ONYX NA GLOBO NEWS: IRRETOCÁVEL

2 de maio de 2019

Entrevistado às 23 horas da noite desta quarta feira, primeiro de maio, na Central da Política Globo News, o Ministro Chefe da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni, não teve nenhuma dificuldade em responder às tentativas de “saias-justas” que lhe foram colocadas pelos entrevistadores Heraldo Pereira, Waldo Cruz, Cristiana Lobo, Matusa Nery, Julia Duailibi e Gerson Camarotti.

Assista:

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SABEMOS O QUE VOCÊS QUEREM!

27 de março de 2019

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Agora “aliados” do atual governo vem  falar em “articulação”, fazendo beicinho?

Qual a articulação está sendo cobrada?

Lembremos do mensalão, do petrolão, da reeleição, do toma-lá – dá-cá, todos eventos de triste memória, mecanismos que estão querendo enfiar goela abaixo do atual governo insistentemente, sob o manto de “articulações”.

Ora, o país suportou uma orgia de desperdício de capitais, seja com a demagogia da “marolinha” do detento Lula,  mais o saque sem fundos do governo dele e sua nefasta criatura, Dilma Rousseff.  Nos governos de ambos, o que não foi desviado foi mandado para qualquer país falido membro do “Foro de São Paulo” que se desse ao trabalho de pedir. Ou ainda, entupiram de dinheiro ditaduras africanas ou caribenhas, que jamais  pagarão a conta multibilionária.

Saímos de uma eleição onde a imensa maioria dos brasileiros desejava ardentemente varrer a podridão esquerdista que grassava a céu aberto. Agora, pretensos e/ou potenciais “aliados” do governo querem cobrar “articulação”, fazendo beicinho!

Nós sabemos muito bem o que vocês querem!

Se não vier uma Reforma da Previdência séria, o Brasil ficará inviabilizado. Ponham isso em suas cabecinhas!

A grande imprensa oportunista sabe disso muito bem. Mas parece ficar fazendo o jogo da “crise”. Com que interesses? Com que propósitos? Qual a motivação?

Mídia paga? Comerciais de Estatais em horário nobre?

Poderiam se ocupar em análises sérias, que mostrem à população, por exemplo, que a longevidade aumentou, graças aos avanços da medicina, da existência de exames mais acurados, de diagnósticos mais precisos,  novos fármacos disponíveis, etc.

O fato é que as pessoas estão vivendo mais tempo e isto é muito positivo. Mas é acompanhado de uma previdência social que já era gerida de forma irresponsável  e ainda apresenta um cálculo atuarial vencido e inviável.

Nesta quadra, é quase inacreditável que alguns que se apresentam como “favoráveis” à Reforma da Previdência, cobrem de forma oportunista, “articulações”, que sabe-se muito bem o que significam.

O famoso “toma-lá – dá-cá”, que foi sobejamente derrotado nas últimas eleições presidenciais.

Já está passada a hora dos meios de comunicação fazerem uma discussão séria sobre o tema. Analisem, critiquem. Com foco na realidade.

Aos senhores congressistas, que digam exatamente o que entendem como “articulação” com o governo. Digam exatamente o que pretendem com tal palavrinha mágica. Façam públicas suas cobranças.

Todos sabemos qual é o desagrado.

Nem todos são trouxas neste país.

Aos deformadores de opinião que existem na grande imprensa, que criem vergonha e cumpram seu papel.

Mais dia, menos dia, as máscaras cairão.

 

 

INCOMPETÊNCIA OU MANIPULAÇÃO?

29 de outubro de 2018

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Se houve um perdedor nestas eleições, sem dúvida foram os Institutos de Pesquisa.

Isso é grave, porque pesquisas induzem votos. Tanto é que os programas eleitorais às divulgam exaustivamente

Aquele papo de que pesquisa é uma “fotografia do momento” não pode servir de desculpa para tantos erros evidentes.

As pesquisas para o governo do RS, por exemplo, indicavam uma diferença de 20% em favor de um dos candidatos. É evidente que ao ser divulgada uma diferença desta monta, há um imediato desânimo do eleitor comum, que não está engajado e informado dos bastidores das campanhas eleitorais.

O simpatizante se retrai, os contribuintes somem ou diminuem o valor de seus apoios. As carreatas murcham, os cabos eleitorais estáticos nas esquinas completam o quadro do desânimo.

Quando abrem-se as urnas, surpresa! O resultado equivale ao “tracking”, a medição diária que as boas campanhas fazem, que vinha mostrando números  muito próximos aos finais.

Outro exemplo veio das eleições para senadores.

Cito um exemplo que testemunhamos: apoiadores de Jair Bolsonaro, pediam votos para a empresária Carmen Flores e para o deputado Luiz Carlos Heinze.

Quando pediam votos era comum ouvir:

“ No Heinze ok,  mas para a segunda vaga vou votar em “X” , porque quero ajudar a tirar o Paim. A Carmem Flores não tem chances”. Dedução vinda de seus índices apontados em pesquisas. 

Se isso não é indução de voto, não sei mais o que é.

O resultado foi o que se viu. Se havia alguém que poderia ter evitado a reeleição do atual e reeleito senador Paulo Paim, teria sido exatamente a empresária Carmem Flores, que mesmo com a situação de desinformação criada, chegou a casa de milhão e meio de votos.

Isso sem falar nos números que as pesquisas apontavam para o candidato Heinze, que jamais foi apresentado como um dos favoritos e, como se sabe, venceu bem.

São apenas dois exemplos, mas poderíamos apresentar vários outros Brasil afora.

É uma questão de difícil solução. Óbvio que é inviável a ideia simplista de “proibir pesquisas”. Mas trata-se de uma questão muito grave e séria, pois está mais do que provado que pesquisas equivocadas interferem no ânimo dos eleitores e consequentemente nos resultados.

Arrisco um palpite: será que a escolha à dedo de amostras mais desfavoráveis a determinado candidato na eleição presidencial, poderia ter produzido anomalias nos resultado dos demais concorrentes aos diversos cargos disputados?

Pelo que se viu em matéria de má vontade da grande imprensa contra um dos candidatos a presidente, isso não seria de surpreender.

 

CHEGANDO A HORA!

5 de outubro de 2018

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Caros amigos e amigas:

Nesta foto, meus dois candidatos a deputado. Onyx Lorenzoni, Federal, 2522 e Rodrigo Lorenzoni a Estadual, 25025.

Ambos, conheço há mais de 30 anos. Rodrigo era um menino, ainda. Receberá meu voto não apenas por ser filho de Onyx. Mas porque trata-se de um profissional de primeira grandeza e um ser humano de grandes qualidades.

Suas propostas podem ser conhecidas no link de seu nome, aqui mesmo no Facebook. Mas sua principal qualidade é seu caráter, o qual atesto.

Quanto ao Onyx Lorenzoni, além de amigo pessoal, sou seu admirador. Admiro de seu talento, sua capacidade e sua obstinação. Mas além de várias razões, cito uma, muito importante: é um dos artífices do sucesso da candidatura Bolsonaro. Que se eleito, terá Onyx como um dos nomes importantes em seu futuro governo.

Enfim, estes são alguns dos motivos pelos quais lhes faço um pedido muito especial: Que no domingo votem

Onyx Lorenzoni 2522, para Deputado Federal e

Rodrigo Lorenzoni 25025 para Deputado Estadual.

Além, é claro, de Bolsonaro 17, para alcançarmos a vitória já em primeiro turno.

Muito obrigado! Enio Meneghetti

QUEM SÃO OS MANDANTES?

10 de setembro de 2018

 

Em maio de 1981 o muçulmano Ali Agca chocou o mundo ao realizar um atentado a tiros contra o Papa João Paulo II, em plena Praça São Pedro, no Vaticano.

Ali Agca

No último dia 6 de setembro, o Brasil ficou chocado com o atentado à faca, em plena via pública, que por muito pouco não matou Jair Bolsonaro.

BOL JUIZ DE FORA  06/09/2018  NACIONAL EXCLUSIVO EMBARGADO  BOLSONARO  CAMPANHA ELEITORAL O candidato à presidência da república pelo PSL , Jair Bolsonaro ( de camiseta amarela) é carregado nas costas por militantes durante ato político no Parque Half

Calma, não estou comparando Bolsonaro ao Papa João Paulo II.  Mas os dois crimes bárbaros podem ter muito mais coisas em comum do que se possa imaginar.

Moscou estava incomodada com as declarações que o Papa vinha fazendo em favor do Sindicato Solidariedade, comandado por Lech Valessa, que sacudia a Polônia. As manifestações do Pontífice atingiam a autoridade dos soviéticos, que vinham sendo desafiados por Lech Valessa.  Em dado momento, o Papa João Paulo II chegou a cogitar a renúncia ao papado para voltar à Polônia e agir pessoalmente em defesa da liberdade de seu povo.

Desde o início a cúpula do PC soviético via como solução ideal a morte de João Paulo II. A preocupação era que ninguém suspeitasse quem estaria por trás do ato que chocaria a humanidade.

O serviço secreto de um dos países satélites, a Bulgária, tinha os contatos necessários com uma célula muçulmana. Foi o caminho para recrutar o assassino. Seu nome era Ali Agca.

Ali Agca era apenas mais um fanático, usado como instrumento para a solução de um problema político. Sequer tinha ideia a serviço de quem estava.

 

 

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Voltamos ao presente. Há um risco enorme para setores muito bem identificados com a possível vitória de Jair Bolsonaro.

Um ex presidente preso, a Operação Lava Jato com ainda muito a apurar, no mínimo duas indicações de ministros do STF a serem feitas pelo próximo presidente.

Temos juízes com disposição para punir corruptos com o rigor da lei,  delatores importantes como Antonio Palocci e outros ainda, dispostos a falar.

Receita completa para a desgraça de muitos corruptos.

Um candidato eleito, disposto a incentivar e liberar os meios para que avancem as investigações que ainda faltam, tudo isso somado,  avalie-se o minúsculo tamanho de Adélio Bispo em toda esta trama.

O candidato Bolsonaro, detentor de maciço apoio popular, fazendo campanha a um custo irrisório comparado aos gastos multimilionários de seus principais concorrentes, sem a estrutura de marqueteiros pagos a peso de ouro, sem rabo preso, garantindo,se eleito, o fim do toma lá dá cá de compra de parlamentares e partidos à base de cargos, ministérios e estatais.

Recusou contribuições financeiras e ofertas de empréstimo de jatinhos particulares para seus deslocamentos. Ninguém nunca viu isso acontecer antes.

Antecipou que, eleito, abrirá caixas pretas como a do BNDES e seus empréstimos bilionários. Deixou clara disposição de combater a criminalidade em todos os níveis. E, supremo desaforo: promete rever a generosa publicidade governamental que sempre irrigou veículos mais amistosos.

Mortes suspeitas já aconteceram no Brasil. De Celso Daniel e Toninho do PT e testemunhas importantes destes casos, às mortes Teori Zavaski e Eduardo Campos. Várias teorias de conspiração circulam à respeito.

Assim, muito conveniente o surgimento de um fanático, ex filiado ao PSOL, que demonstrava estar disposto ir as últimas consequências para liquidar alguém cujo pecado é possuir convicções ideológicas opostas às suas.

A saída de Bolsonaro do jogo eleitoral seria a solução que traria de volta o sono de muita gente. Sem falar que sua eliminação traria até a possibilidade de eleger o candidato preferido dos alvos da lei.

O atentado foi planejado com muita antecipação. Aguardou-se que não fosse necessário, caso o alvo caísse nas pesquisas naturalmente. Como tal fato não aconteceu, foi levado a efeito.

Obviamente Adélio Bispo de Oliveira contou com auxílio. É improvável que tenha agido sozinho. A lógica indica que ele foi o braço armado de uma conspiração sem ter sequer noção do quanto foi usado.

A presença de outros “paus mandados” gravitando a seu redor no momento do atentado, a pronta intervenção de muitos defensores, as vaquinhas para juntar dinheiro de uma eventual fiança. Tudo bem organizado e rápido.

A tese de que seria “doente mental”, que cometeu o crime “a mando de Deus” foi abraçada imediatamente pela grande imprensa e oferecida à opinião pública.

Como Adélio arcava com os custos de viagens e hospedagens? Para que quatro celulares? Como pode adquirir um laptop caro?

Sua antiga vinculação ao PSOL, absolutamente sem chances na corrida eleitoral, veio tão a calhar como sua disposição ao cometimento do crime.

Morto o líder das pesquisas, tudo voltaria ao normal em semanas, imaginavam, tal e qual ocorreu em 2014, após a morte de Eduardo Campos.

O azar dos conspiradores, é que o alvo, milagrosamente, não morreu. E o que era ruim para eles, agora ficou pior.

Agora, Bolsonaro, que tinha grandes chances de ser eleito, tem a vitória ainda mais próxima.

Esta história irá longe. Pode apostar.

 

 

O PASSO A PASSO DO ATENTADO

7 de setembro de 2018

Lobo solitário coisíssima nenhuma.

O covarde atentado terrorista, que por muito pouco não matou Jair Bolsonaro, foi prévia e cuidadosamente planejado, além de minuciosamente executado.

Adélio Bispo de Oliveira contou com auxílio direto de pelo menos mais três pessoas, uma delas do sexo feminino, no momento do ataque, conforme evidenciam as imagens a seguir.

A tese de que “um maluco” agindo sozinho teria cometido o crime foi abraçada quase imediatamente pela grande parcela de mídia que fazia “caras e bocas” a cada vez que, por dever de ofício, eram obrigados a entrevistar ou cobrir as atividades do líder nas pesquisas de intenção de votos à presidência da República.

Estes mesmos, que agora apresentam-se com a cara de aparentemente compungidos, fazem sempre questão de reafirmar que o próprio candidato, por força de suas posições, foi o causador do atendado que sofreu.

Mas para a população ficou claro o tipo de militância de alguns dos partidos brasileiros. O gravíssimo episódio protagonizado mostrou quem, de fato, são os radicais, intolerantes e mais ainda, criminosos. Nunca é demais lembrar que não apenas a corrupção é crime. O assassinato, ou sua tentativa, também o são.

Teve quem insinuasse que “ainda bem que o terrorista não tinha uma arma de fogo”, como se os terroristas não conseguissem obter um revólver, se quisessem.

A faca utilizada era de dimensões generosas. O golpe foi desferido após um quase “vôo” do agressor, quando este estava separado de seu alvo por duas pessoas que estavam entre ambos. A forma de alcançá-lo foi tomar impulso e arremeter por sobre aqueles que estavam a sua frente, o que ampliou enormemente a intensidade do golpe desferido.

O seccionamento da artéria que leva o sangue da aorta para o intestino, a dilaceração do intestino delgado e do intestino grosso, seriam lesões dificilmente obtidas com um disparo comum. O ferimento à faca foi gravíssimo. Bolsonaro escapou com vida por muita sorte. Sorte de ter sido rapidamente socorrido, pelo hospital existente, a Santa Casa de Juiz de Fora, ter demonstrado excelência quanto às instalações e corpo médico.

Com muita franqueza, espero que agora venha a definição em primeiro turno para Bolsonaro, acompanhada de uma enxurrada de votos no “17”, que possibilite ao futuro presidente a realização das transformações que este país tanto necessita.

Quanto às reformas morais, éticas, comportamentais e mesmo ideológicas, estas virão naturalmente, como mera consequência.

 

Analisem as imagens:

 

 

ATENTADO BOLSO 1

Na foto 1 acima, vê-se a suspeita, que está com a faca, passando pelo homem de camisa branca com a alça de uma bolsa à tiracolo cruzada no peito. A mulher está com uma camisa branca, jaqueta azul e óculos escuros.

 

Atentado Bolso 2

 

Ela circula no meio da multidão, como se estivesse sozinha.
Atentdo Bolso 3

A foto 3 mostra o momento em que três suspeitos do crime aparecem juntos, esperando que um passe a faca para  o outro. Neste momento, o homem de camisa branca olha para a mão da mulher e recebe a faca. Adélio está mais à frente, posicionando-se para o ataque.

 

Atentado Bolso 4

Na foto 4, o homem de camisa branca já está com a faca na mão e vira-se para Adélio.

 

Atentado Bolso 5

Na foto 5, o homem de camisa branca e alça de bolsa cruzada, passa a faca para o agressor Adélio, à sua frente.

 

Atentado Bolso 6

Aqui na foto 6, Adélio, de camisa escura e manga longa já está com a faca.

 

ATENTADO BOLSO 7A

Aqui vê-se o quando o braço direito de Adélio, de manga longa azul marinho,  voa por cima de duas pessoas à sua frente e desfere a violenta facada que atinge o abdomem de Bolsonaro.

 

Atentado Bolso 7

No momento seguinte, acima, imediatamente após a facada, o homem de camisa branca recebe a faca novamente de Adélio.

 

ATENTADO BOLSO SUSPEITA

Esta é a suspeita ainda foragida, que provavelmente chama-se “Ariane Campos”.

Foi um ato de bandidos terroristas.

VITÓRIA DE PIRRO

7 de agosto de 2018

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Com a reeleição praticamente garantida para mais oito anos no Senado Federal, a senadora Ana Amélia Lemos jogou tudo para o alto para ser vice na chapa de Geraldo Alckimin à presidência da República.

 

A repercussão da decisão da senadora, de acordo com o que se percebe claramente em opiniões colhidas nas redes sociais, tem sido amplamente negativa. A percepção é de que ela aliou-se a um grupo onde há partidos envolvidos em corrupção, que saquearam o país durante os governos do PT.

 

Na verdade, a principal motivação de Ana Amélia foi o desejo de implodir o acordo local de seu partido, que garantiria palanque a Jair Bolsonaro no RS, com a candidatura ao governo do Rio Grande do Sul de seu correligionário, o deputado Luiz Carlos Heinze.

 

O resultado da “vitória” da senadora será desastroso.

 

Ana Amélia joga fora uma cadeira no senado, dificilmente conseguirá subtrair votos de Bolsonaro, e adere a um candidato cuja eleição é praticamente impossível.

 

Mais. Ela detonou uma aliança que uniria seu partido, o PP, com DEM, PSL e PROS que, com Bolsonaro em seu palanque, tinham excelentes chances de fazer chegar ao Piratini o candidato do PP, que desde Jair Soares em 1982, não elege o governador do estado.

 

Com sua atitude, Ana Amélia arrefeceu as bases de seu partido, já entusiasmadas com a chapa Bolsonaro e Heinze.

 

Estão em disputa duas vagas ao senado. O eleitor votará duas vezes. Mas a senadora batia pé, exigia concorrer ao senado sozinha na chapa. Seria atendida, embora a presidente regional do PSL, a empresária Carmen Flores também tivesse intenções de concorrer, o que em nada atrapalharia Ana Amélia.

 

O resultado é que Ana Amélia, tal e qual ocorreu quando, em um episódio esquisitíssimo, contra tudo e contra todos, teimou em apoiar a candidata comunista Manuela D’Avila, mandando às favas as decisões de seu próprio partido e a vontade de seus eleitores. Ela agora repetiu o gesto, indiferente aos acordos de seu partido, aos anseios e opiniões de seus eleitores e correligionários.

 

O presidente estadual do Democratas/RS, deputado Onyx Lorenzoni, um dos coordenadores da campanha de Bolsonaro, foi artífice da costura que levou à aliança destruída por Ana Amélia.

 

Em entrevista coletiva, Onyx não deixou por menos:  “Nosso acordo previa apoiar Heinze. Ana Amélia nunca aceitou essa possibilidade e uniu-se ao Centrão, que representa a continuidade das coisas como estão. O acerto de contas com quem pensa que isto é uma vitória, virá das urnas.” – disse Onyx.

 

Teremos uma concentração de candidatos de esquerda concorrendo ao Senado. Do outro lado, uma verdadeira avenida, livre e pavimentada na pista da direita, que Ana Amélia deixou, mesmo já tendo sido apoiadora do PCdoB de Manuela.

 

Esta avenida eleitoral será agora trilhada pela empresária Carmen Flores, que concorrerá ao Senado tendo em seu palanque Jair Bolsonaro.

 

Quem perde com a atitude de Ana Amélia é ela própria e seu partido.

NUVEM DE GAFANHOTOS

31 de julho de 2018

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A revista Crusoé publicou uma reportagem intitulada “A Mesada de Toffoli”. Nela, revela que o ministro Dias Toffoli, do STF, recebe R$ 100 mil mensais em uma conta conjunta dele e da esposa, a advogada Roberta Rangel, no Banco Mercantil do Brasil.

 

A origem dos depósitos é uma conta no banco Itaú, titulada somente pela esposa. A conta no BMB é movimentada por um procurador, Ricardo Newman de Oliveira, servidor de carreira do Banco do Brasil, que Toffoli nomeou como seu assessor no STF.

 

O salário de ministro do STF é de R$ 33 mil mensais. Os 100 mil mensais equivalem, portanto, ao triplo dos vencimentos de ministro. Deste total, a metade vai para a ex-mulher de Toffoli, Mônica Ortega, ex-funcionária da Casa Civil do Planalto, no governo Lula.

 

A área técnica do BMB chegou a pretender relatar a movimentação incompatível da conta ao COAF – Conselho de Controle de Atividades Financeiras, em 2015. Mas a diretoria do banco determinou que o relato ao COAF ou ao Banco Central não fosse feito.

 

Crusoé também aponta que Toffoli foi relator em 13 ações judiciais movidas contra o Banco Mercantil no STF em 2009, sem ver motivos para se declarar impedido.  A matéria também traz a informação de que em 2011 Toffoli contratou um empréstimo de R$ 900 mil com o mesmo BMB. As parcelas mensais de R$ 13.806 reais representavam 75% do salário líquido do ministro e os juros cobrados foram de 1,35% a.m., contra os 2,6% cobrados de clientes comuns.

 

A partir de setembro, Toffoli será presidente do STF. Isso preocupa, já que sempre há o temor de que ele expeça a ordem para soltar o ficha-suja Lula.

 

Já temos José Dirceu, que mesmo condenado em segunda instância a mais de 30 anos de cadeia, foi libertado pela Segunda turma do STF no mês passado e anda por aí, flanando em férias, fazendo articulações, concedendo entrevistas, como se fosse um cidadão normal e não um apenado.

Quando lembramos que essa dupla foi responsável pela verdadeira praga de gafanhotos que arrasou com o Brasil, montada a partir do final do ano de 2002, que saqueou o país de uma forma jamais vista no mundo, com a implantação da corrupção sistêmica e do crime institucionalizado como programa de governo, é que constatamos o perigo que ainda corremos.

Nada melhor que revisitar os males causados por esta gente lendo o livro “A Máfia da Estrela – Ascensão e Queda do Império Petista”, do deputado Onyx Lorenzoni, que relata com riqueza de detalhes o “modus operandi” utilizado para cometer as barbaridades que foram perpetradas por esta gente.

Leitura imperdível.

O DIA EM QUE LULA DEIXARÁ A PRISÃO

24 de julho de 2018

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Será no onze de setembro. Mas não para prantear as vítimas do atentado ao Word Trade Center.

 

Neste dia, Lula deixará por algumas horas sua cela no prédio da PF para depor na 13.a Vara Federal de Curitiba. Será interrogado no processo do Sítio de Atibaia.

 

Antes do interrogatório de Lula acontecerão, em 29 de agosto, os depoimentos de Emílio e Marcelo Odebrecht.  Depois, dia 3 de setembro, Leo Pinheiro. No dia 5, Roberto Teixeira e Fernando Bittar, o “amigo” que aparece como “dono” do sítio.

 

Dificilmente Lula deixará de ser condenado. A reunião de provas no caso do sítio é ainda mais farta do que a documentação relativa ao caso do triplex do Guarujá.

 

A defesa do réu esperneou o quanto pode, chegando a arguir mais uma vez a pretensa ‘parcialidade’ do juiz Sergio Moro. A PGR manifestou ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) sua visão acerca da imparcialidade do magistrado ao longo do processo:

“(…) inviável a declaração de nulidade dos atos praticados no curso da ação penal processada e julgada pelo Juízo Criminal Federal de Curitiba, que se manteve imparcial durante toda a marcha processual”, afirmou o subprocurador-geral da República, Nívio de Freitas Silva Filho.

 

O relator do recurso será o ministro Felix Fischer,  responsável pelos processos da Lava-Jato no STJ. Ele já negou outros recursos similares da defesa de Lula.
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Durante o último final de semana, uma revista semanal – que já viveu dias melhores – estampou  uma matéria sob o título “Ninguém quer o líder”, referindo-se a Jair Bolsonaro.

 

Seria risível, se não fosse patético.

 

Há um bilhão de interessados em aderir ao líder, se lhes fossem garantidas as mesmas benesses outrora concedidas pelo PT e sua base aliada, atolada em encrencas com a lei.

 

Seria suficiente que Bolsonaro aceitasse aquilo gente como Valdemar da Costa Neto, “dono” do PR, pede para “fechar negócio” e viriam correndo juntar-se ao líder nas pesquisas.

 

É triste constatar como o tradicional “toma-lá, dá cá” é digerido com tanta facilidade por certos veículos.

 

Enfim, tratam-se de ausências que trarão excelentes resultados.

 

CIVILIDADE X CUMPLICIDADE

17 de julho de 2018

 

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Adeptos de Lula & Cia protocolaram  264 pedidos de habeas corpus em favor de Lula, mesmo depois que a presidente do STJ, Laurita Vaz, negou outras 149 solicitações padronizadas para soltar o apenado.

Não adiantam os processos , as delações, as fotografias, os documentos, provas, as sentenças condenatórias irrepreensíveis. Mesmo com toda a farta comprovação do envolvimento dos governos Lula e Dilma em esquemas de corrupção bilionários, membros da seita continuam a afirmar que Lula é inocente e não tinha conhecimento de coisa alguma.

O grande perigo é que existam pessoas dispostas a sair em defesa – e até votar – em criminosos notórios condenados em duas instâncias, portanto,  inelegíveis conforme a lei.  Mesmo assim, acham que alguém assim possa ser presidente.

Assusta mais ainda quando assistimos tais demonstrações de atropelamento à legislação até mesmo no âmbito do Judiciário.

Magistrados que já serviram ao partido do apenado Lula e a governos seus e de aliados, que foram nomeados por eles, ao invés de declararem-se impedidos, tentam beneficiá-lo fazendo uso de nossa intrincada legislação, repleta de regras que dificultam o cumprimento da essência das leis, onde é comum uma norma contradizer outra.

O STF, que existe para cuidar de questões constitucionais, passou a cuidar de qualquer coisa,  já que nossa Constituição, querendo dar solução para tudo, permite às mais variadas interpretações.

Assim é que temos assistido decisões recentes beneficiando, com a libertação, bandidos e corruptos.

Parece incrível, mas esse tipo de realidade faz com que milhões de pessoas passem horas frente à TV esperando o cumprimento de um mandato judicial.

O problema em si não é a pessoa de Luiz Inácio Lula da Silva. A questão preocupante é que possam existir pessoas que sigam alguém tão cegamente, como em uma seita de fanáticos. Embora não sejam tantos como apregoam, essas criaturas ainda existem em número considerável para fazer barulho, desordem, arruaças na tentativa desesperada de atrair incautos ou criar problemas para quem não aceita a corrupção como forma de governar.

Não se trata de preconceito, mas da constatação de que, em que pese tudo o que já foi revelado e do que ainda falta revelar, exista tal grau de fanatismo.
Nunca antes se viveu, neste país, tempos como os que estamos vivendo.