O NOME DO VAGABUNDO

11 de novembro de 2019

Há quem considere bobagem a solicitação de que não se registre nas redes o nome do PRESIDIÁRIO recentemente solto.

Já circulam alguns vídeos – a maioria de péssima qualidade – que classificam como “falsa” a informação de que a menção ao cafajeste o beneficie.

Nos últimos dias recebi até mesmo vídeos que retratam a NAMORADA do meliante recentemente beneficiado postada por seus “adversários”!

A intenção era de ridiculariza-la, mas claro que a circulação do material promove o casal. Seja para o bem ou para o mal. Erro crasso de quem repassa, se a intenção era atingir a dupla.

Há que se ter um mínimo cuidado na seleção do material a ser usado. Um vídeo mal escolhido tentando denegrir ou ridicularizar algum inimigo, queira ou não, poderá o estar promovendo. Algum desavisado pode ter uma percepção oposta e ficar com pena do MELIANTE. Considerá-lo vítima.

Não é tarefa para amadores.

Mesmo que a intenção seja de crítica, É ÓBVIO que apenas ao FALAR em um desafeto, você o está promovendo. Queira ou não.

Isto é básico, elementar, primário, óbvio ululante.

Todas as menções a nomes, sejam de personalidades, pessoas comuns, empresas, entidades, no meio virtual, são contabilizadas. Ao simples toque de um botão os especialistas sabem quais são os temas em voga, as empresas em alta ou os nomes em destaque. Tudo em nome da audiência.

Essas informações são estratégicas para definir, além das verbas de anunciantes, as pautas de reportagens, temas para debates, presenças em programas, entrevistas, etc.

Será destacado aquilo que dá audiência. E a definição do que é audiência será definida por aquilo que circula e é contabilizado como tal.

É ótimo para a Globo, por exemplo, que tal nome esteja em voga. Sejam a favor ou contra, o que eles querem, é Ibope. Que significa dim-dim.

Desta forma, é suprema tolice mencionar o nome de um adversário. Ainda mais DAQUELE.

Assim, a solicitação de que NÃO SE PROMOVA O NOME NEFASTO DO MELIANTE sequer precisaria ser feita, por ser óbvia.

POR QUE SERÁ?

30 de julho de 2019

O registro é de “O Antagonista” e o levantamento cronológico foi feito por Merval Pereira.

Walter Delgatti Neto disse que contatou Manuela DÁvila no dia das mães, 12 de maio.

Glenn Greenwald entrou em contato com ele no mesmo dia.

Greenwald visitou Lula em 21 de maio para fazer uma entrevista que estava autorizada desde o início do ano.

 Apenas nove dias após receber as mensagens roubadas.

Duas semanas mais tarde, em 4 de junho, o hacker atacou o telefone de Sergio Moro.

Quando visitou Lula, Greenwald já tinha o material.

Dezenove dias depois da entrevista, em 9 de junho, o Intercept Brasil começa a divulgar as conversas hackeadas.

Entre o primeiro contato com Greenwald e a publicação, passaram-se 29 dias.

Dia 27 de abril, Lula disse em uma entrevista a Folha de S. Paulo e o El País que tinha “obsessão em desmascarar o Moro, de desmascarar o Dallagnol e a sua turma.”

Por que será?

Por Que Será

Toquinho e Vinícius

POR QUE SERÁ? QUE EU ANDO TRISTE

POR TE ADORAR, POR QUE SERÁ? QUE A VIDA

INSISTE EM SE MOSTRAR MAIS DISTRAÍDA

DENTRO DE UM BAR POR QUE SERÁ?

POR QUE SERÁ? QUE O NOSSO ASSUNTO

JÁ SE ACABOU, POR QUE SERÁ?

QUE O QUE ERA JUNTO SE SEPAROU

E O QUE ERA MUITO SE DEFINHOU POR QUE

SERÁ? EU TANTAS VEZES ME SENTO À MESA

DE ALGUM LUGAR FALANDO COISAS

SÓ POR FALAR ADIANDO A HORA

DE TE ENCONTRAR É MUITO TRISTE

QUANDO SE SENTE TUDO MORRER, E AINDA EXISTE

O AMOR QUE MENTE PARA ESCONDER,O AMOR

HORA DE CORAGEM!

22 de maio de 2019

Muitos consideram uma temeridade correr-se o risco de uma manifestação fraca no dia 26.

Mas não será fraca. Será, sim, muito positiva.

Positiva para mostrar com quem está a opinião pública.

Pode ser que certos poderes superiores, que não dependem de votos, lixem-se para a opinião pública (a não ser quando são abordados em aviões ou no exterior).

Podemos até incluir entre esses “poderes superiores”, certos “movimentos”, ou a parcela interesseira da imprensa, ou ainda, certos “deformadores de opinião” que julgam-se maiores do que a totalidade daqueles para os quais falam.

Alguns, que tornaram-se grandes ao traduzirem o sentimento que vinha das ruas, agora superestimam-se, embriagados com o som de suas próprias vozes,  achando que tem o poder de manobrar os desígnios das massas que ontem os ouviam embevecidos.  Alto lá! Como diria um determinado apenado: “Menas!”, pseudo líderes!

Quanto aos políticos, se há alguma coisa que temem, é perda de votos. Ir contra a opinião pública. Está aí a verdadeira causa das críticas e o medo das manifestações previstas para o próximo domingo.

Os senhores congressistas foram eleitos para atender aos anseios de seus eleitores. Eles sabem muito bem o que desejam aqueles que os elegeram, sejam do campo ideológico que forem.  

Vamos pensar um pouco: quando chegamos ao ponto de ver um político como o apenado José Dirceu fazer de carro o trajeto entre Brasília e Curitiba, para entregar-se à prisão, por medo de manifestações em um voo de carreira, começa-se a ter uma pálida ideia da força que tem a população.

Não se trata de emparedar o Congresso ou ameaçar a quem quer que seja. Mas sim, de apresentar claramente qual o sentimento que vem da opinião pública.

O povo votou em outubro. Agora, quem deve votar são os congressistas eleitos.

Qual a diferença prática entre aqueles que patrocinam chicanas jurídicas nos tribunais e os que usam manobras regimentais (ou anti regimentais) para impedir que as propostas que pretendem avanços –  apresentados ao eleitorado por ocasião das eleições – sejam sequer apreciadas?

A já mencionada opinião pública está farta de muchochos ou nhé-nhé-nhés via imprensa para  justificar o não avanço das pautas propostas e necessárias ao país.

Senhores congressistas, deixem o país andar.  Ponham em votação as matérias de interesse da nação! Ninguém os obrigará a votar assim ou assado.

Mas quem votar contra os anseios do povo, que explique-se depois.

Não há nada de errado ou condenável, a nenhuma parcela da população, mostrar seu tamanho. Pacificamente.

A não ser que exista alguém com razões para temer a voz das ruas.

Simples assim.     

ONYX NA GLOBO NEWS: IRRETOCÁVEL

2 de maio de 2019

Entrevistado às 23 horas da noite desta quarta feira, primeiro de maio, na Central da Política Globo News, o Ministro Chefe da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni, não teve nenhuma dificuldade em responder às tentativas de “saias-justas” que lhe foram colocadas pelos entrevistadores Heraldo Pereira, Waldo Cruz, Cristiana Lobo, Matusa Nery, Julia Duailibi e Gerson Camarotti.

Assista:

SABEMOS O QUE VOCÊS QUEREM!

27 de março de 2019

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Agora “aliados” do atual governo vem  falar em “articulação”, fazendo beicinho?

Qual a articulação está sendo cobrada?

Lembremos do mensalão, do petrolão, da reeleição, do toma-lá – dá-cá, todos eventos de triste memória, mecanismos que estão querendo enfiar goela abaixo do atual governo insistentemente, sob o manto de “articulações”.

Ora, o país suportou uma orgia de desperdício de capitais, seja com a demagogia da “marolinha” do detento Lula,  mais o saque sem fundos do governo dele e sua nefasta criatura, Dilma Rousseff.  Nos governos de ambos, o que não foi desviado foi mandado para qualquer país falido membro do “Foro de São Paulo” que se desse ao trabalho de pedir. Ou ainda, entupiram de dinheiro ditaduras africanas ou caribenhas, que jamais  pagarão a conta multibilionária.

Saímos de uma eleição onde a imensa maioria dos brasileiros desejava ardentemente varrer a podridão esquerdista que grassava a céu aberto. Agora, pretensos e/ou potenciais “aliados” do governo querem cobrar “articulação”, fazendo beicinho!

Nós sabemos muito bem o que vocês querem!

Se não vier uma Reforma da Previdência séria, o Brasil ficará inviabilizado. Ponham isso em suas cabecinhas!

A grande imprensa oportunista sabe disso muito bem. Mas parece ficar fazendo o jogo da “crise”. Com que interesses? Com que propósitos? Qual a motivação?

Mídia paga? Comerciais de Estatais em horário nobre?

Poderiam se ocupar em análises sérias, que mostrem à população, por exemplo, que a longevidade aumentou, graças aos avanços da medicina, da existência de exames mais acurados, de diagnósticos mais precisos,  novos fármacos disponíveis, etc.

O fato é que as pessoas estão vivendo mais tempo e isto é muito positivo. Mas é acompanhado de uma previdência social que já era gerida de forma irresponsável  e ainda apresenta um cálculo atuarial vencido e inviável.

Nesta quadra, é quase inacreditável que alguns que se apresentam como “favoráveis” à Reforma da Previdência, cobrem de forma oportunista, “articulações”, que sabe-se muito bem o que significam.

O famoso “toma-lá – dá-cá”, que foi sobejamente derrotado nas últimas eleições presidenciais.

Já está passada a hora dos meios de comunicação fazerem uma discussão séria sobre o tema. Analisem, critiquem. Com foco na realidade.

Aos senhores congressistas, que digam exatamente o que entendem como “articulação” com o governo. Digam exatamente o que pretendem com tal palavrinha mágica. Façam públicas suas cobranças.

Todos sabemos qual é o desagrado.

Nem todos são trouxas neste país.

Aos deformadores de opinião que existem na grande imprensa, que criem vergonha e cumpram seu papel.

Mais dia, menos dia, as máscaras cairão.

 

 

INCOMPETÊNCIA OU MANIPULAÇÃO?

29 de outubro de 2018

Charge-BB

Se houve um perdedor nestas eleições, sem dúvida foram os Institutos de Pesquisa.

Isso é grave, porque pesquisas induzem votos. Tanto é que os programas eleitorais às divulgam exaustivamente

Aquele papo de que pesquisa é uma “fotografia do momento” não pode servir de desculpa para tantos erros evidentes.

As pesquisas para o governo do RS, por exemplo, indicavam uma diferença de 20% em favor de um dos candidatos. É evidente que ao ser divulgada uma diferença desta monta, há um imediato desânimo do eleitor comum, que não está engajado e informado dos bastidores das campanhas eleitorais.

O simpatizante se retrai, os contribuintes somem ou diminuem o valor de seus apoios. As carreatas murcham, os cabos eleitorais estáticos nas esquinas completam o quadro do desânimo.

Quando abrem-se as urnas, surpresa! O resultado equivale ao “tracking”, a medição diária que as boas campanhas fazem, que vinha mostrando números  muito próximos aos finais.

Outro exemplo veio das eleições para senadores.

Cito um exemplo que testemunhamos: apoiadores de Jair Bolsonaro, pediam votos para a empresária Carmen Flores e para o deputado Luiz Carlos Heinze.

Quando pediam votos era comum ouvir:

“ No Heinze ok,  mas para a segunda vaga vou votar em “X” , porque quero ajudar a tirar o Paim. A Carmem Flores não tem chances”. Dedução vinda de seus índices apontados em pesquisas. 

Se isso não é indução de voto, não sei mais o que é.

O resultado foi o que se viu. Se havia alguém que poderia ter evitado a reeleição do atual e reeleito senador Paulo Paim, teria sido exatamente a empresária Carmem Flores, que mesmo com a situação de desinformação criada, chegou a casa de milhão e meio de votos.

Isso sem falar nos números que as pesquisas apontavam para o candidato Heinze, que jamais foi apresentado como um dos favoritos e, como se sabe, venceu bem.

São apenas dois exemplos, mas poderíamos apresentar vários outros Brasil afora.

É uma questão de difícil solução. Óbvio que é inviável a ideia simplista de “proibir pesquisas”. Mas trata-se de uma questão muito grave e séria, pois está mais do que provado que pesquisas equivocadas interferem no ânimo dos eleitores e consequentemente nos resultados.

Arrisco um palpite: será que a escolha à dedo de amostras mais desfavoráveis a determinado candidato na eleição presidencial, poderia ter produzido anomalias nos resultado dos demais concorrentes aos diversos cargos disputados?

Pelo que se viu em matéria de má vontade da grande imprensa contra um dos candidatos a presidente, isso não seria de surpreender.

 

CHEGANDO A HORA!

5 de outubro de 2018

25025

Caros amigos e amigas:

Nesta foto, meus dois candidatos a deputado. Onyx Lorenzoni, Federal, 2522 e Rodrigo Lorenzoni a Estadual, 25025.

Ambos, conheço há mais de 30 anos. Rodrigo era um menino, ainda. Receberá meu voto não apenas por ser filho de Onyx. Mas porque trata-se de um profissional de primeira grandeza e um ser humano de grandes qualidades.

Suas propostas podem ser conhecidas no link de seu nome, aqui mesmo no Facebook. Mas sua principal qualidade é seu caráter, o qual atesto.

Quanto ao Onyx Lorenzoni, além de amigo pessoal, sou seu admirador. Admiro de seu talento, sua capacidade e sua obstinação. Mas além de várias razões, cito uma, muito importante: é um dos artífices do sucesso da candidatura Bolsonaro. Que se eleito, terá Onyx como um dos nomes importantes em seu futuro governo.

Enfim, estes são alguns dos motivos pelos quais lhes faço um pedido muito especial: Que no domingo votem

Onyx Lorenzoni 2522, para Deputado Federal e

Rodrigo Lorenzoni 25025 para Deputado Estadual.

Além, é claro, de Bolsonaro 17, para alcançarmos a vitória já em primeiro turno.

Muito obrigado! Enio Meneghetti

QUEM SÃO OS MANDANTES?

10 de setembro de 2018

 

Em maio de 1981 o muçulmano Ali Agca chocou o mundo ao realizar um atentado a tiros contra o Papa João Paulo II, em plena Praça São Pedro, no Vaticano.

Ali Agca

No último dia 6 de setembro, o Brasil ficou chocado com o atentado à faca, em plena via pública, que por muito pouco não matou Jair Bolsonaro.

BOL JUIZ DE FORA  06/09/2018  NACIONAL EXCLUSIVO EMBARGADO  BOLSONARO  CAMPANHA ELEITORAL O candidato à presidência da república pelo PSL , Jair Bolsonaro ( de camiseta amarela) é carregado nas costas por militantes durante ato político no Parque Half

Calma, não estou comparando Bolsonaro ao Papa João Paulo II.  Mas os dois crimes bárbaros podem ter muito mais coisas em comum do que se possa imaginar.

Moscou estava incomodada com as declarações que o Papa vinha fazendo em favor do Sindicato Solidariedade, comandado por Lech Valessa, que sacudia a Polônia. As manifestações do Pontífice atingiam a autoridade dos soviéticos, que vinham sendo desafiados por Lech Valessa.  Em dado momento, o Papa João Paulo II chegou a cogitar a renúncia ao papado para voltar à Polônia e agir pessoalmente em defesa da liberdade de seu povo.

Desde o início a cúpula do PC soviético via como solução ideal a morte de João Paulo II. A preocupação era que ninguém suspeitasse quem estaria por trás do ato que chocaria a humanidade.

O serviço secreto de um dos países satélites, a Bulgária, tinha os contatos necessários com uma célula muçulmana. Foi o caminho para recrutar o assassino. Seu nome era Ali Agca.

Ali Agca era apenas mais um fanático, usado como instrumento para a solução de um problema político. Sequer tinha ideia a serviço de quem estava.

 

 

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Voltamos ao presente. Há um risco enorme para setores muito bem identificados com a possível vitória de Jair Bolsonaro.

Um ex presidente preso, a Operação Lava Jato com ainda muito a apurar, no mínimo duas indicações de ministros do STF a serem feitas pelo próximo presidente.

Temos juízes com disposição para punir corruptos com o rigor da lei,  delatores importantes como Antonio Palocci e outros ainda, dispostos a falar.

Receita completa para a desgraça de muitos corruptos.

Um candidato eleito, disposto a incentivar e liberar os meios para que avancem as investigações que ainda faltam, tudo isso somado,  avalie-se o minúsculo tamanho de Adélio Bispo em toda esta trama.

O candidato Bolsonaro, detentor de maciço apoio popular, fazendo campanha a um custo irrisório comparado aos gastos multimilionários de seus principais concorrentes, sem a estrutura de marqueteiros pagos a peso de ouro, sem rabo preso, garantindo,se eleito, o fim do toma lá dá cá de compra de parlamentares e partidos à base de cargos, ministérios e estatais.

Recusou contribuições financeiras e ofertas de empréstimo de jatinhos particulares para seus deslocamentos. Ninguém nunca viu isso acontecer antes.

Antecipou que, eleito, abrirá caixas pretas como a do BNDES e seus empréstimos bilionários. Deixou clara disposição de combater a criminalidade em todos os níveis. E, supremo desaforo: promete rever a generosa publicidade governamental que sempre irrigou veículos mais amistosos.

Mortes suspeitas já aconteceram no Brasil. De Celso Daniel e Toninho do PT e testemunhas importantes destes casos, às mortes Teori Zavaski e Eduardo Campos. Várias teorias de conspiração circulam à respeito.

Assim, muito conveniente o surgimento de um fanático, ex filiado ao PSOL, que demonstrava estar disposto ir as últimas consequências para liquidar alguém cujo pecado é possuir convicções ideológicas opostas às suas.

A saída de Bolsonaro do jogo eleitoral seria a solução que traria de volta o sono de muita gente. Sem falar que sua eliminação traria até a possibilidade de eleger o candidato preferido dos alvos da lei.

O atentado foi planejado com muita antecipação. Aguardou-se que não fosse necessário, caso o alvo caísse nas pesquisas naturalmente. Como tal fato não aconteceu, foi levado a efeito.

Obviamente Adélio Bispo de Oliveira contou com auxílio. É improvável que tenha agido sozinho. A lógica indica que ele foi o braço armado de uma conspiração sem ter sequer noção do quanto foi usado.

A presença de outros “paus mandados” gravitando a seu redor no momento do atentado, a pronta intervenção de muitos defensores, as vaquinhas para juntar dinheiro de uma eventual fiança. Tudo bem organizado e rápido.

A tese de que seria “doente mental”, que cometeu o crime “a mando de Deus” foi abraçada imediatamente pela grande imprensa e oferecida à opinião pública.

Como Adélio arcava com os custos de viagens e hospedagens? Para que quatro celulares? Como pode adquirir um laptop caro?

Sua antiga vinculação ao PSOL, absolutamente sem chances na corrida eleitoral, veio tão a calhar como sua disposição ao cometimento do crime.

Morto o líder das pesquisas, tudo voltaria ao normal em semanas, imaginavam, tal e qual ocorreu em 2014, após a morte de Eduardo Campos.

O azar dos conspiradores, é que o alvo, milagrosamente, não morreu. E o que era ruim para eles, agora ficou pior.

Agora, Bolsonaro, que tinha grandes chances de ser eleito, tem a vitória ainda mais próxima.

Esta história irá longe. Pode apostar.

 

 

O PASSO A PASSO DO ATENTADO

7 de setembro de 2018

Lobo solitário coisíssima nenhuma.

O covarde atentado terrorista, que por muito pouco não matou Jair Bolsonaro, foi prévia e cuidadosamente planejado, além de minuciosamente executado.

Adélio Bispo de Oliveira contou com auxílio direto de pelo menos mais três pessoas, uma delas do sexo feminino, no momento do ataque, conforme evidenciam as imagens a seguir.

A tese de que “um maluco” agindo sozinho teria cometido o crime foi abraçada quase imediatamente pela grande parcela de mídia que fazia “caras e bocas” a cada vez que, por dever de ofício, eram obrigados a entrevistar ou cobrir as atividades do líder nas pesquisas de intenção de votos à presidência da República.

Estes mesmos, que agora apresentam-se com a cara de aparentemente compungidos, fazem sempre questão de reafirmar que o próprio candidato, por força de suas posições, foi o causador do atendado que sofreu.

Mas para a população ficou claro o tipo de militância de alguns dos partidos brasileiros. O gravíssimo episódio protagonizado mostrou quem, de fato, são os radicais, intolerantes e mais ainda, criminosos. Nunca é demais lembrar que não apenas a corrupção é crime. O assassinato, ou sua tentativa, também o são.

Teve quem insinuasse que “ainda bem que o terrorista não tinha uma arma de fogo”, como se os terroristas não conseguissem obter um revólver, se quisessem.

A faca utilizada era de dimensões generosas. O golpe foi desferido após um quase “vôo” do agressor, quando este estava separado de seu alvo por duas pessoas que estavam entre ambos. A forma de alcançá-lo foi tomar impulso e arremeter por sobre aqueles que estavam a sua frente, o que ampliou enormemente a intensidade do golpe desferido.

O seccionamento da artéria que leva o sangue da aorta para o intestino, a dilaceração do intestino delgado e do intestino grosso, seriam lesões dificilmente obtidas com um disparo comum. O ferimento à faca foi gravíssimo. Bolsonaro escapou com vida por muita sorte. Sorte de ter sido rapidamente socorrido, pelo hospital existente, a Santa Casa de Juiz de Fora, ter demonstrado excelência quanto às instalações e corpo médico.

Com muita franqueza, espero que agora venha a definição em primeiro turno para Bolsonaro, acompanhada de uma enxurrada de votos no “17”, que possibilite ao futuro presidente a realização das transformações que este país tanto necessita.

Quanto às reformas morais, éticas, comportamentais e mesmo ideológicas, estas virão naturalmente, como mera consequência.

 

Analisem as imagens:

 

 

ATENTADO BOLSO 1

Na foto 1 acima, vê-se a suspeita, que está com a faca, passando pelo homem de camisa branca com a alça de uma bolsa à tiracolo cruzada no peito. A mulher está com uma camisa branca, jaqueta azul e óculos escuros.

 

Atentado Bolso 2

 

Ela circula no meio da multidão, como se estivesse sozinha.
Atentdo Bolso 3

A foto 3 mostra o momento em que três suspeitos do crime aparecem juntos, esperando que um passe a faca para  o outro. Neste momento, o homem de camisa branca olha para a mão da mulher e recebe a faca. Adélio está mais à frente, posicionando-se para o ataque.

 

Atentado Bolso 4

Na foto 4, o homem de camisa branca já está com a faca na mão e vira-se para Adélio.

 

Atentado Bolso 5

Na foto 5, o homem de camisa branca e alça de bolsa cruzada, passa a faca para o agressor Adélio, à sua frente.

 

Atentado Bolso 6

Aqui na foto 6, Adélio, de camisa escura e manga longa já está com a faca.

 

ATENTADO BOLSO 7A

Aqui vê-se o quando o braço direito de Adélio, de manga longa azul marinho,  voa por cima de duas pessoas à sua frente e desfere a violenta facada que atinge o abdomem de Bolsonaro.

 

Atentado Bolso 7

No momento seguinte, acima, imediatamente após a facada, o homem de camisa branca recebe a faca novamente de Adélio.

 

ATENTADO BOLSO SUSPEITA

Esta é a suspeita ainda foragida, que provavelmente chama-se “Ariane Campos”.

Foi um ato de bandidos terroristas.

VITÓRIA DE PIRRO

7 de agosto de 2018

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Com a reeleição praticamente garantida para mais oito anos no Senado Federal, a senadora Ana Amélia Lemos jogou tudo para o alto para ser vice na chapa de Geraldo Alckimin à presidência da República.

 

A repercussão da decisão da senadora, de acordo com o que se percebe claramente em opiniões colhidas nas redes sociais, tem sido amplamente negativa. A percepção é de que ela aliou-se a um grupo onde há partidos envolvidos em corrupção, que saquearam o país durante os governos do PT.

 

Na verdade, a principal motivação de Ana Amélia foi o desejo de implodir o acordo local de seu partido, que garantiria palanque a Jair Bolsonaro no RS, com a candidatura ao governo do Rio Grande do Sul de seu correligionário, o deputado Luiz Carlos Heinze.

 

O resultado da “vitória” da senadora será desastroso.

 

Ana Amélia joga fora uma cadeira no senado, dificilmente conseguirá subtrair votos de Bolsonaro, e adere a um candidato cuja eleição é praticamente impossível.

 

Mais. Ela detonou uma aliança que uniria seu partido, o PP, com DEM, PSL e PROS que, com Bolsonaro em seu palanque, tinham excelentes chances de fazer chegar ao Piratini o candidato do PP, que desde Jair Soares em 1982, não elege o governador do estado.

 

Com sua atitude, Ana Amélia arrefeceu as bases de seu partido, já entusiasmadas com a chapa Bolsonaro e Heinze.

 

Estão em disputa duas vagas ao senado. O eleitor votará duas vezes. Mas a senadora batia pé, exigia concorrer ao senado sozinha na chapa. Seria atendida, embora a presidente regional do PSL, a empresária Carmen Flores também tivesse intenções de concorrer, o que em nada atrapalharia Ana Amélia.

 

O resultado é que Ana Amélia, tal e qual ocorreu quando, em um episódio esquisitíssimo, contra tudo e contra todos, teimou em apoiar a candidata comunista Manuela D’Avila, mandando às favas as decisões de seu próprio partido e a vontade de seus eleitores. Ela agora repetiu o gesto, indiferente aos acordos de seu partido, aos anseios e opiniões de seus eleitores e correligionários.

 

O presidente estadual do Democratas/RS, deputado Onyx Lorenzoni, um dos coordenadores da campanha de Bolsonaro, foi artífice da costura que levou à aliança destruída por Ana Amélia.

 

Em entrevista coletiva, Onyx não deixou por menos:  “Nosso acordo previa apoiar Heinze. Ana Amélia nunca aceitou essa possibilidade e uniu-se ao Centrão, que representa a continuidade das coisas como estão. O acerto de contas com quem pensa que isto é uma vitória, virá das urnas.” – disse Onyx.

 

Teremos uma concentração de candidatos de esquerda concorrendo ao Senado. Do outro lado, uma verdadeira avenida, livre e pavimentada na pista da direita, que Ana Amélia deixou, mesmo já tendo sido apoiadora do PCdoB de Manuela.

 

Esta avenida eleitoral será agora trilhada pela empresária Carmen Flores, que concorrerá ao Senado tendo em seu palanque Jair Bolsonaro.

 

Quem perde com a atitude de Ana Amélia é ela própria e seu partido.