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ESSA GENTE  NUNCA RESPEITOU A LEI

9 de janeiro de 2018

Para o PT, “eleição sem Lula é fraude”.

Espanta que um partido que jacta-se “defensor da Justiça, da democracia e de Lula” tenha dado já tantas demonstrações de desprezo pela lei.

Pode-se escrever léguas sobre os “malfeitos” do partido que institucionalizou a corrupção como um de seus programas de governo. O assunto está longe de se esgotar.  Mas vamos começar pelo momento presente.

No próximo dia 24, no julgamento de Lula pelo TRF4, o veredito poderá fazer de Lula um condenado em segunda instância e, portanto, de acordo com a lei em vigor, inelegível e passível de prisão imediata.

Em caso de condenação do ex presidente, tudo o que acontecer diferente disso, é casuísmo. Para usar um termo suave. Porque, se fossemos usar denominações equivalentes àquelas que o PT costuma distinguir a tudo que o desagrada, se Lula for condenado e não ir direto para trás das grades ou continuar elegível, aí é que seria “golpe”.

Perfeito exemplo disso é o comportamento público do apenado José Dirceu, que postou um vídeo no qual chama de “golpistas” os desembargadores do TRF 4.

O vídeo, disponível no canal you tube, foi publicado dia 18 de dezembro último no Blog do jornalista Fernando Morais. Nele, o ex guerrilheiro conclama o povo a ir às ruas, e diz que os desembargadores seriam parte de um golpe para impedir a candidatura Lula. “Nāo vamos permitir a ditadura da toga”, chega a dizer. Um desaforo.

Outro que falou demais, como sempre faz, foi o balaqueiro João Pedro Stédile, líder do MST. Divulgou outro vídeo, onde pede que a militância ocupe já a partir do dia 22 o espaço na frente de prédios da Justiça Federal em todo o Brasil. Segundo Stédile, vem aí “uma luta de classes”.

Considerando-se que os petistas já chamam os juízes de “golpistas”, conclui-se que já dão a opção da condenação praticamente como favas contadas. Então, Lula virá a Porto Alegre para que? Apenas para, terminado o julgamento, sendo condenado, desfilar perante a claque e bradar mais uma vez aquela mesma lorota: ”Fui condenado sem provas. Desafio a quem quer que seja, os delegados, o Moro, o Dallagnol, os desembargadores,  a apresentarem uma prova sequer de que cometi algum crime!”.

A auto vitimização como eterna estratégia de defesa.

Certo está o deputado Onyx Lorenzoni, que em declaração ao site “o Antagonista”, refutou as interpretações que haveria “preocupação em excesso” com a segurança em Porto Alegre no dia 24, sentenciando de forma clara e objetiva: “Essa gente nunca respeitou a lei”.

Fato incontestável.

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INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA

19 de dezembro de 2017

Um dos maiores malfeitores deste país, o criminoso condenado José Dirceu, divulgou uma nota sobre o julgamento de Lula no TRF-4, marcado para 24 de janeiro. Disse o apenado:

“A hora é de ação, não de palavras. De transformar fúria, revolta, indignação e o ódio em energia, para a luta e o combate. Todos a Porto Alegre no dia 24, o Dia da Revolta. É hora de criar e mobilizar milhares de comitês em defesa de Lula. É hora de denunciar, desmascarar e combater a fraude jurídica e o golpe político.”

 

Nesta convocação, publicada no site de seu partido, o apenado diz publicamente que é “hora de ação, não de palavras”. Fala em “fraude jurídica” e “golpe político”.

 

Pode um criminoso condenado, que nem deveria estar à solta, incitar a população desta forma, insultar os poderes constituídos, e nada acontecer?

 

José Dirceu de Oliveira e Silva foi condenado pelo juiz Sergio Moro a mais de 20 anos de prisão pelo envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás.  O TRF4, que julgará Lula dia 4 de janeiro, elevou a pena de Dirceu para mais de 30 anos, por corrupção ativa, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Ele segue em liberdade e insulta o Judiciário, falando em “fraude jurídica”.  O Ministério Público, não vai fazer nada? Pode isso, Arnaldo?

 

O que mais ele precisará fazer para que seja trancafiado de uma vez por todas? Dirceu, que esteve em prisão domiciliar por conta de “problemas de saúde”, já foi filmado dançando em festas, agora insulta as instituições, conclama a militância para a “ação” e tudo fica por isso mesmo?

 

Trata-se da mais pura intimidação. Cercar o TRF com uma multidão de militantes pagos, inclusive o MST, alimentados à pão com mortadela, antes e atá 24 de janeiro, dia marcado para julgar o recurso contra a sentença de nove anos e meio que o juiz Sergio Moro impôs ao réu Luiz Inácio Lula da Silva no caso do Tríplex do Guarujá. É um acinte.

 

Dia 24 de janeiro os desembargadores poderão absolver, manter a pena ou aumentá-la. Dependendo do escore da votação dos três desembargadores, a situação do réu pode ficar mais ou menos complicada. Eles poderão também determinar a prisão de Lula, já que continua em vigência a decisão do STF que garante a prisão em caso de condenação em segunda instância, com o início do cumprimento imediato da pena de prisão mesmo em caso de recurso aos tribunais superiores.

Como se sabe, há uma suspeitíssima insistência para que o assunto seja revisto pelo STF. Porém,  isso não acontecerá até 24 de janeiro, o dia do julgamento de Lula.

Será muito importante o escore da votação dos três desembargadores. Se a condenação de Lula for pela unanimidade, a situação do réu ficará pior.

Depois, teremos ainda a questão da elegibilidade do réu, que desesperadamente quer ser presidente de novo. Esta questão deverá ser decidida pelo  TSE. Réus condenados por tribunais colegiados passam a ser automaticamente enquadrados na  Lei da Ficha Limpa. Não podem se candidatar, salvo melhor juízo (melhor?).

Com tudo isto em jogo, se compreende o interesse do criminoso José Dirceu em tentar tumultuar as cercanias do TRF. Sim, porque se concorrer e se, por uma desgraça, Lula for eleito, ele não se importará em destruir o país para livrar a si e seus companheiros.

O Brasil corre sério risco de transformar-se em uma Venezuela.

epa05315575 (FILE) A file photo dated 31 August 2015 shows Brazilian former Minister Jose Dirceu, former Chief of Staff during the first Presidency of Luiz Inacio Lula da Silva (2003-2006), being escorted to Federal Police headquarters in Curitiba, Brazil, 31 August 2015. A Brazilian federal judge sentenced Jose Dirceu, a former presidential chief of staff, to 23 years and three months in prison for his role in a massive corruption scheme centered on state-controlled oil company Petrobras. Judge Sergio Moro, who is spearheading the bribes-for-inflated contracts probe, found Dirceu guilty of accepting and paying bribes and money laundering. Dirceu was former President Luiz Inacio Lula da Silva’s chief of staff from 2003 to 2005 before being forced to step down over a separate congressional vote-buying scheme, dubbed the ‘Mensalao’ scandal. In 2012, Brazil’s Supreme Court sentenced him to nearly 11 years in prison in that case. EPA/HEDESON ALVES

O PALHAÇO TIRIRICA

12 de dezembro de 2017

Falar na Tribuna e dar satisfações do que faz em seu mandato é obrigação de qualquer parlamentar.

Tiririca levou dois mandatos para descobrir que não tinha nada para fazer como deputado. Em suas próprias palavras, pela “primeira e última vez” ele subiu na Tribuna da Câmara Federal para fazer um pronunciamento na semana que passou.

Tiririca pedia votos dizendo: “O que é que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei. Mas vote em mim, que eu te conto.”

Porém, no único pronunciamento que fez, ele já descumpriu a promessa.

“Jamais vou falar mal de vocês em qualquer canto que eu chegar. E não vou falar tudo o que eu vi, tudo o que eu vivi aqui. Mas eu seria hipócrita se eu saísse daqui e não falasse realmente que tô decepcionado com a política brasileira, com muitos de vocês.”

Tiririca foi o deputado mais votado do país em 2010. Fez 1,3 milhão de votos. Com essa votação, arrastou uma penca de deputados nas costas para a Câmara Federal.

Em 2014 foi reeleito com uma votação um pouco menor. O bordão era: “Vote em Tiririca. Pior do que tá, não fica.”

O anuncio de que não concorreria mais foi confundido com “renúncia”. Correu o boato que seu suplente era José Genoíno. Duplo erro: primeiro, ele não renunciará. Ficará ocupando o mandato até o fim. Não se sabe fazendo o quê. Mas seguirá recebendo salário, mantendo equipe de assessores muito bem pagos, gerando despesas de gabinete, viagens, etc. O suplente não assume.  Segundo erro: José Genoíno não é seu suplente. Mas já foi.

Em 2010 Tiririca teve  a elegibilidade questionada por supostamente ser analfabeto. Se tivesse sido considerado inelegível, seria cassado e José Genoíno era o suplente. O PR de Tiririca era coligado com PT, PRB, PC do B e PT do B nas eleições à Câmara. Porém, na eleição seguinte, 2014, Genoíno já era ficha suja e não pode concorrer.  Logo, não é mais o suplente.

Tiririca foi garimpado por Valdemar da Costa Neto, presidente do PR.  Valdemar esteve preso, condenado no escândalo do mensalão. Sozinho, com a montanha de votos que recebeu, Tiririca aumentou a bancada do PR, engordando a verba do Fundo Partidário, movimentada pelo presidente, Valdemar da Costa Neto. Que belo legado para quem se diz decepcionado com a política.

Este é o tipo de voto de protesto tolo, que nos afunda na situação em que estamos hoje. 

A parte tosca de nossa imprensa fez festa com a notícia da “renúncia” que não é renúncia  como se fosse um ato glorioso do parlamentar. São os “deformadores” de opinião de sempre.

Para piorar, Tiririca disse que Lula “foi o melhor presidente que o Brasil já teve”. Afirmou em entrevistas que Lula, com nove processos criminais nas costas e já condenado em primeira instância a 9 anos e meio, se concorrer, terá seu voto.

Tiririca, vá para casa. Fique quieto. Senão, você ficará ainda pior do que já está.

TOFFOLI E O FORO PRIVILEGIADO

28 de novembro de 2017

Na última quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal poderia ter concluído  o julgamento que restringe a abrangência do foro privilegiado.

Quando parecia que se estava próximo de uma decisão histórica, que poderia reduzir enormemente os prazos para a punição dos detentores de foro privilegiado, o ministro Dias Toffoli “pediu vista” do processo, adiando sabe-se lá para quando a decisão final sobre a prerrogativa de foro.

Já havia sido alcançada a maioria, sete ministros já haviam concordado que apenas caberia ao Supremo avaliar crimes que digam respeito ao exercício do mandato.  Daí a obviedade quanto ao fato de que a atitude de Dias Toffoli serviria somente para adiar a validade uma decisão já tomada.

Em nome do que ele agiu desta forma?   Nem seu voto, nem dos que ainda não haviam votado, teriam o condão de mudar o resultado.

Com a decisão, crimes comuns, corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, passariam a ser julgados pela primeira instância do Judiciário. Os criminosos da Lava Jato desceriam dos tapetes fofos do STF para as varas da primeira instância, para serem julgados por juízes como Sergio Moro.

O STF deve a Dias Toffoli mais um passo em direção a desmoralização.

Parece incrível que depois de tantas situações recentes contrárias aos desejos dos mortais comuns, que anseiam pelo fim da impunidade, quando estávamos prestes a festejar uma decisão que seria aplaudida, sabe-se lá por quais motivos, surge um insólito pedido de vista do ministro Dias Toffoli, interrompendo a conclusão do julgamento.

A instância máxima de nosso Judiciário não existe para investigar. O papel do STF é apreciar questões constitucionais. O Mensalão, a Lava Jato e suas congêneres, devido ao foro privilegiado, lotou o STF de casos criminais envolvendo figuras que graças a essa prerrogativa ainda não tiveram suas sentenças iniciais proferidas.

O ministro Toffoli, ao travar a decisão,  ainda discursou dizendo que “Este tribunal trabalha, esse tribunal investiga. Não pratica impunidade”.

Mas que conversa esquizofrênica é essa? Será que o senhor  ministro não sabe que a cada dia mais, as pessoas perdem a confiança na instância superior do judiciário, que às vezes parece ter a intenção de não desejar a punição de certo tipo de criminosos?

As pessoas honestas e de bem não entendem por que o STF, por um de seus membros, adia uma decisão final sobre um tema tão óbvio que é consenso geral. Essa “prerrogativa” de foro só deveria valer para opiniões, palavras e votos. Quem comete crime comum tem de ser punido exemplarmente, ainda mais por ser detentor de função pública,  obviamente resguardado o amplo direito de defesa.

O ministro Dias Toffoli, cuja indicação para a função que ocupa causou enorme desconforto ao ser anunciada, desgasta ainda mais sua imagem ao tomar tal atitude. “Pedir vista” de um processo que já possuía os votos necessários para sua aprovação, pareceu exatamente o que parece, adiou as consequências do inevitável. Ou não?

O que estará tramando Dias Toffoli?

OS MILHÕES DE LULA

21 de novembro de 2017

A Procuradoria da República encaminhou à 10ª Vara Federal de Brasília, no âmbito da Operação Zelotes, pedido de bloqueio de R$ 24 milhões de Lula e de um de seus filhos. Trata-se do processo contra o ex-presidente por suposto tráfico de influência na compra dos caças suecos Gripen.

Isso não surpreende mais ninguém. O que surpreende é o tamanho da fortuna amealhada por Lula.

Pode-se dizer que é impossível alguém ficar milionário com política. Ou o sujeito já era rico ao entrar na vida pública, fruto de seu trabalho profissional ou dinheiro de família ou meteu a mão. Salário de político até permite viver bem, mas para enriquecer, definitivamente, não dá.

Lembram-se como demorou para aparecer o inventário de dona Marisa?

Assim, o problema de Lula não é ser privado de seus milhões, mas explicar como um ex metalúrgico, de família pobre, sem nenhum parente rico para deixar-lhe uma herança, consegue amealhar um patrimônio milionário que, entre bens e dinheiro vivo, chega a valores equivalentes aos de uma polpuda mega sena acumulada. Isso é impossível. Somem-se os salários percebidos e a conta não fecha.

Este é o sujeito que apresenta-se como defensor dos pobres. Alvo de uma pilha de inquéritos e ações criminais. Que se faz de perseguido.

Não é seu primeiro pedido de bloqueio de bens. O juiz Sérgio Moro já havia mandado sequestrar R$ 10 milhões de Lula em julho. Em seguida se descobriu que ele tinha R$ 9 milhões em planos de previdência privada. Lula é um milionário. Como isto pode ser possível?

Já é mais do que sabido que suas palestras eram mero expediente para exercer tráfico de influência no exterior e camuflar o recebimento de dinheiro de propina. Nem com as palestras, a fortuna de Lula bate com os valores apurados.

O fato é que o juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, mandou intimar Lula e seu filho Luiz Cláudio para se manifestarem sobre o pedido de bloqueio promovido pelo Ministério Público Federal, que está convicto do envolvimento de ambos no tráfico de influência para a compra bilionária dos aviões de combate suecos.  

Lula, juntamente com o filho e um casal de lobistas também estão sendo acusados de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa pela prorrogação de incentivos fiscais de 2011 até 2015 do IPI dos carros produzidos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, beneficiando a três montadoras que tem fábricas nestas regiões. Os incentivos expirariam em 31 de dezembro de 2010, caso não fossem prorrogados.

Este é o atual líder em todas as pesquisas para as eleições presidenciais de 2018. Não é incrível?

Por fim, chamou atenção a virulência do ataque promovido pela revista Isto É, em reportagem de capa, ao pré candidato Jair Bolsonaro.

É até possível que ele tenha subido alguns pontos nas pesquisas depois da matéria.

 

FALTA MUITO PARA CONTAR 

3 de outubro de 2017

          Embora a Lava Jato esteja fazendo um grande trabalho em favor do Brasil, ainda falta muito a ser revelado.

          Vimos até agora apenas a parte inicial do grande plano que vai muito além de simplesmente roubar dinheiro. O plano é roubar o poder. E ainda sonham com ele. E não só no Brasil, mas a tomada do poder cujo objetivo é  transformar a América Latina no oásis da utopia esquerdista.

          Maluquice? Então vejamos. Qual é a verdadeira relação entre o PT e a ditadura cubana? O que há de fato atrás dos fabulosos acordos de empréstimos internacionais, contrários a nossa Constituição, que pagaram a construção do porto de Mariel, do metrô de Caracas e toda a orgia feita com dinheiro brasileiro que nunca mais retornará? Alguém realmente acha, que se fosse só para receber propina, precisava de tudo isto? O que há por baixo do pano na associação do PT com as ditaduras das Américas e parte da África? Lembram da entrega de refinarias da Petrobras a Evo Morales, de mão beijada? A região escolhida a dedo para enterrar dinheiro brasileiro está dentro e avizinha-se com o que há de mais totalitário em matéria de regimes de governo. O bolivarianismo, as FARC e títeres que já produziram terror em países da América do Sul e Central.

          Parece que ninguém lembra mais do relatório enviado ao Itamarati, sobre o teor das conversas nas negociações de Lula, já como ex-presidente, com líderes de países que nada tem de oferecer ao Brasil além de apoio ideológico às causas do Foro de São Paulo.

          Em 31 de maio de 2011, Lula, com José Dirceu, foi a Cuba tratar de negócios com os Castro. Presente, um diplomata brasileiro representando o Itamarati. Que relatou em documento oficial e secreto tudo o que viu e ouviu. Lula, já fora do cargo garantindo mais dinheiro do BNDES para Cuba. Tudo amplamente revelado pela imprensa brasileira, inclusive o fato de que meses depois um navio atracou ilegalmente no Porto de Mariel, ainda em obras e foi carregado, sob às vistas dos funcionários da Odebrecht, com armas, tanques e aviões caça, destinados à Coreia do Norte, escondidos sob uma carga de açúcar. O navio foi descoberto no Panamá. O Conselho de Segurança da ONU classificou o ato como um dos piores atentados à lei internacional dos últimos anos. Parece que todos esqueceram disso e muito mais.

          Quando serão revelados os meandros criminosos dos acordos e relações secretas do PT com as ditaduras, o bolivarianismo, as FARC – que atualmente anda treinando gente com propósitos para lá de suspeitos?

           A propina do caso Portugal Telecom. Os assassinatos de Celso Daniel e Toninho do PT. A compra de silêncio de Marcos Valério. O Grupo Petrópolis. Os negócios milionários dos príncipes Lulinha e Luleco com Oi, Gamecorp, Projeto e sabe-se lá o que mais. A grana preta usada para o financiamento de veículos de comunicação, dedicada a falsificar notícias, os blogs de aluguel, o suborno de celebridades e da grande imprensa.

          Alguém acredita que não existe dinheiro ainda cuidadosamente escondido lá fora? Ou que não existem contas secretas em nome de laranjas em off shores nos lugares mais discretos do mundo?

           Essa gente ainda está no jogo e é perigosa.

 

“NÓIS NÃO VAI!” – NÓIS JÁ FOI!

12 de setembro de 2017

 

                     Não é pelo fato de falar errado que Joesley Batista é um desclassificado. É pelo que ele pensa que é.

                     Na “conversa de bêbado” que mantém com Ricardo Saud, Joesley chega ao ponto de sustentar, repetidas vezes, possuir até dons de adivinhação. Além de desonesto, o chato de galochas alega ser vidente. Mas o charlatão errou feio ao afirmar para Ricardo Saud, por diversas vezes na gravação,  que “nóis não vai ser preso”.

                     Megalomaníaco, trapaceiro, falastrão, arrogante, egocêntrico, o que se ouve nas quatro horas de auto grampo em que o pateta incrimina-se é de revoltar o estômago. Inclusive, é necessária atenção adicional do ouvinte, já que o boquirroto comunica-se muito mal.

                     É surpreendente que uma pessoa tão desagradável tenha desenvolvido amizades em tão elevados circuitos. Refletindo sobre isso, deduz-se que o governo Lula/Dilma necessitava de alguém com aparente capacidade de endividamento para servir-se de capitais via BNDES e daí gerar propina. A partir das gordas verbas emprestadas a juros subsidiados pelo BNDES, seu grupo passou a comprar todos os negócios que lhe apareciam pela frente. Assim parecia mais fácil camuflar a propina paga a quem lhe facilitou negócios.

                    A questão agora é saber como ficaremos, já que essa quadrilha é mais uma que usou nosso dinheiro –  via BNDES – para torrar em ilicitudes. O mínimo que deveria acontecer seria o bloqueio ou arresto imediato das ações das dezenas de empresas compradas com financiamentos a juros camaradas via BNDES.

                    A semana movimentada também nos trouxe o depoimento de uma das figuras mais importantes dos governos petistas, o ex ministro Antonio Palocci.

                  Ao contrário da gravação de Joesley, Palocci expressa-se muito bem. No final de suas mais de duas horas de depoimento, ele moeu com maestria o advogado de Lula, Cristiano Zanin, que tentava jogar fumaça na relação incestuosa entre seu cliente e empreiteiras.  Sobre a relação existente entre oito contratos da Odebrecht com a Petrobras e a compra de uma sede para o Instituto Lula, Palocci explicou:

                  “A Odebrecht trabalha com a Petrobras. A Petrobras dá vantagens para essa empresa. Com as vantagens, ela cria uma conta para destinar aos políticos que a apoiaram. O presidente mantém lá diretores que apoiam a empresa, para dar a ela os contratos. Os contratos geram dinheiro. Com o dinheiro, eles pagam propina aos políticos. A Odebrecht fez um caixa e desse caixa foi sacado o dinheiro que comprou esse prédio que foi dado ao presidente Lula.” Só faltou perguntar ao advogado se precisava desenhar.

                 Palocci confirmou com riqueza de detalhes tudo o que Lula, pessoalmente e por sua defesa, nega. A informações que trouxe ainda confirmaram os conteúdos de vários depoimentos que contradizem o ex-presidente, que tem depoimento marcado para amanhã, quarta feira.

                 Imperdível.

CONFIE NOS INSTRUMENTOS, NÃO NA INTUIÇÃO

5 de setembro de 2017

                  Tomei conhecimento na última sexta feira da íntegra de uma pesquisa que apresentou alguns dados preocupantes.

                  Ela demonstra que, para a maioria da população do Rio Grande do Sul, o culpado da crise econômica é Temer e não a dupla que saqueou o país e escangalhou nossa economia, atrasando nosso país pelas próximas duas décadas, pelo menos.

                   Dilma ficou só na recordação. Mas Lula, apesar dos processos a que responde , é o “sujeito bonzinho”, que “ajuda o pobre”. Um fenômeno próximo ao mito absurdo do “rouba mas faz”.

                   Ninguém lembra que Michel Temer foi escolhido e eleito como vice de Dilma e que, quem de fato o colocou onde está, foi o PT. Não “a direita conservadora”. O trabalho diário de desconstrução da imagem do atual presidente por parte da grande mídia esquerdista, amplia ainda mais o fenômeno. A esquerda está trabalhando direitinho.

                   O fato é que, se estiver solto em outubro de 2018, o inimigo público número um pode ser eleito. Ele não está morto eleitoralmente. Longe disso. Não o subestimem.

                   Essa revelação trazida pela pesquisa lembrou-me o escândalo do mensalão, no governo Lula, há longínquos doze anos. Dizia-se que “eles” tinham acabado. Na verdade, a única coisa deles que “acabou” foi a vergonha na cara. Montaram esquemas de roubo do dinheiro público em uma escala muito maior e passaram a agir descaradamente.

                   Pior ainda é que algumas pessoas capazes e inteligentes, a quem revelei parte dos dados da pesquisa, recusaram-se a acreditar nisso. Ante a surpresa ruim, preferiram a tática do avestruz que, quando sente-se ameaçado, enfia a cabeça em um buraco para fugir do perigo. Outros ainda, questionaram minha capacidade de interpretação dos dados da pesquisa. Sequer fui eu a interpretá-los! Apenas tive a sorte e o privilégio de ser convidado a assistir, durante mais de duas horas, a uma minuciosa apresentação da análise dos dados pelos conceituados profissionais que realizaram o trabalho. As conclusões são reais, confiáveis e preocupantes.

                   Preocupantes, porque o grau de previsibilidade das decisões do judiciário, em suas mais variadas instâncias, é de uma lógica e precisão equivalente a da descoberta dos números da próxima mega-sena. E o chefe da quadrilha, se eleito, irá valer-se de sua eventual investidura para fazer o que quiser para livrar a si e seus companheiros, atropelando a tudo e a todos. Afinal, quem está em vias de ser preso, e é amigo de Nicolas Maduro, é capaz de qualquer coisa.

                    Por fim, uma recomendação vinda da aviação. Nunca confie em seus instintos. Confie no que indicam os instrumentos da aeronave. Isso vale para todos os que duvidam disso que estou relatando. Pesquisa confiável é instrumento sério. Além disso, muito veterano já tropeçou quando cometeu um dos erros mais comuns em política: confundir os desejos com a realidade.  O risco é real. Nega-lo não adianta. Combate-lo, talvez.

                    Do contrário, podemos estar a caminho da Venezuela.

A BAIXARIA DA SEMANA

25 de julho de 2017

Normalmente em casos que envolvam dinheiro mal havido, apenas a menor parte aparece nas contas correntes ou de investimento dos implicados.

É impossível não lembrar disso ao saber que a “Brasil Prev”, do Banco do Brasil, bloqueou R$ 9 milhões em contas de Lula. Parte do valor é relativo a um plano empresarial da LILS, empresa de palestras de Lula e o restante era um plano individual do próprio. Lula fez um aporte único no momento de adesão aos planos, em 06 de junho de 2014.

Vamos relembrar onde estávamos em 06 de junho de 2014, dia do magnífico aporte de dinheiro nas contas de Lula.

O Brasil estava no auge da mentira. Estava aí a Copa, vivia-se a campanha antecipada para a reeleição de Dilma Roussef.  Naquele exato dia, Lula esteve em Porto Alegre, onde participou do Fórum Desenvolvimento, Inovação e Integração Nacional, promovido pelo jornal EL PAÍS.

O elemento disse um monte de bobagens. Ironizou as críticas sobre os rumos da economia dizendo que “se o problema do mercado financeiro fosse só mau humor, é só chamar um humorista”, provocando risos na plateia de puxa sacos, que incluía o então governador Tarso Genro.

Lula também criticou também a cobertura “pessimista” do Brasil por veículos de comunicação nacionais e estrangeiros, principalmente os ingleses e americanos. “O que os jornais fazem com a Dilma só é similar ao que faziam com o Chávez na Venezuela“, reclamou.

Um parentese: vendo-se o que ocorre atualmente na Venezuela, que vive em guerra civil graças ao poste de Hugo Chavez, o tiranete Nicolas Maduro, pode-se entender bem quem tinha razão…

Voltando ao evento ocorrido no dia do mega depósito nas contas de Lula, ele, eufórico, afirmou que o Brasil era então uma potência mundial. A “quinta maior economia do mundo”. Comparou nossa situação com a do México.  “Fui me inteirar dos fundamentos econômicos mexicanos,  o que eles estão fazendo de melhor, nós já fizemos com a Petrobras há 20 anos” (como assim, os mexicanos também saquearam a PEMEX?).

Continuando a desfiar bobagens, Lula ressaltou a “importância de se aumentar as relações comerciais com nações africanas” (que o diga o BNDES).

Depois desta pequena amostra de dispendiosas bobagens, cabe a constatação que enquanto no Peru Ollanta Humala está preso preventivamente por ter recebido doações de campanha da Odebrecht a pedido do PT, aqui nosso réu máximo continua solto, em plena campanha eleitoral, bancando a vítima como tática de defesa.

Em um  protesto onde compareceram meia dúzia de gatos pingados movidos à mortadela, batizado pela CUT como “Eleição sem Lula é Fraude”, o mega réu declarou ao jornalista José Trajano que “O PT errou porque tinha nascido para mudar o jeito de fazer política neste país, ao aceitar o jogo de fazer campanha nos moldes que os outros partidos faziam, mas não cometeu 10% dos erros que falam. Não tem ninguém mais honesto que o PT aqui.”

Levaremos décadas para superar o mal que este elemento causou e continua causando ao Brasil.

INIMIGO  PÚBLICO N.o 1

6 de junho de 2017

  

            O MPF pediu em alegações finais, na última sexta-feira, a prisão em regime fechado de Lula e o pagamento de 87,6 milhões de reais por danos causado à Petrobras. Trata-se da mesma ação penal do caso triplex. Nela, Lula é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção pela força-tarefa da Lava Jato, que lhe atribui o papel de comandante máximo do esquema criminoso.

            Ao tomar conhecimento da peça do MPF, Lula declarou:

“Hoje fiquei sabendo que o Ministério Público pediu minha prisão, minha condenação, não sei o porquê. Em qualquer lugar do mundo, para você ser condenado e até indiciado, tem que ter prova. Aqui no Brasil, se não tem prova tem que prender mesmo, porque não precisa mais de prova. Eu tenho uma história neste país. (…) Não tenho desafiado a Justiça, o Ministério Público, até porque o Ministério Público é uma instituição que respeito, o que tenho é contra as meninices dos procuradores da Lava Jato.” – proclamou o réu, em evento no fim de semana.

O MPF juntou documentos que mostram que o tríplex jamais foi colocado à venda pela OAS por pertencer à família do presidente. Os procuradores também destacam que Leo Pinheiro, a pedido de Lula, visitou o tríplex com o ex-presidente e a esposa dele, quando diversas modificações foram solicitadas pelo casal. Na agenda de Leo Pinheiro, estão registradas as reuniões com o ex-presidente, inclusive na residência de Lula, para finalizar projetos, como o da cozinha. Os procuradores alegam que esconder que Lula é o proprietário do imóvel, configura crime. Argumentar que não existe escritura assinada pelo réu Lula é a confirmação do crime de lavagem de dinheiro. Embora sejam crimes de difícil prova, isso deve-se a profissionalização das práticas e dos cuidados empregados pelos réus, afirmam os procuradores. Daí o uso de apelidos e códigos em conversas telefônicas e via internet, ou nos registros das atividades ilícitas.

Mesmo assim, as provas documentais, testemunhais e periciais, são abundantes. Dados bancários e fiscais dos réus, fotos e mensagens de celular, mensagens de e-mail, registros de ligações telefônicas e de reuniões e contratos apreendidos nas residências dos réus, entre vários outros elementos de prova.

Segundo a denúncia, o benefício recebido por Lula, nesta ação penal, foi de R$ 3,7 milhões, correspondente ao triplex e ao armazenamento dos bens retirados das dependências da presidência da República, armazenados de 2011 a 2016. Tal valor teria sido pago em contrapartida a R$ 87 milhões de corrupção em favor da OAS entre 2006 até 2012. As alegações finais do MPF tem 334 páginas.

O réu diretamente e através de sua defesa, nega as acusações.

Não há prazo definido para uma decisão do juiz Sérgio Moro. Mas estima-se que a sentença deve sair logo.

Além disso, ao que tudo indica, em breve a competente (e certamente dispendiosa) defesa de Lula terá muito mais trabalho. Isto é o que se deduz pelas noticias do avanço das tratativas de Antonio Palocci e agora também de Guido Mantega, de fazerem respectivos acordos de delação premiada.

Será um Deus nos acuda.