Archive for the ‘Impeachment’ Category

PROPAGANDA ENGANOSA

15 de abril de 2015

Propaganda Enganosa

É revoltante assistir pela televisão, desde a terça feira da semana passada, a um comercial absolutamente falso e mentiroso como o que o PT colocou no ar.

O ponto alto da mentira contida na peça publicitária em questão é a frase “colocamos mais gente importante na cadeia por corrupção do que nos outros governos”, que vem acompanhada com imagens de uma cela sendo fechada com cadeado.

O conteúdo é absolutamente enganador.  

Afinal, para início de conversa, a não ser em regimes totalitários, não cabe a governo que se preze “colocar” alguém na cadeia.

Quem denuncia e/ou pede a prisão é o Ministério Público. Quem aceita a denúncia ou não, quem manda prender ou não, é a Justiça, dentro do devido processo legal. 

Só nas piores ditaduras é que governos “prendem”.

Aliás, em governos decentes, vige a separação entre os poderes. O governo, Poder Executivo,  não se mete no Poder Judiciário, não dá palpites, não tenta interferir em institutos legais como delação premiada ou acordos de leniência, que conforme as autoridades ligadas ao executivo deixam claro, visam salvar empresas investigadas por irregularidades junto ao próprio governo, do risco da falência.  

Governos sérios e transparentes também não nomeiam para sua mais alta corte, um ex advogado de seu partido político, que ainda por cima, não se dá por impedido de julgar processos nos quais interesses de seu já mencionado partido político serão julgados. Isto é o fim!

Parece que o sonho do PT, visível por várias atitudes, seria poder livrar-se de desafetos ou opositores de forma tão efetiva como “mandar prender”.

Em falas raivosas recentes, Lula, por exemplo, deixou a impressão que, se pudessem, realmente gostariam de mandar quem diz o que eles não gostam de ouvir, para a cadeia.

Lula já falou em discurso proferido em Santa Catarina, na campanha eleitoral de 2010, até em “exterminar” um partido cujo pecado era o de cumprir seu papel e fazer-lhe oposição. 

  

No caso do atual comercial, é muita cara de pau passar ao largo do fato  que as principais “pessoas importantes” que estão ou forma para a cadeia foram grandes líderes do PT, como José Genuíno, José Dirceu, Delúbio Soares, João Paulo Cunha, etc. Sem falar nos que já estão e muitos outros que muito em breve irão também, no rastro do Petrolão e da Operação Lava Jato. 

É revoltante que no mundo civilizado um comercial mentiroso como esse seja levado ao ar, com toda a falsidade que contém, e não produza o efeito contrário daquele desejado por quem o colocou no ar. 

Coisas de nosso Brasil. 

Até quando?  

 

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O imortal Juca Chaves e o adeus Dilma do dia 12/04 – Assista!

10 de abril de 2015

Lava Jato prende ex-deputado André Vargas e investiga “malfeitos” na Caixa Federal e Ministério da Saúde

10 de abril de 2015

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“Segundo despacho do juiz Sergio Moro, há suspeita de que a agência de publicidade a Borghi/Lowe tenha pago propina aos irmãos Vargas para obter vantagens em contratos da Caixa Econômica Federal e outros órgãos públicos. Os repasses teriam sido feitos a duas empresas controladas pelos Vargas, a LSI e a Limiar.”

“Moro também afirma haver “razoável prova de que André Vargas realizou diversas e intensas intervenções junto ao Ministério da Saúde para a aprovação da parceria” entre a pasta e o laboratório Labogen.”

Da Folha SP: A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (10) os ex-deputados federais André Vargas (ex-PT-PR e hoje sem partido), Luiz Argôlo (ex-PP e hoje Solidariedade-BA) e Pedro Corrêa (PP-PE) e mais quatro pessoas ligadas aos políticos.

As prisões fazem parte da 11ª fase da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras e que, a partir de agora, também apura crimes na Caixa Econômica Federal e no Ministério da Saúde.

Os outros detidos são Leon Vargas, irmão de André Vargas, Elia Santos da Hora, secretária de Argôlo, Ivan Torres, apontado como laranja de Corrêa, e Ricardo Hofmann, vice-presidente e diretor-geral da agência de publicidade Borghi/Lowe em Brasília.

Intitulada “A Origem”, essa nova tem como foco crimes relacionados a três grupos de ex-agentes políticos após o envio de inquéritos que estavam no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo os investigadores, o título é uma referência às investigações iniciais do caso, realizadas no Paraná, que levaram aos nome de Vargas e Argôlo após interceptações telefônicas em aparelhos do doleiro Alberto Youssef. Também indica uma resposta aos recursos dos advogados dos suspeitos, que sustentam que as apurações deveriam ter andamento no Rio, onde fica a sede da Petrobras.

Além dos sete mandados de prisão, a PF cumpre 9 de condução coercitiva e 16 de busca e apreensão. A ação ocorre no Distrito Federal e em seis Estados (São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e no Ceará). Um imóvel de alto padrão em Londrina (PR) foi sequestrado.

Na Bahia, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: na casa Luis Argôlo, de sua assessora e no escritório político do ex-deputado.

CAIXA ECONÔMICA

Segundo despacho do juiz Sergio Moro, há suspeita de que a agência de publicidade a Borghi/Lowe tenha pago propina aos irmãos Vargas para obter vantagens em contratos da Caixa Econômica Federal e outros órgãos públicos. Os repasses teriam sido feitos a duas empresas controladas pelos Vargas, a LSI e a Limiar.

“Os fatos caracterizam, em princípio, crimes de corrupção, com comissões devidas à Borghi/Lowe, agência de publicidade contratada por entidades públicas, sendo direcionadas como propinas e sem causa lícita a André Vargas e aos irmãos deste por intermédio do estratagema fraudulento”, diz o despacho.

O magistrado também apontou que há a suspeita de que outra empresa, a IT7 –que também mantém contratos com a Caixa e outros órgãos públicos–, fez repasses de mais de R$ 2 milhões aos irmãos Vargas, e que este valor teve origem ilícita.

Moro apontou que a IT7 “mantém contratos com diversas entidades públicas, como a Caixa Econômica Federal, o Serviço Federal de Processamento de dados, Celepar, CCEE, entre outras. Somente no ano de 2013, por exemplo, a IT7 recebeu, da Caixa Econômica Federal, cerca de R$ 50 milhões”.

De acordo com o despacho, “embora seja necessário aprofundar as investigações quanto ao tópico, há prova, em cognição sumária, de que Alberto Youssef providenciou, em dezembro de 2013, o repasse de R$ 2.399.511,60 em espécie a André Vargas, numerário este proveniente de empresa que mantém vários contratos com entidades públicas, o que foi feito mediante emissão de notas fiscais fraudulentas por serviços que não foram prestados. Em tese, os fatos configuram crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro”.

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Moro também afirma haver “razoável prova de que André Vargas realizou diversas e intensas intervenções junto ao Ministério da Saúde para a aprovação da parceria” entre a pasta e o laboratório Labogen.

O denunciado na Lava Jato Leonardo Meirelles e o doleiro Alberto Youssef tiveram uma sociedade no laboratório, que chegou a fazer uma parceria com o Ministério da Saúde para produzir o princípio ativo de um remédio que o país importa.

A parceria foi rompida pelo ministério no ano passado após a Operação Lava Jato ter revelado que Vargas havia intermediado encontros para a Labogen conseguir o negócio com o governo. Uma das suspeitas é que a Labogen tivesse o papel de pagar propina para obter o negócio com a Saúde.

O laboratório foi apanhado na Operação Lava Jato porque foi usada pelo doleiro para fazer remessas ilegais de US$ 37 milhões (R$ 85 milhões) simulando importações, de acordo com laudos da polícia.

CASSADO

André Vargas foi o primeiro parlamentar sob suspeita de participação de fraude na estatal a ser cassado pela Câmara, em dezembro. O Conselho de Ética considerou que o ex-petista quebrou o decoro parlamentar por sua ligação com o delator do esquema Alberto Youssef, preso em Curitiba, por intermediar, no Ministério da Saúde, negócios do doleiro.

O ex-deputado Luiz Argôlo é investigado sob a acusação de ter atuado com o grupo. Ele sempre negou ter contato com o “pessoal da Labogen” e disse que nunca “abriu portas” para a equipe do laboratório no Ministério da Saúde.

Corrêa, condenado no mensalão, é apontado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa por ter recebido R$ 5,3 milhões de uma só vez por meio do esquema de corrupção na estatal. Segundo depoimento de Costa à Lava Jato, houve um “repasse extraordinário” a ele, pois não era comum que um único parlamentar do PP recebesse uma quantia dessa monta do ‘”caixa” de propinas do PP.

Quando o depoimento de Costa veio à tona, o advogado Marcelo Leal de Lima Oliveira, que defendeu o ex-deputado no processo do mensalão, afirmou, que não poderia comentar porque ainda não conversou com Corrêa sobre o caso nem teve acesso à delação, mas que não havia acusações contra seu cliente.

De reportagem da Folha SP

Deputado Onyx Lorenzoni demonstra que Vaccari, tesoureiro do PT, mentiu.

10 de abril de 2015

Aos 5:50 seg o depoente chega a balançar a cabeça concordando com a demonstração da mentira.

O arrogante e todo poderoso tesoureiro do PT é destruído ante a argumentação do deputado Onyx.

Assista:

 

Governista Fernando Collor não quer o DEM unido ao PTB

8 de abril de 2015

Apesar do desejo do presidente José Agripino – secundado por ACM Neto – de afundar de vez com o DEM, o partido recebeu nesta madrugada talvez a segunda maior de suas honrarias.

A primeira honraria e maior galardão foi  quando Lula afirmou, em discurso em Santa Catarina, que queria “EXTIRPAR” o DEM da política brasileira.

A segunda foi nesta madrugada, quando o ex presidente Fernando Collor foi uma das vozes governistas dentro do PTB contra a fusão com o Democratas.

Fernando Collor, o ex presidente fustigado e perseguido pelo PT em episódio que culminou com sua cassação e hoje mais um dos que estão debaixo da saia de Dona Dilma, agarrados nas tetas gordas do governo. Quem diria!

Por favor, Senador José Agripino! Depois deste vexame, faça um favor a democracia e a sua própria biografia: renuncie a presidência do Diretório Nacional do Democratas!

Veja em http://oglobo.globo.com/brasil/ptb-rejeita-fusao-imediata-com-dem-que-havia-aprovado-uniao-15810742

“Numa reunião tensa que terminou entrando a madrugada, 25 integrantes da Executiva nacional do PTB rejeitaram, neste momento, a fusão com o Democratas. Num documento que será divulgado pelo líder da bancada do partido na Câmara, Jovair Arantes (GO) vai comunicar que o partido decidiu consultar melhor as bases até setembro, para dirimir alguns problemas como a situação nacional da nova sigla em relação ao governo e alianças estaduais. 

— Vamos consultar as bases do partido e a questão ficou adiada para setembro. Continuamos no governo — disse o deputado Nélson Marquezelli (PTB-SP).

Segundo os presentes, o senador Fernando Collor (PTB-AL) e outros parlamentares mais governistas reagiram duramente contra a fusão.(…). 

— Olha o vexame! O Democratas se oferece para casar e o noivo diz: não, agora eu não quero!A que ponto chegamos. O PTB teve que dar lição de coerência no Democratas. Eles sempre foram governo e não traíram sua ideologia. Já o nosso partido abalou a confiança que a população nos deu para ser oposição. A nossa Executiva deve estar extremamente constrangida com essa situação, de oferecer o partido a quem não nos quer. Eu já disse que essa fusão começou errada e vai terminar errada —comemorou Caiado.

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Dilma causou prejuízo equivalente a 1.284 Mega-Senas acumuladas

7 de abril de 2015

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Sim, é isso mesmo.

A estimativa do prejuízo mínimo de R$ 44, 8 bilhões consta em relatório da equipe técnica da Petrobras apresentado ao TCU em fevereiro e revelado nesta terça-feira pelo Globo.

É o prejuízo mínimo do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – COMPERJ.

São de inteira responsabilidade de Dilma Rousseff, presidente do Conselho de Administração da Petrobras quando as obras foram iniciadas.

A informação vem do blog de Felipe Moura Brasil:

“O valor equivale a nada menos que 1.284 Mega-Senas acumuladas (várias vezes), como a desta quarta-feira, que pagará R$ 38 milhões.

Para se ter outra ideia do tamanho do absurdo, os R$ 44,8 bilhões de prejuízo equivalem a 73,6% da meta de superávit primário deste ano, de R$ 66,3 bilhões para todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais).

Ou seja: só no Comperj, Dilma causou um rombo equivalente a quase 3/4 do aperto que seu próprio governo agora precisa fazer nas contas públicas.

É dinheiro para danar.

A estimativa do prejuízo mínimo consta em relatório da equipe técnica da Petrobras apresentado ao TCU em fevereiro e revelado nesta terça-feira pelo Globo.

Dois executivos da Toyo Setal admitiram pagamentos de propina nas obras a Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, que confessaram o recebimento.

O PT embolsou 25 milhões de reais em propinas na refinaria, de acordo com a planilha de Barusco. Ou seja: o prêmio da Mega-Sena da semana passada.

Para completar: Pasadena está com diversas unidades de produção paradas, há mais de um mês. É a refinaria onde a Petrobras tomou um prejuízo de 659,4 milhões de DÓLARES (hoje, mais de 2 bilhões de reais), parte dos quais em propinas, como admitiu Paulo Roberto Costa.

O negócio também foi aprovado diretamente por Dilma Rousseff, a mesma que, na segunda-feira, prometeu recuperar a Petrobras.

Chega de promessas. Chega de fazer do Brasil uma loteria nas mãos do PT.

Juntando só o Comperj e Pasadena, sem nem falar nos 100 milhões de reais de propina no Estaleiro Rio Grande, os brasileiros têm mais de 50 bilhões de motivos para sair às ruas no domingo, 12 de abril. É preciso parar esse desgoverno petista.”

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Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff disse a interlocutores, numa conversa reservada no Palácio do Planalto, que o Supremo Tribunal Federal (STF) começará a libertar os executivos encarcerados na Lava-Jato.

3 de abril de 2015

Presidente NÃO PODE dizer isso.

O Poder Executivo NÃO PODE interferir no Poder Judiciário.

O Poder Judíciário NÃO PODE dar esse tipo de informação ao titular do Poder Executivo.

Se a notícia do título deste artigo se confirmar, estaremos diante da confirmação que o Poder Executivo no Brasil detém poderes TOTALITÁRIOS.

Se isso se confirmar é um ESCÂNDALO. É a ditadura legitimada.

Dilma não manda no Judiciário. O Judiciário não pode obedecer Dilma. O Judiciário não tem de dar INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS a Dona Dilma.

Vamos aguardar para ver o que ocorrerá. Mas uma coisa é certa: não foi por acaso que DIAS TOFFOLI foi parar na Turma do STF que julgará o Petrolão. Aí pode estar a confirmação que algo de muito errado está acontecendo nesta terra perto do fim do mundo.

Leia: 

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/operacao-cala-boca/

Operação Cala-Boca

Empreiteiros presos e corruptos ainda não alcançados pela Operação Lava Jato depositam suas últimas esperanças em ação no STF que será julgada nos próximos dias

Em novembro passado, o juiz Sergio Moro determinou a prisão de executivos de oito empreiteiras acusadas de saquear os cofres da Petrobras e, com o dinheiro roubado, pagar propina a políticos alinhados ao governo, sobretudo do PT, PMDB e PP. Se o mensalão resultara na prisão da antiga cúpula petista, o petrolão levava à cadeia, sob a suspeita de corromperem agentes públicos, destacados financiadores de campanhas eleitorais. Batizada de Juízo Final, essa etapa da Operação Lava-Jato era a aposta dos investigadores para chegar ao comando do maior esquema de corrupção do país. Em depoimentos formais, delatores e operadores já haviam dito que os cofres da empresa eram surrupiados como forma de levantar recursos para comprar apoio partidário ao governo. O quebra-cabeça estava quase montado. Faltava, no entanto, que um grande empreiteiro informasse quem ordenara essa transação criminosa. Faltava a identificação do chefe, do cabeça, do responsável pelo desfalque bilionário. Para esclarecer essa dúvida, o Ministério Público começou a negociar acordos de delação premiada com executivos de construtoras. Já o governo colocou ministros em campo a fim de mantê-los em silêncio.

Essa queda de braço se desenrola há quase cinco meses. Investigadores e advogados de defesa compartilham da mesma análise: quanto mais o tempo passa, maior a probabilidade de um empreiteiro de primeira linha contar o que sabe e, portanto, maior a agonia do governo. Mas essa agonia, ao que parece, está perto de acabar.

Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff disse a interlocutores, numa conversa reservada no Palácio do Planalto, que o Supremo Tribunal Federal (STF) começará a libertar os executivos encarcerados na Lava-Jato. Se essa previsão se confirmar, a tendência é que os empresários abandonem as negociações com os procuradores, tornando praticamente nula a possibilidade de colaborarem com as apurações. Dilma fez tal prognóstico ao falar do julgamento que a Segunda Turma do STF fará, nos próximos dias, do pedido de libertação do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC. Amigo do ex-presidente Lula e considerado o chefe do clube que fraudava contratos na Petrobras, Pessoa ameaçou contar às autoridades detalhes do petrolão se não deixasse a carceragem da Polícia Federal.

 

​Conforme VEJA revelou, ele disse a pessoas próximas que pagou despesas pessoais do ex-ministro José Dirceu e deu 30 milhões de reais, em 2014, a candidaturas do PT, incluindo a presidencial de Dilma Rousseff – tudo com dinheiro desviado da Petrobras. Pessoa também garantiu ter na memória detalhes da participação dos ministros Jaques Wagner (Defesa) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social), tesoureiro da campanha de Dilma em 2014, na coleta de dinheiro para candidatos petistas. “O Edinho está preocupadíssimo”, escreveu num bilhete, em tom de ameaça, ainda no início de sua temporada de cárcere. A Segunda Turma do STF é formada por cinco ministros: Teori Zavascki, Celso de Mello, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Apesar de Zavascki ser o relator do caso, as atenções estarão voltadas para Toffoli. E­­x-funcionário da liderança do PT na Câmara, ex-assessor do mensaleiro José Dirceu e advogado-geral da União no governo Lula, Toffoli se mudou da Primeira Turma para a Segunda Turma a fim de completar o quórum do colegiado e afastar o risco de que os julgamentos do petrolão terminem empatados, o que beneficiaria os investigados. O currículo do ministro e seus sucessivos votos pela absolvição no processo do mensalão sugerem um ponto a favor dos investigados. Só sugerem.

A VEJA, ministros do STF afirmaram que Pessoa e os demais executivos presos – como o presidente da OAS, Léo Pinheiro, outro amigo de Lula – devem ser soltos. “Em alguns casos, já reputo exagerado o tempo de prisão, tendo em vista que as investigações estão realizadas”, disse um ministro da corte. Esse foi o mesmo argumento esgrimido por Dilma no Planalto. Advogados de defesa alegam que o juiz Sergio Moro mantém as prisões como forma de obrigar os presos a fechar acordos de delação premiada. Não haveria base jurídica para que eles continuassem na cadeia. O ex-ministro do STF Carlos Velloso discorda dessa avaliação e lembra que decisões monocráticas de integrantes de tribunais superiores têm ratificado a atuação de Moro. “Ele não está cuidando de ladrões de galinha. O que tem feito se compara ao que os juízes fizeram contra a máfia na Itália.”

Apesar de afirmar que a tendência do STF é libertar os executivos, um ministro admite que o caso de Ricardo Pessoa tem um complicador: ele foi preso, entre outras razões, por tentar intimidar a contadora Meire Poza, que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do petrolão. Para a pr­essionarem a não contar o que sabia, representantes de Pessoa insinuaram que poderiam fazer mal à filha dela. Houve uma tentativa clara e cristalina de atrapalhar a investigação, o que afronta regra básica do Código Penal. “Ameaça a testemunhas é, realmente, um problema”, declarou o ministro.

Até agora, as investigações já resultaram na abertura de inquéritos no STF contra cerca de cinquenta políticos e dirigentes partidários. Entre eles, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Homem da confiança de Lula, Vaccari é acusado de receber propina em nome do partido. Na semana passada, Alberto Youssef disse em depoimento que um de seus empregados entregou 400 000 reais, em propina paga pela empresa Toshiba, na sede do PT em São Paulo. O destinatário do dinheiro, afirmou o doleiro, era o tesoureiro. A revelação dos detalhes do esquema de corrupção tem desgastado a imagem de Lula e a de Dilma, que, por enquanto, não estão sob investigação. Uma pesquisa para consumo interno do PT mostrou que a popularidade do ex-presidente também está em queda livre. Numa conversa recente, o chefe petista, preocupado, desabafou: “Não aceito ser chamado de ladrão. Não sei como reagiria se fosse chamado de corrupto na rua ou num restaurante”. Por isso, as atenções dele também estão voltadas para a decisão do Supremo.

Para ler outras reportagens compre a edição desta semana de VEJA 

Ontem, Alberto Yousseff detonou. Lava Jato reúne provas contra João Vaccari Neto.

2 de abril de 2015
O doleiro Alberto Youssef prestou novo depoimento ontem e detonou de vez o tesoureiro petista João Vaccari Neto.
O pavor nas hostes petistas é o pedido de prisão preventiva do tesoureiro. Bastante previsível, de acordo com o exame da documentação apresentada a seguir.
Alberto Youssef fez afirmações novas e inéditas.  Entre estas, disse que as empresas Odebrecht e Braskem depositavam as propinas relativas ao esquema de corrupção da Petrobras no exterior.
Também contou como entregou, a pedido de fornecedoras da estatal, propina em dinheiro no seu escritório, na Zona Sul de São Paulo, e na porta do prédio do Diretório do PT, em São Paulo:

“Eu usei uma das empresas do Waldomiro Oliveira (laranja de Youssef, titular da empresa Rigidez) para fazer uma operação para a Toshiba (…). Foram dois valores de R$ 400 e poucos mil que foram entregues, a mando de Toshiba, ao tesoureiro João Vaccari”.

 

“Reconheço meu erro. Resolvi fazer colaboração espontaneamente e retificar outros depoimentos. Eu era meramente engrenagem desse processo todo, tinha o poder público por trás disso tudo. Estou pagando que que fiz. Já estou preso há mais de um ano e não sei por quanto tempo ainda ficarei preso, mas infelizmente acabei de me envolvendo mais uma vez num escândalo”.

Youssef deu ainda os nomes dos diretores da Odebrecht que autorizavam as operações do doleiro no exterior:

“Era o senhor Márcio Faria, presidente da Odebrecht Óleo e Gás, o Cesar Rocha que era diretor financeiro da holding. Pela Brasken, que é do mesmo grupo, o contato era o Alexandrino”.

Youssef revelou que a primeira parcela da propina foi retirada pela cunhada do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, senhora Marice Correa de Lima, no escritório dele.

O restante foi entregue na porta do prédio do Diretório Nacional do PT, em São Paulo, por Rafael Ângulo Lopez – o mesmo que possibilitou ampla reportagem de Veja, refazendo a rota da propina.

Ângulo entregou o dinheiro na porta do PT a um representante da Toshiba, que repassaria o dinheiro a Vaccari.

O Blog de Fausto Macedo, no Estadão,  apresentou alguns dos documentos relativos às novas revelações de Youssef.
No depoimento de ontem, Youssef explicou como a Rigidez foi usada para esquentar o dinheiro destinado ao tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, a pedido do executivo da Toshiba, José Alberto Piva Campana.
No material, que faz parte do inquérito aberto em janeiro tendo como alvo o negócio da Toshiba, há três notas fiscais emitidas pela Empreiteira Rigidez contra a Toshiba, totalizando R$ 1.494.318,42.
As notas de número 16, 22 e 24 foram emitidas nos dias 9 e 24 de abril e no dia 15 de maio, de 20123. Todas no valor de R$ 498.106,14.
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material sobre Toshiba e Rogidez no relatório da PF
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Cópia de uma das notas fiscais de pagamento da Toshiba para empresa de fachada de Youssef

Há ainda cinco folhas de uma proposta de contrato da Rigidez para a Toshiba com valor final de contrato de R$ 2.088.310.

O material foi encontrado nas buscas que a Polícia Federal fez na Arbor Contábil, empresa da contadora do doleiro, em São Paulo, em abril do ano passado e fazem parte do inquérito aberto para apurar o caso da Toshiba.

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Proposta de contrato entre Toshiba e empresa de laranja de Youssef

No local, foram obtidas ainda cópias de dois e-mails trocados entre outro executivo da Toshiba, Rubens Takimi Nomada, e Waldomiro Oliveira – laranja de Youssef na empresa Empreiteira Rigidez.

No primeiro e-mail o executivo pede proposta de contratação e a minuta do contrato para “prestação de serviços para o projeto Comperj Substações Unitárias”.

No segundo e-mail, o executivo solicita a revisão da proposta e lembra que é preciso reconhecer a firma no contrato.

 

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Email pedindo retificação e reconhecimento da firma no contrato frio.

No depoimento prestado ontem, Youssef detalhou a logística da entrega dos R$ 400 mil na porta do PT, em São Paulo, a pedido de Piva.

“O valor do PT foi negociado com João Vaccari, que na época representava o PT nos recebimentos oriundos dos contratos com a Petrobrás”, explicou.

Segundo Youssef, a contratação da Toshiba para as obras da Casa de Força, do Comperj, entre 2009 e 2010, correu o risco de ser desclassificada.  Foi quando ele, Youssef e o Paulo Roberto Costa foram acionados  para resolver o problema. O contrato era de aproximadamente R$ 130 milhões, que,  com descontos, baixou para R$ 117 milhões.

Foi Piva que pediu para usar uma de suas empresas de fachada – a Rigidez – “para fazer o repasse ao PT e ao PP”.

Na dia da entrega na sede do PT, Youssef afirmou que “Piva informou que almoçaria com João Vaccari e ali aproveitaria para fazer a entrega de parte do restante destinado ao PT”.

Yosseff disse que o executivo da Toshiba dias antes havia ido até seu escritório “mas ficou temeroso de sair com uma quantia alta e marcou uma segunda oportunidade para receber os valores e de imediato já entregar a Vaccari”.

Foi Rafael Ângulo Lopes – o mesmo que possibilitou excelente matéria de Veja desta semana pgs 46 a 49 refazendo a rota da propina – que levou a quantia, segundo afirmou o delator.

Ele diz ter pedido a Ângulo para levar a quantia em um restaurante indicado por Piva, que fica perto da Avenida Paulista e ali lhe entregar uma sacola lacrada com os valores devidos.

No dia 3 de fevereiro, porém, perante a delegada da Polícia Federal Erika Mialik Marena e os procuradores da República Carlos Fernando Santos Lima e Januário Palludo, o doleiro prestou depoimento complementar no âmbito da delação premiada que firmou. Na ocasião, foi indagado a dar mais detalhes sobre “as operações financeiras em que destinou valores para João Vaccari Neto”.

Youssef disse que “posteriormente tomou conhecimento que no meio do caminho Rafael foi orientado a entregar o dinheiro diretamente na sede do PT em São Paulo, tendo entregue os valores na porta da sede do partido para Piva, que lá se encontrava”.

O entregador, Rafael Ângulo Lopez, é uma figura com “memória fotográfica”. Segundo Veja, os procuradores que o interrogaram nas últimas semanas, recolheram “farto material probatório”.

Segundo a ampla reportagem de Veja,  Rafael Ângulo Lopez narrou aos investigadores que, por determinação de Youssef, acompanhou o executivo José Alberto Piva Campana, da Toshiba Infraestrutura, em duas entregas de dinheiro ilegal na sede do PT em São Paulo.

Nas duas ocasiões, o dinheiro, acomodado em malas de viagem, deixou o escritório do doleiro em um Porsche Cayenne blindado.

Ângulo dirigiu o carro até a sede do PT. Parou o veículo na porta e coube ao executivo fazer a entrega. Para conferir credibilidade ao relato, os investigadores imprimiram um mapa do trajeto e Ângulo descreveu cada esquina do percurso, a situação climática no dia das entregas, chegando a reproduzir a conversa travada com o executivo até o destino.

Ângulo também cumpria missões para o clube das empreiteiras e, além da memória fotográfica, mantinha em uma planilha de computador os contatos que fazia em sua rotina de “homem mala”.

Rafael Ângulo Lopez fechou acordo de delação premiada.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/investigadores-da-lava-jato-reconstituem-a-rota-do-money-delivery/

O QUE DIZEM  AS DEFESAS

Como sempre, Vaccari nega tudo. Por meio de seu advogado, o criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, repudia taxativamente as acusações. D’Urso tem reiterado que o tesoureiro só arrecadou quantias declaradas à Justiça eleitoral. O criminalista rechaça o valor dos depoimentos prestados em regime de delação premiada. Segundo D’Urso, os delatores “não dizem a verdade”.

Em nota, afirmou que “nega veementemente que tenha recebido qualquer quantia em dinheiro por parte do senhor Alberto Youssef ou de seus representantes”:

“em fevereiro, Youssef afirmou que uma suposta entrega do dinheiro teria sido feita em um restaurante em São Paulo. No depoimento de hoje, se contradiz e afirma que foi na frente da sede do PT. Youssef também afirma que um funcionário dele teria entregue o dinheiro a um representante da empresa Toshiba, e não diretamente a Vaccari ou a outro representante do PT. A Toshiba nega veementemente que algum dos seus funcionários tenha repassado recursos para representantes do PT”.

“A afirmação de Youssef causa ainda mais estranheza porque sua contadora, Meire Bonfim Poza, declarou à CPI Mista da Petrobras, no último dia 8 de outubro, que não conhece e que nunca fez transações financeiras com Vaccari Neto. Essa Secretaria de Finanças reitera que todas as doações que o Partido dos Trabalhadores recebe são feitas na forma da lei e declaradas à Justiça”.
As empreiteiras, da mesma forma, negam tudo também.“A Odebrecht e seus integrantes negam as alegações caluniosas feitas por doleiro réu confesso em investigação em curso na Justiça Federal do Estado do Paraná. A Odebrecht nega a existência de qualquer irregularidade nos contratos firmados com a Petrobras, todos conquistados de acordo com a lei de licitações públicas.”

“A Andrade Gutierrez nega que tenha mantido qualquer tipo de contato com o Sr. Alberto Youssef. Vale ressaltar, inclusive, que, em depoimentos anteriores, o Sr. Alberto Youssef já havia deixado claro que não tratava de qualquer assunto com a Andrade Gutierrez e seus executivos. A Andrade Gutierrez reitera, como tem feito desde o início da Operação Lava Jato, que não tem ou teve qualquer envolvimento com os fatos relacionados com as investigações em curso. “

Acesse aqui a portaria do inqúerito da Toshiba.

A bomba que o PT não quer que estoure

1 de abril de 2015

 

Tudo o que você verá no vídeo, é INCONSTITUCIONAL 

ARTIGO 49 da CF: … ” É de competência EXCLUSIVA do Congresso Nacional: “ – EXCLUSIVA – atenção: –  ÍTEM 1 – “resolver definitivamente sobre TRATADOS, ACORDOS, ou ATOS INTERNACIONAIS que acarretem ENCARGOS ou COMPROMISSOS GRAVOSOS ao Patrimônio Nacional … (…)”

Dá impeachment.

Governo articula para livrar-se da oposição

1 de abril de 2015

Governo articula-se para

“Em meio a maior tempestade de todos os tempos, o governo federal não se limita apenas a atrapalhar a investigação da Operação Lava Jato pressionando possíveis delatores, como Ricardo Pessoa ou Renato Duque a manterem o bico fechado.

Tática importante é enfraquecer a oposição.

Uma das medidas mais vergonhosas está em pleno andamento. Trata-se de calar o DEM, partido que tem tido algumas das mais fortes vozes contra o descalabro que tomou conta do Brasil.

A medida em andamento é uma pretensa fusão entre o Democratas e o PTB, partido da Base Aliada do governo.

A infeliz ideia segue sob medida a promessa feita por Lula, ainda na campanha de 2010, que afirmou em discurso em Santa Catarina, que iria “extirpar o DEM da política brasileira”.

Desde então, as mais vergonhosas iniciativas para chegar a tal intenção tem sido vistas.

Começou com o patrocínio com benesses governamentais ao ex prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para que  criasse um novo partido, no caso, o  PSD, para atrair egressos do DEM.

E a tática continua até hoje, agora com a pretendida e absurda fusão PTB – DEM.

Quem resumiu muito bem a questão foi a jornalista Joice Hasselmann, de Veja, indagando:

“Que vantagem leva um partido de oposição ao se juntar com essa gente que faz o jogo sujo do PT?

 

Que vantagem leva o senhor senador José Agripino para articular tal fusão? Sim, porque ao partido que o senhor preside, não há vantagem nenhuma.  Os decentes dentro do DEM também não levam vantagem. A oposição menos ainda.

 

E o país, que precisa de uma oposição forte, em meio a este lamaçal de corrupção, só perde.”

Pois é isso mesmo. Numa atitude inexplicável, o presidente do Democratas, senador José Agripino, quer forçar o DEM a aderir a um dos partidos Base Aliada.

Pelo sim, pelo não, enviei a toda a bancada federal do Democratas um pedido para que contenham esta catástrofe.

Por que você não faz o mesmo? Os endereços eletrônicos estão na internet,páginas do Senado e da Câmara Federal.

Ainda dá tempo para evitar esse absurdo.”

 Artigo publicado no Correio de Cachoeirinha desta quarta-feira, 01.04.2014

http://www.eniomeneghetti.com

Compartilhem esta  publicação, enviem emails aos deputados e senadores do DEMOCRATAS,pedindo que rejeitem esse disparate que enfraquecerá ainda mais a oposição brasileira em um momento crucial da vida dos brasileiros.

DEPUTADOS FEDERAIS PELO DEM:
ALBERTO FRAGA
Partido/UF: DEM/DF – Gabinete: 511 – Anexo: IV – Fone: 3215-5511 – Fax: 3215-2511
dep.albertofraga@camara.leg.br

ALEXANDRE LEITE
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 841 – Anexo: IV – Fone: 3215-5841 – Fax: 3215-2841
dep.alexandreleite@camara.leg.br

CARLOS MELLES
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 243 – Anexo: IV – Fone: 3215-5243 – Fax: 3215-2243
dep.carlosmelles@camara.leg.br

CLAUDIO CAJADO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 630 – Anexo: IV – Fone: 3215-5630 – Fax: 3215-2630
dep.claudiocajado@camara.leg.br

EFRAIM FILHO
Partido/UF: DEM/PB – Gabinete: 744 – Anexo: IV – Fone: 3215-5744 – Fax: 3215-2744
dep.efraimfilho@camara.leg.br

ELI CORREA FILHO
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 850 – Anexo: IV – Fone: 3215-5850 – Fax: 3215-2850
dep.elicorreafilho@camara.leg.br

ELMAR NASCIMENTO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 935 – Anexo: IV – Fone: 3215-5935 – Fax: 3215-2935
dep.elmarnascimento@camara.leg.br

FELIPE MAIA
Partido/UF: DEM/RN – Gabinete: 528 – Anexo: IV – Fone: 3215-5528 – Fax: 3215-2528
dep.felipemaia@camara.leg.br

HÉLIO LEITE
Partido/UF: DEM/PA – Gabinete: 403 – Anexo: IV – Fone: 3215-5403 – Fax: 3215-2403
dep.helioleite@camara.leg.br

JORGE TADEU MUDALEN
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 538 – Anexo: IV – Fone: 3215-5538 – Fax: 3215-2538
dep.jorgetadeumudalen@camara.leg.br

JOSÉ CARLOS ALELUIA
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 854 – Anexo: IV – Fone: 3215-5854 – Fax: 3215-2854
dep.josecarlosaleluia@camara.leg.br

MANDETTA
Partido/UF: DEM/MS – Gabinete: 577 – Anexo: III – Fone: 3215-5577 – Fax: 3215-2577
dep.mandetta@camara.leg.br

MARCELO AGUIAR
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 367 – Anexo: III – Fone: 3215-5367 – Fax: 3215-2367
dep.marceloaguiar@camara.leg.br

MENDONÇA FILHO
Partido/UF: DEM/PE – Gabinete: 314 – Anexo: IV – Fone: 3215-5314 – Fax: 3215-2314
dep.mendoncafilho@camara.leg.br

MISAEL VARELLA
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 721 – Anexo: IV – Fone: 3215-5721 – Fax: 3215-2721
dep.misaelvarella@camara.leg.br

MORONI TORGAN
Partido/UF: DEM/CE – Gabinete: 445 – Anexo: IV – Fone: 3215-5445 – Fax: 3215-2445
dep.moronitorgan@camara.leg.br

ONYX LORENZONI
Partido/UF: DEM/RS – Gabinete: 828 – Anexo: IV – Fone: 3215-5828 – Fax: 3215-2828
dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br

OSMAR BERTOLDI
Partido/UF: DEM/PR – Gabinete: 265 – Anexo: III – Fone: 3215-5265 – Fax: 3215-2265
dep.osmarbertoldi@camara.leg.br

PAUDERNEY AVELINO
Partido/UF: DEM/AM – Gabinete: 610 – Anexo: IV – Fone: 3215-5610 – Fax: 3215-2610
dep.pauderneyavelino@camara.leg.br

PAULO AZI
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 635 – Anexo: IV – Fone: 3215-5635 – Fax: 3215-2635
dep.pauloazi@camara.leg.br

PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDE
Partido/UF: DEM/TO – Gabinete: 432 – Anexo: IV – Fone: 3215-5432 – Fax: 3215-2432
dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br

RODRIGO MAIA
Partido/UF: DEM/RJ – Gabinete: 308 – Anexo: IV – Fone: 3215-5308 – Fax: 3215-2308
dep.rodrigomaia@camara.leg.br

SENADORES PELO DEM:

Davi Alcolumbre AP 2015-2023 (61) 3303-6717, 6720 e 6722 (61) 3303-6723

José Agripino RN 2011-2019 (61) 3303-2361 a 2366 (61) 3303-1816/1641

Ronaldo Caiado GO 2015-2023 (61) 3303-6439 e 6440 (61) 3303-6445

Wilder Morais GO 2011-2019 (61)3303 2092 a (61)3303 2099 (61) 3303 2964

Senadora Maria do Carmo Alves
2015-2023 (61) 3303-1306/4055 (61) 3303-2878

 joseagripino

Senador José Agripino, presidente da sigla, articulador da infeliz idéia.