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“Brasil não reconhece foro privilegiado a filhos de ex-presidentes”.

2 de novembro de 2015

Alguém precisa avisar Lula sobre um artigo publicado no Estadão de autoria do desembargador Vladimir Passos de Freitas.

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Alguns trechos:

“No regime democrático, todos são iguais perante a lei. Todos se submetem a ela e por ela têm garantido o direito de defesa, no momento e local próprios. Os tempos são outros, empresários de elevado nível social e econômico, políticos, juízes encontram-se presos, provisória ou definitivamente. Todos sob a garantia do devido processo legal.”

“Supor que um ministro da Justiça venha a interceder a favor de suspeitos é acreditar no tráfico de influências como forma de ditar o rumo das investigações. Tal tipo de atitude certamente submeteria o titular da pasta da Justiça a uma ação de improbidade administrativa.”

Segue a íntegra. Saboreie! 

“No dia 24 passado, terça-feira, às 23h, a Polícia Federal em São Paulo intimou Luis Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no escritório de quem foi feita uma busca e apreensão na segunda-feira, para prestar depoimento em inquérito policial. A intimação do suspeito deu-se logo após a saída da residência do pai, que na ocasião comemorava 70 anos de idade.

Segundo consta, trata-se da terceira fase da operação zelotes, que investiga suposta compra de medidas provisórias editadas com o fim específico de favorecer montadoras de veículos. Conforme notícia, “a empresa LFT Marketing Esportivo, do filho caçula de Lula, recebeu R$ 2,4 milhões de Marcondes & Mautoni, suspeita de intermediar a venda de uma medida provisória aprovada durante o governo do petista que isentou montadoras de veículos”[1].

O fato gerou enorme revolta no ex-chefe do Poder Executivo, que atribuiu a intimação a uma campanha de ódio e criminalização que dirigem contra a sua pessoa. De sobra, atribuiu ao ministro José Eduardo Cardoso, cuja saída do Ministério da Justiça defende[2], ser culpado porque não tem o controle da Polícia Federal.

O inconformismo do ex-presidente da República merece algumas considerações, via de regra não tratadas na doutrina. Vejamos.

A primeira delas é sobre o horário de a polícia intimar alguém. O Código de Processo Penal (artigos 370 a 372) e o Código de Processo Civil (artigos 234 a 242), tratando de ações penais e civis, nada dispõem a respeito. Se não é vedada a citação em horário noturno, fora do domicílio, com maior razão não poderá ser proibida a intimação policial.

Da polícia não só se espera como se exige agilidade. Intimações e citações não são recebidas com alegria, e é comum que oficiais de Justiça, agentes ou investigadores policiais tenham grande dificuldade em encontrar as pessoas. É mais fácil ter acesso a um juiz do que a um CEO de uma grande corporação. Portanto, o uso de estratégias para cumprir os atos faz parte da ação policial e não constitui abuso de autoridade.

A segunda é a revolta do ex-presidente contra a investigação dos atos de seus filhos. Do ponto de vista familiar, a reação é absolutamente justificável. Pais sofrem com o sofrimento dos filhos. Nesse foco, há que ser dado o desconto, a revolta é compreensível. No entanto, do ponto de vista de quem é o investigado — filho de um ex-magistrado supremo da República —, a reação não tem qualquer justificativa.

No regime democrático, todos são iguais perante a lei. Todos se submetem a ela e por ela têm garantido o direito de defesa, no momento e local próprios. Os tempos são outros, empresários de elevado nível social e econômico, políticos, juízes encontram-se presos, provisória ou definitivamente. Todos sob a garantia do devido processo legal e não como sucedia no regime militar, por força de uma prisão de até 60 dias, decretada pela autoridade que presidia o inquérito policial militar (artigo 59 do Decreto-Lei 898/69).

A terceira observação diz respeito à cobrança do ministro da Justiça, que não teria o controle da Polícia Federal. Essa se reveste de gravidade, porque pressupõe interferência no andamento de investigações. A Polícia Federal, prevista no artigo 144, inciso I, da Constituição, tem o dever de apurar eventuais crimes praticados contra a União. Por força do esforço e do valor de seus membros, muito mais do que por sua estrutura que é deficitária, vem prestando relevantes serviços ao país. E é a respeitabilidade por ela conquistada que lhe dá ampla independência para apurar delitos contra pessoas de elevado nível social, político e econômico.

Supor que um ministro da Justiça venha a interceder a favor de suspeitos é acreditar no tráfico de influências como forma de ditar o rumo das investigações. Tal tipo de atitude certamente submeteria o titular da pasta da Justiça a uma ação de improbidade administrativa (Lei 8.429/92, artigo 11, incisos I e II), sem prejuízo de outros reflexos na área penal (v.g., artigo 319 do Código Penal).

Ademais, o ministro José Eduardo Cardozo é um professor de Direito (PUC-SP), um acadêmico que faz doutorado na Universidade de Salamanca, Espanha. Em tempos de radicalização e ódio, é preciso isenção para observar que o ministro tem se conduzido com correção nas suas complexas e relevantes funções.

Em entrevista, ele foi claro ao dizer: “Jamais um ministro da Justiça, num Estado de Direito, deve orientar investigações, dizendo que os inimigos devem ser atingidos e os amigos poupados”[3]. O fato de ele ter pedido informações à Policia Federal não altera o quadro, foi mero dever protocolar.

A quarta observação é que o interesse do ex-presidente deveria ser a total apuração dos fatos. Com efeito, o sucesso financeiro de seu filho deve ser-lhe motivo de grande satisfação e orgulho, visto que a maioria dos jovens está lutando por um emprego de R$ 2 mil. Uma investigação como a que se realiza pode ser a oportunidade de mostrar a todos que o sucesso foi alcançado legitimamente. Um atestado oficial de idoneidade.

Finalmente, há que se registrar que o combate aos crimes econômicos está mudando, no Brasil e no mundo. O Fórum Global sobre Transparência e Troca de Informações para Fins Tributários, em reunião em Barbados, com 128 países, promete fechar o cerco. Avalia-se que “a coleta de dados financeiros começará em 1º de janeiro de 2016 em cerca de 50 jurisdições. Para isso, os governos estão mudando as legislações nacionais para cada banco reportar as contas de todos os clientes não residentes e, de forma automática, enviar as informações a partir de 2017 aos países de origem desses clientes”[4].

Fácil é ver que no Brasil os órgãos públicos (DPF, MP, Judiciário, Receita Federal, Bacen, TCU, CGU e outros) se profissionalizam e adquirem conhecimentos profundos sobre a matéria. Na mudança de paradigma, também a advocacia irá se adaptar aos novos tempos, a prevenção será a tônica, sendo a orientação especializada o melhor caminho. Nessa linha, as alegações de nulidade não terão o sucesso do passado. Por sua vez, a sociedade se mobilizará cada vez mais, inclusive criando observatórios na internet para acompanhar os recursos nos tribunais, apontando nomes dos relatores, datas, tempo da demora e resultados dos julgamentos.

Em suma, as instituições estão mudando, funcionando, ninguém está fora do alcance da lei. Assim, pretender que alguém não seja investigado por conta de seu parentesco é inadmissível no atual estágio democrático que atravessa o Brasil.”
________________________________________
[1] Estado de São Paulo, 29.10.2015, A8.

[2] Folha de S.Paulo 30.10.2008, A4.

[3] http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,se-achar-que-nao-contribuo-mais–sairei–diz-cardozo,1718279, acesso 28.10.2015.

[4] Valor Econômico, 30.10.2015, A1.

* Vladimir Passos de Freitas é desembargador federal aposentado do TRF da 4ª Região, onde foi corregedor e presidente. Mestre e doutor em Direito pela UFPR, pós-doutor pela Faculdade de Saúde Pública da USP, é professor de Direito Ambiental no mestrado e doutorado da PUC-PR. Presidente eleito da “International Association for Courts Administration – IACA”, com sede em Louisville (EUA). É vice-presidente do Ibrajus.

* Publicado na Revista Consultor Jurídico (1 de novembro de 2015, 8h05)

FILHO DO BARÃO DE SÃO BERNARDO MORA DE FAVOR EM IMÓVEL DE LUXO – Com contratos milionários, filho de Lula mora de favor em imóvel

29 de outubro de 2015

Já houve casos de contribuintes apresentarem suas declarações de Imposto de Renda sem constar a propriedade do imóvel onde residem nem despesas com aluguel e a Receita pedir explicações. 

 
Normalmente são casos de pessoas que moram em imóvel cedido gratuitamente por pais ou familiares. O contribuinte fornece aquele endereço à Receita e esta quer saber a natureza de sua moradia no local.
Não é o caso do fidalgo que recebeu a visita da Polícia Federal em seu escritório, ao que se sabe.  
 
Por que a Receita faz isso? Obviamente, porque tais favores podem ocultar sonegação ou problemas com a origem do dinheiro usado para aquisição do imóvel em questão.  
 
Aliás, não se surpreenda se qualquer dia desses aparecer algum iluminado sedento de arrecadação que logo pensará em taxar, “atribuir valor”, a esse tipo de “mesada” ou rendimento indireto.
 
Na legislação eleitoral, por exemplo, quando um candidato recebe cedência de um bem, seja um carro para usar gratuitamente na campanha, ou um imóvel para nele poder instalar seu “Comitê Eleitoral”, o TSE exige que tais cedências não onerosas tenham o valor de mercado ATRIBUÍDO e sejam lançadas como CONTRIBUIÇÃO eleitoral de bem com valor “estimável em dinheiro”. 
 
Ai do candidato que esquecer de fazer isso! Terá suas contas rejeitadas e uma grande dor de cabeça.
 
Mas esse não é o caso do filho do Barão de São Bernardo.
 
A troco do quê este fidalgo mora “de favor”? 
 
Como seu pai não se deu conta que, sendo um ex-presidente, não pega bem receber favorecimentos deste tipo?
 
Afinal, dá a qualquer um o direito de suspeitar que isso poderia ser algum tipo de retribuição por favores ou serviços prestados, algum tipo de trapaça! Já pensaram?
Quem teria semelhante ousadia imaginar isso do pai dos pobres do século XXI, nosso nobre Barão de São Bernardo?  
 
Nenhum membro de sua vassalagem lembrou-se de avisá-lo que isso eticamente não era – e nem é – aconselhável para sua imagem inatacável?
 
Alguém pensa que todos no Brasil são tolos? 
Folha de São Paulo
“Empresário de marketing esportivo com contratos milionários, Luis Cláudio Lula da Silva mora, sem pagar aluguel, em um apartamento nos Jardins, em São Paulo, que pertence a amigos de seu pai, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Luis Cláudio é dono das empresas LFT Marketing Esportivo e Touchdown –alvos de busca e apreensão da Polícia Federal na segunda (28).
Ele e a mulher, Fatima Cassaro, vivem há três anos em um apartamento de 158 m², na alameda Jaú, nos Jardins, que pertence à Mito Participações Ltda, empresa que tem como cotistas a esposa e as filhas do advogado Roberto Teixeira –amigo do ex-presidente e padrinho de batismo de Luis Cláudio.
Construído nos anos 1970, o edifício Cristal não tem salão de festas, piscina ou academia e cada morador conta com uma vaga na garagem.
O apartamento do 6º andar tem três quartos e uma sala ampla (45 m²). Por causa da localização privilegiada, imóveis idênticos no mesmo prédio foram vendidos recentemente por R$ 1,2 milhão.

Segundo moradores, o aluguel gira em torno de R$ 5 mil mensais. Cristiano Martins, advogado de Luis Cláudio e genro de Teixeira, disse à Folha que o filho de Lula tem um “acordo verbal” com as donas do local para que não pague aluguel e apenas se encarregue das despesas do imóvel.

O compadre de Lula esteve envolvido em histórias controversas. Teixeira era o dono da casa em São Bernardo na qual o ex-presidente morou também sem pagar aluguel por quase oito anos.

Em 1997, ele foi citado em um esquema de desvio de recursos de prefeituras do PT.

Em 2006, quando era advogado da VarigLog, Teixeira foi suspeito de usar a amizade com o então presidente para intermediar a venda da Varig à Gol -um negócio que precisava do aval do governo.

Teixeira nega as acusações.

Ex-preparador físico de times como Palmeiras e Corinthians, hoje Luis Cláudio investe em uma liga de futebol americano no Brasil. Essa é uma das justificativas para não pagar o aluguel. “Hoje ele investe bastante na modalidade. Tem o patrocínio mas tem o investimento dele”, explica o advogado Martins.

A LFT Marketing Esportivo recebeu R$ 2,4 milhões de uma firma de lobistas suspeita de pagar propina para aprovar Medida Provisória que beneficiou montadoras.

O pagamento levou o MPF para pedir a busca no escritório de Luis Cláudio, ação que Martins classificou de “despropósito” e busca anular.”

AÇÃO ENTRE AMIGOS

“Pelos registros de cartório, a Mito Participações comprou o apartamento que empresta ao filho de Lula, em dezembro de 2011, por R$ 500 mil.

O dono anterior era a Peabody Trade, offshore sediada nas Bahamas, paraíso fiscal no Caribe.

Procurador da Peabody no país, o empresário uruguaio André Neumann disse que vendeu o imóvel a preços de mercado. Afirmou que o apartamento foi adquirido por uma empresa e disse que não conhecia os futuros donos do imóvel.

Já Martins diz que o empresário é “conhecido” da família de Teixeira, mas fala que a aquisição do imóvel de Neumann foi “coincidência”.

Segundo ele, quem intermediou a transação foi uma corretora de imóveis.

Neumann é marido de Maria Beatriz Braga, empresária chamada de “rainha da catraca”, dona empresas de ônibus em São Bernardo do Campo.

Além do transporte público, a família dela detém contratos com a prefeitura de Luiz Marinho (PT) por meio de uma construtora.”

FolhaSP – BELA MEGALE
GRACILIANO ROCHA
DE SÃO PAULO

29/10/2015  02h00

Em uma cortesia de O Antagonista, confira:   

A lista de imóveis ocupados por Lula e por seus familiares:

1 – O apartamento que Roberto Teixeira emprestou a Lula, por nove anos (Veja aqui)

2 – O apartamento que Roberto Teixeira empresta a Lulinhazinho, há três anos (Vejaaqui)

3 – O triplex de Lula no Guarujá, em nome da OAS (Veja aqui)

4 – A fazenda de Lula, reformada pela OAS e registrada em nome de Fernando Bittar e Jonas Suassuna (Veja aqui e aqui)

5 – O primeiro apartamento de Lulinha, registrado em nome de Jonas Suassuna (vejaaqui)

6 – O segundo apartamento de Lulinha, também registrado em nome de Jonas Suassuna (Veja aqui)

7 – O escritório emprestado a Lulinha por APS, preso pela Zelotes (Veja aqui)

8 – O escritório emprestado a Lulinha e a Lulinhazinho por José Carlos Bumlai (Vejaaqui e aqui)

9 – O apartamento que, segundo Fernando Baiano, foi comprado por José Carlos Bumlai com propina da Petrobras e doado a uma nora de Lula (Veja aquiaqui e aqui)

10 – O apartamento de Lurian em Paris, emprestado pela herdeira da Andrade Gutierrez (Veja aqui)

De quem é a sala ocupada pelas empresas de Lulinhazinho, reviradas pela PF, na Rua Padre João Manuel, 450, cj. 54/55?

os imóveis de lula:
http://www.oantagonista.com/posts/as-propriedades-de-lula
Ju

A SORTE DE PERDER UMA ELEIÇÃO  

28 de outubro de 2015

Z

Dilma prometeu o paraíso durante a campanha eleitoral.

Cobrada pela óbvia impossibilidade de cumprir o que dizia, chegou a cunhar a expressão “nem que a vaca tussa” ao negar que mexeria nos direitos trabalhistas.

Pois como já cansou de ser repetido, a vaca não só tossiu, como foi para o brejo. 

Dilma fez o que acusava seus adversários pretenderem. A expectativa de crescimento ruiu, a educação infantil sofreu cortes, os direitos trabalhistas foram alterados.

Dilma, Lula e o PT afirmaram que Aécio Neves, em seguida à posse, executaria um verdadeiro pacote de maldades contra os pobres. A realidade mostrou que malvado não era o tucano e sim a própria Dilma.

As tesouradas de madame já atingiram o PAC, o Minha Casa Minha Vida, o Pronatec.

Fim para a construção de creches, unidades básicas de saúde, etc. 

Maquiando a gastança, Dilma manteve as aparências. Mas o TCU apresentou a conta das pedaladas fiscais. 

Seu criador Lula circula pelo país com um discurso incoerente e fora da realidade, que chega a soar ofensivo a quem tem mais de um neurônio.

Ele não pode atacar a “herança maldita”  e passa recibo. A uma rádio baiana disse:  

“Na campanha, a Dilma dizia que esse negócio de ajuste era coisa de tucano e que ela não ia mexer no direito dos trabalhadores. Mas ela foi obrigada por circunstâncias políticas a ter que fazer um ajuste”.

De “Pátria Educadora”, passamos a Pátria Enganadora. Foram cortados R$ 2,9 bilhões das escolas públicas.

São apenas alguns exemplos da crise sem precedentes no campo econômico, político, moral e ético. A gestão das contas públicas culminou na violação da Lei da Responsabilidade Fiscal para cobrir rombos nos bancos públicos feitos não só para pagar programas sociais, como chegou a afirmar Lula. 

Segundo o BNDES e o Banco do Brasil, os financiamentos a grandes empresas e ruralistas de médio e grande porte correspondem a 47% e 63%, respectivamente, dos valores financiados nessas linhas de crédito, conforme revelou a Folha de SP da última segunda feira (26). A matéria ainda ressalta:

“Uma parte das pedaladas esteve, de fato, ligada a programas sociais executados pela CEF (Caixa Econômica Federal). Essa fatia, no entanto,  foi minoritária.” 

Com esse quadro caótico, chega-se a conclusão que ter perdido a eleição pode ter sido sorte. 

Na apuração, Aécio Neves esteve na liderança até 19:32 h, com 88% dos votos totalizados, dentro daquelas duas horas do incômodo “buraco negro” devido ao fuso horário do Acre, engenhoca do TSE do ministro Dias Toffolli.

Imaginem a repercussão se o povo soubesse ao vivo e a cores a quase impossível  virada na última meia hora,  para afinal o tucano sair derrotado por inacreditáveis 50,05 a 49,95% dos votos válidos. 

Mas vá lá que seja. Conclui-se com o que hoje se sabe sobre a realidade das contas públicas, que se eleito, Aécio passaria os quatro anos do mandato tapando buracos e dando explicações.

Seria certamente xingado e achincalhado diariamente por expoentes do partido do atual governo para aparecer como o “culpado” do estado de coisas que os governos petistas cometeram.

Provavelmente seria acusado de usar a Polícia Federal e – quem sabe – até o Judiciário (!!!) para “perseguir” o PT.

E o que estaria acontecendo seria apenas o que se lê e vê hoje em dia. Pobrezinhos inocentes.

Depois de tudo isso, quando chegássemos em 2018, muito provavelmente o PT voltaria com a casa arrumada, para destruir tudo outra vez.

Donde se conclui que, desta vez, foi sorte perder a eleição.

O PT está com a batata quente que criou.  

Enio Meneghetti

 

Essa é prá matar!

21 de outubro de 2015

Cortesia de “O Antagonista”: 

Trata-se de uma mensagem descarada, decifrada do celular do temporariamente preso, Marcelo Odebrecht. 

Personagens mencionados: 

JEC = José Eduardo Cardozo, nada menos que o atual Ministro da Justiça;

FEIRA = o marqueteiro oficial, João Santana;

VACA = João Vaccari Neto, preso preventivamente, ex-Tesoureiro do partido da presidente da República;

EDINHO SILVA = Atual Ministro de Estado, ex Tesoureiro da campanha eleitoral da atual Presidente da República;

HADDAD = Ex Ministro de Estado e atual prefeito de São Paulo;

DELA = “MRF: dizer do risco cta suiça chegar campanha dela?” – Você decide quem é esta tal “DELA”. Mas boa coisa não deve ser…

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Segue o texto da postagem original de “O Antagonista”:

Uma mensagem e cinco impeachments

Aquela mensagem de Marcelo Odebrecht deveria ser o bastante para levar ao impeachment de Dilma Rousseff.

Não apenas um impeachment – cinco impeachments.

Impeachment número 1: a blindagem contra a Lava Jato negociada com José Eduardo Cardozo, o JEC.

Impeachment número 2: o pagamento ilegal a João Santana, o Feira.

Impeachment número 3: os prédios (?) de João Vaccari Neto, o Vaca.

Impeachment número 4: o dinheiro sujo arrecadado pelo tesoureiro da campanha, Edinho Silva.

Impeachment número 5: a propina vinda da conta da Odebrecht na Suíça para eleger Dilma Rousseff.

Francamente: só nós vemos essas coisas?

http://www.oantagonista.com/posts/uma-mensagem-e-cinco-impeachments

“O Brasil não aguenta mais o governo do PT”

21 de outubro de 2015

FELIPE MOURA BRASIL

Felipe Moura Brasil

Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: “Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo”.

Vídeo do DEM: “O Brasil não aguenta mais o governo do PT”

Por: Felipe Moura Brasil

Os novos comerciais do DEM batem duro no desgoverno de Dilma Rousseff.

O vídeo abaixo reúne as inserções com os senadores José Agripino e Ronaldo Caiado e o deputado Medonça Filho. Assista.

 

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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Comentários

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SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER

21 de outubro de 2015

Z

Este artigo foi publicado na quarta feira, 21 de outubro.

Hoje, 24/10 a Folha publica a matéria cujo link segue abaixo.

Por que será que agora ninguém mais quer ouvi-lo? Leia o artigo “Só não vê quem não quer” e saberá.

Lava Jato freia contratação de Lula para dar palestras

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1697967-lava-jato-freia-contratacao-de-lula-para-dar-palestras.shtml?cmpid=newsfolha

SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER

Lula deixou a presidência da República e passou a fazer palestras.

Isso era noticiado e perguntava a mim mesmo: Como funciona esse negocio? Por que vêm esses convites? Qual a razão, o interesse de uma empresa privada em pagar tanto dinheiro para ouvi-lo? Afinal, sem ofensa, mas qualquer pessoa do mundo corporativo ou com um mínimo de cultura, sabe que embora seja esperto e um mestre na comunicação, o discurso de Lula é absolutamente raso.

Hoje sabemos, as palestras dele encomendadas pela Odebrecht, viajando mundo afora em aviões fretados pela empresa, geraram obras fantásticas nos países visitados. O BNDES bancando a farra.

Aqui no Brasil Lula também fez das suas. E como! Antes de recordarmos as estrepolias na Petrobras, podemos lembrar a história mal contada da construção do estádio do Corinthians, o famigerado Itaquerão. Exemplo claro da orgia que se fez com o dinheiro dos brasileiros.

Aliás, como torcedor do Internacional sempre estranhei aquela intervenção de Dilma para solução do impasse entre Inter e Andrade Gutierrez. Dilma mandou e a Andrade Gutierrez obedeceu e fez a reforma de nosso Beira Rio. Lembro bem da descrição fantástica do diálogo da “madrinha” como os veículos mais aduladores a classificaram.

“É meu clube, é meu Estado. Não há hipótese nenhuma de a empresa sair e deixar todo mundo na mão.”

Ora, será que não conhecem a máxima de Milton Friedman, que ensina que “não existe almoço grátis”?

Impressiona o fato de que as pessoas esqueçam fatos como esses e se surpreendam quando após anos de esbanjamento em parcerias para lá de esquisitas, como nas obras da Petrobras e tantas outras, Lula, Dilma e seu partido tenham levado o Brasil à breca.

Em meio à mais terrível crise que já vivemos – e vai piorar! – a opinião pública se pergunta: como isso aconteceu?

Enquanto o mundo enfrentava com galhardia e responsabilidade a crise de 2008, o “mago” Lula dizia: gastem, comprem, torrem, endividem-se. É só uma marolinha!

Pois agora é que vamos recém começar a ver o tamanho do tsunami causado por esses aventureiros. O esquemão econômico que tomou conta do Estado brasileiro ainda permanece no Palácio do Planalto. E Lula está sendo investigado pelo Ministério Público por tráfico de influência internacional.

Seus problemas legais crescerão proporcionalmente ao agravamento da crise que recém inicia.

Enio Meneghetti

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NÃO É PIADA!

2 de outubro de 2015

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A força-tarefa da Operação Lava Jato recebeu um premio na noite de 24 de setembro, em Nova York. O prêmio daGlobal Investigations Review na categoria “órgão de persecução criminal membro do Ministério Público do ano”, foi outorgado para celebrar os investigadores e as práticas de combate à corrupção que mais impressionaram o mundo no último ano.

Desde abril de 2014 o time que atua na Lava Jato apresentou 31 acusações criminais contra 143 pessoas pelos crimes de corrupção, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa, lavagem de dinheiro, entre outros. Detalharam o pagamento de propina de cerca de R$ 6,2 bilhões, sendo que R$1,5 bilhão já foram recuperados. Também foram propostas cinco acusações de improbidade administrativa contra 37 pessoas e empresas pedindo o ressarcimento total de R$ 6,7 bilhões.

 Os procuradores Deltan Dallagnol, Carlos Fernando dos Santos Lima e Roberson Pozzobon representaram a equipe de 11 membros da LavaJato, na cerimônia realizada em Nova York, para onde viajaram a expensas próprias.

 Quase ao mesmo tempo, Dilma Rousseff faz mais uma viagem internacional, de quatro dias, a Nova York, acompanhada de extensa comitiva.

Dona Dilma fez-se acompanhar dos ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União) e Eleonora Menicucci (Política para as Mulheres). Há menos de noventa dias, dona Dilma já tinha gasto bons dólares na mesma Nova York.

Hóspede do Hotel St Regis, na Fifth Avenue, Sua Excelência ocupou a suíte Tiffany de 158 m2. Sala de jantar para dez pessoas mais sala de estar, ao módico preço de US$ 11 mil dólares a diária. Sem falar na hospedagem da comitiva, transporte terrestre, diárias, etc.

Sem medo de cair em demagogia, é impossível resistir a tristeza do contraste entre o fato acima, em comparação ao fato de que os procuradores pagaram a própria viagem.

A Força Tarefa da Lava Jato conseguiu uma façanha . O trabalho deles desnudou um projeto político de crime organizado.

 Enquanto no exterior há o reconhecimento do trabalho da Operação Lava Jato,  aqui no Brasil, concomitantemente aconteceu uma vergonhosa tentativa de impedir que ela produza seus resultados.

Sim, o Supremo Tribunal Federal desvinculou dos processos da Operação Lava Jato a investigação que corre contra a ex senadora paranaense Gleisi Hoffman, do PT. A manobra foi para esvaziar a 13a Vara Federal em Curitiba, onde o juiz Sérgio Moro vem atuando de forma impecável na condução dos processos oriundos das investigações da Operação LavaJato.

O ministro Gilmar Mendes foi o único a expor as graves consequências de se retirar do juiz Sérgio Moro a atribuição de julgar os escândalos da Lava Jato:

“No fundo, o que se espera é que o processo saia de Curitiba e não tenha a devida sequência em outros lugares. Vamos dizer em português bem claro”(…). ” não tem, na história desse país, nenhuma notícia de uma organização criminosa desse jaez, fato que nos envergonha por completo. Estamos falando do maior caso de corrupção do mundo”.

Felizmente, como não poderia deixar de ser, a vergonhosa manobra pegou muito mal, e o golpe contra a Lava Jato, contra o juiz Sérgio Moro e a força-tarefa do MPF e PF poderá ainda ter um resultado inesperado.

A sociedade reagiu e está se manifestando contra o abuso consciente de fatiar os processos da Lava Jato.

Estejamos atentos.

Enio Meneghetti

Pessimistas, não me levem a mal, mas vocês fazem o jogo do inimigo

24 de setembro de 2015

Lula investigação

É proibido falar em pizza!

Estamos em meio a mais uma tentativa petralha de melar os processos que lhes estão expondo a verdadeira face.

Não dará certo!

Mas não ajuda em nada a atitude dos pessimistas e derrotistas de plantão, cujas manifestações só servem para tirar o ânimo de quem luta contra os ladrões.

Pessimistas, façam um favor ao país:

Calem a boca! Fiquem quietos, se não tem nada de positivo a dizer.

Não precisamos de profecias do apocalipse em meio a maior crise moral e financeira que este país já atravessou em todos os tempos.

Vocês desta forma fazem o jogo do inimigo! 

Com adversários assim, os petralhas fazem a festa.

Suas palavras de desânimo só servem para desmobilizar, arrefecer os ânimos e tirar a fé daqueles que estão dispostos a tudo para enfrentar o mal que nos aflige a todos.

Se não sabem o que fazer, vão para um canto e rezem um Pai Nosso e três Ave Marias. Em silêncio.

Não é esta a primeira nem será a última investida dos meliantes para tentar livrarem-se das punições que estão por vir.

Pesquisem e descobrirão que no início do ano eles já tentaram tirar as delações premiadas do âmbito do MPF e não conseguiram.

Já conseguiram soltar os presos preventivamente como Renato Duque – e o que aconteceu? Duque foi preso novamente e já sofreu a primeira condenação de 20 anos entre as muitas outras que levará. Não é caso isolado.

O que precisamos é estar bem informados e à postos para denunciar e apoiar as manifestações a favor da atuação da verdadeira Justiça, das manifestações e movimentos de rua contra aqueles que querem o bolivarianismo no Brasil à custa do roubo de dinheiro público.

Vejam a infinidade de motivos que temos para estarmos vigilantes e prontos para combater golpes como os que seguem:

Golpe no STJ para soltar empreiteiros se deve a ameaças de detalharem depósitos no exterior para campanhas

PT tenta conseguir habeas corpus para Marcelo Odebrecht e Otávio Azevedo

veja aqui: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/golpe-no-stj-para-soltar-empreiteiros-se-deve-a-ameacas-de-detalharem-depositos-no-exterior-para-campanhas/

STF aprova primeiro fatiamento de investigações da Lava Jato

leia aqui: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/09/1685621-stf-aprova-primeiro-fatiamento-de-investigacoes-da-lava-jato.shtml

CLEPTOCRACIA = GOVERNO DE LADRÕES

23 de setembro de 2015

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Segundo o ministro do STF Gilmar Mendes,  o que está instalado no Brasil nesses últimos anos e está sendo revelado na Operação Lava Jato é um “modelo de governança corrupta, algo que merece o nome claro de cleptocracia” que nada mais é, por definição, um modelo em que o Estado é dominado por ladrões.

O ministro não deixou pedra sobre pedra:  “Isso está evidente, veja o que fizeram com a Petrobrás, veja o valor da Petrobrás hoje, por isso que se defende com tanta força as estatais. Não é por conta de dizer que as estatais pertencem ao povo brasileiro. Porque pertencem a eles. Eles tinham se tornado donos da Petrobrás. Esse era o método de governança.”

Gilmar Mendes exemplificou bem, citando a compra de obras de arte caríssimas:  “Veja, não roubam só para o partido, é o que está se revelando, roubam também  para comprar quadros. Isso lembra o encerramento do regime nazista, quando se descobriu que  membros do partido tinham quadros, tinham dinheiro no exterior, é o que estamos vendo aqui.”

Quando isso e muito mais é proferido por um Ministro do STF, a Suprema Corte brasileira, torna-se ainda mais latente aquela consciência do perigo pelo qual passamos e nos safamos por pouco. Não foi mais do que a sorte que livrou-nos de estarmos hoje com o país sendo presidido por ninguém menos que o outrora poderoso ex Ministro Chefe da Casa Civil do governo Lula, o hoje apenado José Dirceu. Não fosse o estouro do desacerto financeiro entre o famigerado personagem e Roberto Jefferson, dificilmente teríamos nos livrado da sina de ter José Dirceu como sucessor de Lula.

Passaram-se anos quase dez anos do mensalão e constatamos que por muito pouco, três ou quatro anos mais, e eles teriam tudo dominado. Teriam partidarizado os tribunais superiores, o Congresso, os órgãos da administração pública, os fundos de pensão, ONGs, os principais veículos da imprensa, internet, redes sociais, tudo. Com os financiamentos ilegais via BNDES aos países aliados e estaríamos a muito mais de meio caminho de virarmos a Venezuela do cone sul. Mais uma vez foi somente o fator sorte (ou um milagre) que fez com que o plano fosse descoberto antes da deblaque total.

O que nos salvou foi um magistrado federal da primeira instância lá do Paraná. O juiz Sérgio Moro, juntamente com os membros da Força Tarefa da Lava Jato, que conseguiram desmontar e derrotar um projeto político criminoso delineado e em pleno andamento.

Porém, enquanto a Operação Lava Jato ainda não concluiu a limpeza, o governo Dilma segue querendo penalizar os brasileiros.  Dona Dilma, a presidente do Conselho de Administração da Petrobras durante as maiores falcatruas contra a estatal, no auge da impopularidade,  além de apelar para o discursinho de ser vítima de “golpe”, agora insiste em querer fazer com que a população cubra o rombo que os governos dela e de seu mentor e antecessor causaram nas contas públicas após anos de desperdício vergonhoso do dinheiro do contribuinte, em uma irresponsabilidade insaciável.

Nem vou me alongar descrevendo “pedaladas” e financiamentos de campanhas eleitorais vergonhosos, estes sim passíveis de serem classificados de “golpes”.

Chega! Já virou deboche!

Enio Meneghetti

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POLÍCIA FEDERALQUER INVESTIGAR OS PODEROSOS

16 de setembro de 2015

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Lula sempre fez questão de alardear que em seu governo a Polícia Federal adquiriu autonomia.

Não faz muito, em uma homenagem a seu falecido ex-ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, Lula bravateou:

“Por muito tempo, a Polícia Federal foi reduzida ao papel de instrumento da repressão política. A partir daquela indicação, a Polícia Federal conquistou finalmente o seu espaço republicano.”

Passou a alcançar “os poderosos”.

Então Lula deve estar bastante feliz com o pedido do delegado Josélio Azevedo de Sousa, ao ministro Teori Zavascki, do STF, de  autorização para que ele, Lula,  seja interrogado para  explicar seu envolvimento no esquema investigado na operação Lava-Jato. Disse o delegado, em seu pedido:

 

“(…) a presente investigação não pode se furtar de trazer à luz da apuração dos fatos a pessoa do então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que, na condição de mandatário máximo do país, pode ter sido beneficiado pelo esquema em curso na Petrobras, obtendo vantagens para si, para seu partido, o PT, ou mesmo para seu governo, com a manutenção de uma base de apoio partidário sustentada à custa de negócios ilícitos na referida estatal”.

 

O delegado estendeu seu pedido também aos ex-ministros Gilberto Carvalho, Antônio Palocci, Ideli Salvatti, José Dirceu, mais  o presidente do PT, Rui Falcão, além dos ex-presidentes da Petrobras, Sergio Gabrielli e José Eduardo Dutra.

 

 

“Nenhum dos arrolados nega que as nomeações para as diretorias da Petrobras ora investigadas demandaram apoio político-partidário que, por sua vez, reverteu-se em apoio parlamentar, ajudando a formar, assim, a base de sustentação política do governo. Dentro dessa lógica, os indícios de participação devem ser buscados não apenas no rastreamento e identificação de vantagens pessoais porventura obtidas pelo então presidente, mas também nos atos de governo que possibilitaram que o esquema se instituísse e fosse mantido, uma vez que, tal como já assinalado, não se trata apenas de um caso de corrupção clássica”.

 

Outubro está chegando. Será um mês para não esquecer.

Enio Meneghetti

 

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