Archive for the ‘Câmara Federal’ Category
1 de junho de 2016

NÃO PODE VIRAR PIZZA!
Com tantas delações, tem bastante gente preocupada com a Lava Jato. Lula, inclusive. A pergunta mais ouvida é: quando ele vai dançar?
Muitos perguntam-se também quando o ministro Teori Zavascki irá devolver para o juiz Sérgio Moro o inquérito sobre Lula, que não tem mais foro privilegiado. O afastamento de Dilma sepultou definitivamente a manobra jurídica de nomear Lula para ministro-chefe da Casa Civil, para que escapasse de Sérgio Moro.
É natural que daí surja outra questão: “será que vai acabar em pizza?”
Aconteceu muito em um ano. Basta verificar, onde está Dilma Roussef agora? Onde está José Dirceu? Onde está João Vaccari? E o dono da Odebrecht?
Quem poderia imaginar há poucos anos passados, que um dia assistiríamos a divulgação aberta e total de depoimentos ilustrados por gravações de conversas criminosas entre políticos e empreiteiros expondo o funcionamento dos “esquemas” no Brasil?
Se no Brasil se ouve tudo isto em bom português, o que será que ouviríamos em bom portunhol, se pudéssemos saber o teor das conversas que levaram aos acertos que possibilitaram aqueles milionários empréstimos do BNDES para realizar grandes obras em Cuba, Caracas, Angola ou Moçambique? Valha-me Deus!
As interceptações telefônicas legais ou meras gravações ocultas – que nada tem de ilegais ou irregulares, desde que realizadas por algum dos participantes das conversas – mostram o funcionamento dos esquemas do governo quase deposto.
Mas o que chama a atenção em muitas das conversas gravadas, como aquela realizada pelo filho de Nestor Cerveró e Delcídio Amaral é a basófia com em que alguns peixes grandes gravados gabavam-se de ter um pretenso controle sobre autoridades do Judiciário. Francamente, não dá para acreditar que fosse não mais que uma maneira de “acalmar” algum pretendente a delação premiada.
O fato é que tem sido explorado via imprensa um certo “temor” de que “vão acabar com a Lava Jato!”.
A esta altura do campeonato, é impossível frear a Lava Jato.
Não trata-se apenas da ação do juiz Moro. Atrás dele há toda uma força tarefa e procuradores federais. Não há como parar!
Ações feitas na tentativa de obstruir a ação da Justiça, já resultaram em prisões e, espera-se, devem render outras. Se os magistrados não combaterem este crime, serão desmoralizados por ele. E a vigilância e pressão da opinião pública é vital, como já solicitou publicamente o juiz Sergio Moro, quando os protestos públicos mal iniciavam.
O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, já enviou parecer ao STF considerando legais os conteúdos das conversas telefônicas interceptadas entre Dilma e Lula. Só falta o STF apreciar a matéria, o que está demorando.
Mas o STF parece que convenceu-se que o Brasil não aceita mais a impunidade.
A maioria dos brasileiros cobrará, nem que seja em manifestações, que respaldaram todas as mudanças que vem ocorrendo.
Benditas manifestações!
Tags:Acabar em Pizza, força tarefa, Lava Jato, Lula, Sergio Moro, Teori Zavaski
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26 de maio de 2016

LFV é mesmo um incorrigível membro da esquerda caviar.
Seu artigo publicado nos jornais hoje, 26.05.2016 – ZH inclusive – intitulado “Mouro” é uma alusão óbvia ao juiz Sergio Moro.
“Mouro” é um cachorro especializado em identificar criminosos.
Depois de ser várias vezes assaltada e cansada de dispositivos de alarme ineficientes, uma família resolve adotar os serviços de “Mouro”.
A primeira vítima do cão é o namorado da filha, que derrubado e imobilizado pelo bicho, teve descoberto um pacote de maconha no bolso.
Depois foi o primo da dona da casa, que foi farejado e perseguido pela rua após “Mouro” identificar nele os indícios de quem recebia propina.
Entre maravilhados e assustados com o desempenho de “Mouro”, a mulher inicia uma campanha para livrar-se do especialista em pegar criminosos.
“Mas não vê que nunca mais fomos assaltados?” – pergunta o marido incrédulo.
“Sim, mas cuidado, logo ele vai farejar tuas safadezas no Imposto de Renda” – argumenta a mulher.
“Tu achas?” – indaga um marido repentinamente preocupado.
Por trás da historieta criada por Veríssimo, está a surrada tentativa de justificar os desvios, propinas, os financiamentos ilegais petistas com a velha argumentação de que “todo mundo rouba”. Alto lá!
LFV bíblico apela para o “Jogue a primeira pedra aquele que nunca pecou.”
Os corruptos e seus correligionários realmente temem Sérgio Moro e a força tarefa da Lava Jato.
Que maravilha!.
Porque lugar de corrupto é na cadeia. Seja de que partido for.
É inadmissível esta mania de botar todos no mesmo saco. Não mesmo!
Todo o apoio a Lava Jato, ao juiz Moro, aos procuradores federais do Paraná e a força tarefa que, para o pavor petralha, está passando o país a limpo.
Bola fora, LFV.
Enio Meneghetti
Tags:Atire a primeira pedra, bola fora, Dilma, força tarefa, Impeachment, Lava Jato, LFV, Luis Fernando Veríssimo, Lula, Mouro, Sergio Moro
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24 de maio de 2016
Entre o envio para o jornal e a publicação, este artigo perdeu parte da atualidade. Romero Jucá caiu. Devia ter saído imediatamente. Aliás, não deveria nem ter sido nomeado. Mesmo assim, nos serve de lição. Se o governo deseja, quer e precisa da confiança da população, não é nada bom passar por esse tipo de episódio. Isso não precisava ter acontecido, pois era previsível.

Tags:Dilma, Impeachment. Romero Jucá, Lava Jato, Temer
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17 de maio de 2016

APURE-SE E DIVULGUE!
Dilma vem repetindo a tese do golpe há algum tempo. Alega que atos idênticos aos que foi acusada foram executados pelos presidentes que a antecederam.
Sem falar em outros escândalos de seu governo, o que ela não explica é que usou o artifício das pedaladas fiscais de forma quase contínua, como cheque especial do governo. Usou um total de 33 bilhões de reais, 35 vezes mais que a soma utilizada momentaneamente pelos antecessores, Lula, FHC, ou Itamar Franco.
Sacar a descoberto nos bancos públicos é uma falta grave. Não declarar isso corretamente na contabilidade oficial, pior ainda. Da forma contínua como foi utilizada no governo Dilma, é fraude fiscal, na opinião de especialistas.
Segundo cálculos ainda não concluídos, estima-se que o governo recém afastado deixará um rombo superior a 120 bilhões de reais, superando o valor admitido, que seria cerca de “apenas” 97 bilhões. Isso se o quadro ainda em apuração não chegar a números ainda maiores.
Com os tempos difíceis que teremos pela frente, é de se esperar que o governo interino abra completamente os números para conhecimento total e absoluto pelo contribuinte. É preciso indicar de maneira muito clara a atual situação. Do contrário, o discurso de “golpe” será repetido “ad eternum” para amenizar o que fizeram.
Aliás, um parêntese: falar em “golpe” para quem ficará ocupando um palácio, recebendo salário, com direito a avião, equipe de seguranças, assessoria completa, tudo pago pelo erário, é uma piada!
Por isso é imperativo que se mostre a situação real encontrada nas finanças públicas. É hora de abrir as caixas pretas. A do BNDES, dos demais bancos públicos, sem falar na Petrobras e na Eletrobras.
É preciso também atacar de frente o problema do aparelhamento da máquina pública. Fatos como os que aconteceram no MEC, quando o ministro empossado foi recebido no órgão com faixas taxando o governo de golpista e vaiado, não pode ser amenizado ou tolerado.
É imprescindível um pente-fino nas nomeações. Assim como nos programas de governo.
Há estados em que a parcela de beneficiários do bolsa família beira os 50% da população. É impossível que, dentro das regras que criaram o programa, uma parcela deste tamanho receba dinheiro público indefinidamente.
Dentro dos princípios gerais da administração pública, da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, não seria mais do que o cumprimento da lei.
Esta é a expectativa majoritária da população, a apuração completa da situação e a responsabilização por eventuais erros. Não tem outra razão o apoio que tem recebido a Operação Lava Jato, sendo levada a bom termo pelo Judiciário e Ministério Público.
Cabe ao Executivo, portanto, executar a sua parte. E convenhamos, das tarefas que terá pela frente o novo governo, essa será a mais fácil.
Apure-se e divulgue. Doa a quem doer.
Enio Meneghetti
artigo publicado no Jornal Correio de Cachoeirinha, edição de 17.05.2016
Tags:auditoria, Banco do Brasil, BNDES, CEF, corrupção, DEM, Dilma, Eletrobras, Golpe, Impeachment, Lava Jato, MEC, MPF, pedaladas, pedaladas fiscais, Petrobrás, Petrolão, PGR, Sergio Moro, Temer
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10 de maio de 2016
Artigo publicado pelo

MARKET PLACE
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SEGUNDO TEXTO –
O segundo texto, com o título -O PÓS DILMA E O QUE ESPERAR DO GOVERNO TEMER- é de autoria do pensador Enio Meneghetti. Eis:
Apesar de termos chegado muito perto do colapso financeiro provocado pela gastança desenfreada e irresponsável durante os governos Dilma, podemos acreditar que já o seu afastamento servirá para marcar o início do fim da onda de descrédito que se abateu sobre o país.
Algumas medidas iniciais de ordem administrativa poderiam ajudar bastante a manobra de recolocar o Brasil nos trilhos.
Uma demonstração clara de que a orgia de gastos públicos terminou. A redução efetiva no número de ministérios; demonstração cabal e visível do desaparelhamento da máquina, com o afastamento sumário dos (seriam 40 mil?) cargos em comissão alocados no governo; a abertura da caixa preta dos cartões corporativos. Quem usava. Quanto custavam. Como e para que eram usados; a abertura da destinação de gastos para entidades auxiliares do governo como MST e certas ONGs; auditorias no BNDES; auditoria no BB, auditoria na CEF, etc. sem falar na devida exposição, ressalvada a segurança das instituições.
São providências que, além de seus fins implícitos, serviriam com demonstração cabal de que não haveriam – sequer seriam aceitas – ingerências indevidas quanto ao andamento das apurações relativas a eventuais erros cometidos pelo governo afastado.
Afora o exposto e as iniciais medidas econômicas ortodoxas, bastaria o novo governo apoiar as apurações da Lava Jato, impedindo, no âmbito do Executivo, que ninguém indevidamente atrapalhe seus trabalhos.
Fundamental seria garantir a transparência em todas as apurações feitas e buscar junto às autoridades competentes, o fim do sigilo nas delações premiadas de executivos das empreiteiras.
Garantir que a opinião pública nacional e a imprensa mundial tenham o devido acesso a todas as apurações, dentro do direito de saber o que – de fato – derrubou um governo de esquerda no Brasil.
Este breve roteiro seria a forma mais fácil que o novo governo teria para livrar-se dos incômodos que os correligionários do governo deposto prometem trazer.
Isto feito, poderíamos tranquilamente aprovar as verdadeiras e inadiáveis reformas que o Brasil necessita.
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AGRONEGÓCIO –
O agronegócio gaúcho exportou US$ 825 milhões em abril. O valor representa uma queda de 25% na comparação com o mesmo mês de 2015. O grupo Complexo Soja é o principal responsável pelo resultado, com uma retração de 38%, cerca de US$ 300 milhões. Em relação ao mês de março de 2016, o setor teve um aumento de 28,4% no valor e 34% no volume comercializado. Os números estão no Relatório de Comércio Exterior do Agronegócio do RS, divulgado pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul, nesta segunda-feira, dia 09. |
FRASE DO DIA
A brutalidade confiscatória do fisco é um fator sério de retardamento econômico. É francamente de causar indignação ver nédios representantes da burocracia oficial declamando que pagar impostos é ‘cidadania’. Cidadania é exatamente o contrário: é controlar os gastos do governo.
Roberto Campos

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Tags:Gilberto Simões Pires, Governo Temer, Impeachment, Ponto Crítico
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10 de maio de 2016
Tags:Advocacia Geral da União, AGU, Carta Capital, Câmara Federal, Dilma, Eduardo Cunha, Golpe, Impeachment, José Eduardo Cardozo, não vai ter golpe, Querem tocar fogo no Brasil, Renan Calheiros, Senado, trapalhada, Trapalhão, vícios no processo, Waldir Maranhão
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27 de abril de 2016
Tags:carga tributária, corrupção, Dilma, Golpe, Impeachment, Impostos, ineficiência, Lava Jato, máquina pública, mentiras, pedaladas, procuradores federais, Sergio Moro, tribunal de contas, Vexame
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6 de abril de 2016

Instalado em um hotel próximo ao Palácio da Alvorada, Lula tem abertamente negociado cargos e verbas, sem nenhum pudor ou constrangimento, na tarefa de tentar barrar o impeachment. A cada dia surgem novas histórias de cotações milionárias para o preço de cada voto.
Desde a saída oficial do PMDB, a estratégia tem sido concentrar esforços em PP, PR e PSD e outras siglas menores.
Embora esteja ainda distante dos 172 deputados de que precisa para barrar definitivamente o impeachment, a estratégia tem sido também investir em deputados que estejam dispostos ao vexame de faltar à votação em plenário.
Se o governo conseguir evitar o comparecimento dos 342 deputados, correspondentes aos 2/3 de votos necessários para a aprovação do impeachment, terá ganho a parada. Daí avalia-se o preço no mercado da corrupção da compra da omissão de deputados que concordarem “adoecer” no dia da votação.
Caberá a população a tarefa de monitorar a atitude destes parlamentares que não tendo coragem de votar a favor de Dilma em público, tentem ludibriar a opinião pública inventando uma diarréia. Votando contra ou ausentando-se, estarão votando na permanência de Dilma.
Cabe a população mobilizar-se e cobrar posicionamento dos deputados. Vele tudo nesta hora: email, mensagens, recados no facebook, whatsapp.
Afinal, estão eles do lado do governo ou do povo, cuja maioria a favor do impeachment foi avaliada na pesquisa do datafolha em 70%?
O deputado Mendonça Filho (DEM) não deixou por menos: “Se o deputado não estiver morto, ele tem que vir votar”.
A votação será aberta e nominal. Será assistida ao vivo pelo país inteiro. Imagens de quem votou contra serão imortalizadas. Da mesma forma, serão listados os omissos, ou ausentes. Isso terá preço na próxima eleição. E não sejamos ingênuos, é isso o que está sendo discutido nos discretos salões acarpetados.
Infelizmente, parece que o Supremo Tribunal Federal, pela maioria de seus integrantes, está fazendo vistas grossas ao que acontece neste país. E além de não ter agido até agora, parece desejar impedir de fazê-lo a quem tem esta disposição.
A presidente da República tem dado demonstrações de absoluta perda do comando do governo. Vem usando o ambiente livre de vaias do Palácio do Planalto para realizar comícios. Em cerimônia realizada na semana que passou, Aristides Santos, secretário da CONTAG, fez em palácio um discurso pregando violência:
“Vamos ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. É a Contag e os movimentos sociais que vão fazer isso. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe”.
Casos como este explicam que os brasileiros elegeram como herói nacional um juiz! Um juiz que parece ser o único a cumprir o que todos os membros do judiciário deveriam estar fazendo. Por que será o Juiz Moro parece ter um comportamento distinto dos demais membros do judiciário brasileiro a ponto de contar com a aprovação maciça da população brasileira?
Por que nossa mais alta corte parece estar tão alheia aos problemas que tanto afligem a população brasileira?
Até quando?
Enio Meneghetti
Artigo publicado no jornal”Correio de Cachoeirinha” de 06.04.2016
Tags:ameaça, Base aliada, Caiado, compra de votos, Contag, cooptação criminosa, corrupção, DEM, Impeachment, incitação ao crime, Lula, Mendonça Filho, nanicos, o maior escândalo do mundo, Onyx, PDT, Petrolão, PP, PR, PSD, vergonha, violência
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5 de abril de 2016

Senhoras e senhores:
O PP no RS disputa com o PMDB o espaço de maior partido. A notícia abaixo está em O Antagonista.
Se verdadeira, é mais que um desastre, é um acinte.
Seria importante que o PP do RS, por TODOS os seus membros, de simples filiados a dirigentes, se manifestassem sobre isso.
Já nas eleições de 2014 tive alguns atritos, quando insistia que o PP era da Base Aliada. E é.
E agora? Vão salvar a Dilma do impeachment. É isso?
Vão salva-la do impeachment para casarem-se definitivamente com o PT?
Lembro da história do PP. Partido sucedâneo ao antigo PSD de meu avô, que governou o RS duas vezes pela sigla e reflito: a gauchada vai deixar isso assim? Não vai rebelar-se?
Não seria razão para, dada sua importância aqui no RS, exigirem postura dos dirigentes nacionais?
Não basta dizerem, como sempre fizeram, “que no RS o PP é diferente.”
Esta frase pronta não serve para nada. Está aí a prova. É hora de atitude.
Quem sabe uma debandada em massa? Isso seria o mínimo.
POR FAVOR, ALGUÉM TEM DE FAZER ALGUMA COISA!
LEIAM: http://www.oantagonista.com/posts/governo-pt-pp
Governo PT – PP
Brasil 05.04.16 08:00Se Dilma Rousseff conseguir barrar o impeachment, ela fará um governo PT – PP.
Foi o que disse a Gerson Camarotti, do G1, um alto dirigente do PP:
“O que se tem discutido entre o PP e governo é que, no caso de ficarmos na base – o que passa pela aprovação da bancada –, queremos passar a ser o maior partido na Esplanada depois do PT. Nós queremos mais espaço no que cabe aos partidos. Se vai ser Saúde, se vai ser o MEC, este ou aquele ministério, sobre isso não tem definição, assim também como não tem exigência. Mas queremos um espaço maior”.
Trata-se de uma perspectiva extremamente animadora para o Brasil.
Tags:apoio a DILMAS, Base aliada, O Antagonista, PDS, PP, PP DE ESQUERDA, PSD, vergonha
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1 de abril de 2016

Corre a informação de que o preço oferecido para quem ausentar-se na votação do impeachment já estaria em milhão e meio.
Verdade ou não, pelo que se tem acompanhado, temos que estar alertas. Mobilização total!
Avisem seus deputados que eles são OBRIGADOS a COMPARECER!
De MACA ou cadeira de rodas, tem de mostrar a cara.
Se estiverem doentes, chamem os suplentes!
Ausência só por COVARDIA ou CORRUPÇÃO. Ou ambas.
Que fique claro: AUSENTES ou CONTRÁRIOS ao impeachment serão marcados na paleta!
Serão feitas IMAGENS de quem votou CONTRA.
Serão feitas listas por estados de quem AUSENTOU-SE ou votou contra e isso será lembrado à EXAUSTÃO até a próxima eleição. FAREMOS com que mais de 90% daqueles que agirem contra a vontade MACIÇA da população sejam DEMITIDOS pelo eleitor na próxima eleição.
SIM, isto é PATRULHA!
SIM, isto é PRESSÃO!
SIM, ISTO É LEGAL, É DEMOCRÁTICO E SERÁ FEITO.
Envie este recado aos seus deputados. AVISE-OS.
Por favor, compartilhe!
Peça a seus amigos e que façam o mesmo.
Publique nas redes sociais, no Facebook. Mande e-mails! Envie WhatsApp.
Concentre-se nos partidos da BASE ALIADA!
É HORA DA PRESSÃO! OS MANDATOS NÃO SÃO DELES!
Os mandatos são do povo que os elegeu, que deseja o impeachment por ampla maioria.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/03/1751950-apoio-a-impeachment-de-dilma-cresce-e-chega-a-68-diz-datafolha.shtml
Tags:Base aliada, corrupção, datafolha, Fora Dilma, Impeachment, Impeachment não é golpe, pesquisa
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