal.

Entre algumas das medidas totalitárias que deverão ser implantadas pela Constituinte de Maduro, virá a extinção da atividade privada. Tudo passará ao controle estatal, a começar por escolas, hospitais e bancos. O controle sobre a população civil seguirá modelo semelhante ao soviético da Stazi, a temida polícia secreta da extinta Alemanha Oriental. Começará com um recadastramento, a exigência estatal da confecção de um novo documento de identidade para acesso aos serviços mais básicos, como direito a aquisição de mantimentos, até serviços básicos de saúde e educação. O governo embretará a população. Não existirá mais cartão de crédito. Passaportes serão cancelados. Acesso da população a internet não existirá mais. Propriedades serão confiscadas. Toda a economia será propriedade do Governo.  Proibida a prática religiosa. Milícias, que já atuam com motocicletas e armas fornecidas pelo governo para subjugar a população, passarão a fazer parte, oficialmente, da força estatal de repressão. Os venezuelanos serão impedidos de deixar o país.
O colapso vem sendo noticiado há anos. A inflação deverá agora bater nos 2.200%. Desabastecimento e miséria são totais.

 

Além de Lula, o Foro de São Paulo possibilitou a chegada ao poder de Hugo Chávez na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, Cristina Kirchner na Argentina, Fernando Lugo no Paraguai e Manuel Zelaya em Honduras.

 

Não por coincidência, esses países tiveram farta distribuição de dinheiro brasileiro, disfarçado como empréstimos às empreiteiras brasileiras corruptas, para burlar nossa disposição constitucional que subordina quaisquer empréstimos a países estrangeiros à apreciação do Congresso Nacional. Não é só a Venezuela que atropela a própria Constituição.

A suprema contradição é que o PT e os partidos de esquerda que o apoiam passaram um ano gritando contra o “golpe” que se disseram vítimas no Brasil. Agora apoiam o golpe armado de Maduro na Venezuela.

A realidade está diante de nossos olhos. Que nos sirva de lição.

A BAIXARIA DA SEMANA

25 de julho de 2017

Normalmente em casos que envolvam dinheiro mal havido, apenas a menor parte aparece nas contas correntes ou de investimento dos implicados.

É impossível não lembrar disso ao saber que a “Brasil Prev”, do Banco do Brasil, bloqueou R$ 9 milhões em contas de Lula. Parte do valor é relativo a um plano empresarial da LILS, empresa de palestras de Lula e o restante era um plano individual do próprio. Lula fez um aporte único no momento de adesão aos planos, em 06 de junho de 2014.

Vamos relembrar onde estávamos em 06 de junho de 2014, dia do magnífico aporte de dinheiro nas contas de Lula.

O Brasil estava no auge da mentira. Estava aí a Copa, vivia-se a campanha antecipada para a reeleição de Dilma Roussef.  Naquele exato dia, Lula esteve em Porto Alegre, onde participou do Fórum Desenvolvimento, Inovação e Integração Nacional, promovido pelo jornal EL PAÍS.

O elemento disse um monte de bobagens. Ironizou as críticas sobre os rumos da economia dizendo que “se o problema do mercado financeiro fosse só mau humor, é só chamar um humorista”, provocando risos na plateia de puxa sacos, que incluía o então governador Tarso Genro.

Lula também criticou também a cobertura “pessimista” do Brasil por veículos de comunicação nacionais e estrangeiros, principalmente os ingleses e americanos. “O que os jornais fazem com a Dilma só é similar ao que faziam com o Chávez na Venezuela“, reclamou.

Um parentese: vendo-se o que ocorre atualmente na Venezuela, que vive em guerra civil graças ao poste de Hugo Chavez, o tiranete Nicolas Maduro, pode-se entender bem quem tinha razão…

Voltando ao evento ocorrido no dia do mega depósito nas contas de Lula, ele, eufórico, afirmou que o Brasil era então uma potência mundial. A “quinta maior economia do mundo”. Comparou nossa situação com a do México.  “Fui me inteirar dos fundamentos econômicos mexicanos,  o que eles estão fazendo de melhor, nós já fizemos com a Petrobras há 20 anos” (como assim, os mexicanos também saquearam a PEMEX?).

Continuando a desfiar bobagens, Lula ressaltou a “importância de se aumentar as relações comerciais com nações africanas” (que o diga o BNDES).

Depois desta pequena amostra de dispendiosas bobagens, cabe a constatação que enquanto no Peru Ollanta Humala está preso preventivamente por ter recebido doações de campanha da Odebrecht a pedido do PT, aqui nosso réu máximo continua solto, em plena campanha eleitoral, bancando a vítima como tática de defesa.

Em um  protesto onde compareceram meia dúzia de gatos pingados movidos à mortadela, batizado pela CUT como “Eleição sem Lula é Fraude”, o mega réu declarou ao jornalista José Trajano que “O PT errou porque tinha nascido para mudar o jeito de fazer política neste país, ao aceitar o jogo de fazer campanha nos moldes que os outros partidos faziam, mas não cometeu 10% dos erros que falam. Não tem ninguém mais honesto que o PT aqui.”

Levaremos décadas para superar o mal que este elemento causou e continua causando ao Brasil.

LULA ESTÁ FELIZ

13 de junho de 2017

                  Francamente, alguém está surpreso com o resultado da votação do TSE? Confesso que não estou e nem estive, sequer por um segundo.

                 Inclusive, alguém acha que se a votação do TSE tivesse dado maioria para a cassação da chapa, não haveria recurso? Que não seriam apresentados embargos? Como o governo do vice de Dilma está a pouco mais de um ano para terminar, dificilmente sairia uma decisão antes do final do mandato, que termina em 31 de dezembro de 2018.

                  Enquanto isso, devidamente motivados por quem manipula as pautas das TVs, revistas, jornais e, consequentemente, até mesmo a tônica dos debates nas redes sociais, a população desvia foco do que realmente nos ameaça e deveria preocupar.

                  Parece que todos esqueceram quem é o Inimigo Público número 1, o perigo que ainda nos espreita.

                  Em pouco mais de um ano, no máximo, Temer será carta fora do baralho. Nem foro privilegiado ele disporá mais. Daí, tudo daquilo do que é acusado será examinado com lupa. Portanto, o que é dele, está guardado.

                  Mas e Lula? O grande responsável pela maior rapinagem de todos os tempos, esqueceram dele?

                  Confesso que o que mais me assusta nesse Brasil de Meu Deus é a ingenuidade e a falta de foco. Muitas dessas pessoas que hoje aparecem furiosas nas redes sociais, no passado já se iludiram com Lula e o PT. Muitas certamente já votaram em Lula. Até na Dilma. Outras, até bem pouco tempo recusavam-se a discutir política. Achavam que era um assunto chato e desinteressante. Agora resolveram atribuir a si mesmos o papel de indignados. Meio tarde, né?

                    Se Temer é hoje presidente, foi por escolha de Lula e do PT. Lula articulou pessoalmente a presença de Temer e de seu partido na chapa presidencial. Quem elegeu Temer foram os eleitores petistas.

                    Acordem! Findo o mandato do atual presidente, eleito como vice de Dilma por escolha pessoal de Lula, Temer acabou. O perigo que nos espreita é Luiz Inácio Lula da Silva. O maior criminoso brasileiro de todos os tempos é que representa risco. Ele está vivo e não hesitaria em tocar fogo neste país se esta fosse uma maneira de se salvar, mesmo nos transformando em uma Venezuela.

                    Enquanto Lula age nas sombras, o povo gasta indignação com Temer, devidamente instigados pela grande mídia brasileira.

                    O foco deveria ser o apoio total a Operação Lava Jato. Vigília contra tudo que ameace as apurações. Julgamento e garantia da devida punição aos crimes cometidos. Garantia da independência das investigações, sua eficácia e eficiência.

                    Fora isto, tudo o que jogarem nos olhos da população, é manobra diversionista.

                    Ruim mesmo foi Dilma ter preservado seus direitos políticos com a decisão do TSE. Sem mover uma palha. Disso, ninguém fala.

A VENEZUELA É AQUI?

9 de maio de 2017

              Tivemos uma das semanas mais vexatórias dos últimos tempos.

               Praticamente ao mesmo tempo em que Renato Duque prestava depoimento em juízo e afirmava que Lula, além do conhecimento, detinha o comando do esquema de corrupção que assolou o Brasil, o ex presidente discursava em um ato político, insinuando publicamente que poderia mandar prender os jornalistas que noticiaram seus crimes.

               O país também cobriu-se de vergonha e revolta ante a ação protagonizada pelo STF, que determinou a soltura do criminoso José Dirceu, membro destacado da mega quadrilha oficial.  Na decisão da segunda turma do STF, foram lamentáveis o discurso e o voto dados pelo ministro Gilmar Mendes. Sabia-se que Levandowski e Dias Toffoli – este ex subordinado do apenado libertado, algo que em um país decente o impediria de participar de tal votação  – votariam pela concessão do benefício. Mas Gilmar Mendes?

               Se isso causa revolta e desconfiança, tudo fica muito pior quando o réu Lula, suspeito de ser o comandante do maior esquema de corrupção do mundo, ameaça em público não só a imprensa, mas até mesmo parcela do Judiciário.

              Depois destinar dinheiro público brasileiro a várias ditaduras, o réu Lula teve o atrevimento de, às vésperas de seu depoimento em juízo, insinuar que se não mandarem prendê-lo logo, seria ele próprio que poderia mandar prender a “esses que querem vê-lo preso”, se reeleito presidente.

              Só mesmo um candidato a ditador não sabe que nas democracias, governantes não “mandam prender”. Só é assim nas ditaduras, como  Cuba ou a Venezuela destruída por Chavéz e Maduro, para citar apenas duas entre as apoiadas e financiadas por Lula e Dilma com dinheiro público brasileiro.

              Não bastou o mal que este elemento desqualificado e sua desastrosa sucessora causaram ao Brasil, teremos continuar lendo e ouvindo este homem fazendo bravatas em público, tentando desesperadamente “levantar  as massas” em sua defesa? O que ele pretende? Guerra civil?

              Às vezes parece não haver mais leis em nosso país. Como é que um réu com acusações gravíssimas como as dele, pode  vir aos meios de comunicação, em horário nobre, mentir descaradamente em um comercial de propaganda partidária?

             Além de mentir terem sido ele e seus companheiros vítimas de golpe, Lula faz propaganda eleitoral antecipada atribuindo a terceiros o desastre econômico em que ele e Dilma atolaram o Brasil. Estelionato eleitoral explícito. Onde está o Ministério Público Eleitoral nesta hora?

             Nesta quarta feira, dia 10 de maio, está previsto o interrogatório deste réu. Todos são iguais perante a lei. A forma como transcorrerá esta audiência será determinante para sabermos em que tipo de país vivemos.

            Afinal, ainda temos leis nesta terra ou já viramos uma Venezuela?

A UNIÃO DE TUDO O QUE NÃO PRESTA

4 de abril de 2017

   

                     Mercosul e OEA manifestaram  preocupação com a atual crise política da Venezuela.   A reação de Nicolás Maduro, foi pedir “respeito”, rejeitando qualquer interferência em assuntos de seu país. Ele acha que é dono da Venezuela.

                    – Ninguém se meta nos assuntos dos venezuelanos!

                    A oposição acusa o governo de Maduro de estar se transformando em ditadura.  O Tribunal de Justiça (TSJ) da Venezuela, controlado por Maduro, assumiu os deveres da Assembleia Nacional, que tem maioria de oposição, por considerar que o Congresso está em “desacato”. 

                   A OEA está em vias de fazer uma declaração de ruptura constitucional na Venezuela.

                  Maduro não quer ninguém dando palpites nos assuntos de seu país. Mas ele não se fez de rogado ao intrometer-se nos assuntos do país de seus financiadores.

                – Fomos testemunhas de um evento que, sem lugar para dúvidas, constitui um golpe de Estado parlamentar contra a legítima presidente do Brasil, Dilma Rousseff”, frisou. Disse que a destituição daquela “faz parte de uma ofensiva imperialista para acabar com os governos populares (…)”

                As declarações de Maduro ficam ainda mais estapafúrdias quando se sabe que os nomes dele e de Hugo Chavéz estão na lista da Odebrecht. O ex executivo da empreiteira, Fernando Migliaccio, declarou ao MPF foi incumbido de tratar com Monica Moura, mulher do marqueteiro João Santana, o cronograma de pagamentos da campanha eleitoral venezuelana.  

                 Sim, Hugo Chávez e Nicolás Maduro foram eleitos com dinheiro roubado.  

          Os governos Lula e Dilma aniquilaram a economia brasileira ao financiar obras e serviços em países ao redor do mundo, com o intuito de lucrar por meio delas. Através de contratos secretos (que, espera-se, logo deixarão de ser), rodovias, hidrelétricas, ferrovias, barragens, portos, aeroportos e metrôs foram erguidos na Venezuela, em toda a América Latina e na África.   

                 Em 2009, na cúpula das nações africanas, Lula declarou em alto e bom som:

                 – Não podemos ter preconceito com países não democráticos. 

                   Para quem diz isso publicamente, enterrar bilhões para financiar obras suspeitas no exterior e eleger ditadores com dinheiro roubado, é ato de rotina.  

         

CRIME CONTRA A HUMANIDADE

9 de agosto de 2016

2Q==

Um dos ítens da delação premiada tão aguardada de João Santana, explicará sua participação nas eleições de Hugo Chavez e Nicolas Maduro na Venezuela. “Sobre a campanha de Maduro, em 2013, João Santana admitirá que recebeu pagamentos clandestinos de empreiteiras envolvidas no Petrolão, entre elas, Odebrecht e Andrade Gutierrez. As duas tinham negócios na Venezuela e seu principal lobista era o ex-presidente Lula” – traz textualmente a revista Veja desta semana.

Isto é gravíssimo. O que teria a dizer a esquerda brasileira, que adora – por exemplo –  acusar os americanos de intromissão em assuntos de outros países? Como justificar esse verdadeiro crime contra a humanidade, pelo menos daquela que vive na Venezuela, ao ajudar a eleição dos dois ditadores do país vizinho? Deve agradar muito a Lula a possibilidade da Venezuela comandar o Mercosul…

Tudo isso sem falar na intromissão brasileira, durante as dinastias Lula/Dima, em países falidos da África e Cuba. Enquanto o Brasil ressente-se de sua economia combalida, as duas gestões acima citadas enterraram dinheiro do contribuinte brasileiro à rodo, via BNDES, em países do quilate de Angola, Republica Dominicana, etc., sem falar das duas refinarias roubadas por Evo Morales com a aquiescência prévia de Lula.

A capacidade gerencial da dupla Lula/Dilma foi, e é e sempre será um desastre pelo qual os brasileiros levarão anos pagando a conta.

João Santana e Mônica Moura, revelarão à Lava Jato que Dilma autorizou pessoalmente as milionárias operações de caixa dois de suas duas campanhas. Ela comandou a farra. E se tiver a coragem que gosta de apregoar, não renunciará e logo estará sendo julgada na primeira instância, junto com Lula, por isso e muito mais.

Porém, temos que fazer justiça a Lula: o grande culpado de todo este mal é Lula. Foi ele que, além do que causou como gestor, por um capricho onipotente quis impor a tudo e a todos a eleição de uma pessoa absolutamente intratável e incapaz para as altas funções de gerir a nação brasileira.  Em sua megalomania, Lula impôs a criatura até mesmo dentro de seu partido. Que curvou-se aos caprichos de seu todo poderoso.

Ricardo Lewandowski, presidente do STF , tem dito a senadores que pretende iniciar o julgamento de Dilma Rousseff em 25 de agosto. Porém, à imprensa, o ministro tem dito que só vai tomar decisões relacionadas ao processo do impeachment depois da sessão no Senado do dia 9, nesta terça-feira, quando está sendo examinado o relatório de Antonio Anastasia, já aprovado quinta-feira por 14 a 5 na Comissão do Impeachment.

Segundo o relatório, Dilma cometeu crime de responsabilidade. Nunca é demais lembrar que o relatório, por uma formalidade legal, restringiu-se às pedaladas fiscais. Ah, se pudesse abranger tudo, da Petrobrás – passando por Pasadena – ao  BNDES!

A sessão está marcada para começar as nove horas e poderá durar até a madrugada.

Espera-se que Lewandowski não puxe um rato de dentro da cartola.

Enio Meneghetti

 

PODERÁS CONHECER A VENEZUELA SEM VIAJAR!

23 de dezembro de 2015

 

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Mesmo com o fôlego vergonhoso que deram-lhe os semi-deuses do STF, Dilma Rousseff dificilmente terá salvação.

Ela teve a capacidade de agravar a crise. Só pode ser esta a intenção ao colocar Nelson Barbosa no Ministério da Fazenda.

Se bem que, talvez não houvesse outra opção. Porque qualquer pessoa capacitada e com um mínimo de conhecimento dos métodos com os quais funciona o atual governo, provavelmente rejeitaria o convite.

Ela poderá até não sofrer impeachment. Mas seu governo não tem mais recuperação. Se ela saísse agora, com seu eventual substituto(a) conseguindo acertar a mão logo de cara, precisaríamos uns dois anos de medidas duríssimas para o remédio amargo começar a surtir efeito.

Com ela no timão da embarcação avariada por ela mesma, além da situação seguir sendo ainda mais agravada, precisaremos ir além da metade do governo do sucessor para conseguir vislumbrar  quantos anos mais levaríamos para minimamente sair do buraco. Mas tenha em mente algo como uma década pelo menos. Podem anotar.

Neste quadro, quem acha que 2015 foi um ano difícil, prepare-se! Nem imagina o que 2016 será.  E se ela sobreviver ao próximo ano, conheceremos a Venezuela a partir de 2017 sem sequer precisar viajar. Senão antes…

 

Mas a esperança é a última que morre. Passado o Natal, começarão as despesas de todo novo ano. Impostos, volta às aulas, contas vencidas e à vencer de uma massa de endividados até a raiz dos cabelos, realimentarão a já iniciada e grave recessão.

Talvez aí os brasileiros comecem a dar-se conta que tem motivos de sobra para revoltarem-se. E consigam, em proporções muito maiores aos presentes nas manifestações levadas à cabo até agora, demonstrar que, apesar da sacanagem explícita e inconstitucional levada à cabo por quem tem como dever guardar a Constituição, mas ao contrário, acaba de invalidá-la interferindo na independência do Legislativo e dando ao Senado poderes que ele não tem, seria a hora de nossos bravos concidadãos deixarem claro que seria prudente que nossos congressistas votassem atendendo o clamor da ampla maioria dos brasileiros. É uma esperança e uma boa possibilidade.

Mas, se mesmo assim nossa população preferir, como sempre, manter-se acomodada, nem tudo é pessimismo: devido a absurda carga de trabalho que terá nosso mais novo personagem histórico, o japonês da Federal, dependendo de sua lista de visitas programadas, quem sabe, ele poderá figurar no centro da foto tão esperada que marcará, de fato, nossa versão da “Queda da Bastilha”.

Aguardemos.

Enio Meneghetti

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Perigo: iludindo a Pátria de chuteiras

4 de junho de 2014

Correio de Cachoeirinha 04.06.2014
artigo publicado no “Correio de Cachoeirinha – 04.06.2014

Com uma canetada, Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Por Decreto.

O teor de intenções totalitárias do Decreto 8.243, baixado por Dilma em 23 de maio de 2014 e publicado no Diário Oficial da União do dia 26 é claro e assustador.

O Decreto cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). É um conjunto de barbaridades jurídicas. É uma afronta à ordem constitucional do País. Esvazia o poder legislativo e transfere as decisões aos “companheiros”.

Esse decretão cria conselhos compostos por cidadãos, coletivos, movimentos sociais institucionalizados, nos órgãos do governo. Os indicados pelos “movimentos sociais” terão assento e poder direto de gestão em “todos os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta”, e também nas agências reguladoras, através de conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, etc.

Mas é o governo que vai indicar os membros desses conselhos! O que é uma aberração, quando sabe-se que é o Partido que controla esses “movimentos sociais”.

Constitui o aparelhamento ideológico por meio de movimentos sociais, filiados ao PT e sindicalistas ligados ao governo. A participação em movimentos sociais não pode significar poder institucional. O Decreto 8243 consiste na legitimação do aparelhamento da máquina estatal.

É um ataque à Constituição e à democracia. Tem de ser acionado imediatamente o já aparelhado STF, enquanto ainda não é tarde demais. O Decretão, já em vigor, é absolutamente inconstitucional.

A participação social numa democracia representativa se dá através dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos pelo voto popular. O que se vê é que a companheira Dilma pretende por decreto, instituir nova fonte de poder.

O esquema lembra os regimes totalitários das esquerdas da América Latina. Tem características de modelos como o soviético, cubano, nazista, além do venezuelano, quando altera na marra, por decisão monocrática, arbitrária e abusiva o sistema brasileiro de governo.

Isso aqui não é a Venezuela. Não podemos admitir uma ditadura.

Até agora, somente o Estadão, em editorial no dia 29 de maio, criticou a aberração de Dilma. Baixado nas vésperas da Copa, é o mais puro exemplo de oportunismo, aproveitando o momento para impor velhas pretensões totalitárias do PT, jamais assumidas claramente mas rejeitadas pela Nação.

A consolidação da “participação social direta como instrumento de exercício de governo” era só o que faltava aos petistas para dominar a máquina estatal – estando ou não na Presidência da República ou no comando das duas casas do Congresso Nacional.

O golpe já está dado. O momento é gravíssimo. Se o novo instrumento de Dilma não for anulado, nem precisa de eleição. O PT consolida seu poder antecipadamente, perdendo ou ganhando.

Enio Meneghetti

http://www.eniomeneghetti.com