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COVARDE E CORRUPTO!

1 de abril de 2016

pé na bunda

 

Corre a informação de que o preço oferecido para quem ausentar-se na votação do impeachment já estaria em milhão e meio.

Verdade ou não, pelo que se tem acompanhado, temos que estar alertas. Mobilização total!

Avisem seus deputados que eles são OBRIGADOS a COMPARECER!

De MACA ou cadeira de rodas, tem de mostrar a cara.

Se estiverem doentes, chamem os suplentes!

Ausência só por COVARDIA ou CORRUPÇÃO. Ou ambas.

Que fique claro: AUSENTES ou CONTRÁRIOS ao impeachment serão marcados na paleta!

Serão feitas IMAGENS de quem votou CONTRA.

Serão feitas listas por estados de quem AUSENTOU-SE ou votou contra e isso será lembrado à EXAUSTÃO até a próxima eleição. FAREMOS com que mais de 90% daqueles que agirem contra a vontade MACIÇA da população sejam DEMITIDOS pelo eleitor na próxima eleição.

SIM, isto é PATRULHA!

SIM, isto é PRESSÃO!

SIM, ISTO É LEGAL, É DEMOCRÁTICO E SERÁ FEITO.

Envie este recado aos seus deputados. AVISE-OS.

Por favor, compartilhe!

Peça a seus amigos e que façam o mesmo.

Publique nas redes sociais, no Facebook. Mande e-mails! Envie WhatsApp.

Concentre-se nos partidos da BASE ALIADA!

É HORA DA PRESSÃO! OS MANDATOS NÃO SÃO DELES!

Os mandatos são do povo que os elegeu, que deseja o impeachment por ampla maioria.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/03/1751950-apoio-a-impeachment-de-dilma-cresce-e-chega-a-68-diz-datafolha.shtml

 

 

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Dilma ladeira abaixo!

18 de março de 2015

grafico

Pesquisa Datafolha mostra que 62% avaliam o governo Dilma como ruim ou péssimo.

Pois e não é que, dentro das circunstâncias, ela até que se saiu bem?

Os números certamente cairão mais. A divulgação da sucessão de escândalos deve aumentar muito. As notícias negativas serão cada vez mais divulgadas, à medida que a mídia patrocinada não terá como deixar de adequar a linha editorial ao clamor das ruas, em que pese o maciço investimento governamental em propaganda.  Afinal, o que é aquele comercial da Petrobrás, exibido já há mais de trinta dias em horário nobre, elencando virtudes que foram amputadas da maior estatal do país?

Os números do Datafolha podem deixar dúvidas, já que a avaliação do público contabilizado pelo instituto como presente no ato ocorrido em São Paulo, tenha sido flagrantemente inferior à avaliação da Polícia Militar daquele estado.

Sem falar no que as imagens evento evento mostraram: o maior público jamais visto em manifestações naquele local.

De qualquer modo, desde os momentos finais do governo Collor, não se via uma taxa de reprovação tão elevada de um presidente.

Os números de rejeição de Dilma devem subir.

A próxima manifestação, marcada para o domingo de 12 de abril deverá ter um público ainda maior.

Isso dever-se-á ao sucesso da manifestação de 15 de março e  ao fim do temor, que afastou muitas pessoas do evento do último domingo. Esse temor foi deliberadamente explorado pelos MAVs (Militância em Ambiente Virtual) a serviço do governo, para desestimula a participação popular.

A partir das ações dos MAVs, até uma imaginária possível presença de black blocks foi aventada. Além da possibilidade de quebra-quebra e depredações. Até instruções de como agir – sentar-se e tocar apitos) foi divulgada como precaução.

É claro que uma expectativa como essa afastou muitas pessoas.

http://www.eniomeneghetti.com

 

 

Déjà vu *

20 de agosto de 2014

deja vu

Nos últimos dias me lembrei de Jânio Quadros. Jânio elegeu-se presidente em 1960 com a bandeira da ética e da moralização. Com um estilo dramático, pairando acima dos partidos, foi definido pelo historiador Thomas Skidmore como um ‘outsider’. Viu-se depois que era igual ou pior a tantos outros.

Conquistou grande maioria do eleitorado prometendo combater a corrupção e a bandalheira. Correu o Brasil em campanha com a musica: varre, varre, varre, varre vassourinha / varre, varre a bandalheira / que o povo já tá cansado / de sofrer dessa maneira / Jânio Quadros é a esperança desse povo abandonado!.

Varrer toda a sujeira da administração pública. Por isso o seu símbolo de campanha era a vassoura. Tomou posse em 31 de janeiro 1961. Proibiu o uso de biquínis e a briga de galos. Brigou com o Congresso, dizendo que com ele não conseguia governar. Pensava possuir um magnetismo pessoal maior do que de fato tinha. Colocando a culpa em “forças terríveis”, Jânio redigiu uma carta de renúncia em agosto. Pretendia voltar nos braços do povo com poderes excepcionais. A trama, cuidadosamente planejada, falhou e ele teve sua renúncia aceita pelo Congresso Nacional, apenas sete meses após tomar posse.

Quem não conhece seu passado não sabe para onde vai.

* Déjà vu é uma sensação que surge ocasionalmente, quando vivemos algo com a sensação de já ter feito ou visto antes, porém isso nunca ocorre. O déjà vu aparece como um “replay” de alguma cena, onde a pessoa sente já ter passado por aquele momento, mas realmente isso não ocorreu.

Sacudiu os meios políticos a pesquisa do Datafolha, feita em cima do momento trágico.

A candidata a vice de Eduardo Campos, Marina Silva deverá ocupar seu lugar na disputa presidencial. Reconhecida como alguém de temperamento complexo, apesar da aparência frágil, conseguiu em um primeiro momento capitalizar os votos brancos e indecisos daqueles que estão cansados de bandalheira.

Os números apresentados tem uma certa lógica. Marina Silva acrescentou aos 8% que Eduardo Campos já tinha outros 13 pontos oriundos de brancos nulos e indecisos o que a levou aos 21% apresentados. Já Dilma e Aécio mantiveram-se praticamente com os mesmos índices.

Não era eleitor do finado, mas me impressionei que tantas de suas qualidades fossem reconhecidas somente post mortem.

Em março Lula foi a um almoço com empresários no Paraná. No encontro, defendeu que Dilma mereceria mais quatro anos para manter as políticas de governo.

Revelou sua grande preocupação naquele momento: “que venha alguém desconhecido,muito jovem, que se apresente muito bem e se repita o que aconteceu em 1989”. Os presentes entenderam a frase como uma comparação entre Eduardo Campos e Fernando Collor de Mello. Saiu na Folha e está na internet, em http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1427517-a-empresarios-lula-compara-eduardo-campos-a-collor.shtml

Mesmo assim, Lula esteve presente no adeus a Eduardo Campos, domingo.

Chorou no velório.

Enio Meneghetti
http://www.eniomeneghetti.com

chorou no velório

Sem tít
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1427517-a-empresarios-lula-compara-eduardo-campos-a-collor.shtml

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