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CRIME CONTRA A HUMANIDADE

9 de agosto de 2016

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Um dos ítens da delação premiada tão aguardada de João Santana, explicará sua participação nas eleições de Hugo Chavez e Nicolas Maduro na Venezuela. “Sobre a campanha de Maduro, em 2013, João Santana admitirá que recebeu pagamentos clandestinos de empreiteiras envolvidas no Petrolão, entre elas, Odebrecht e Andrade Gutierrez. As duas tinham negócios na Venezuela e seu principal lobista era o ex-presidente Lula” – traz textualmente a revista Veja desta semana.

Isto é gravíssimo. O que teria a dizer a esquerda brasileira, que adora – por exemplo –  acusar os americanos de intromissão em assuntos de outros países? Como justificar esse verdadeiro crime contra a humanidade, pelo menos daquela que vive na Venezuela, ao ajudar a eleição dos dois ditadores do país vizinho? Deve agradar muito a Lula a possibilidade da Venezuela comandar o Mercosul…

Tudo isso sem falar na intromissão brasileira, durante as dinastias Lula/Dima, em países falidos da África e Cuba. Enquanto o Brasil ressente-se de sua economia combalida, as duas gestões acima citadas enterraram dinheiro do contribuinte brasileiro à rodo, via BNDES, em países do quilate de Angola, Republica Dominicana, etc., sem falar das duas refinarias roubadas por Evo Morales com a aquiescência prévia de Lula.

A capacidade gerencial da dupla Lula/Dilma foi, e é e sempre será um desastre pelo qual os brasileiros levarão anos pagando a conta.

João Santana e Mônica Moura, revelarão à Lava Jato que Dilma autorizou pessoalmente as milionárias operações de caixa dois de suas duas campanhas. Ela comandou a farra. E se tiver a coragem que gosta de apregoar, não renunciará e logo estará sendo julgada na primeira instância, junto com Lula, por isso e muito mais.

Porém, temos que fazer justiça a Lula: o grande culpado de todo este mal é Lula. Foi ele que, além do que causou como gestor, por um capricho onipotente quis impor a tudo e a todos a eleição de uma pessoa absolutamente intratável e incapaz para as altas funções de gerir a nação brasileira.  Em sua megalomania, Lula impôs a criatura até mesmo dentro de seu partido. Que curvou-se aos caprichos de seu todo poderoso.

Ricardo Lewandowski, presidente do STF , tem dito a senadores que pretende iniciar o julgamento de Dilma Rousseff em 25 de agosto. Porém, à imprensa, o ministro tem dito que só vai tomar decisões relacionadas ao processo do impeachment depois da sessão no Senado do dia 9, nesta terça-feira, quando está sendo examinado o relatório de Antonio Anastasia, já aprovado quinta-feira por 14 a 5 na Comissão do Impeachment.

Segundo o relatório, Dilma cometeu crime de responsabilidade. Nunca é demais lembrar que o relatório, por uma formalidade legal, restringiu-se às pedaladas fiscais. Ah, se pudesse abranger tudo, da Petrobrás – passando por Pasadena – ao  BNDES!

A sessão está marcada para começar as nove horas e poderá durar até a madrugada.

Espera-se que Lewandowski não puxe um rato de dentro da cartola.

Enio Meneghetti

 

SOU HONESTO!

2 de agosto de 2016

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É absolutamente irritante a insistência de Dilma e de Lula de autoproclamarem suas respectivas “honestidades”.

 

Sempre me ensinaram: desconfie de pessoas que precisam arrotar a própria honestidade.

 

Em suas propostas de delação premiada, o mago João Santana e sua mulher Mônica Moura, afirmam que apresentarão documentos que provam que Dilma não só sabia do caixa dois como aprovou as operações ilegais. Ela conheceria em detalhes – o que não surpreende, dado seu perfil controlador – o custo real da campanha e o valor declarado. Inclusive, segundo revela a revista Veja, uma parte dos recursos oriundos de propinas teria sido usada para pagar despesas pessoais da própria presidente.

 

Lula foi transformado em réu por um juiz de Brasília um dia após ir a ONU queixar-se de Sergio Moro. Mas foi outro magistrado, o doutor Ricardo Leite, de Brasília, que aceitou a denúncia em que a PGR acusa Lula, Delcidio Amaral e mais cinco pessoas de tentar comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró.

 

É só o começo. Lula estará em pelo menos mais três denúncias.  A suspeita de ter recebido favores da Odebrecht e da OAS, com as reformas no tríplex do Guarujá e do famigerado sítio de Atibaia, mais aquela curiosa situação envolvendo transporte e aluguel de contêiners usados para guardar a mega (e preciosa) mudança que veio do Planalto. Só aí já teremos obstrução de justiça, lavagem de dinheiro, corrupção passiva.

 

Mas parece que nada disso é suficiente, pois Lula não toma jeito. Na mesma sexta-feira passada, ele já abriu a matraca para dizer mais bobagens.

“Se o objetivo disso é me tirar de 2018, isso não era necessário, a gente escolheria outro candidato mais qualificado, mas essa provocação me dá uma coceira”. Mais a repetitiva frase: “Duvido que tenha alguém nesse país que seja mais cumpridor da lei do que eu, que respeite mais instituições do que eu.”

 

Lula esta mesmo passando recibo do temor de alguma medida judicial, como um pedido de prisão.

 

Enquanto mais e mais evidências vão se acumulando, documentos anexados pela PF ao inquérito sobre o sítio de Atibaia mostram grampos telefônicos e registros de mensagens do arquiteto da OAS, Paulo Gordilho.

 

Revelam o custo da reforma da cozinha, de R$ 252 mil, que foi realizada por ordem direta do presidente da OAS.

 

Há relatos sobre divergências do casal presidencial sobre detalhes das obras. “Sigilo absoluto, hein? Amanhã vou a um churrasco em Atibaia com Léo. É na fazenda de Lula. Vamos encontrar com ele na estrada e vou passar o dia lá com ele e D. Mariza. Rsrsrs. Só Mari, Lucas e vc que sabem”. Outro: “Bebemos eu e ele uma garrafa de cachaça da boa, Havana mineira e uma 15 cervejas”.

 

O laudo da PF também revela a existência de fotos com registro da reunião no sítio.

 

O sítio, como se sabe, está em nome de Fernando Bittar, filho do amigo de Lula Jacó Bittar, e seu sócio Jonas Suassuna. Sócios de Fábio Luiz, o “Lulinha”. Segundo informações contidas nos processos da Lava Jato, as reformas do sítio foram patrocinadas e executadas pela OAS e Odebrecht, junto com José Carlos Bumlai.

 

Embora Lula negue que o sítio lhe pertença, a declaração de imposto de renda de Fernando Bittar mostra que ele não tem recursos para a compra e reformas, foram avaliadas em cerca de R$ 1,7 milhão.

 

Não adianta espernear. As contas não batem.

 

Enio Meneghetti

 

CUIDADO! ELA DEVERÁ TENTAR RENÚNCIA!

26 de julho de 2016

 

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João Santana e Mônica Moura admitiram em juízo terem recebido depósitos no valor de US$ 4,5 milhões feitos pelo lobista Zwi Skornicki na Suíça, relativos à quitação de dívidas de campanha de Dilma.  A presidente afastada provisoriamente afirmou que “não sabia”.

 

 

Para justificar o fato de só agora terem feito tal revelação, João Santana foi claro: “Eu achava que isso poderia prejudicar a presidente. Ajudei sua eleição, não a queria destruir.” Mônica Moura seguiu na mesma toada: “Eu não quis incriminá-la, não queria piorar sua situação”.

 

Mônica explicou que eram credores de R$ 10 milhões referentes à campanha de 2010, e que foi instruída pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto a procurar o empresário Zwi Skornicki. Por sua vez, ele confirmou a versão de Mônica: “Ela chegou e disse: ‘vim a mando de Vaccari para acertar o pagamento.’ Zwi explicou que mantinha com Vaccari uma conta para repassar propina de contratos da Keppel Fels com a Petrobras e Sete Brasil. Que o dinheiro da propina do contrato da P-56 foi depositado como doações legais ao partido. Confirmou tudo o que já era sabido.

 

A única saída que resta a Dilma Rousseff, que já anda reclamando da “agonia do impeachment”, será RENUNCIAR antes da votação do processo de impeachment pelo Senado.

 

É a manobra óbvia. Selado o impeachment, sua situação – e “agonia” – ficaria muito pior. A única forma que  lhe resta para amenizar o tsunami de processos que enfrentará será tentar manter os direitos políticos, que perde imediatamente em caso de impeachment. 

 

Depois poderia tentar uma absurda candidatura no RS, onde não faltarão cabeças dispostas a apoiá-la. E assim tentar manter os processos sob seu controle.

 

Afinal, se ela considera que o atual momento lhe é desagradável, imagine-se sem emprego, sem a renda de ex presidente – que, impichada, perderia – sem mais contar com equipe de serviçais que o estado garante a ex presidentes. A única maneira de tentar salvar-se dos processos que lhe aguardam no Brasil e no exterior é uma renúncia, com vistas a concorrer em 2018.

 

Do contrário, ela não terá como enfrentar os processos relativos a crimes relacionados à má gestão na Petrobras, como a compra desastrosa da refinaria de Pasadena, aos tempos em que era Presidente do Conselho de Administração da estatal.

 

O comentário de que está “cansada da agonia”, não tem outra aparência do que preparo da justificativa para um ato de renúncia.

 

Que, espera-se, receba o repúdio da população brasileira, farta de chicanas legais.

 

Um rotundo NÃO à renúncia.

 

Enio Meneghetti

 

A MAIOR LÁUREA

19 de julho de 2016

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Em 2010, em  Santa Catarina, Lula bradou em um comício: “Precisamos extirpar o DEM da política brasileira”.

 

Esta talvez tenha sido a maior láurea de um partido de oposição. Ser capaz de despertar o ódio de Lula.

 

Num episódio pouco lembrado, na CPI dos Correios Duda Mendonça prestou um depoimento admitindo ter recebido pagamentos no exterior por serviços prestados na campanha de Lula. Ante a ilegalidade, esteve por ser encaminhado um pedido de impeachment contra ele.

 

Sentindo a própria vulnerabilidade, Lula mandou que asseclas procurassem  o PSDB para pedir que não entrassem com o pedido. “Em nome da democracia”, “da governabilidade”, e “das instituições”, diziam, seria muito arriscado naquele momento a tramitação de tal pedido.

 

Em troca, Lula, comprometia não concorrer à reeleição. Roberto Jeferson já havia revelado Marcos Valério e o mensalão. Dirceu estava acuado.    

 

O DEM foi inicialmente contrário a atender o pedido. FHC e Serra, entre outras lideranças, conseguiram que o Democratas concordasse em desistir do pedido de impeachment.   

 

Mas Lula conseguiu o que parecia impossível. Recuperou sua popularidade, descumpriu o acordo seguiu em frente  e reelegeu-se.  Elegeu um poste como sucessora e arrasou o país, conforme o petrolão e a Lava Jato demonstraram.  

 

 Na última quinta-feira, o democrata Rodrigo Maia, foi escolhido para suceder Eduardo Cunha no comando da Câmara. Algumas pessoas inicialmente manifestaram estranheza e levantavam hipótese estapafúrdias de “acordão” pelo fato de as esquerdas terem optado por votar em Maia no segundo turno da eleição para presidente da Câmara.

 

Não houve nem há como ter havido “acordão”. O que houve foi a avaliação petista que no outro nome, com ligações com Eduardo Cunha, o PT não teria como votar. E, embora da oposição, o tom moderado de Maia foi considerado palatável ao PT.  

 

O fato é que a legenda, que passou maus bocados durante a dinastia petista no poder, com o governo fazendo tudo o que era possível para tentar exterminar a sigla, sobreviveu. E agora, com a chancela do Legislativo, o DEM está de volta ao centro do poder.

 

Embora o partido tenha comido o pão que o diabo amassou durante os treze anos de dinastia petista, é também graças a uma postura permanente como oposição, que a legenda está revigorada.

 

Nada como um dia depois do outro. 

Enio Meneghetti

 

ATÉ ONDE TUDO ISTO VAI?

12 de julho de 2016

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Agora é o “garçom do Lula”.

 

Na década 80, sindicalistas petistas  frequentavam o restaurante São Judas Tadeu, em São Bernardo. Eram atendidos sempre por um garçom simpático, chamado Carlos Roberto Cortegoso. Lula logo ficou seu amigo e levou-o para o PT, onde arranjou-lhe um emprego.

 

Cortegoso agora é um dos investigados da Operação Custo Brasil. Ele começou a prosperar nos anos 90, quando abriu uma empresa para produzir materiais de campanha. Virou o principal fornecedor do PT, produzindo desde estruturas de palanques a materiais como camisetas, faixas, placas e banners.

 

Na última campanha de Dilma sua gráfica Focal recebeu pagamentos de cerca R$ 25 milhões. Cortegoso está tendo dificuldades para conseguir explicar à Justiça Eleitoral como sua empresa poderia ter prestado serviços em tal montante. Também é suspeito de ter recebido R$ 309 mil do esquema em apuração pela Operação Custo Brasil, que apura desvio de recursos no Ministério do Planejamento por meio dos empréstimos consignados.

 

Entre outros clientes, o candidato ao governo de SP, Alexandre Padilha e a candidata ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann, também utilizaram os serviços da Focal.

 

Em matéria neste domingo, o Estadão trouxe um relatório da Receita Federal repassado à Polícia Federal e ao MPF onde é demonstrado  que outra das  empresas de Cortegoso, a CRLS Consultoria e Eventos, movimentou cerca de R$ 50 milhões, embora tenha declarado 1/5 deste valor como receita bruta em determinado período.

 

A suspeita lógica é que tenha havido caixa 2 com recursos vindos do PT , do Petrolão e dos empréstimos consignados do Ministério do Planejamento.

 

A Lava Jato e a Custo Brasil em conjunto estão apurando a origem das entradas nas contas bancárias e o paradeiro do dinheiro. Buscam provas de que pagamentos de fornecedores de campanhas do PT serviram para ocultar propinas. A relação entre a Focal e a campanha de Dilma Rousseff é alvo de uma perícia contábil no TSE.

 

Na última campanha de Dilma os pagamentos à Focal ficaram atrás em montante apenas aos feitos ao mago-marqueteiro João Santana, atualmente em prisão preventiva pela Lava Jato em Curitiba.

 

Onde há fumaça, costuma ter fogo.

 

Enio Meneghetti

OS ANJINHOS

28 de junho de 2016

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A novidade criminosa da semana que passou foram as prisões da Operação Custo Brasil, que  apura o pagamento de propina no valor de R$ 100 milhões, entre 2010 e 2015.

 

Na prática, foi descoberto um vergonhoso caça-niqueis praticado contra servidores públicos contratantes de empréstimos consignados em folha de pagamento.

 

Para cada R$ 1,00 descontados dos contratantes à título de despesas,  R$ 0,70 viravam propina, graças a programação efetuada pela empresa CONSIST,contratada em 2010 pelo Ministério do Planejamento, gestão de Paulo Bernardo, para gerenciar os empréstimos  consignados.

 

Essa questão dos empréstimos consignados merecia uma investigação bastante bem aprofundada.

 

A modalidade é de risco ZERO para os bancos, já que os valores das prestações mensais são descontados em folha e é restrita a funcionários públicos, indemissíveis, portanto.

 

Ora, cabe lembrar que o primeiro banco autorizado pelo governo a contratar pela modalidade, ainda no início do governo Lula, antes do estouro do mensalão, foi o BMG, banco mineiro que esteve atolado até o pescoço na CPI dos Correios, em 2005, aquela que revelou o mensalão.

 

Na época, foi divulgado inclusive o teor de uma carta promocional assinada pelo ex-presidente, incentivando os funcionários públicos a contratarem empréstimos consignados via BMG. Lula editou uma MP e um decreto para possibilitar a entrada do BMG no ramo de crédito consignado. Em seguida, o banco fez empréstimo ao PT. Houve até uma ação civil pública em Brasília a respeito. Afinal, foi muito suspeito o fato de ter sido dada a primazia da contratação ao BMG e não aos bancos controlados pelo próprio governo. Marcos Valério teria sido o lobista da autorização governamental e da retribuição do BMG.

 

Mas, por falar em esquecimento, um dos presos da Operação Custo Brasil foi mais um ex-tesoureiro petista, o senhor Paulo Ferreira, oriundo aqui do Rio Grande de São Pedro.

 

Se forçarmos a memória mais uma vez, lembraremos que em fevereiro de 2001, quando Olívio era governador e Tarso recém tomara posse em seu segundo mandato como prefeito da capital, Paulo Ferreira foi assaltado na avenida Farrapos, defronte a antiga sede do PT, aquela comparada com o dinheiro do “Clube da Cidadania”, desviado por  Diógenes Oliveira, personagem central da CPI da Segurança Pública, que revelou poucas e boas sobre o governo Olívio, na Assembléia gaúcha.

 

Paulo Ferreira concedia uma entrevista via celular, à bordo de seu Kadett, quando o ladrão colocou-lhe um revólver no pescoço. O celular ficou aberto e o repórter pode gravar toda a operação, cuja degravação foi publicada nos jornais dia seguinte.

 

O que chamou atenção foi que, no desespero para safar-se com vida do infortúnio, no curto trajeto de cinco minutos, da Farrapos, via Barros Cassal, até os fundos do Colégio Rosário, na Irmão José Otão, Ferreira tentou por três vezes “amolecer” o ladrão invocando sua amizade com “o Tarso”  e “o Olívio”. O ladrão chegou a lembrá-lo: “Cara, eu não tenho nada a ver com teu trabalho”.

 

Foi curioso constatar a reação instintiva da vítima, de supor que sua amizade com os dois importantes próceres petistas pudesse ajudá-lo a sair da difícil situação, que acabou sem vítimas.

 

Lembro-me bem de ter então indagado: “será que os petistas se julgam bem aceitos pelos fora-da-lei?

 

Como bem ensina o provérbio, o diabo mora nos detalhes.

(artigo publicado no Jornal “Correio de Cachoeirinha” desta terça feira, 28.06.2016) 

Enio Meneghetti

Lembre o caso do BMG: 

Ministério Público denunciou diretores do BMG por abastecer mensalão

Facilidades com o INSS

“Em 2004, cinco dias após o presidente Lula assinar o Decreto 5.180, que abriu a todos os bancos o mercado de crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS, o BMG pediu oficialmente para entrar nesse mercado. Oito dias depois, recebeu autorização do INSS. Outros dez bancos fizeram pedido igual, na mesma época. Todos levaram pelo menos 40 dias para receber a mesma autorização.”

“Com condições favoráveis, o BMG operou com pouca concorrência num mercado em que a demanda era abundante. Sua carteira de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS engordou e, três meses depois, o BMG a vendeu à Caixa Econômica Federal por R$ 1 bilhão. O BMG, que já operava com crédito consignado desde 1998, tornou-se um gigante nesse mercado. Fechou o ano de 2004 com lucro de R$ 275 milhões — um crescimento de 205% em relação ao lucro de R$ 90 milhões no ano anterior. No ano seguinte, o lucro foi de R$ 382 milhões.”

 

Procurador pede reinclusão de Lula entre os réus do mensalão

Cartas da Previdência

“(…),  as provas que responsabilizam Lula vêm do conjunto de atitudes do governo que culminaram com o envio, em setembro de 2004, de mais de dez milhões de cartas a aposentados do INSS. As cartas, com timbre da Presidência e assinadas pelo próprio Lula e por Amir Lando, informavam sobre a existência do sistema de crédito consignado administrado pelo BMG. Como consequência, o banco, com apenas dez agências no país, faturou mais de R$ 3 bilhões em contratos de empréstimos com os aposentados. Além do BMG, o único banco habilitado a também operar tais empréstimos era a Caixa Econômica Federal, que tem mais de duas mil agências espalhadas pelo país. Graças à carta de Lula, o BMG obteve lucro maior que a Caixa.”

São fatos. Alguém sabe como ficou? 

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA!

26 de maio de 2016

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LFV é mesmo um incorrigível membro da esquerda caviar.

Seu artigo publicado nos jornais hoje, 26.05.2016 – ZH inclusive – intitulado “Mouro” é uma alusão óbvia ao juiz Sergio Moro.

“Mouro” é um cachorro especializado em identificar criminosos.

Depois de ser várias vezes assaltada e cansada de dispositivos de alarme ineficientes, uma família resolve adotar os serviços de “Mouro”.

A primeira vítima do cão é o namorado da filha, que derrubado e imobilizado pelo bicho, teve descoberto um pacote de maconha no bolso.

Depois foi o primo da dona da casa, que foi farejado e perseguido pela rua após “Mouro” identificar nele os indícios de quem recebia propina.

Entre maravilhados e assustados com o desempenho de “Mouro”, a mulher inicia uma campanha para livrar-se do especialista em pegar criminosos.

“Mas não vê que nunca mais fomos assaltados?” – pergunta o marido incrédulo.

“Sim, mas cuidado, logo ele vai farejar tuas safadezas no Imposto de Renda” – argumenta a mulher.

“Tu achas?” – indaga um marido repentinamente preocupado.

Por trás da historieta criada por Veríssimo, está a surrada tentativa de justificar os desvios, propinas, os financiamentos ilegais petistas com a velha argumentação de que “todo mundo rouba”. Alto lá!

LFV bíblico apela para o “Jogue a primeira pedra aquele que nunca pecou.”

Os corruptos e seus correligionários realmente temem Sérgio Moro e a força tarefa da Lava Jato.

Que maravilha!.

Porque lugar de corrupto é na cadeia. Seja de que partido for.

É inadmissível esta mania de botar todos no mesmo saco. Não mesmo!

Todo o apoio a Lava Jato, ao juiz Moro, aos procuradores federais do Paraná e a força tarefa que, para o pavor petralha, está passando o país a limpo.

Bola fora, LFV.

Enio Meneghetti

APURE-SE E DIVULGUE!

17 de maio de 2016

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APURE-SE E DIVULGUE!

 

Dilma vem repetindo a tese do golpe há algum tempo. Alega que atos idênticos aos que foi acusada foram executados pelos presidentes que a antecederam.

 

Sem falar em outros escândalos de seu governo, o que ela não explica é que usou o artifício das pedaladas fiscais de forma quase contínua, como cheque especial do governo. Usou um total de 33 bilhões de reais, 35 vezes mais que a soma utilizada momentaneamente pelos antecessores, Lula, FHC, ou Itamar Franco.  

Sacar a descoberto nos bancos públicos é uma falta grave. Não declarar isso corretamente na contabilidade oficial, pior ainda. Da forma contínua como foi utilizada no governo Dilma, é fraude fiscal, na opinião de especialistas.

Segundo cálculos ainda não concluídos, estima-se que o governo recém afastado deixará um rombo superior a 120 bilhões de reais, superando o valor admitido, que seria cerca de “apenas” 97 bilhões. Isso se o quadro ainda em apuração não chegar a números ainda maiores.   

Com os tempos difíceis que teremos pela frente, é de se esperar que o governo interino abra completamente os números para conhecimento total e absoluto pelo contribuinte. É preciso indicar de maneira muito clara a atual situação.  Do contrário, o discurso de “golpe” será repetido “ad eternum” para amenizar o que fizeram.

Aliás, um parêntese: falar em “golpe” para quem ficará ocupando um palácio, recebendo salário, com direito a avião, equipe de seguranças,  assessoria completa, tudo pago pelo erário, é uma piada!  

Por isso é imperativo que se mostre a situação real encontrada nas finanças públicas. É hora de abrir as caixas pretas. A do BNDES, dos demais bancos públicos, sem falar na Petrobras e na Eletrobras.  

É preciso também atacar de frente o problema do aparelhamento da máquina pública. Fatos como os que aconteceram no MEC, quando o ministro empossado foi recebido no órgão com faixas taxando o governo de golpista e vaiado,  não pode ser amenizado ou tolerado.

É imprescindível um pente-fino nas nomeações. Assim como nos programas de governo.

Há estados em que a parcela de beneficiários do bolsa família beira os 50% da população. É impossível que, dentro das regras que criaram o programa, uma parcela deste tamanho receba dinheiro público indefinidamente.    

Dentro dos princípios gerais da administração pública, da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, não seria mais do que o cumprimento da lei.

Esta é a expectativa majoritária da população, a apuração completa da situação e a responsabilização por eventuais erros. Não tem outra razão o apoio que tem recebido a Operação Lava Jato, sendo levada a bom termo pelo Judiciário e Ministério Público.

Cabe ao Executivo, portanto, executar a sua parte. E convenhamos, das tarefas que terá pela frente o novo governo, essa será a mais fácil.

Apure-se e divulgue. Doa a quem doer.  

Enio Meneghetti

artigo publicado no Jornal Correio de Cachoeirinha, edição de 17.05.2016

“SE NÃO ESTIVER MORTO, DEPUTADO TEM QUE IR VOTAR! ”

6 de abril de 2016

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Instalado em um hotel próximo ao Palácio da Alvorada, Lula tem abertamente negociado cargos e verbas, sem nenhum pudor ou constrangimento, na tarefa de tentar barrar o impeachment.  A cada dia surgem novas histórias de cotações milionárias para o preço de cada voto.

 

Desde a saída oficial do PMDB, a estratégia tem sido concentrar esforços em PP, PR e PSD e outras siglas menores.

 

Embora esteja ainda distante dos 172 deputados de que precisa para barrar definitivamente o impeachment, a estratégia tem sido também investir em deputados que estejam dispostos ao vexame de faltar à votação em plenário.

 

Se o governo conseguir evitar o comparecimento dos  342 deputados, correspondentes aos 2/3 de votos necessários para a aprovação do impeachment, terá ganho a parada. Daí avalia-se o preço no mercado da corrupção da compra da omissão de deputados que concordarem “adoecer” no dia da votação.

 

Caberá a população a tarefa de monitorar a atitude destes parlamentares que não tendo coragem de votar a favor de Dilma em público, tentem ludibriar a opinião pública inventando uma diarréia. Votando contra ou ausentando-se, estarão votando na permanência de Dilma.

 

Cabe a população mobilizar-se  e cobrar posicionamento dos deputados. Vele tudo nesta hora: email, mensagens, recados no facebook, whatsapp.

 

Afinal, estão eles do lado do governo ou do povo, cuja maioria a favor do impeachment foi avaliada na pesquisa do datafolha em 70%?

 

O deputado Mendonça Filho (DEM) não deixou por menos: “Se o deputado não estiver morto, ele tem que vir votar”.

 

A votação será aberta e nominal. Será assistida ao vivo pelo país inteiro. Imagens de quem votou contra serão imortalizadas. Da mesma forma, serão listados os omissos, ou ausentes. Isso terá preço na próxima eleição. E não sejamos ingênuos, é isso o que está sendo discutido nos discretos salões acarpetados.

 

Infelizmente, parece que o Supremo Tribunal Federal, pela maioria de seus integrantes, está  fazendo vistas grossas ao que acontece neste país. E além de não ter agido até agora, parece desejar impedir de fazê-lo a quem tem esta disposição.

 

A presidente da República tem dado demonstrações de absoluta perda do comando do governo. Vem usando o ambiente livre de vaias do Palácio do Planalto para realizar comícios. Em cerimônia realizada na semana que passou, Aristides Santos, secretário da CONTAG, fez em palácio um discurso pregando violência:

 

“Vamos ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. É a Contag e os movimentos sociais que vão fazer isso. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe”.

 

Casos como este explicam que os brasileiros elegeram como herói nacional um juiz! Um juiz que parece ser o único a cumprir o que todos os membros do judiciário deveriam estar fazendo. Por que será o Juiz Moro parece ter um comportamento distinto dos demais membros do judiciário brasileiro a ponto de contar com a aprovação maciça da população brasileira?

 

Por que nossa mais alta corte parece estar tão alheia aos problemas que tanto afligem a população brasileira?

 

Até quando?

 

Enio Meneghetti

Artigo publicado no jornal”Correio de Cachoeirinha” de 06.04.2016

 

ESTÁ NA HORA DE AMARRAR OS CAVALOS NO OBELISCO!

5 de abril de 2016

AMARRANDO CAVALOS no OBELISCO do RJ

Senhoras e senhores:

O PP no RS disputa com o PMDB o espaço de maior partido. A notícia abaixo está em O Antagonista.
Se verdadeira, é mais que um desastre, é um acinte. 
Seria importante que o PP do RS, por TODOS os seus membros, de simples filiados a dirigentes, se manifestassem sobre isso.
Já nas eleições de 2014 tive alguns atritos, quando insistia que o PP era da Base Aliada. E é.
E agora? Vão salvar a Dilma do impeachment. É isso?
Vão salva-la do impeachment para casarem-se definitivamente com o PT?
Lembro da história do PP.  Partido sucedâneo ao antigo PSD de meu avô, que governou o RS duas vezes pela sigla e reflito: a gauchada vai deixar isso assim? Não vai rebelar-se?
Não seria razão para, dada sua importância aqui no RS, exigirem postura dos dirigentes nacionais?
Não basta dizerem, como sempre fizeram, “que no RS o PP é diferente.”
Esta frase pronta não serve para nada. Está aí a prova. É hora de atitude.
Quem sabe uma debandada em massa? Isso seria o mínimo.
POR FAVOR, ALGUÉM TEM DE FAZER ALGUMA COISA!
LEIAM: http://www.oantagonista.com/posts/governo-pt-pp

Governo PT – PP

Brasil 05.04.16 08:00Se Dilma Rousseff conseguir barrar o impeachment, ela fará um governo PT – PP.

Foi o que disse a Gerson Camarotti, do G1, um alto dirigente do PP:

“O que se tem discutido entre o PP e governo é que, no caso de ficarmos na base – o que passa pela aprovação da bancada –, queremos passar a ser o maior partido na Esplanada depois do PT. Nós queremos mais espaço no que cabe aos partidos. Se vai ser Saúde, se vai ser o MEC, este ou aquele ministério, sobre isso não tem definição, assim também como não tem exigência. Mas queremos um espaço maior”.

Trata-se de uma perspectiva extremamente animadora para o Brasil.