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O SAMBA DE PAULO FERREIRA

5 de julho de 2016

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Pela segunda vez teve prisão preventiva decretada  o ex deputado federal (PT) gaúcho Paulo Ferreira. Entre 14/03/2012 a 17/03/2014, assumiu como suplente. Condição que mantém na atual legislatura, porém sem assumir.

 

Paulo Ferreira foi um dos alvos de prisão da Operação Abismo, deflagrada nesta segunda feira, 04 de julho, na 31ª fase da Lava Jato. Ferreira já estava preso, já que foi um dos alvos da Operação Custo Brasil, aquela que prendeu o ex-ministro de Lula e Dilma, Paulo Bernardo, marido da senadora (PT) Gleisi Hoffman.

 

O ex-tesoureiro do PT foi delatado pelo ex vereador petista Alexandre Correa de Oliveira Romano, o  Chambinho.  O delator  entregou documentos que comprovam as transferências bancárias e pagamentos que efetuou a pedido de Paulo Ferreira, detalhando ainda o vínculo entre os beneficiários das remessas e o ex-tesoureiro.

 

Chambinho explicou que utilizava suas empresas, Oliveira Romano Sociedade de Advogados, a Link Consultoria Empresarial e a Avant Investimentos e Participação Ltda., para simular contratos de prestação de serviços para esconder o recebimento de valores recebidos como propina.

 

Entre as empresas que lhe repassaram valores, algumas que compuseram o Consórcio Novo Cenpes, objeto da Operação Abismo. Chambinho declarou que a pedido de Paulo Ferreira recebeu recursos destinados ao PT e ao próprio Paulo Ferreira.

 

Chambinho contou que apelou ao ex tesoureiro pedindo para que lhe fizesse indicações de clientes. Ferreira propôs que trabalhassem “em parceria”, onde ele indicaria a empresa e Chambinho simularia os serviços prestados. Depois também ajudaria Ferreira a financiar sua campanha eleitoral. assim, Paulo Ferreira indicou ao depoente seis empresas. Atuaram com o superfaturamento de contratos de prestação de serviços advocatícios ou pela simulação de contratos de consultoria.

 

Não havendo efetivo trabalho, Paulo Ferreira recebia 70% do valor da nota emitida e o Chambinho com 30%. Em havendo, com contratos superfaturados, o percentual era de 60% para Paulo Ferreira e 40% para Chambinho. A parceria funcionou entre 2009 e 2012.

 

A força-tarefa da Operação Abismo trouxe ainda uma notícia sobre a comemoração do aniversário do ex-tesoureiro: “Uma dupla homenagem a Paulo Ferreira, pelos seus 53 anos de vida e por sua nova empreitada em Brasília, onde recentemente foi empossado como deputado federal pelo PT.”

A luz dos fatos atuais a festança é de embrulhar o estômago. Como convidado de honra, José Dirceu, veio a Porto Alegre para o evento digno da revista Caras. 

Marco Maia e outras  figuras do mesmo naipe deram o ar da graça. 

Um luxo!

puxa saquismo explícito, em estado de graça! A prodigalidade com o dinheiro dos outros em seus dias de glória!

Que vexame!

 

 

Assista: 

 

 

 

APESAR DO PODER DESSA GENTE!

21 de junho de 2016

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As audiências na Comissão Especial do Impeachment no Senado, infelizmente, tem sido uma chatice sem fim.

 

Tal e qual a estratégia mais básica dos porta-de-cadeia mais chinfrins, a atuação do trio parada dura –  Lindbergh (vá pesquisar sobre a administração dele na prefeitura de Nova Iguaçu…) Farias, Gleisi Hoffmann e Vanessa Grazziotin –  além do canastrão José Eduardo (caras e bocas) Cardoso, sonham apenas com a remota hipótese de arrastar o processo indefensável até os 180 dias de tramitação para salvar Dilma do desfecho inevitável com a prescrição.

 

Salvam-se raras participações, entre as quais destacaríamos Magno Malta e Ronaldo Caiado, não necessariamente nesta ordem.

 

Absolutamente detonada publicamente, reconhecida nacionalmente por suas grosserias, pela incompetência, confusão mental e truculência, Dilma já era. Sem nem entrar no mérito de tudo o que a Lava Jato já desnudou – até agora – acerca de seu governo.

 

Pena que a Lava Jato seja uma exceção. Bom seria existirem Lava Jatos sendo apuradas em todas as varas criminais do país.

 

Não trata-se da defesa de um Estado Policial e sim do tratamento quimioterápico que merece um país gravemente enfermo, desde o administrador público suspeito até o empresário corruptor, passando pelo cidadão que frauda o seguro do carro. Sim, há corruptos no dia-a-dia também.

 

Por isso devemos defender com unhas e dentes a prisão para condenações já na segunda instância, cuja validade alguns já ensaiam tentar alterar. Só quem pode garantir que esta conquista permaneça é a vigilância da opinião pública. Lembremo-nos sempre: o que inibe a criminalidade é a certeza da punição. E nesta máxima, a prisão após o trânsito em julgado na segunda instância deve ser tratada como pedra de toque.

 

Mas enfim, a conquista dos defensores de Dilma da realização de perícia nas pedaladas, é uma mais do que óbvia tentativa, dentre outras que virão, de atrasar o processo contra ela, ora em tramitação na Comissão Especial do Impeachment.

 

A sociedade tem de continuar atenta. Temos de tirar partido da instantaneidade da informação, alertando via redes sociais contra toda e qualquer tentativa de “melar” o andamento, tanto do processo de Dilma, quanto daqueles contra as operações em andamento, seja Zelotes e Lava Jato ou medidas “amigas” vindas das instâncias superiores, até do STF. Temos que viralizar, divulgar, criticar, protestar por escrito e/ou em manifestações organizadas qualquer ação no sentido de atrapalhar a punição de culpados. Literalmente, botar a boca no trombone.

 

O que realmente poderá colocar o Brasil no mapa mundi dos países influentes no cenário internacional será a lavagem da roupa suja que a Lava Jato tem nos proporcionado, com o perdão do trocadilho.

 

O vexame dos desaranjos, malfeitos e mentiras ocorridos durante a dinastia petista de Lula e Dilma só será apagado se o Brasil provar ao mundo que sabe resolver seus problemas, corrigir seus rumos, castigando culpados na forma da lei e sepultando a pecha de país da impunidade e da corrupção.

 

Chegaremos lá, apesar do poder dessa gente.

Enio Meneghetti

publicado no “Correio de Cachoeirinha”, edição de 21.06.2016

 

APURE-SE E DIVULGUE!

17 de maio de 2016

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APURE-SE E DIVULGUE!

 

Dilma vem repetindo a tese do golpe há algum tempo. Alega que atos idênticos aos que foi acusada foram executados pelos presidentes que a antecederam.

 

Sem falar em outros escândalos de seu governo, o que ela não explica é que usou o artifício das pedaladas fiscais de forma quase contínua, como cheque especial do governo. Usou um total de 33 bilhões de reais, 35 vezes mais que a soma utilizada momentaneamente pelos antecessores, Lula, FHC, ou Itamar Franco.  

Sacar a descoberto nos bancos públicos é uma falta grave. Não declarar isso corretamente na contabilidade oficial, pior ainda. Da forma contínua como foi utilizada no governo Dilma, é fraude fiscal, na opinião de especialistas.

Segundo cálculos ainda não concluídos, estima-se que o governo recém afastado deixará um rombo superior a 120 bilhões de reais, superando o valor admitido, que seria cerca de “apenas” 97 bilhões. Isso se o quadro ainda em apuração não chegar a números ainda maiores.   

Com os tempos difíceis que teremos pela frente, é de se esperar que o governo interino abra completamente os números para conhecimento total e absoluto pelo contribuinte. É preciso indicar de maneira muito clara a atual situação.  Do contrário, o discurso de “golpe” será repetido “ad eternum” para amenizar o que fizeram.

Aliás, um parêntese: falar em “golpe” para quem ficará ocupando um palácio, recebendo salário, com direito a avião, equipe de seguranças,  assessoria completa, tudo pago pelo erário, é uma piada!  

Por isso é imperativo que se mostre a situação real encontrada nas finanças públicas. É hora de abrir as caixas pretas. A do BNDES, dos demais bancos públicos, sem falar na Petrobras e na Eletrobras.  

É preciso também atacar de frente o problema do aparelhamento da máquina pública. Fatos como os que aconteceram no MEC, quando o ministro empossado foi recebido no órgão com faixas taxando o governo de golpista e vaiado,  não pode ser amenizado ou tolerado.

É imprescindível um pente-fino nas nomeações. Assim como nos programas de governo.

Há estados em que a parcela de beneficiários do bolsa família beira os 50% da população. É impossível que, dentro das regras que criaram o programa, uma parcela deste tamanho receba dinheiro público indefinidamente.    

Dentro dos princípios gerais da administração pública, da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, não seria mais do que o cumprimento da lei.

Esta é a expectativa majoritária da população, a apuração completa da situação e a responsabilização por eventuais erros. Não tem outra razão o apoio que tem recebido a Operação Lava Jato, sendo levada a bom termo pelo Judiciário e Ministério Público.

Cabe ao Executivo, portanto, executar a sua parte. E convenhamos, das tarefas que terá pela frente o novo governo, essa será a mais fácil.

Apure-se e divulgue. Doa a quem doer.  

Enio Meneghetti

artigo publicado no Jornal Correio de Cachoeirinha, edição de 17.05.2016

A CULPA É NOSSA!

27 de abril de 2016

 

 

 

Muito já se disse sobre o assunto nos últimos dias. Quem  tem noção do ridículo ficou chocado com o que assistiu cada vez que um deputado citava o nome de um familiar, de sua cidade, ou demanda pueril na votação do impeachment. Desconhecidos tiveram seus segundos para aparecer na televisão e a coisa degenerou. Vexame.

Mas parlamentares não surgem do nada. Nascem do voto. Fomos nós, foi você que elegeu aqueles deputados. A maioria demonstrou que mal consegue organizar uma frase ou pensamento coeso, inteligível e coerente.

O primeiro passo é encarar de frente a mentira de que “todos os políticos são todos iguais”. Não são. Ou você aprende a votar direito ou continua se comportando como a maioria daqueles deputados.

Você pode começar identificando os mentirosos. Aqueles que abusam do absurdo argumento de que haveria um “golpe” em andamento no Brasil. Mentira esfarrapada para tentar vitimizar-se e sobreviver ao tsunami de roubalheiras praticadas pelo governo por ora – ainda – no poder.

Precisamos retomar nosso destino, juntar os cacos e procurar sobreviver com o pouco que sobrou da economia nacional. Mas lembre-se: não foi por falta de aviso que as pessoas que praticaram o que está aí, elegeram-se.  A responsabilidade por eles estarem lá é intransferível. É nossa.

A vida continua. Devemos estar vigilantes para os atos dos agentes públicos. Nossa máquina gasta desenfreadamente. Pior, gasta mal.  Ninguém aguenta mais tantos impostos no Brasil. São 93 impostos, taxas e contribuições que alimentam a corrupção instalada no poder púbico, que mantém mordomias, é lerdo, tem baixa qualidade. A fiscalização é falha – apesar de seu custo elevadíssimo. Estão aí os Tribunais de Contas para atestar essa assertiva. A fiscalização só parece ser eficiente na área tributária. Ah, aí funciona rapidinho! De forma moderna e eficiente.

Por que nas demais áreas não pode funcionar assim também?

Temos uma exceção em andamento. Claro, refiro-me a Lava Jato.

Foi preciso um corajoso juiz federal de primeira instância e alguns procuradores federais operosos, preparados e bem intencionados para provar que a impunidade não é uma certeza neste país. Sempre se soube que o que coíbe o crime, em todos os seus níveis, é a certeza da punição. Pois bastou um juiz fazer nada mais que seu trabalho para virar ídolo da população e despertar inveja de uma governante ao ser listado pela Time como uma das cem personalidades mais influentes do mundo.

Que tal? O Brasil tem jeito ou não tem?

Portanto, o que nos cabe agora é continuar prestando todo o apoio a Lava-Jato.

 

Nem pensar em qualquer sombra de ingerência para perseguir o Juiz Moro e a força tarefa do MPF. A população deve ficar atenta. Infelizmente temos que encarar o fato de que as manobras para aparelhar as instâncias superiores do Judiciário foram um fato  praticado pelo atual governo e seu antecessor da forma mais descarada jamais acontecida neste país.

 

Caberá a nós, a população, impedir que com a queda do atual governo, esfrie o interesse na apuração total dos fatos atualmente investigados. 

 

Enio Meneghetti

 

 

“SE NÃO ESTIVER MORTO, DEPUTADO TEM QUE IR VOTAR! ”

6 de abril de 2016

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Instalado em um hotel próximo ao Palácio da Alvorada, Lula tem abertamente negociado cargos e verbas, sem nenhum pudor ou constrangimento, na tarefa de tentar barrar o impeachment.  A cada dia surgem novas histórias de cotações milionárias para o preço de cada voto.

 

Desde a saída oficial do PMDB, a estratégia tem sido concentrar esforços em PP, PR e PSD e outras siglas menores.

 

Embora esteja ainda distante dos 172 deputados de que precisa para barrar definitivamente o impeachment, a estratégia tem sido também investir em deputados que estejam dispostos ao vexame de faltar à votação em plenário.

 

Se o governo conseguir evitar o comparecimento dos  342 deputados, correspondentes aos 2/3 de votos necessários para a aprovação do impeachment, terá ganho a parada. Daí avalia-se o preço no mercado da corrupção da compra da omissão de deputados que concordarem “adoecer” no dia da votação.

 

Caberá a população a tarefa de monitorar a atitude destes parlamentares que não tendo coragem de votar a favor de Dilma em público, tentem ludibriar a opinião pública inventando uma diarréia. Votando contra ou ausentando-se, estarão votando na permanência de Dilma.

 

Cabe a população mobilizar-se  e cobrar posicionamento dos deputados. Vele tudo nesta hora: email, mensagens, recados no facebook, whatsapp.

 

Afinal, estão eles do lado do governo ou do povo, cuja maioria a favor do impeachment foi avaliada na pesquisa do datafolha em 70%?

 

O deputado Mendonça Filho (DEM) não deixou por menos: “Se o deputado não estiver morto, ele tem que vir votar”.

 

A votação será aberta e nominal. Será assistida ao vivo pelo país inteiro. Imagens de quem votou contra serão imortalizadas. Da mesma forma, serão listados os omissos, ou ausentes. Isso terá preço na próxima eleição. E não sejamos ingênuos, é isso o que está sendo discutido nos discretos salões acarpetados.

 

Infelizmente, parece que o Supremo Tribunal Federal, pela maioria de seus integrantes, está  fazendo vistas grossas ao que acontece neste país. E além de não ter agido até agora, parece desejar impedir de fazê-lo a quem tem esta disposição.

 

A presidente da República tem dado demonstrações de absoluta perda do comando do governo. Vem usando o ambiente livre de vaias do Palácio do Planalto para realizar comícios. Em cerimônia realizada na semana que passou, Aristides Santos, secretário da CONTAG, fez em palácio um discurso pregando violência:

 

“Vamos ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. É a Contag e os movimentos sociais que vão fazer isso. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe”.

 

Casos como este explicam que os brasileiros elegeram como herói nacional um juiz! Um juiz que parece ser o único a cumprir o que todos os membros do judiciário deveriam estar fazendo. Por que será o Juiz Moro parece ter um comportamento distinto dos demais membros do judiciário brasileiro a ponto de contar com a aprovação maciça da população brasileira?

 

Por que nossa mais alta corte parece estar tão alheia aos problemas que tanto afligem a população brasileira?

 

Até quando?

 

Enio Meneghetti

Artigo publicado no jornal”Correio de Cachoeirinha” de 06.04.2016

 

COVARDE E CORRUPTO!

1 de abril de 2016

pé na bunda

 

Corre a informação de que o preço oferecido para quem ausentar-se na votação do impeachment já estaria em milhão e meio.

Verdade ou não, pelo que se tem acompanhado, temos que estar alertas. Mobilização total!

Avisem seus deputados que eles são OBRIGADOS a COMPARECER!

De MACA ou cadeira de rodas, tem de mostrar a cara.

Se estiverem doentes, chamem os suplentes!

Ausência só por COVARDIA ou CORRUPÇÃO. Ou ambas.

Que fique claro: AUSENTES ou CONTRÁRIOS ao impeachment serão marcados na paleta!

Serão feitas IMAGENS de quem votou CONTRA.

Serão feitas listas por estados de quem AUSENTOU-SE ou votou contra e isso será lembrado à EXAUSTÃO até a próxima eleição. FAREMOS com que mais de 90% daqueles que agirem contra a vontade MACIÇA da população sejam DEMITIDOS pelo eleitor na próxima eleição.

SIM, isto é PATRULHA!

SIM, isto é PRESSÃO!

SIM, ISTO É LEGAL, É DEMOCRÁTICO E SERÁ FEITO.

Envie este recado aos seus deputados. AVISE-OS.

Por favor, compartilhe!

Peça a seus amigos e que façam o mesmo.

Publique nas redes sociais, no Facebook. Mande e-mails! Envie WhatsApp.

Concentre-se nos partidos da BASE ALIADA!

É HORA DA PRESSÃO! OS MANDATOS NÃO SÃO DELES!

Os mandatos são do povo que os elegeu, que deseja o impeachment por ampla maioria.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/03/1751950-apoio-a-impeachment-de-dilma-cresce-e-chega-a-68-diz-datafolha.shtml

 

 

A HORA DO DESESPERO

30 de março de 2016

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Só um milagre salva Dilma Roussef  do impeachment. No momento em que este artigo é escrito, não se sabe ainda o desfecho da reunião do PMDB. Não importa. O destino dela está praticamente selado.

Logo essas questões de foro privilegiado serão coisa do passado.  

Por volta da metade do mês de abril o pedido de impeachment estará sendo analisado pelo plenário da Câmara. Será muito difícil Dilma conseguir obter os 172 votos para livrar-se do afastamento. Calcula-se que ela não chegará a 100.

Custou uma montanha de dinheiro na forma de mensalão, petrolão e sabe-se lá o que mais, até se desnudar o maior esquema de corrupção nunca antes visto nesse país. E provavelmente, em nenhum lugar do mundo. O que parecia impossível, aconteceu: derreteu-se a base aliada. O dinheiro acabou. Simples assim.  

Foram necessários muitos erros e muito dinheiro jogado fora para chegar a este ponto. Com seu ventríloquo João Santana preso, a sucessão de bobagens cometidas por este governo vão muito além daquilo que se ouve a cada vez que a presidente faz um discurso. 

Ao mesmo tempo em que ela bate pé, dizendo que não cometeu ilícito algum, uma das principais revistas semanais do país estampa,  para todos verem, lista de sete possíveis crimes que teriam sido cometidos por ela: obstrução da Justiça, improbidade administrativa, desobediência, falsidade ideológica, extorsão, abuso de poder, além das pedaladas fiscais que embasam o pedido de impeachment atualmente em tramitação.

Nem vamos falar em Pasadena e nas ações que correm nos Estados Unidos. Não vamos analisar agora a destruição da maior estatal brasileira. Sim, suprema ironia, a esquerda brasileira acabou com a joia da coroa, a Petrobras. Fato.  

Os ilícitos cometidos na tentativa de nomear seu antecessor ministro, garantindo-lhe assim o tão almejado foro privilegiado de que necessita para escapar de uma provável e iminente prisão, compõem um erro estratégico que bem demonstra o potencial deste governo de cometer trapalhadas. Em proporções tais capazes de estarrecer não só o Brasil inteiro, mas a quem quer tenha tomado conhecimento destes fatos, mundo afora.

Não satisfeitos com a trapalhada da tentativa de nomeação de Lula, a divulgação das conversas debochadas entre os mais altos próceres petistas acabou por pulverizar qualquer vestígio de vergonha que ainda dispusessem.   

Claro que o desfecho ainda não está 100% garantido. Para quem cometeu tantos deslizes pelo desespero em garantir impunidade e pior ainda, a permanência no poder, não é de se duvidar que surja nesse espaço de tempo entre esta publicação e o desfecho final, manobras inimagináveis. A que expediente serão capazes de lançarem-se na tentativa de salvar a pele? Agora chegou a hora em que usarão tudo. Chegou a hora do desespero. E alguém desesperado é capaz de tudo, na maioria das vezes transformando o que já é ruim em muito pior.  

Afinal, quem assistiu Delcídio – segundo ele a mando do governo – tentar comprar Cerveró, para depois de preso ele mesmo entregar a todos, sem esquecer que repetindo o erro, o ministro Mercadante tentar comprar Delcídio e ser pego exatamente da mesma forma? Só faltou ser igualmente preso… Conhecem aquela máxima? “Errar é humano. Insistir no erro é … 

Não satisfeita, madame ainda tentou, goela abaixo de um país inteiro, nomear Lula para a Casa Civil. Quase conseguiu! Quase Lula vira um super ministro e acaba de vez com as finanças deste país, com as medidas que chegou a antecipar que cometeria.

Não fosse Sergio Moro liberar as fitas comprometedoras, a esta altura o sapo teria sido deglutido a seco por todos os brasileiros.   

Portanto, quem já foi capaz de cometer tamanhas asneiras, podemos ter quase certeza que – até a queda – cometerá mais. 

Antes de esborracharem-se eles conseguirão piorar ainda mais sua situação.

É esperar para ver.

Enio Meneghetti

publicado no jornal Correio de Cachoeirinha desta terça feira

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PIORES QUE ASSALTANTES!

24 de fevereiro de 2016

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Em um assalto a banco, ladrões arriscam a pele. Podem ser surpreendidos pela polícia e não raro são presos ou baleados na fuga.

O corrupto é pior. Em primeiro lugar, é covarde. Age dissimuladamente. Os piores, quando pegos, usam seu poder político para confundir a opinião pública, corromper autoridades e parte da mídia.

Causam prejuízo muito maior do que assaltantes comuns.

Alguém pode alegar: são crimes “não violentos”. Que não põe a vida de ninguém em risco. Não é assim.

 As quantias milionárias por eles roubadas dariam para construir e manter quantos hospitais? Para pagar salários melhores a quantos policiais? Adquirir armas, munição, viaturas.

Além de Petrolão, Lava Jato, mensalão, tivemos mais. Exemplo, a BANCOOP. Arapuca engendrada por  Luiz Gushiken e Ricardo Berzoini e assumida por João Vaccari Neto. Criada para financiar campanhas eleitorais do PT, resultou  no calote de dois mil bancários. Tungaram suas poupanças para ao final destinar apartamentos de luxo para Lula e Vaccari. Que vergonha!

 Adquirido o “direito” de superfaturar, comprada a consciência do corrupto, o corrompido coloca em seus cronogramas financeiros MUITO MAIS do que os valores destinados aos políticos canalhas.

Exemplo é o dinheiro gasto com as reformas do sítio e do triplex.

Aquilo foi um plus para atender aos devaneios do psicopata megalomaníaco. Alguém acha que a conta loja de material de construção ou a gratificação do engenheiro que trabalhou “nas férias” foi descontada do percentual da propina destinada ao PT? Claro que não.

Assim é que esses canalhas são piores do que os criminosos comuns, cujos prejuízos limitam-se aos valores que conseguem colocar em sacolas na hora do roubo e no susto que dão nas pessoas que tiverem o azar de estar no lugar errado, na hora errada. Corruptos destroem sonhos, enganando incautos com belos filmes publicitários mentirosos pagos com dinheiro roubado. A propósito, o marqueteiro acaba de ter decretada sua prisão.

A fase agora é de ocultar provas, confundir, dissimular e cooptar testemunhas.

Delcídio Amaral foi solto. Logo ao ser preso, Delcídio revelou sobre a propina da Odebrecht para pagar João Santana.

Em certa reunião no gabinete da madame, Aloísio Mercadante teria dito: “a prisão de Marcelo Odebrecht é problema de Lula.”

Presente à reunião, Delcídio, quando preso, contou que confidenciou depois à madame: “Presidente, a prisão do Marcelo é problema seu também, porque a Odebrecht pagou no exterior serviços prestados à sua campanha.”

Houve também aquela mensagem encontrada no telefone de Odebrecht: “O risco cta. Suíça chegar campanha dela”.  Deu para entender ou é preciso desenhar?

Com a prisão do marqueteiro oficial, parece que o telhado caiu.

 Al Capone era um trombadinha comparado a essa gente.

Que o diga do além Celso Daniel.

Enio Meneghetti

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CANALHICE PETRALHA!

19 de fevereiro de 2016

N.A.: Como era óbvio, tinha de ter o dedo do PT – Franklin Martins – por atrás do caso “amante do FHC”. Estou nem aí para o FHC.

Baranga por baranga, Lula comia a Rosemery Noronha…

O que desejamos é ver os CORRUPTOS NA CADEIA.

O resto, é baixaria petralha.

‪#‎ProcessaEuLula‬

 
Só mesmo a canalhice pode explicar o patrocínio e a exultação petralha com o uso de um expediente chinelão como o que foi usado por Fernando Collor para abater Lula em 1989.

A lição valeu muito. Eles hoje são até aliados!

O que Collor fez em 1989 é a mesma coisa que os petralhas fazem agora com FHC, para tirar Lula e o PT do foco das manchetes políticas e policiais.

Que chinelagem. 

Uma bagaceirice sem igual. Inominável.

FHC que entenda-se com sua consciência, se agiu mal em algum momento.

Mas o que está em jogo nas atuais investigações criminais é muito mais grave.

OS PETRALHAS NÃO CONSEGUIRÃO MANIPULAR AS MANCHETES.

OS CRIMES COMETIDOS POR ELES NÃO TEM TERMO DE COMPARAÇÃO COM NADA MAIS QUE  ESTEJA ACONTECENDO NO BRASIL NESTE MOMENTO. 

A cambada que apoia Lula só trouxe à tona as inconfidências amorosas de FHC para tetar salvar Lula. Desespero.

Não, Lula não escapará tão facilmente assim.

 

#ProcessaEuLula

Enio Meneghetti

 

 

DE: O Antagonista:

“Acusado de utilizar a empresa Brasif Exportação e Importação para enviar ao exterior dinheiro destinado à ex-amante Mirian Dutra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou não ter condições de se manifestar. Vai aguardar pelo pronunciamento da própria Brasif.

Eis o que afirmou FHC em nota oficial: “Desconheço detalhes da vida profissional de Miran Dutra. Com referência à empresa citada no noticiário de hoje, trata-se de um contrato feito há mais de 13 anos, sobre o qual não tenho condições de me manifestar enquanto a referida empresa não fizer os esclarecimentos que considerar necessários.”

Foi a própria Mirian Dutra quem informou, em conversa com a repórter Mônica Bergamo, que a Brasif socorreu FHC. Segundo ela, as transferências foram feitas por meio de um contrato fictício de trabalho. Assinado em dezembro de 2002, vigorou até dezembro de 2006 (veja reprodução abaixo).

No papel, a jornalista deveria prestar “serviços de acompanhamento e análise do mercado de vendas a varejo a viajantes.” Realizaria também pesquisas “tanto em lojas convencionais como em duty free shops e tax free shops” em países da Europa.

Reprodução

Mirian, que é jornalista e mantinha também um contrato com a TV Globo, disse que “jamais” realizou as tarefas previstas no documento da Brasif. A despeito disso, recebia US$ 3.000 por mês. Nessa versão, o dinheiro destinava-se a suplementar sua renda e de seu filho, Tomás Dutra Schmidt. “Eu trabalhava na TV Globo e tive um corte de 40% no salário em 2002. Me pagavam US$ 4.000. Eu estava superendividada, vivia de cartões de crédito e fazendo empréstimo no banco. Me arrumaram esse contrato para pagar o restante”, disse Mirian.

Ouvido, o dono da Brasif, Jonas Barcellos, não negou o acerto. Mas alegou não se lembrar de detalhes. “Tem alguma coisa, mesmo, sim”, afirmou, quando questionado sobre o contrato firmado com Mirian Dutra para ajudar FHC. “Eu só não sei se era contrato. […] Vou fazer um levantamento na empresa para esclarecer tudo.” Tratou do tema com FHC? “Faz muito tempo, eu preciso pesquisar e me lembrar para responder.”

Em sua nota, FHC comenta os dois testes de DNA que descartaram a hipótese de ele ser o pai biológico do filho de Mirian, Tomás. “Para nossa surpresa, o primeiro teste deu negativo, daí o segundo, que também comprovou que não sou pai biológico de Tomás. Sempre me dispus a fazer qualquer outro teste que os interessados julgassem conveniente.”

FHC reiterou no texto que, “a despeito” do resultado negativo dos testes de paternidade, procurou manter “as mesmas relações afetivas e materiais com o Tomás.” Continuou sustentando seus estudos. Confirmou ter doado ao rapaz um apartamento em Barcelona.

O dinheiro veio “de rendas legítimas de meu trabalho, depositadas em contas legais e declaradas ao IR, mantidas no Banco do Brasil em NY/ Miami ou no Novo Banco, Madri, quando não em bancos no Brasil”, anotou FHC. Quanto à verba usada na compra do apartamento, foi trasnferida de sua conta no Bradesco, “com o conhecimento do Banco Central.”

Vai abaixo a íntegra da nota de FHC:

Com relação ao noticiário de hoje, faço os seguintes esclarecimentos:

Os dois testes de DNA para reconhecimento de paternidade que foram feitos nos Estados Unidos tinham o propósito de dar continuidade a meu desejo de fundamentar declarações feitas por mim em Madri de que Tomás Dutra Schmidt seria meu filho (Ele, então, morava em Washington). Para nossa surpresa, o primeiro teste deu negativo, daí o segundo, que também comprovou que não sou pai biológico de Tomás. Sempre me dispus a fazer qualquer outro teste que os interessados julgassem conveniente.

A despeito disso, procurei manter as mesmas relações afetivas e materiais com o Tomás. Daí que tivesse continuado a pagar sua matrícula e sustento em prestigiada universidade americana. Da mesma forma, doei mais recentemente um apartamento a ele em Barcelona, bem como alguns recursos para fazer os estudos de mestrado e, quando possível, atendo-o nas necessidades afetivas.

Os recursos para tanto provieram de rendas legítimas de meu trabalho, depositadas em contas legais e declaradas ao IR, mantidas no Banco do Brasil em NY/ Miami ou no Novo Banco, Madri, quando não em bancos no Brasil.

A doação para a compra do imóvel foi feita por intermédio de transferências de recursos meus no Bradesco com o conhecimento do Banco Central. Nenhuma outra empresa, salvos as bancárias já referidas, foi utilizada por mim para fazer esses pagamentos.

Desconheço detalhes da vida profissional de Miran Dutra. Com referência à empresa citada no noticiário de hoje, trata-se de um contrato feito há mais de 13 anos, sobre o qual não tenho condições de me manifestar enquanto a referida empresa não fizer os esclarecimentos que considerar necessários.

Questões de natureza íntima, minhas ou de quem sejam, devem se manter no âmbito privado a que pertencem.

O BRASIL TEM DONO!

20 de janeiro de 2016

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Estamos em 2016. Será o ano da Lava Jato.  2016 começara de fato no dia 13 de março.

Será um ano de muitas provas e muitas delações premiadas.

Ano de eleições municipais, que irão expor exaustivamente as falcatruas que nunca antes na história deste país foram tão evidentes e descaradas.

Estão aí as recentes tentativas de desaparelhar a Polícia Federal. De melar, via legislação, os acordos de leniência. O tremendo “fora”, flagrado, do ministro Barroso, simplesmente pulando um trecho do Regimento Interno da Câmara para justificar um voto a favor do governo.

O fim da era Lula/Dilma se aproxima. E do PT, consequentemente.

Acabará onde começou: nas ruas. A mesma massa que hoje sente orgulho do juiz Sérgio Moro, foi a massa traída que um dia decidiu eleições em favor da turma de empoderados de hoje. E não há nada pior que a mágoa para alimentar ressentimentos. Essa massa de ressentidos que constatou ter sido sordidamente enganada pelo PT, o partido que durante tantos anos arvorou-se no papel de virgens no templo da perdição.

Aqueles que foram enganados vibram com o trabalho desenvolvido pelos procuradores federais,  por um magistrado de Curitiba e pelo trabalho da Polícia Federal. A figura mais recentemente festejada do “japonês da Federal” é a prova viva deste sentimento.

Mas isso não basta. A ninguém pode ser dado o direito de restringir-se ao papel de torcedor silencioso nesta hora tão importante. São milhões de pessoas indignadas de um lado e de outro meia dúzia de bandidos e alguns poucos fanáticos ou cúmplices que ainda se atrevem a defendê-los em meio a provas e evidências desconcertantes. Estes poucos e aqueles a quem defendem estão acuados. Quando reconhecidos são vaiados nas ruas. Logo precisarão de óculos escuros, capas e chapéus para circularem sem sofrer as consequências da ira da população.

Não é fácil a tarefa de combatê-los dentro do devido processo legal. O juiz Sérgio Moro já sofreu tentativas de tolhimento de sua atuação, com o redirecionamento de processos outrora sob sua jurisdição. A PF já sofre com a redução em seu orçamento. Os inimigos já deixaram a elegância de lado há muito tempo – se é que sabem o que é isso ou algum dia tiveram.

Reparem: sempre que a situação fica ameaçadora para eles, tentam jogar areia no ventilador e desviar a atenção da mídia. Ou é arrastão na praia ou em algum shopping de luxo. Ou estouros de vandalismo em manifestações públicas, como no recente e despropositado caso do aumento das passagens de ônibus em São Paulo.

Não é à toa que em passado recente já houve um demente referindo-se ao “exército do Stédile”. Outro dizendo que iria “pegar em armas”. Só falta ameaçar o povo com o Francisco Julião.

E ao lado da crise de confiança, ocorre o óbvio. Fechamento ou falência de empresas, desemprego, alta do custo de vida. A velha inflação.

Dia 13 de março será uma excelente ocasião para a população deixar clara sua desconformidade. Para demonstrar seu apoio ao trabalho dos procuradores federais da Lava Jato, do juiz Sergio Moro e ao trabalho correto da Polícia Federal.

Será o momento de mostrar que o Brasil tem dono. E o dono é a população. Que terá uma grande oportunidade de mostrar isso a uns e outros que tentam criminosamente apropriar-se deste país.

Enio Meneghetti