1 de junho de 2016

Tenho ouvido especulações que haveria risco daquela senhora livrar-se da cassação.
Só dá para classificar de louco, irresponsável ou criminoso o ato de mudar o voto já dado no Senado, possibilitando uma marcha a ré na SENSATEZ!
Se aquela pessoa retornasse, suas únicas preocupações seriam:
– RETALIAÇÃO contra aqueles a quem já classificou de “traidores” – já que tal atitude seria própria de sua personalidade; e
– AÇÕES DESCARADAS para usar o PODER para buscar a IMPUNIDADE.
Entenda-se aí usar todo o poder da caneta para nomear Lula para gerir o erguimento de um dique de obstrução da justiça. Dane-se Economia, dane-se credibilidade, seria o governo do salve-se quem puder.
O Brasil literalmente IMPLODIRIA ante a esta DESGRAÇA.
Não podemos permitir isso. 
Segue texto de
“O Antagonista”.
“Dilma não é inocente – A repórter chapa branca da Folha de S. Paulo reproduziu aquilo que O Antagonista publicou no domingo, só que com menos detalhes:
– “A Odebrecht se comprometeu a dar informações sobre conversas que teve com o governo de Dilma Rousseff para que ele a ajudasse na Justiça”.
– “Outro personagem, além de ex-ministros de Estado, que pode emergir da delação da Odebrecht é Giles Azevedo”.
Se você traiu O Antagonista no domingo (envergonhe-se!), releia o que publicamos sobre o assunto:
Dilma Rousseff agiu para melar a Lava Jato.
Foi o que disse Marcelo Odebrecht em sua delação.
O Antagonista soube que o empreiteiro confirmou os relatos de Delcídio Amaral de que Dilma Rousseff nomeou Navarro Dantas ao STJ com o propósito de tirá-lo da cadeia.
E:
Marcelo Odebrecht, em sua delação, disse que se encontrou mais de uma vez com Giles Azevedo – o principal assessor de Dilma Rousseff – para discutir uma maneira de melar a Lava Jato.
O Antagonista soube que um dos caminhos acertados foi a troca de comando da PF”.
Tags: delação premiada, desgraça, Dilma, Golpe, Impunidade, Lava Jato, Lula, mudança de voto, não pode acabar em pizza, O Antagonista, obstrução de justiça, Odebrecht, placar no senado, romario, volta de Dilma
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1 de junho de 2016

NÃO PODE VIRAR PIZZA!
Com tantas delações, tem bastante gente preocupada com a Lava Jato. Lula, inclusive. A pergunta mais ouvida é: quando ele vai dançar?
Muitos perguntam-se também quando o ministro Teori Zavascki irá devolver para o juiz Sérgio Moro o inquérito sobre Lula, que não tem mais foro privilegiado. O afastamento de Dilma sepultou definitivamente a manobra jurídica de nomear Lula para ministro-chefe da Casa Civil, para que escapasse de Sérgio Moro.
É natural que daí surja outra questão: “será que vai acabar em pizza?”
Aconteceu muito em um ano. Basta verificar, onde está Dilma Roussef agora? Onde está José Dirceu? Onde está João Vaccari? E o dono da Odebrecht?
Quem poderia imaginar há poucos anos passados, que um dia assistiríamos a divulgação aberta e total de depoimentos ilustrados por gravações de conversas criminosas entre políticos e empreiteiros expondo o funcionamento dos “esquemas” no Brasil?
Se no Brasil se ouve tudo isto em bom português, o que será que ouviríamos em bom portunhol, se pudéssemos saber o teor das conversas que levaram aos acertos que possibilitaram aqueles milionários empréstimos do BNDES para realizar grandes obras em Cuba, Caracas, Angola ou Moçambique? Valha-me Deus!
As interceptações telefônicas legais ou meras gravações ocultas – que nada tem de ilegais ou irregulares, desde que realizadas por algum dos participantes das conversas – mostram o funcionamento dos esquemas do governo quase deposto.
Mas o que chama a atenção em muitas das conversas gravadas, como aquela realizada pelo filho de Nestor Cerveró e Delcídio Amaral é a basófia com em que alguns peixes grandes gravados gabavam-se de ter um pretenso controle sobre autoridades do Judiciário. Francamente, não dá para acreditar que fosse não mais que uma maneira de “acalmar” algum pretendente a delação premiada.
O fato é que tem sido explorado via imprensa um certo “temor” de que “vão acabar com a Lava Jato!”.
A esta altura do campeonato, é impossível frear a Lava Jato.
Não trata-se apenas da ação do juiz Moro. Atrás dele há toda uma força tarefa e procuradores federais. Não há como parar!
Ações feitas na tentativa de obstruir a ação da Justiça, já resultaram em prisões e, espera-se, devem render outras. Se os magistrados não combaterem este crime, serão desmoralizados por ele. E a vigilância e pressão da opinião pública é vital, como já solicitou publicamente o juiz Sergio Moro, quando os protestos públicos mal iniciavam.
O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, já enviou parecer ao STF considerando legais os conteúdos das conversas telefônicas interceptadas entre Dilma e Lula. Só falta o STF apreciar a matéria, o que está demorando.
Mas o STF parece que convenceu-se que o Brasil não aceita mais a impunidade.
A maioria dos brasileiros cobrará, nem que seja em manifestações, que respaldaram todas as mudanças que vem ocorrendo.
Benditas manifestações!
Tags: Acabar em Pizza, força tarefa, Lava Jato, Lula, Sergio Moro, Teori Zavaski
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26 de maio de 2016

LFV é mesmo um incorrigível membro da esquerda caviar.
Seu artigo publicado nos jornais hoje, 26.05.2016 – ZH inclusive – intitulado “Mouro” é uma alusão óbvia ao juiz Sergio Moro.
“Mouro” é um cachorro especializado em identificar criminosos.
Depois de ser várias vezes assaltada e cansada de dispositivos de alarme ineficientes, uma família resolve adotar os serviços de “Mouro”.
A primeira vítima do cão é o namorado da filha, que derrubado e imobilizado pelo bicho, teve descoberto um pacote de maconha no bolso.
Depois foi o primo da dona da casa, que foi farejado e perseguido pela rua após “Mouro” identificar nele os indícios de quem recebia propina.
Entre maravilhados e assustados com o desempenho de “Mouro”, a mulher inicia uma campanha para livrar-se do especialista em pegar criminosos.
“Mas não vê que nunca mais fomos assaltados?” – pergunta o marido incrédulo.
“Sim, mas cuidado, logo ele vai farejar tuas safadezas no Imposto de Renda” – argumenta a mulher.
“Tu achas?” – indaga um marido repentinamente preocupado.
Por trás da historieta criada por Veríssimo, está a surrada tentativa de justificar os desvios, propinas, os financiamentos ilegais petistas com a velha argumentação de que “todo mundo rouba”. Alto lá!
LFV bíblico apela para o “Jogue a primeira pedra aquele que nunca pecou.”
Os corruptos e seus correligionários realmente temem Sérgio Moro e a força tarefa da Lava Jato.
Que maravilha!.
Porque lugar de corrupto é na cadeia. Seja de que partido for.
É inadmissível esta mania de botar todos no mesmo saco. Não mesmo!
Todo o apoio a Lava Jato, ao juiz Moro, aos procuradores federais do Paraná e a força tarefa que, para o pavor petralha, está passando o país a limpo.
Bola fora, LFV.
Enio Meneghetti
Tags: Atire a primeira pedra, bola fora, Dilma, força tarefa, Impeachment, Lava Jato, LFV, Luis Fernando Veríssimo, Lula, Mouro, Sergio Moro
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24 de maio de 2016
Entre o envio para o jornal e a publicação, este artigo perdeu parte da atualidade. Romero Jucá caiu. Devia ter saído imediatamente. Aliás, não deveria nem ter sido nomeado. Mesmo assim, nos serve de lição. Se o governo deseja, quer e precisa da confiança da população, não é nada bom passar por esse tipo de episódio. Isso não precisava ter acontecido, pois era previsível.

Tags: Dilma, Impeachment. Romero Jucá, Lava Jato, Temer
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17 de maio de 2016

APURE-SE E DIVULGUE!
Dilma vem repetindo a tese do golpe há algum tempo. Alega que atos idênticos aos que foi acusada foram executados pelos presidentes que a antecederam.
Sem falar em outros escândalos de seu governo, o que ela não explica é que usou o artifício das pedaladas fiscais de forma quase contínua, como cheque especial do governo. Usou um total de 33 bilhões de reais, 35 vezes mais que a soma utilizada momentaneamente pelos antecessores, Lula, FHC, ou Itamar Franco.
Sacar a descoberto nos bancos públicos é uma falta grave. Não declarar isso corretamente na contabilidade oficial, pior ainda. Da forma contínua como foi utilizada no governo Dilma, é fraude fiscal, na opinião de especialistas.
Segundo cálculos ainda não concluídos, estima-se que o governo recém afastado deixará um rombo superior a 120 bilhões de reais, superando o valor admitido, que seria cerca de “apenas” 97 bilhões. Isso se o quadro ainda em apuração não chegar a números ainda maiores.
Com os tempos difíceis que teremos pela frente, é de se esperar que o governo interino abra completamente os números para conhecimento total e absoluto pelo contribuinte. É preciso indicar de maneira muito clara a atual situação. Do contrário, o discurso de “golpe” será repetido “ad eternum” para amenizar o que fizeram.
Aliás, um parêntese: falar em “golpe” para quem ficará ocupando um palácio, recebendo salário, com direito a avião, equipe de seguranças, assessoria completa, tudo pago pelo erário, é uma piada!
Por isso é imperativo que se mostre a situação real encontrada nas finanças públicas. É hora de abrir as caixas pretas. A do BNDES, dos demais bancos públicos, sem falar na Petrobras e na Eletrobras.
É preciso também atacar de frente o problema do aparelhamento da máquina pública. Fatos como os que aconteceram no MEC, quando o ministro empossado foi recebido no órgão com faixas taxando o governo de golpista e vaiado, não pode ser amenizado ou tolerado.
É imprescindível um pente-fino nas nomeações. Assim como nos programas de governo.
Há estados em que a parcela de beneficiários do bolsa família beira os 50% da população. É impossível que, dentro das regras que criaram o programa, uma parcela deste tamanho receba dinheiro público indefinidamente.
Dentro dos princípios gerais da administração pública, da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, não seria mais do que o cumprimento da lei.
Esta é a expectativa majoritária da população, a apuração completa da situação e a responsabilização por eventuais erros. Não tem outra razão o apoio que tem recebido a Operação Lava Jato, sendo levada a bom termo pelo Judiciário e Ministério Público.
Cabe ao Executivo, portanto, executar a sua parte. E convenhamos, das tarefas que terá pela frente o novo governo, essa será a mais fácil.
Apure-se e divulgue. Doa a quem doer.
Enio Meneghetti
artigo publicado no Jornal Correio de Cachoeirinha, edição de 17.05.2016
Tags: auditoria, Banco do Brasil, BNDES, CEF, corrupção, DEM, Dilma, Eletrobras, Golpe, Impeachment, Lava Jato, MEC, MPF, pedaladas, pedaladas fiscais, Petrobrás, Petrolão, PGR, Sergio Moro, Temer
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11 de maio de 2016

O texto a seguir é a coluna do jornalista David Coimbra publicada hoje, 11/05/2016 em ZH.
Trata daquela interferência ABSURDA de Dilma no relacionamento comercial entre um clube de futebol e uma empreiteira.
Deixando de lado qualquer paixão clubística, a forma como ela então ORDENOU que a Andrade Gutierrez agisse de determinada forma, era indício ÓBVIO que aquela ingerência cobria algo de muito irregular.
Como é que um presidente da República dá ordens a uma empresa privada de como ela deve fazer uma relação comercial? Quwel a origem daquela suspeitíssima ascendência? Deu no que deu.
Lamentavelmente, o clube em questão era o meu Inter.
“Dilma enquadrou o presidente do conselho de administração, Sérgio Lins Andrade, e o presidente-executivo do grupo, Otávio Marques de Azevedo:
– É o meu clube, é o meu Estado. Não há hipótese nenhuma de a empresa sair que nem cachorro e deixar todo mundo de pincel na mão – esbravejou a presidente.
Irritada, Dilma cobrou uma solução rápida para o impasse, proibindo a AG de abandonar o projeto”.
Como é que é? Dilma “enquadrou” o presidente de uma empresa privada? Dilma disse que “não havia hipótese” de a empresa desistir do negócio? Cobrou uma “solução rápida”? “Proibiu” a AG de abandonar o projeto?
Era um escândalo. Que relação existia entre a presidente da República e uma empreiteira, permitindo que a presidente interferisse diretamente nas decisões da empreiteira? Que gênero de ameaças Dilma fez aos executivos, obrigando-os a fechar um negócio que rejeitavam? Que poder era esse que Dilma possuía? O que ela podia negar ou oferecer à empreiteira?
A presidente que mandava na empreiteira
Por David Coimbra
Há quatro anos, Dilma deixou claro como se relacionava com as construtoras
Confesso ter sentido um laivo de prazer ao deparar com o pedido de desculpas da Andrade Gutierrez nos jornais desta semana. Foi como se aquele comunicado tivesse sido escrito para mim.
Nada contra a Andrade Gutierrez, empresas não têm vontade própria. É que, há quatro anos, quando ainda não havia Operação Lava-Jato, quando as empreiteiras eram consideradas donas do Brasil e quando o presidente da República era considerado rei, travei um debate no Sala de Redação por causa de um episódio envolvendo a AG.
Um trecho de cinco minutos da discussão está registrado no YouTube. É de 2 de março de 2012. No dia anterior, Zero Hora publicou, na nobre página 4, reportagem escrita em parceria por Kelly Matos e Carolina Bahia acerca do impasse havido entre o Inter e a hoje contrita AG pela reforma do Beira-Rio. As obras estavam paradas havia mais de ano, a empreiteira não queria fazer o negócio. Dilma MANDOU que fizesse. Destaco parte do texto:
“Dilma enquadrou o presidente do conselho de administração, Sérgio Lins Andrade, e o presidente-executivo do grupo, Otávio Marques de Azevedo:
– É o meu clube, é o meu Estado. Não há hipótese nenhuma de a empresa sair que nem cachorro e deixar todo mundo de pincel na mão – esbravejou a presidente.
Irritada, Dilma cobrou uma solução rápida para o impasse, proibindo a AG de abandonar o projeto”.
Como é que é? Dilma “enquadrou” o presidente de uma empresa privada? Dilma disse que “não havia hipótese” de a empresa desistir do negócio? Cobrou uma “solução rápida”? “Proibiu” a AG de abandonar o projeto?
Era um escândalo. Que relação existia entre a presidente da República e uma empreiteira, permitindo que a presidente interferisse diretamente nas decisões da empreiteira? Que gênero de ameaças Dilma fez aos executivos, obrigando-os a fechar um negócio que rejeitavam? Que poder era esse que Dilma possuía? O que ela podia negar ou oferecer à empreiteira?
Contratos firmados entre empreiteiras e governos têm de ser feitos através de concorrência pública, é preciso haver licitação, controles externos. É escolha técnica. Um governante NÃO PODE interferir no processo de escolha de uma empresa que fará qualquer obra para o Estado. É CONTRA A LEI. Quando o governante faz isso ele COMETE CRIME. Mas Dilma mandava tanto na AG, que interferiu até em um negócio privado entre a empresa e o clube de futebol.
Um governante não tem poder para interferir nas deliberações de uma empresa, um governante não pode obrigar uma empresa a fazer o que não quer. A relação entre governantes e empresas tem de ser impessoal e estritamente profissional.
Mas ficou claro que não foi o que ocorreu, no caso da reforma do Beira-Rio. Ficou claro que, se a empresa não aceitasse fazer o serviço, perderia vantagens, provavelmente contratos bem mais gordos e lucrativos. Ficou clara a chantagem. Essa é a palavra: chantagem.
Quando meus colegas do Sala de Redação disseram que eu estava “insinuando” algo, respondi que não estava insinuando nada: estava afirmando “com todas as letras” que era no mínimo suspeito um presidente agir daquela forma.
Isso foi em 2012. Dois anos depois, a Lava-Jato seria desencadeada. O presidente da empresa, aquele que foi pressionado por Dilma, acabou preso exatamente devido à natureza de seu relacionamento com o governo, e hoje está retido em casa, com um rastreador eletrônico amarrado ao tornozelo. A própria empresa admitiu ter pago propina ao governo para obter contratos, pediu desculpas e aceitou, feliz, assumir uma multa de R$ 1 bilhão
O que há quatro anos era suspeita se confirmou.
O governo Dilma cometeu crime, sim.
A justiça está sendo feita hoje e amanhã, em Brasília.-
Impeachment nela.
Tags: Andrade Gutierrez, Beira Rio, CPI do Petrolão, Dilma, Inter, interferência indevida, Lava Jato, Petrolão, sintoma
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10 de maio de 2016
Artigo publicado pelo

MARKET PLACE
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SEGUNDO TEXTO –
O segundo texto, com o título -O PÓS DILMA E O QUE ESPERAR DO GOVERNO TEMER- é de autoria do pensador Enio Meneghetti. Eis:
Apesar de termos chegado muito perto do colapso financeiro provocado pela gastança desenfreada e irresponsável durante os governos Dilma, podemos acreditar que já o seu afastamento servirá para marcar o início do fim da onda de descrédito que se abateu sobre o país.
Algumas medidas iniciais de ordem administrativa poderiam ajudar bastante a manobra de recolocar o Brasil nos trilhos.
Uma demonstração clara de que a orgia de gastos públicos terminou. A redução efetiva no número de ministérios; demonstração cabal e visível do desaparelhamento da máquina, com o afastamento sumário dos (seriam 40 mil?) cargos em comissão alocados no governo; a abertura da caixa preta dos cartões corporativos. Quem usava. Quanto custavam. Como e para que eram usados; a abertura da destinação de gastos para entidades auxiliares do governo como MST e certas ONGs; auditorias no BNDES; auditoria no BB, auditoria na CEF, etc. sem falar na devida exposição, ressalvada a segurança das instituições.
São providências que, além de seus fins implícitos, serviriam com demonstração cabal de que não haveriam – sequer seriam aceitas – ingerências indevidas quanto ao andamento das apurações relativas a eventuais erros cometidos pelo governo afastado.
Afora o exposto e as iniciais medidas econômicas ortodoxas, bastaria o novo governo apoiar as apurações da Lava Jato, impedindo, no âmbito do Executivo, que ninguém indevidamente atrapalhe seus trabalhos.
Fundamental seria garantir a transparência em todas as apurações feitas e buscar junto às autoridades competentes, o fim do sigilo nas delações premiadas de executivos das empreiteiras.
Garantir que a opinião pública nacional e a imprensa mundial tenham o devido acesso a todas as apurações, dentro do direito de saber o que – de fato – derrubou um governo de esquerda no Brasil.
Este breve roteiro seria a forma mais fácil que o novo governo teria para livrar-se dos incômodos que os correligionários do governo deposto prometem trazer.
Isto feito, poderíamos tranquilamente aprovar as verdadeiras e inadiáveis reformas que o Brasil necessita.
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AGRONEGÓCIO –
O agronegócio gaúcho exportou US$ 825 milhões em abril. O valor representa uma queda de 25% na comparação com o mesmo mês de 2015. O grupo Complexo Soja é o principal responsável pelo resultado, com uma retração de 38%, cerca de US$ 300 milhões. Em relação ao mês de março de 2016, o setor teve um aumento de 28,4% no valor e 34% no volume comercializado. Os números estão no Relatório de Comércio Exterior do Agronegócio do RS, divulgado pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul, nesta segunda-feira, dia 09. |
FRASE DO DIA
A brutalidade confiscatória do fisco é um fator sério de retardamento econômico. É francamente de causar indignação ver nédios representantes da burocracia oficial declamando que pagar impostos é ‘cidadania’. Cidadania é exatamente o contrário: é controlar os gastos do governo.
Roberto Campos

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Tags: Gilberto Simões Pires, Governo Temer, Impeachment, Ponto Crítico
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10 de maio de 2016
Tags: Advocacia Geral da União, AGU, Carta Capital, Câmara Federal, Dilma, Eduardo Cunha, Golpe, Impeachment, José Eduardo Cardozo, não vai ter golpe, Querem tocar fogo no Brasil, Renan Calheiros, Senado, trapalhada, Trapalhão, vícios no processo, Waldir Maranhão
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27 de abril de 2016
Tags: carga tributária, corrupção, Dilma, Golpe, Impeachment, Impostos, ineficiência, Lava Jato, máquina pública, mentiras, pedaladas, procuradores federais, Sergio Moro, tribunal de contas, Vexame
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6 de abril de 2016

Instalado em um hotel próximo ao Palácio da Alvorada, Lula tem abertamente negociado cargos e verbas, sem nenhum pudor ou constrangimento, na tarefa de tentar barrar o impeachment. A cada dia surgem novas histórias de cotações milionárias para o preço de cada voto.
Desde a saída oficial do PMDB, a estratégia tem sido concentrar esforços em PP, PR e PSD e outras siglas menores.
Embora esteja ainda distante dos 172 deputados de que precisa para barrar definitivamente o impeachment, a estratégia tem sido também investir em deputados que estejam dispostos ao vexame de faltar à votação em plenário.
Se o governo conseguir evitar o comparecimento dos 342 deputados, correspondentes aos 2/3 de votos necessários para a aprovação do impeachment, terá ganho a parada. Daí avalia-se o preço no mercado da corrupção da compra da omissão de deputados que concordarem “adoecer” no dia da votação.
Caberá a população a tarefa de monitorar a atitude destes parlamentares que não tendo coragem de votar a favor de Dilma em público, tentem ludibriar a opinião pública inventando uma diarréia. Votando contra ou ausentando-se, estarão votando na permanência de Dilma.
Cabe a população mobilizar-se e cobrar posicionamento dos deputados. Vele tudo nesta hora: email, mensagens, recados no facebook, whatsapp.
Afinal, estão eles do lado do governo ou do povo, cuja maioria a favor do impeachment foi avaliada na pesquisa do datafolha em 70%?
O deputado Mendonça Filho (DEM) não deixou por menos: “Se o deputado não estiver morto, ele tem que vir votar”.
A votação será aberta e nominal. Será assistida ao vivo pelo país inteiro. Imagens de quem votou contra serão imortalizadas. Da mesma forma, serão listados os omissos, ou ausentes. Isso terá preço na próxima eleição. E não sejamos ingênuos, é isso o que está sendo discutido nos discretos salões acarpetados.
Infelizmente, parece que o Supremo Tribunal Federal, pela maioria de seus integrantes, está fazendo vistas grossas ao que acontece neste país. E além de não ter agido até agora, parece desejar impedir de fazê-lo a quem tem esta disposição.
A presidente da República tem dado demonstrações de absoluta perda do comando do governo. Vem usando o ambiente livre de vaias do Palácio do Planalto para realizar comícios. Em cerimônia realizada na semana que passou, Aristides Santos, secretário da CONTAG, fez em palácio um discurso pregando violência:
“Vamos ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. É a Contag e os movimentos sociais que vão fazer isso. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe”.
Casos como este explicam que os brasileiros elegeram como herói nacional um juiz! Um juiz que parece ser o único a cumprir o que todos os membros do judiciário deveriam estar fazendo. Por que será o Juiz Moro parece ter um comportamento distinto dos demais membros do judiciário brasileiro a ponto de contar com a aprovação maciça da população brasileira?
Por que nossa mais alta corte parece estar tão alheia aos problemas que tanto afligem a população brasileira?
Até quando?
Enio Meneghetti
Artigo publicado no jornal”Correio de Cachoeirinha” de 06.04.2016
Tags: ameaça, Base aliada, Caiado, compra de votos, Contag, cooptação criminosa, corrupção, DEM, Impeachment, incitação ao crime, Lula, Mendonça Filho, nanicos, o maior escândalo do mundo, Onyx, PDT, Petrolão, PP, PR, PSD, vergonha, violência
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