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FIQUEM POBRES!

23 de maio de 2017

Depois que os irmãos Batista iniciaram a negociação de sua delação premiada, venderam R$ 329 milhões em ações da JBS. Estourada a bomba, os papéis despencaram 4,84%.

É o mesmo que saber que o motor de seu carro vai fundir e vende-lo antes para o vizinho.

Com o dólar a R$ 3,14 os “Irmãos Cara de Pau” compraram um bilhão de dólares. Com a crise gerada com a divulgação da gravação com o ex-vice de Dilma, a cotação do dólar disparou. Foram mais de 8% no dia do escândalo. A manipulação criminosa do mercado cambial rendeu aos “Irmãos Cara de Pau” um lucro de R$ 265.763.200 com uma só tacada.

De acordo com o depoimento de Joesley Batista, no anexo 1 de sua delação, o esquema de favorecimento da JBS no BNDES era operado pelo próprio Ministro da Fazenda, Guido Mantega, que cobrava propina dos financiamentos do BNDES para a JBS.

A propina foi destinada a Lula e Dilma. Os depósitos foram feitos no exterior. A conta de Lula chegou a 70 milhões de dólares. A de Dilma chegou a 80 milhões de dólares. Tudo isso  esta detalhado nos áudios dos depoimentos, disponíveis a quem desejar ouvi-los. Não custa lembrar que estamos falando apenas da JBS. Nestes valores não estão inclusos os mega roubos das empreiteiras, da Petrobras, dos fundos de pensão e sabe-se-lá o que mais por vir.

O fato é que agora os irmãos Batista estão livres em Nova York. Isso é um absurdo. No momento em que o vice de Dilma é a bola da vez, parece que todos foram hipnotizados e esquecem que foram os governos petistas que patrocinaram, criminosamente, com enormes linhas de crédito do BNDES, uma alavancagem monumental do Grupo J&S, que possibilitou-lhes a aquisição do controle de dezenas de empresas importantes, em vários setores.

Enquanto a mídia se ocupa de Temer, o que deve ser cobrado para já, é a encampação imediata das ações das empresas controladas pelos criminosos, alavancados via empréstimos do BNDES, obtidos através do tráfico de influência petista.

Que façam suas delações e até mesmo que fiquem livres, mas POBRES! 

Esta é a punição que eles realmente temem.

Arrestem-se as ações das empreiteiras, do Grupo J&S e dos demais criminosos, para que sejam ofertadas em leilão público, para o ressarcimento do dinheiro roubado.

Esta é a justa punição esperada pelo país inteiro.

Isso deveria começar a ser providenciado já. Sob pena desses ardilosos vigaristas concluírem as manobras para ocultar o patrimônio adquirido com dinheiro público brasileiro, via BNDES, com a cumplicidade de autoridades dos governos Lula e Dilma.

E não de seu vice, que disto então não participou, ao que se sabe.

Se o ex- vice de Dilma, atual presidente, cometeu crimes, que seja investigado, processado, julgado e, se condenado, preso.

Mas o que não se pode é perder o foco.

Sigam o dinheiro, ensina a primeira aula do curso primário do combate à corrupção.

O objetivo dos criminosos desta mega quadrilha sempre foi PODER e DINHEIRO.

A iniciativa equivocada em andamento mantém o DINHEIRO com os corruptores e pode restituir PODER ao PT, ao colocar todos no mesmo saco.

Por que isto está sendo promovido?

Quem é beneficiado?

O maior criminoso da história do Brasil: Lula.

Artigo publicado no Jornal “Correio de Cachoeirinha” nesta terça feira,  23.05.2017

 

ROUBE O LADRÃO!

16 de maio de 2017

               O exemplo mais sugestivo para que se avalie  a torpeza da mega quadrilha que saqueou o Brasil ao longo de mais de dez anos, foi o assalto sofrido pelo transportador de uma mala de propina originária da Odebrecht, contendo 1,5 milhão de reais.

               Os assaltantes sabiam o que buscavam e pelo fato do pagamento ser do conhecimento de pouquíssimas pessoas, fica óbvio que foi serviço interno. Alguém deu a ordem para roubar o dinheiro roubado.

              A forma como o táxi foi emboscado faz até  lembrar o caso Celso Daniel.

              Estamos lidando com bandidos. Alguém ainda tem alguma dúvida que fomos governados por uma facção do crime organizado?

              Saímos de uma semana movimentada. A começar pelo interrogatório de Lula. Sua postura foi uma vergonha. Não só as mentiras que contou, atestadas até mesmo por especialistas em linguagem corporal. Suas contradições podem ter passado despercebidas pelos leigos, mas não escaparão da análise do juiz. Criminalistas experientes desmontaram a tese apressada de que o réu se saíra bem. Suas mentiras descaradas ficaram evidentes. Sem falar na crueldade de colocar a culpa na mulher morta, como num filme policial classe B.

              Seguiu-se a liberação dos áudios e vídeos da delação do casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura. Os próprios criadores trataram de destruir a ficção da “mulher guerreira”. O poste caiu no meio da rua. As mesmas situações costumeiras de mexer com dinheiro roubado. O cabelereiro, a governanta, o teleprompter especial. O email com direito a mensagem registrada em cartório. A casa caiu com a fábula de “Iolanda”. Obstrução de justiça com o uso de informações privilegiadas por parte de uma presidente da República em pleno exercício do cargo.

               Virá muito mais, com certeza. Afinal, depois do recuo devido a  um fio de esperança pela vergonhosa libertação do apenado José Dirceu,  Palocci recontratou o advogado que tratará de sua delação premiada e – parece – agora abrirá o bico. Será a pá de cal neste enredo podre.

             A pilhagem feita no Brasil, que deixou o país quase na bancarrota, além de financiar luxos, serviu para financiar uma arcaica hegemonia das esquerdas moribundas na América Latina e em países africanos. O plano do diabólico Foro de São Paulo.

             O financiamento eleitoral de Hugo Chávez e Maduro na Venezuela. De José Eduardo Santos em Angola. Da campanha eleitoral na República Dominicana e em todos os países em que a dupla de marqueteiros delatores atuou e foi pago com dinheiro de propina das obras superfaturadas de empreiteiras brasileiras financiadas pelo BNDES com dinheiro público brasileiro. Os governos do PT patrocinaram a eleição de ditadores com dinheiro brasileiro roubado.

             Crime de lesa-pátria, praticado debaixo do nariz do mundo inteiro.

             O maior golpe de nossa história contemporânea.

Enio Meneghetti

publicado no Jornal  “Correio de Cachoeirinha” desta terça feira, 16.05.2017

FALA, ALEXANDRINO!

21 de março de 2017

FALA ALEXANDRINO!

 

Conforme vínhamos antecipando há bastante tempo neste espaço, o depoimento mais bombástico entre os mais de setenta executivos da Odebrecht, deverá mesmo ser o do ex diretor de relações institucionais da empreiteira, Alexandrino Alencar.

 

Neste final de semana foi publicado na revista Veja parte das revelações que deverão constar  na delação premiada do mais frequente acompanhante e interlocutor de Lula em assuntos não republicanos.

 

Alencar acompanha Lula desde os tempos de sindicalismo em São Bernardo. Em sua delação, ele revela que a Odebrecht pagou mesada por mais de dez anos para Frei Chico, irmão de Lula. Isso começou durante o mandato presidencial e só parou com o estouro do Petrolão.

 

Como se sabe, Lula responde por crimes de corrupção passiva e tráfico de influência. Um dos casos é o do sobrinho, Taiguara Rodrigues, que recebeu 20 milhões da Odebrecht por obras do mesmo tipo das palestras de Lula: nunca foram encontradas. Alencar explica isso e também os pagamentos mensais ao irmão do ex presidente. Segundo o delator, tudo foi feito após pedido pessoal de Lula.

 

Além disso, segue Alexandrino,  a falecida Marisa Letícia pediu pessoalmente ajuda para a realização da reforma do sítio de Atibaia.

 

Ou seja, enquanto era diretor da empreiteira, Alencar afirma que fez pagamentos à família presidencial. Inclusive o patrocínio a Luís Cláudio Lula da Silva, a ponto de transformá-lo de professor de educação física a empresário bem sucedido do ramo esportivo.

 

Alencar montou um diagrama com todo o esquema de pagamentos feitos, mais a compra do famoso terreno para construir a sede do Instituto Lula. Segundo Alencar, Lula recebeu cerca de três milhões de reais para defender os interesses da Odebrecht. Os pagamentos vieram na forma das famigeradas “palestras” de Lula, de 2011 até 2014.

 

O advogado de Lula, José Roberto Batochio, nega tudo.

 

Lula e Dilma Rousseff estão com outro problema sério. Edson Fachin logo  desmembrará a lista de Janot enviando as acusações referentes aos apontados que não tem foro privilegiado, caso de Lula e Dilma e eles responderão diretamente ao juiz Sergio Moro em Curitiba. Com isso os ataques contra a Lava Jato vão aumentar.

Já está marcado para a sexta feira próxima encontro do partido. O presidente do PT, Rui Falcão, declarou que “será um grande debate cujo tema é ‘O que a Lava Jato tem feito pelo Brasil’.”

Participarão Lula, juristas, economistas, sindicalistas, jornalistas, cientistas políticos ligados ao PT. Pretendem transmitir ao vivo pela Internet e disponibilizá-lo no Brasil e exterior. Marketing de defesa.

O PT alegará que a Lava Jato se desviou de seus objetivos e está causando paralisia da economia. E que é uma manobra para “impedir a candidatura do Lula à Presidência da República”.

 

A estratégia óbvia da vitimização, confirmada por Ruy Falcão.

ESTAVA ESCRITO

14 de março de 2017

 

Muitos devem ter notado que começaram a circular com mais insistência nos últimos dias posts, notas e até um videozinho de youtube com Lula malhando com seu personal e mostrando suas “ótimas” condições físicas. No final, diz a mensagem: “Até 2018”.

 

Compreensível isso acontecer pouco antes de seu interrogatório pelo juiz Sérgio Moro, marcado para o próximo dia 3 de maio. Há petralhas falando em organizar uma caravana e cercar o prédio do tribunal. O fato é que mostrar disposição para concorrer à presidência apenas evidencia o temor de ser condenado e preso, sem falar na tentativa de refrear a debandada que seu partido sofre.

 

Ontem, Emilio Odebrecht prestou depoimento a Sérgio Moro. Infelizmente o conteúdo ainda permanece sob sigilo, até que o teor dos relatos dos demais delatores da Odebrecht sejam liberados.

 

Antes de chegar o dia “L”, do depoimento de Lula, Marcelo Odebrecht será interrogado no mesmo processo, que apura as responsabilidades de Antonio Palocci. Estima-se que Marcelo revele que Palocci, além de operador da propina do partido, cuidava também da propina tocante a Lula, o “Amigo”.

Circula a notícia de que Lula teria tido um desentendimento com seu advogado, José Roberto Batochio, também defensor de Palocci e Mantega. O motivo seria Palocci estar tentando obter o benefício da delação premiada.

Depois de Marcelo dia 10 de abril, virá o depoimento de José Oldemario (Léo) Pinheiro, da OAS, no dia 20. Leo Pinheiro deverá confirmar que Lula sabia muito bem que a OAS pagou pelo triplex e o valor seria descontado da propina do PT.

O depoimento que deverá causar maior sensação será o de Alexandrino Alencar. Ele poderá detalhar os pagamentos para a reforma do sítio de Atibaia, a compra do terreno para o Instituto Lula, a compra do apartamento vizinho, as palestras milionárias, os negócios dos filhos e muito mais. Ele era o acompanhante de Lula nas viagens ao exterior, quando as palestras “coincidiam” com o fechamento de grandes contratos financiados pelo BNDES.

 

Entre 2007 e 2015 Alexandrino acompanhou Lula nas viagens ao exterior, sempre nos jatinhos pagos pela Odebrecht e presenciou diversas negociações que levaram o  BNDES  a financiamentos ruinosos de obras realizadas pela Odebrecht no exterior. Foram torrados mais de R$ 28 bilhões. Só em Angola do amigo de Lula, o ditador José Eduardo dos Santos, foram 42 contratos de obras, que totalizaram 2,6 bilhões de dólares, a juros e prazos – literalmente – de mãe brasileira. Na República Dominicana, foram outros 1,8 bilhões de dólares. Sem falar no Porto de Mariel, no Metrô de Caracas e muito mais dinheiro jogado fora. Enquanto isso acontecia, Lula e Dilma, ajudados por aquele marqueteiro tipo exportação, que já andou preso, mentiam para os otários que o Brasil estava rico. Alexandrino assistiu a tudo. Quando os bastidores dessa orgia com o dinheiro público começarem a ser revelados, vamos ter a mesma sensação que tivemos da pequenez do mensalão frente ao Petrolão. Virá logo a vez do Petrolão, com todo o escândalo da Petrobrás, parecer pequeno frente aos estragos feitos via BNDES. Coitado do muquirana Marcos Valério, frente ao tamanho dos roubos que o seguiram.

Hoje temos o Brasil com a com a malha rodoviária sucateada, o país financeiramente em frangalhos, carente de tudo e em meio a uma crise que levaremos mais de dez anos para superar graças a estes criminosos irresponsáveis eleitos à base de compra de votos e corrupção desenfreada.

Não foi por falta de aviso. Aqui mesmo isso foi escrito, com todas as letras.

OS ESPERTINHOS

7 de março de 2017

                    O juiz Sérgio Moro interrogará  Lula dia 3 de maio, às 14 horas, na Justiça Federal em Curitiba.

                    Serão os momentos finais da ação penal que investiga a propriedade do triplex do Edifício Solaris, no Guarujá, a acusação de lavagem de dinheiro e os aluguéis milionários pagos para a guarda dos bens presidenciais.

Lula será o último réu a ser interrogado. Antes dele, entre 26 e 28 de abril serão ouvidos os réusLeo Pinheiro, Agenor Medeiros, Paulo Gordilho, Fábio Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, da OAS e Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula.

Depois, somente eventuais novas diligências, se forem necessárias,  e as alegações finais da defesa e do Ministério Público.  Então o juiz Sérgio Moro poderá emitir a sentença que definirá se Lula é culpado ou inocente nessa ação penal. Ele é réu em outras quatro.

A chapa está esquentando.

Enquanto isso, em seu depoimento ao TSE, Marcelo Odebrecht contava que em um encontro com Dilma no México, teria avisado que pagamentos feitos a João Santana estavam ‘contaminados’, pois as offshores utilizadas foram as mesmas usadas para pagamento de propina. O valor acertado para a campanha que reelegeu Dilma foi de R$ 150 milhões. Deste total, segundo Marcelo, R$ 50 milhões eram retribuição pela aprovação da Medida Provisória do Refis, em 2009, que beneficiava a Braskem, empresa controlada pela Odebrecht.

Dilma, “a santinha”, ficou furiosa com a revelação e disse que é tudo mentira.

A semana teve mais. O ex-presidente da Odebrecht Ambiental  Fernando Reis, também em depoimento ao TSE, disse que a empreiteira pagou 4 milhões de reais para comprar o apoio do PDT à chapa que reelegeu Dilma.

 

A inclusão do PDT no rol dos recebedores de propina é um balde d’água fria nos espertinhos que tentam escapar do desgaste migrando do PT para o PDT, como Jairo Jorge e Bordignon.

Parece que não seriam os únicos… Olho neles!

 

Enio Meneghetti

O GOLDEN BOY DE LULA E DILMA

31 de janeiro de 2017

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                 A semana começou fervendo.  A Ministra Carmen Lúcia homologou as delações premiadas da Odebrecht. Permanecerão ainda sob sigilo, mas o PGR Rodrigo Janot deverá pedir logo a liberação dos conteúdos.

                  O outro fato quente foi o retorno de Eike Batista. Direto para o cárcere. Tudo indica que o outrora “homem mais rico do Brasil”, com fortuna estimada em US$ 34,5 bilhões, paparicado, invejado e apresentado por Lula e Dilma como exemplo de capitalista, voltou para negociar seu acordo de delação premiada.

                Sérgio Cabral e Eike Batista travam uma corrida pela delação. Não há espaço para os dois como delatores neste inquérito. Com o retorno, Eike larga na frente. Se fechar o acordo, a  delação premiada de Marcelo Odebrecht tem tudo para parecer historia de ninar crianças.

                Sem curso superior, Eike ocupará uma cela comum. Acostumado desde menino a ambientes climatizados e seleta companhia, quanto tempo ele aguentará em uma cela, num beliche de concreto e apenas um ventilador para dar conta do verão carioca?

                As relações incestuosas entre Eike e os governos Lula e Dilma tiveram uma boa indicação nos vídeos de you tube que rechearam as redes sociais durante o último fim de semana. Contém discursos patéticos, de uma falsidade constrangedora, onde Lula, Dilma e Cabral exaltam o dono do grupo EBX como um Rei Midas, um modelo de empreendedor de sucesso, num imaginário Brasil sem pobreza.

               Um enredo de fraude, corrupção e favorecimento recíproco.

               No mega esquema em que Eike Batista e a turma de Sergio Cabral são acusados, foram lavados pelo menos US$ 100 milhões.  Ora, quem também tem de dar explicações são Lula e Dilma. Grande parte deste dinheiro veio de mega-obras superfaturadas do PAC.

                Igualmente, quem ajudou para que o Grupo X conseguisse pegar R$ 10 bilhões no BNDES?

             O advogado que negocia a possível delação de Cabral é o mesmo de Fernando Baiano, operador de Eike. Que pagou 3 milhões de reais para que Lula e José Carlos Bumlai o ajudassem junto à Sete Brasil, para entrar em um negócio que envolvia 28 navios-sonda da Sete.

             Sim, só esquemas megalomaníacos.

             Que seja logo escolhido o novo relator da Lava Jato no STF. Que o caso seja sorteado entre os dez ministros que compõe o plenário da Corte. Porque, se o sorteio for realizado somente entre os membros da segunda turma, há uns 50% de chances de a relatoria cair em mãos erradas. Espera-se que isso não ocorra.

              O Brasil inteiro está olhando.

              Enio Meneghetti

Ó, DÚVIDA CRUEL!

4 de outubro de 2016

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Estou besta com a “estranheza” noticiada em tantos meios de comunicação sobre a grande quantidade de votos nulos, brancos e abstenções apresentada nas eleições do último domingo.

Ninguém “entende” de onde teriam vindo. Ó, dúvida cruel!

Ora, está na cara que é o eleitorado flutuante que outrora acreditava nas lorotas do PT, acrescido dos ingênuos que após o mensalão ainda insistiam em acreditar que Papai existe e chamava-se Lula.

O Petrolão trouxe-os à dura realidade.

Entre estes eleitores que abstiveram-se ou anularam os votos, não estão os cúmplices. Os cúmplices ainda votaram no PT.

Sim, quem ainda vota no PT não é mais eleitor, é cúmplice!

Essa turma que chama impeachment de golpe, das duas, uma: ou sofre de falta de inteligência crônica ou é isto mesmo: Cúmplice!

Porque só sofrendo de alguma grave alienação mental ou grave distúrbio para não ver o que essa gente fez e ainda está fazendo com o Brasil.

Ainda ontem vi o senhor deputado Henrique Fontana dizer na televisão que creditava a derrota acachapante sofrida por seu PT aos “golpistas” que atacam seu partido! Ora, quem é golpista, criminoso, são os políticos do PT já presos, outros processados e muitos em via de o serem. Mas é muita cara de pau vir a TV mentir dessa forma. Era ele que devia ter concorrido em Porto Alegre e vindo a TV dizer isso diariamente. Por que não o fez?

O resultado não podia ser outro. Uma enxurrada de votos nulos e brancos, acrescidos daqueles que tiveram até vergonha de dirigir-se até uma seção eleitoral presenciar a antevisão da derrota que era prevista após os vergonhosos escândalos protagonizados por seu partido, revelados diariamente.

E agora, qual o remédio para este país adoentado? Lamber as feridas, reparar os danos e administrar aos culpados aquele remédio amargo que está sendo aplicado em Curitiba.

A cadeia.

Enio Meneghetti

 DISCURSO DE CULPADO

21 de setembro de 2016

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Artigo publicado no “Correio de Cachoeirinha” desta quarta feira, 21 de setembro de 2016. 

 

Na quinta-feira da semana que passou, durante mais de uma hora Lula bravateou, chorou, fez gracinhas, disse bobagens. Criticou “concursados”,  tentando atingir os procuradores do MPF e o juiz Sérgio Moro.  

Antes mesmo de terminada a entrevista coletiva dos procuradores do MPF no dia anterior, seu advogado já estava na televisão apresentando um “power point” previamente preparado.  Tentou desqualificar aspectos da acusação referente ao triplex dizendo que “não há provas” em relação à propriedade do apartamento no Guarujá.

Às acusações dos pagamentos milionários feitos pela OAS para guardar suas “tralhas” – como ele mesmo as classifica –  o advogado não referiu. Será que esqueceu?

Ora, os procuradores também acusam Lula pelo recebimento de vantagens indevidas da OAS por meio de um contrato para armazenagem de seus bens pessoais. A empreiteira fez pagamentos milionários, durante cinco anos para a guarda de objetos pessoais de Lula.  

Por que razão uma empreiteira gastaria milhões de reais para guardar presentes de Lula? Que aliás nunca deveriam ter sido retirados do Palácio.   

O prédio no Guarujá era originário da BANCOOP, a Cooperativa dos Bancários, que um dia foi dirigida por João Vaccari Neto .

Vaccari, Lula, através de dona Mariza e outros próceres petistas subscreveram cotas para adquirirem um imóvel de veraneio pela BANCOOP. A Cooperativa quebrou, deixando milhares de bancários à míngua, muitos deles tendo investido suas poupanças na tentativa de conquistar a casa própria.

A turma de alto coturno arranjou um jeito de concluir o prédio no Guarujá. A OAS terminou o edifício e ainda refez, decorou e equipou um apartamento específico. O tripléx.

Reformou-o completamente, colocou elevador, montou cozinha gourmet, mobiliou e decorou. Lula vistoriou o imóvel, Mariza e um dos filhos também, acompanhados do dono da OAS, o poderoso empreiteiro Leo Pinheiro. Este destacou um arquiteto da empresa para acompanhar a reforma, autorizou pessoalmente gastos milionários para execução daquilo que Lula, tal qual novo rico, classificou de triplex “Minha Casa Minha Vida”.

Há fotografias, existem testemunhas, mensagens trocadas, notas fiscais das despesas efetuadas, dos eletrodomésticos. Tudo pago pela empreiteira boazinha.

Francamente, o argumento não serve nem como piada.

Vamos ver  qual será a desculpa quando vier a denúncia relativa ao sítio de Atibaia. Depois, as palestras milionárias pagas ao seu instituto, o LILS e as viagens internacionais, sempre associadas a obras faraônicas realizadas em países falidos com o dinheiro dos brasileiros via BNDES.

O Instituto Lula perdeu a classificação que o isentava de impostos e já é devedor de uma fábula à Receita Federal.

Não sobrará muito de Lula ou de Dilma após as delações premiadas que estão no forno, como a de Marcelo Odebrecht e seu pai.

E ainda nem falamos sobre a aprovação da aquisição da Refinaria de Pasadena, ao tempo em que Dilma Rousseff presidia o controle acionário da estatal.

Não adianta chorar. Vem chumbo grosso.

Enio Meneghetti

  

 

 

PERDIDO O PODER, AGORA A ORDEM É COMETER CRIMES NAS RUAS!

6 de setembro de 2016

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Na promoção de  arruaças, ocupações e depredações do patrimônio público e privado, sob a desculpa de protestar contra Michel Temer, a intenção é óbvia. Buscar o confronto radical e intolerante e conseguir explosões de violência. Um cadáver para chamar de seu e transformá-lo em mártir. Esse é o desejo nem tão secreto dos mentores das ações dos grupos que foram às ruas na última sexta feira, destruindo agências bancárias, lojas, propriedade pública e privada.

 

Espera-se que as autoridades legalmente constituídas estejam acompanhando os movimentos desses grupos extremistas que apoiam o governo Dilma e agora escolheram o “Fora Temer” – vice escolhido e eleito por eles – como o inimigo a ser combatido.

 

A população sabe que o processo de impeachment foi legitimo, a não ser pela vigarice do fatiamento.

As hordas que provocaram quebra-quebra e ocupações, como a do eterno braço armado do PT, o exército do Stedile, que ocupou o prédio da Receita Federal em Porto Alegre, sabem disso.

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Afinal, o que tem a ver Receita Federal com MST? É  ato de pura provocação.

A esquerda brasileira não sepultou  prática do emprego da mentira e da violência política.

O que desejam, no fundo de suas mentes deturpadas, é um banho de sangue. Como não conseguirão, um cadáver já serve. Esse seria o grande prazer estético buscado por essa turma que usa da depredação e do confronto provocado contra a polícia.

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Pulso firme é o único remédio contra abusos. Justiça e polícia neles.

Felizmente, Dilma Rousseff corre sério risco de ser logo processada criminalmente por tráfico de influência e tentativa de obstrução de Justiça na maracutaia de fazer Lula ministro para ajudá-lo a escapar da Justiça de I grau. Dilma sabe que também incorre em crime de responsabilidade, pela mesma razão.

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As coisas estão andando. Na manhã desta segunda feira, 600 policiais federais saíram as para cumprir mandados referentes a atos ilícitos cometidos em fundos de pensão. Trata- se da operação Greenfield.

Os investigadores apuram fraudes contra FUNCEF, PETROS, PREVI e POSTALIS. São 127 mandados. Um dos alvos da PF é o ex-presidente do FUNCEF.Carlos Alberto Caser, ligado a Ricardo Berzoini e João Vaccari Neto.

Os mandados judiciais foram expedidos pela 10ª Vara Federal de Brasília.  São sete de prisão temporária, 106 de busca e apreensão e 34 de condução coercitiva nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Amazonas, além do Distrito Federal. Foi determinado também o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias de 103 pessoas,  no valor aproximado de R$ 8 bilhões. Dilma deverá dizer que não sabia de nada. Nem Lula.

Operação Greenfield da Polícia Federal investiga fraudes do PT de R$ 8 bilhões em fundos de pensão

Para não parar por aí, Delcídio Amaral prestou depoimento à força-tarefa da Lava Jato na quinta-feira passada e declarou que Lula comandava o esquema de corrupção na Petrobras.

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Delcídio afirmou que Lula cuidou pessoalmente do rateio político de diretorias da Petrobras. Envolvia-se na divisão dos postos e na escolha dos nomes indicados pelos partidos. Disse ainda que Lula tinha pleno conhecimento de que os partidos aliados a seu governo usavam as diretorias da estatal para cobrar propinas de empreiteiras e fornecedores da Petrobras. Tratava-se, na definição do delator, de uma ação de governo voltada à compra de apoio parlamentar no Congresso.

As informações que prestou em Curitiba devem ser usadas em inquéritos que correm contra Lula, também submetido à Justiça de primeiro grau.

Espera-se que tudo isso ande rápido, antes que seus apoiadores toquem fogo no país em ações diárias.

Enio Meneghetti

SOU HONESTO!

2 de agosto de 2016

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É absolutamente irritante a insistência de Dilma e de Lula de autoproclamarem suas respectivas “honestidades”.

 

Sempre me ensinaram: desconfie de pessoas que precisam arrotar a própria honestidade.

 

Em suas propostas de delação premiada, o mago João Santana e sua mulher Mônica Moura, afirmam que apresentarão documentos que provam que Dilma não só sabia do caixa dois como aprovou as operações ilegais. Ela conheceria em detalhes – o que não surpreende, dado seu perfil controlador – o custo real da campanha e o valor declarado. Inclusive, segundo revela a revista Veja, uma parte dos recursos oriundos de propinas teria sido usada para pagar despesas pessoais da própria presidente.

 

Lula foi transformado em réu por um juiz de Brasília um dia após ir a ONU queixar-se de Sergio Moro. Mas foi outro magistrado, o doutor Ricardo Leite, de Brasília, que aceitou a denúncia em que a PGR acusa Lula, Delcidio Amaral e mais cinco pessoas de tentar comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró.

 

É só o começo. Lula estará em pelo menos mais três denúncias.  A suspeita de ter recebido favores da Odebrecht e da OAS, com as reformas no tríplex do Guarujá e do famigerado sítio de Atibaia, mais aquela curiosa situação envolvendo transporte e aluguel de contêiners usados para guardar a mega (e preciosa) mudança que veio do Planalto. Só aí já teremos obstrução de justiça, lavagem de dinheiro, corrupção passiva.

 

Mas parece que nada disso é suficiente, pois Lula não toma jeito. Na mesma sexta-feira passada, ele já abriu a matraca para dizer mais bobagens.

“Se o objetivo disso é me tirar de 2018, isso não era necessário, a gente escolheria outro candidato mais qualificado, mas essa provocação me dá uma coceira”. Mais a repetitiva frase: “Duvido que tenha alguém nesse país que seja mais cumpridor da lei do que eu, que respeite mais instituições do que eu.”

 

Lula esta mesmo passando recibo do temor de alguma medida judicial, como um pedido de prisão.

 

Enquanto mais e mais evidências vão se acumulando, documentos anexados pela PF ao inquérito sobre o sítio de Atibaia mostram grampos telefônicos e registros de mensagens do arquiteto da OAS, Paulo Gordilho.

 

Revelam o custo da reforma da cozinha, de R$ 252 mil, que foi realizada por ordem direta do presidente da OAS.

 

Há relatos sobre divergências do casal presidencial sobre detalhes das obras. “Sigilo absoluto, hein? Amanhã vou a um churrasco em Atibaia com Léo. É na fazenda de Lula. Vamos encontrar com ele na estrada e vou passar o dia lá com ele e D. Mariza. Rsrsrs. Só Mari, Lucas e vc que sabem”. Outro: “Bebemos eu e ele uma garrafa de cachaça da boa, Havana mineira e uma 15 cervejas”.

 

O laudo da PF também revela a existência de fotos com registro da reunião no sítio.

 

O sítio, como se sabe, está em nome de Fernando Bittar, filho do amigo de Lula Jacó Bittar, e seu sócio Jonas Suassuna. Sócios de Fábio Luiz, o “Lulinha”. Segundo informações contidas nos processos da Lava Jato, as reformas do sítio foram patrocinadas e executadas pela OAS e Odebrecht, junto com José Carlos Bumlai.

 

Embora Lula negue que o sítio lhe pertença, a declaração de imposto de renda de Fernando Bittar mostra que ele não tem recursos para a compra e reformas, foram avaliadas em cerca de R$ 1,7 milhão.

 

Não adianta espernear. As contas não batem.

 

Enio Meneghetti