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“UM PARTIDO PARA TEMPOS DE GUERRA”

22 de abril de 2015

Um partido para tempos de guerra

Quem acha que estamos longe de um processo de  “venezualização”, não pode deixar de conhecer o documento intitulado  “Caderno de Teses para o Quinto Congresso Nacional do PT”.

O Congresso está marcado para 11 a 13 de junho, em Salvador.

 

A primeira “tese” da publicação dá o tom:  Um Partido para Tempos de Guerra e vai ao ponto: “O Partido que temos não está à altura dos tempos em que vivemos. Das direções até as bases, é preciso realizar transformações profundas. Precisamos de um partido para tempos de guerra”.

Alguns dos objetivos: “Ocupar as ruas, construir uma Frente Democrática e Popular, mudar a estratégia do Partido e a linha do governo. O PT está diante da maior crise de sua história. Ou mudamos a política do Partido e a política do governo Dilma  ou corremos o risco de sofrer uma derrota profunda, que afetará não apenas o PT, mas o conjunto da esquerda política e social, brasileira e latinoamericana”.

O documento propõe a constituição de  “uma frente popular em defesa da democracia e das reformas “ cujo programa deve conter “a revogação das medidas de ajuste recessivo; O combate à corrupção” (?); a reforma tributária com destaque para o imposto sobre grandes fortunas; a defesa da Petrobrás (?) .

 

 Seguem nos devaneios: “A Frente Democrática e Popular é essencial para derrotar o golpismo e libertar o governo da chantagem peemedebista.”.

Vão além: “Se queremos melhorar a vida do povo, se queremos ampliar a democracia, se queremos afirmar a soberania nacional, se queremos integrar a América Latina, (…) é preciso realizar reformas estruturais no Brasil, que permitam à classe trabalhadora controlar as principais alavancas da economia e da política nacional. Para isto, precisamos (…) dividir e neutralizar a burguesia, isolando e derrotando o grande capital transnacional financeiro”.

“A oposição de direita controla parte importante do Judiciário, (?) do Parlamento e do Executivo, em seus diferentes níveis. Agora está trabalhando intensamente para também controlar as ruas, utilizando para isto sua militância mais conservadora, convocada pelos meios de comunicação, mobilizada com recursos empresariais e orientada pelas técnicas golpistas das chamadas “revoluções coloridas”. Caso a direita ganhe a batalha de ocupação das ruas, não haverá espaço nem tempo para uma contraofensiva por parte da esquerda”.

“É possível derrotar momentaneamente a direita, até mesmo sem a ajuda do governo. Mas é impossível impor uma derrota estratégica à direita, se a ação do governo dividir a esquerda e alimentar a direita. Por isto, o 5º Congresso do PT deve dizer ao governo: que os ricos paguem a conta do ajuste, que as forças democrático-populares ocupem o lugar que lhes cabe no ministério, que a presidenta assuma protagonismo na luta contra a direita, contra o “PIG” e contra a especulação financeira”.

“A mobilização da direita visa criminalizar não só o PT e o conjunto dos partidos de esquerda, mas também a classe trabalhadora nas suas mais diversas expressões, organizações e movimentos: os sem-terras, os sem-tetos, os sindicatos combativos, os grupos e entidades populares etc. Não pode ser outra a leitura do ódio presente nos atos do dia 15 de março”.

 

(…) “ o PT defende tolerância zero com a facção golpista da direita”.

 

 

“Faz-se necessário implementar uma política de comunicação do campo democrático e popular, iniciando pela construção de uma agência de notícias, articulada a mídias digitais, que sirva de retaguarda e de instrumento(…) articulada à produção de um jornal diário de massas, (…)  orientada por valores democrático-populares e socialistas, combatendo a crescente ofensiva conservadora (…)”.

 

” (…)  Que recoloque o socialismo como objetivo estratégico. Que constate que o grande capital é nosso inimigo estratégico. Que não acredite nos partidos de centro-direita como aliados. Que seja baseada na articulação entre luta social, luta institucional, luta cultural e organização partidária. (…)”.

 

“Convencer a nós mesmos, ao PT, de que precisamos sair da situação atual, em que buscamos melhorar as condições de vida do povo nos marcos do capitalismo, para uma nova situação, em que melhoraremos as condições de vida do povo através de reformas estruturais democrático-populares e de medidas de tipo socialista. Só retomaremos a condição de partido hegemônico no governo, se nos dispusermos a conquistar/construir as condições para sermos partido hegemônico no poder de Estado”.

Enfim, quem quiser ler as 165 páginas de ameaças, pode acessá-las no endereço eletrônico http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/04/TESES5CONGRESSOPTFINAL.pdf

CADERNO TESES PT

Não é uma leitura agradável, mas é essencial conhecer a íntegra do absurdo.

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“O Brasil precisa de um partido de centro-direita” – Em entrevista ao site de VEJA, gaúcho Onyx Lorenzoni defende o fortalecimento do DEM e ataca negociações para fusão com o PTB. Sobre a presidente, é claro: ‘No momento em que a Elba aparecer, o impeachment vem’

18 de abril de 2015

Entrevista de Onyx lorenzoni ao site de VEJA – Por: Gabriel Castro, de Brasília18/04/2015

onyx veja

Deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS): voz pela reafirmação do partido(Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)

Ao lado do senador Ronaldo Caiado, o deputado federal Onyx Lorenzoni é a principal voz do DEM contra os planos de fusão do partido com o PTB. O parlamentar gaúcho, que está no quarto mandato na Câmara, defende que a sigla adote bandeiras mais claras de centro-direita e discuta uma fusão com partidos menores para criar um grande partido oposicionista depois das eleições de 2016. Já a união com o PTB é inadmissível, diz ele, por causa das divergências ideológicase políticas. Em entrevista ao site de VEJA, o deputado critica a direção do partido por seu pragmatismo “às raias do absurdo” e afirma que os políticos brasileiros ainda estão com a cabeça no século passado.

Por que, na visão do senhor, a fusão do DEM com o PTB é inaceitável? Primeiro porque o trabalhismo tem um conteúdo doutrinário completamente diferente quer da inspiração inicial do PFL, que era um membro da Internacional Liberal, quer do DEM, que é filiado à Internacional da Democracia de Centro. Nossos similares são o PP espanhol, a CDU alemã e o Partido Conservador britânico. Os partidos trabalhistas do mundo todo estão ligados à Internacional Socialista, porque de uma certa forma o trabalhismo é uma variante do socialismo. A gente não pode misturar coisas tão diversas. A própria bancada do PTB fez um documento dizendo que não quer tratar de fusão agora. Desde que o PT chegou ao poder, o DEM tomou a decisão de ir para a oposição, ao contrário do PTB. Não tem como fazer algo que não é racional, não se sustenta no argumento político dos conteúdos programáticos e doutrinários e ainda passaria à sociedade a mensagem de que o DEM traiu seus eleitores. As pessoas que estão liderando esse movimento estão num pragmatismo político-eleitoral que só se cria no Brasil. Talvez a sociedade brasileira de dez ou vinte anos atrás pudesse aceitar com mais naturalidade essa mistura de – como se diz na minha terra – cavalo com cobra d’água, que é PTB e DEM. Mas hoje em dia, com a sociedade nas ruas desde 2013 exigindo outro tipo de participação política, as pessoas não têm como aceitar. Com o advento das redes sociais, os eleitores são muito mais informados e críticos. Eles querem que você seja coerente, seja leal e que traia o compromisso que assumiu. O cidadão da era digital aceita a representação desde que ela seja coerente, leal a ele e desde que o representante dê razões para que o cidadão se sinta verdadeiramente representado. O que falta hoje no processo político brasileiro é clareza.

O senhor acha que os dirigentes levam isso em consideração? Lamentavelmente, digo que há um pragmatismo às raias do absurdo. E isso é o ontem da política. O Gaspar Silveira Martins, que foi um líder importante no Rio Grande do Sul, cunhou uma frase muito famosa no meu Estado: ideias não são metais que se fundem. Hoje, pelos movimentos populares, talvez seja o melhor momento nos doze anos do DEM, que passou por tantas coisas complicadas. Nós nos desfizemos da capa de fisiológicos, aprendemos a fazer oposição, nos transformamos na oposição mais dura ao petismo, iniciamos a derrota mais dura que Lula sofreu em seus oito anos, que foi o fim da CPMF. Depois enfrentamos aquela maluquice que o Gilberto Kassab fez com a gente em conluio com o Palácio do Planalto e quase nos destruiu no pós-2010. Perdemos dezessete deputados federais. Sobrevivemos a tudo isso e agora era o momento de sermos reconhecidos pela população que se mobilizou. O PSDB é visto por eles como uma oposição ma non troppo, nem tão vigorosa. E toda essa massa de eleitores olha para a gente com imenso respeito e carinho e quer se identificar com a gente. Então, no momento em que nós temos que realçar as nossas características, vamos jogar na lata do lixo toda a credibilidade conquistada a duras penas nesses doze anos para fazer uma incorporação ao PTB que ninguém vai entender? Como a sociedade vai entender uma coisa essa? Nós vamos dar razão para o Lula? E isso vai ser feito pela mão dos nossos principais dirigentes?. É um momento muito doloroso para a gente. Isso causa uma indignação que o senador Ronaldo Caiado, eu e muitos líderes estamos expondo ao abrir esse debate público. Vamos continuar tentando demover o presidente do partido e o prefeito de Salvador de conduzir o partido à destruição.

A ideia da fusão partiu do prefeito ACM Neto? Essa construção passa fundamentalmente pelo comando do ACM Neto e pelo presidente José Agripino, que por alguma razão se convenceu de que esse era um bom caminho. É um pragmatismo que me entristece. Isso passa também pelo ex-prefeito César Maia, porque a origem dele foi o PTB. Mas há uma desconexão muito forte do momento político que nós vivemos no Brasil. Temos a honra de ter mais de 1 milhão de filiados, que o partido herdou do trabalho bonito que o PFL fez. Hoje muita gente fala em democracia, bate no peito mas a democracia deve muito aos líderes que fizeram o PFL. A Frente Liberal foi a travessia segura para sair daquele período de trevas. Se dependesse do PT não haveria nada disso. A presidente Dilma não lutou para fazer uma democracia, ela lutou para ter um regime comunista. É diferente. As pessoas têm um problema conveniente de memória conveniente. Mas eu mantenho minha posição. O petismo para mim é uma doença que fez muito mal ao Brasil e o Brasil precisa ser curado dessa doença para não ser destruído.

Os casos de corrupção do DEM não ajudaram a desgastar a imagem do partido? Não. Vou dizer com toda a franqueza e sinceridade: eu participei dos episódios de expurgo do Arruda (José Roberto, ex-governador do DF) e do Demóstenes (Torres, ex-senador, cassado após a descoberta de seus laços com o contraventor Carlinhos Cachoeira). Diante da sociedade o DEM é o único partido brasileiro que não transigiu com seus corruptos. Ninguém pode impedir que um filho se drogue, que um irmão seja corrupto. O importante é como uma família, uma igreja, um clube ou um partido político lidam com isso. O DEM deu um recado claro: aqui não é lugar de gente assim. Todo mundo protege: “Vamos esperar a investigação, espera lá”. O PT faz festa, faz vaquinha para pagar multa. A gente toma uma decisão. É diferente.

Mas o presidente José Agripino é investigado no STF por corrupção. O presidente está sob observação. Houve um pedido de investigação. E esse episódio tem no mínimo um fato curioso. Há três anos essa denúncia foi feita, a Procuradoria-Geral da República abriu uma investigação e ela foi arquivada por ausência absoluta de qualquer comprovação. A pessoa que denunciou foi num cartório, assinou que nada envolvia o senador. Surpreendentemente, ele, agora envolvido em outras falcatruas, faz uma delação premiada e imputa tudo aquilo que há três anos negou. O senador Agripino, por tudo que a gente conhece é um homem de bem e merece o benefício da dúvida. Nós estamos de acompanhando os desdobramentos atentamente. E achamos que vai acontecer de novo o arquivamento. Mas, evidentemente, se a denúncia for acolhida e for autorizado o processo o senador vai ter de compreender que terá de se afastar da presidência do DEM. Isso é óbvio.

O senhor tem um plano para salvar o partido? Não é plano de salvação. Nós vamos votar uma reforma política teoricamente segundo o planejamento até o final desse semestre. Eu fiz essa proposta na Executiva: que o partido arquivasse qualquer coisa de fusão agora, nós reabríssemos esse debate com o horizonte mais aberto em novembro de 2016, depois da eleição municipal. Aí nós vamos conhecer qual vai ser a nova estruturação dos municípios brasileiros. E então fará sentido tentar, pelo menos no nosso campo político, a organização de um partido de centro-direita com bandeiras claras. Nem nós temos essas bandeiras claras hoje. Alguns de nós temos, mas a instituição do partido não tem e precisa ter.

No plano do senhor, isso passaria por fusões com partidos menores. O DEM teria de ser o núcleo desse novo partido? O DEM seria o eixo doutrinário e programático, justamente por estar na Internacional da Democracia de Centro, para trazer para o Brasil todo esse acúmulo de ideias que deram tão certo na Espanha, na Alemanha e na Inglaterra. A política é um pêndulo, vai para o lado esquerdo, depois volta para o direito ciclicamente. No Brasil e na América Latina, a política, por uma série de razões, foi para o lado esquerdo da década de 1990 para cá. Mas os resultados são muito ruins.Venezuela, Bolívia, Argentina, Brasil… A eleição do ano passado é o ponto onde a volta começa a acontecer. Não havia nenhum candidato de centro-direita no Brasil, competitivo e com programa claro. Havia candidatos de centro para a esquerda. É por isso que eu digo: o Brasil carece de um partido de centro-direita claro e forte que possa reunir princípios que a centro-direita pratica no mundo todo. Eu acredito que um candidato à Presidência nascido daí seria muito competitivo para um cenário em que o Brasil busca outras respostas que a esquerda nem o centro podem dar.

Mas não parecem existir muitos partidos com um perfil adequado a se fundir com o DEM. Qual seria o critério? Teria de haver um fato comum: todos serem partidos de oposição ou que queiram migrar para a oposição. Na minha opinião haveria muitas migrações para o novo partido, mesmo de gente que correria o risco de perder o mandato. Falta ao Brasil reequilibrar as forças políticas. Por exemplo: o governo da presidente Dilma coloca o Joaquim Levy para tocar a economia e qual é a receita do Levy?É transferir é a mais simplista possível. Transfere para o cidadão pagar a conta. Está bem, cara pálida, mas um governo que se dá ao luxo de gastar quase 400 bilhões de reais por ano para manter sua máquina não vai dar sua cota de sacrifício? Por que o cidadão que já está sugado ao extremo tem de contribuir com esses 70 bilhões de reais para o ajuste fiscal?. Por que não cortar um quarto da estrutura que hoje serve a administração federal? Aí já se juntam mais de 70 bilhões de reais.

Não faltam ao DEM algumas bandeiras mais claras no campo dos valores? Um partido político tem de ter bandeiras claras. Eu luto internamente há no mínimo dez anos para que nós tenhamos outras bandeiras que não apenas a redução dos impostos. Acho que tem de haver outras. Por exemplo: a priorização da educação infantil e o direito à legítima defesa. O partido nunca teve coragem de apoiar isso, enquanto a sociedade brasileira acredita nesse direito. Na época do referendo, o PSDB ficou no muro. O DEM poderia ter a coragem que meia-dúzia de nós tivemos: defender a manutenção do direito. Fomos consagrados com uma vitória de 64% nas urnas. Também posso citar a independência do Banco Central, que é um valor importante. E a mudança no pacto federativo. Defendo a década federativa, que é a tese de em dez anos transferir 5% da receita da União para os municípios brasileiros. Isso muda o país.

Mas não dá voto. Como não dá voto? Se você dialogar com a sociedade, fizer fóruns, se levar isso para os vereadores e prefeitos, tem um exército a seu favor. Mas precisa assumir isso publicamente e ser competente na comunicação. As bandeiras estão aí. Acontece que, por conta do oportunismo ou do pragmatismo político, os partidos no Brasil nunca se identificaram com isso. Talvez por temer a população.

Há duas causas que têm um apoio massivo do eleitorado e que se encaixariam ideologicamente no perfil do DEM: a oposição à descriminalização do aborto e a redução da maioridade penal. Por que o partido não abraça essas bandeiras, já que teria pouco a perder e um grande ganho potencial? Eu não tenho dúvida de que, no atual cenário político-partidário brasileiro, as cúpulas partidárias têm receios de comprometimento. Têm medo. O que impera não é a sintonia com a doutrina, é o resultado eleitoral imediato. E não se aposta num processo de transformação do país, aposta na sobrevivência do próprio grupo. Quando a gente defende que o DEM precisa ter um caminho desse, estamos falando de outro Brasil. É o país que está emergindo dos 100% de escolaridade e do uso da tecnologia. Na próxima década, a mudança de perfil do eleitorado brasileiro vai ser radical. Lamentavelmente os líderes do meu partido não estão enxergando . Eles estão no século 21 imaginando que vão crescer politicamente com o mesmo conceito do século XX. Essa coisa da matemática partidário-eleitoral. Isso não é o futuro. Isso é o passado. Um grande problema é que o Congresso brasileiro ainda funciona com essa cabeça do século passado, e por consequência do comandos partidários que acham que todo se resolve em cima da mesa. Inclusive o DEM e o PTB, sem dúvida nenhuma.

A oposição está pronta para não cometer o erro que a maior parte dos senhores admite ter cometido na época do mensalão ao não levar adiante um processo de impeachment? Se nós conseguirmos a conexão política que mobilize as ruas, o grupo político do qual eu faço parte não temerá o que não devia ter temido em 2005. O impeachment de um presidente é uma previsão constitucional para momentos como os que nos estamos vivendo. O governo da presidente Dilma acabou sem começar, e ela não dispõe mais nem de confiança nem de credibilidade. Hoje quem está mandando no Brasil não é nem o PT nem a Dilma, é a trinca peemedebista: Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha. E seguramente eles não simbolizam o futuro do Brasil. Eles simbolizam o ontem do Brasil, que não interessa a ninguém. Juridicamente já existem os elementos. Não tem é o fato político que desencadeie uma mobilização popular capaz de dar respaldo ao julgamento político da Câmara e do Senado.

Mas isso não é agir como no mensalão e esperar para ir a reboque da população? Não é esperar. Lá em 2005 nós tínhamos elementos. O que não tivemos foi uma unidade na oposição. Agora não vamos titubear. Em 2015, se surgir, nós vamos pedir o impeachment. A conexão da Dilma, objetivamente, com o episódio do petrolão e que pode desembocar na eleição dela. Porque a CGU escondeu da população as informações que recebeu da SBM antes das eleições?

O que já existe juridicamente para o impeachment, na visão do senhor? Pasadena. Eu acho que na compra de Pasadena a Dilma é absolutamente responsável por ação ou omissão. Ela se enquadra perfeitamente no crime de responsabilidade. Não só eu. O próprio Ives Gandra Martins e o professor de direito constitucional da USP Modesto Carvalhosa concordam com isso. O episódio de Pasadena tem todos os argumentos jurídicos. O problema é que nós não temos conexão política. Falta a Elba. Se acharmos a Elba, não tenho medo de impeachment.

Ou seja: é preciso comprovar que a presidente obteve uma vantagem do esquema? É isso. Que ela sabia, a dúvida é zero. Nós precisamos achar o fato que prova isso. Não sei na campanha eleitoral, pode ser a qualquer momento. No momento em que a Elba aparecer, o impeachment vem. E seria muito bom para o Brasil.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/o-brasil-precisa-de-um-partido-de-centro-direita

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Adeus, amarelões! CPI do BNDES à vista! CPI BNDES pronta.

16 de abril de 2015

Depois da amarelada no Senado, a CPI do BNDES vai sair pela Câmara.

PPS, PSDB, DEM e PSB protocolaram o pedido na tarde desta quinta-feira após a coleta de 199 assinaturas, 28 a mais que o mínimo necessário de 171. Dos três primeiros partidos, todos os deputados assinaram. E não há mais como amarelar.

CPI-BNDES-pronta

Luciano Coutinho, o presidente do banco de fomento, foi avisado em primeira mão, quando estava depondo na CPI da Petrobras.

Objetivo da oposição: investigar irregularidades em empréstimos concedidos pelo BNDES, ocorridas entre 2003 e 2015, durante os governos petistas de Lula e Dilma Rousseff.

Os deputados citam os seguintes empréstimos:

1) A Cuba e Angola
Apenas em 2012, esses países receberam US$ 875 milhões do BNDES. Os empréstimos violam o princípio da publicidade e dificultam a ação de órgãos de controle.

2) Às empresas investigadas na Operação Lava Jato
Esses empréstimos somam R$ 2,4 bilhões.

3) Às empresas de Eike Batista e do setor de frigoríficos
Esses empréstimos foram “realizados com critérios questionáveis do ponto de vista do interesse público”, segundo os deputados. “As dificuldades financeiras enfrentadas por estas empresas e o questionável retorno do investimento traz a necessidade de se investigar tais casos.”

O problema é o excesso de CPIs
O número suficiente de assinaturas não significa que a comissão será instalada de imediato. Somente cinco CPIs podem funcionar simultaneamente na Câmara. Hoje, há quatro:

– Petrobras
– Violência contra Jovens Negros e Pobres
– Sistema Carcerário Brasileiro
– Máfia das Órteses e Próteses no Brasil.

Outras seis CPIs estão na fila, justamente para atrapalhar a instalação da que mais importa.

Cabe a oposição pressionar Eduardo Cunha, que foi afagado por Dilma Rousseff pela manhã com uma medalha de “Grande-Oficial”.

Se não instalar a do CPI do BNDES, ficará marcado como o “grande-oficial” do PT.

Do blog: Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil

 

PROPAGANDA ENGANOSA

15 de abril de 2015

Propaganda Enganosa

É revoltante assistir pela televisão, desde a terça feira da semana passada, a um comercial absolutamente falso e mentiroso como o que o PT colocou no ar.

O ponto alto da mentira contida na peça publicitária em questão é a frase “colocamos mais gente importante na cadeia por corrupção do que nos outros governos”, que vem acompanhada com imagens de uma cela sendo fechada com cadeado.

O conteúdo é absolutamente enganador.  

Afinal, para início de conversa, a não ser em regimes totalitários, não cabe a governo que se preze “colocar” alguém na cadeia.

Quem denuncia e/ou pede a prisão é o Ministério Público. Quem aceita a denúncia ou não, quem manda prender ou não, é a Justiça, dentro do devido processo legal. 

Só nas piores ditaduras é que governos “prendem”.

Aliás, em governos decentes, vige a separação entre os poderes. O governo, Poder Executivo,  não se mete no Poder Judiciário, não dá palpites, não tenta interferir em institutos legais como delação premiada ou acordos de leniência, que conforme as autoridades ligadas ao executivo deixam claro, visam salvar empresas investigadas por irregularidades junto ao próprio governo, do risco da falência.  

Governos sérios e transparentes também não nomeiam para sua mais alta corte, um ex advogado de seu partido político, que ainda por cima, não se dá por impedido de julgar processos nos quais interesses de seu já mencionado partido político serão julgados. Isto é o fim!

Parece que o sonho do PT, visível por várias atitudes, seria poder livrar-se de desafetos ou opositores de forma tão efetiva como “mandar prender”.

Em falas raivosas recentes, Lula, por exemplo, deixou a impressão que, se pudessem, realmente gostariam de mandar quem diz o que eles não gostam de ouvir, para a cadeia.

Lula já falou em discurso proferido em Santa Catarina, na campanha eleitoral de 2010, até em “exterminar” um partido cujo pecado era o de cumprir seu papel e fazer-lhe oposição. 

  

No caso do atual comercial, é muita cara de pau passar ao largo do fato  que as principais “pessoas importantes” que estão ou forma para a cadeia foram grandes líderes do PT, como José Genuíno, José Dirceu, Delúbio Soares, João Paulo Cunha, etc. Sem falar nos que já estão e muitos outros que muito em breve irão também, no rastro do Petrolão e da Operação Lava Jato. 

É revoltante que no mundo civilizado um comercial mentiroso como esse seja levado ao ar, com toda a falsidade que contém, e não produza o efeito contrário daquele desejado por quem o colocou no ar. 

Coisas de nosso Brasil. 

Até quando?  

 

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Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff disse a interlocutores, numa conversa reservada no Palácio do Planalto, que o Supremo Tribunal Federal (STF) começará a libertar os executivos encarcerados na Lava-Jato.

3 de abril de 2015

Presidente NÃO PODE dizer isso.

O Poder Executivo NÃO PODE interferir no Poder Judiciário.

O Poder Judíciário NÃO PODE dar esse tipo de informação ao titular do Poder Executivo.

Se a notícia do título deste artigo se confirmar, estaremos diante da confirmação que o Poder Executivo no Brasil detém poderes TOTALITÁRIOS.

Se isso se confirmar é um ESCÂNDALO. É a ditadura legitimada.

Dilma não manda no Judiciário. O Judiciário não pode obedecer Dilma. O Judiciário não tem de dar INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS a Dona Dilma.

Vamos aguardar para ver o que ocorrerá. Mas uma coisa é certa: não foi por acaso que DIAS TOFFOLI foi parar na Turma do STF que julgará o Petrolão. Aí pode estar a confirmação que algo de muito errado está acontecendo nesta terra perto do fim do mundo.

Leia: 

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/operacao-cala-boca/

Operação Cala-Boca

Empreiteiros presos e corruptos ainda não alcançados pela Operação Lava Jato depositam suas últimas esperanças em ação no STF que será julgada nos próximos dias

Em novembro passado, o juiz Sergio Moro determinou a prisão de executivos de oito empreiteiras acusadas de saquear os cofres da Petrobras e, com o dinheiro roubado, pagar propina a políticos alinhados ao governo, sobretudo do PT, PMDB e PP. Se o mensalão resultara na prisão da antiga cúpula petista, o petrolão levava à cadeia, sob a suspeita de corromperem agentes públicos, destacados financiadores de campanhas eleitorais. Batizada de Juízo Final, essa etapa da Operação Lava-Jato era a aposta dos investigadores para chegar ao comando do maior esquema de corrupção do país. Em depoimentos formais, delatores e operadores já haviam dito que os cofres da empresa eram surrupiados como forma de levantar recursos para comprar apoio partidário ao governo. O quebra-cabeça estava quase montado. Faltava, no entanto, que um grande empreiteiro informasse quem ordenara essa transação criminosa. Faltava a identificação do chefe, do cabeça, do responsável pelo desfalque bilionário. Para esclarecer essa dúvida, o Ministério Público começou a negociar acordos de delação premiada com executivos de construtoras. Já o governo colocou ministros em campo a fim de mantê-los em silêncio.

Essa queda de braço se desenrola há quase cinco meses. Investigadores e advogados de defesa compartilham da mesma análise: quanto mais o tempo passa, maior a probabilidade de um empreiteiro de primeira linha contar o que sabe e, portanto, maior a agonia do governo. Mas essa agonia, ao que parece, está perto de acabar.

Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff disse a interlocutores, numa conversa reservada no Palácio do Planalto, que o Supremo Tribunal Federal (STF) começará a libertar os executivos encarcerados na Lava-Jato. Se essa previsão se confirmar, a tendência é que os empresários abandonem as negociações com os procuradores, tornando praticamente nula a possibilidade de colaborarem com as apurações. Dilma fez tal prognóstico ao falar do julgamento que a Segunda Turma do STF fará, nos próximos dias, do pedido de libertação do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC. Amigo do ex-presidente Lula e considerado o chefe do clube que fraudava contratos na Petrobras, Pessoa ameaçou contar às autoridades detalhes do petrolão se não deixasse a carceragem da Polícia Federal.

 

​Conforme VEJA revelou, ele disse a pessoas próximas que pagou despesas pessoais do ex-ministro José Dirceu e deu 30 milhões de reais, em 2014, a candidaturas do PT, incluindo a presidencial de Dilma Rousseff – tudo com dinheiro desviado da Petrobras. Pessoa também garantiu ter na memória detalhes da participação dos ministros Jaques Wagner (Defesa) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social), tesoureiro da campanha de Dilma em 2014, na coleta de dinheiro para candidatos petistas. “O Edinho está preocupadíssimo”, escreveu num bilhete, em tom de ameaça, ainda no início de sua temporada de cárcere. A Segunda Turma do STF é formada por cinco ministros: Teori Zavascki, Celso de Mello, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Apesar de Zavascki ser o relator do caso, as atenções estarão voltadas para Toffoli. E­­x-funcionário da liderança do PT na Câmara, ex-assessor do mensaleiro José Dirceu e advogado-geral da União no governo Lula, Toffoli se mudou da Primeira Turma para a Segunda Turma a fim de completar o quórum do colegiado e afastar o risco de que os julgamentos do petrolão terminem empatados, o que beneficiaria os investigados. O currículo do ministro e seus sucessivos votos pela absolvição no processo do mensalão sugerem um ponto a favor dos investigados. Só sugerem.

A VEJA, ministros do STF afirmaram que Pessoa e os demais executivos presos – como o presidente da OAS, Léo Pinheiro, outro amigo de Lula – devem ser soltos. “Em alguns casos, já reputo exagerado o tempo de prisão, tendo em vista que as investigações estão realizadas”, disse um ministro da corte. Esse foi o mesmo argumento esgrimido por Dilma no Planalto. Advogados de defesa alegam que o juiz Sergio Moro mantém as prisões como forma de obrigar os presos a fechar acordos de delação premiada. Não haveria base jurídica para que eles continuassem na cadeia. O ex-ministro do STF Carlos Velloso discorda dessa avaliação e lembra que decisões monocráticas de integrantes de tribunais superiores têm ratificado a atuação de Moro. “Ele não está cuidando de ladrões de galinha. O que tem feito se compara ao que os juízes fizeram contra a máfia na Itália.”

Apesar de afirmar que a tendência do STF é libertar os executivos, um ministro admite que o caso de Ricardo Pessoa tem um complicador: ele foi preso, entre outras razões, por tentar intimidar a contadora Meire Poza, que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do petrolão. Para a pr­essionarem a não contar o que sabia, representantes de Pessoa insinuaram que poderiam fazer mal à filha dela. Houve uma tentativa clara e cristalina de atrapalhar a investigação, o que afronta regra básica do Código Penal. “Ameaça a testemunhas é, realmente, um problema”, declarou o ministro.

Até agora, as investigações já resultaram na abertura de inquéritos no STF contra cerca de cinquenta políticos e dirigentes partidários. Entre eles, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Homem da confiança de Lula, Vaccari é acusado de receber propina em nome do partido. Na semana passada, Alberto Youssef disse em depoimento que um de seus empregados entregou 400 000 reais, em propina paga pela empresa Toshiba, na sede do PT em São Paulo. O destinatário do dinheiro, afirmou o doleiro, era o tesoureiro. A revelação dos detalhes do esquema de corrupção tem desgastado a imagem de Lula e a de Dilma, que, por enquanto, não estão sob investigação. Uma pesquisa para consumo interno do PT mostrou que a popularidade do ex-presidente também está em queda livre. Numa conversa recente, o chefe petista, preocupado, desabafou: “Não aceito ser chamado de ladrão. Não sei como reagiria se fosse chamado de corrupto na rua ou num restaurante”. Por isso, as atenções dele também estão voltadas para a decisão do Supremo.

Para ler outras reportagens compre a edição desta semana de VEJA 

A bomba que o PT não quer que estoure

1 de abril de 2015

 

Tudo o que você verá no vídeo, é INCONSTITUCIONAL 

ARTIGO 49 da CF: … ” É de competência EXCLUSIVA do Congresso Nacional: “ – EXCLUSIVA – atenção: –  ÍTEM 1 – “resolver definitivamente sobre TRATADOS, ACORDOS, ou ATOS INTERNACIONAIS que acarretem ENCARGOS ou COMPROMISSOS GRAVOSOS ao Patrimônio Nacional … (…)”

Dá impeachment.

Governo articula para livrar-se da oposição

1 de abril de 2015

Governo articula-se para

“Em meio a maior tempestade de todos os tempos, o governo federal não se limita apenas a atrapalhar a investigação da Operação Lava Jato pressionando possíveis delatores, como Ricardo Pessoa ou Renato Duque a manterem o bico fechado.

Tática importante é enfraquecer a oposição.

Uma das medidas mais vergonhosas está em pleno andamento. Trata-se de calar o DEM, partido que tem tido algumas das mais fortes vozes contra o descalabro que tomou conta do Brasil.

A medida em andamento é uma pretensa fusão entre o Democratas e o PTB, partido da Base Aliada do governo.

A infeliz ideia segue sob medida a promessa feita por Lula, ainda na campanha de 2010, que afirmou em discurso em Santa Catarina, que iria “extirpar o DEM da política brasileira”.

Desde então, as mais vergonhosas iniciativas para chegar a tal intenção tem sido vistas.

Começou com o patrocínio com benesses governamentais ao ex prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para que  criasse um novo partido, no caso, o  PSD, para atrair egressos do DEM.

E a tática continua até hoje, agora com a pretendida e absurda fusão PTB – DEM.

Quem resumiu muito bem a questão foi a jornalista Joice Hasselmann, de Veja, indagando:

“Que vantagem leva um partido de oposição ao se juntar com essa gente que faz o jogo sujo do PT?

 

Que vantagem leva o senhor senador José Agripino para articular tal fusão? Sim, porque ao partido que o senhor preside, não há vantagem nenhuma.  Os decentes dentro do DEM também não levam vantagem. A oposição menos ainda.

 

E o país, que precisa de uma oposição forte, em meio a este lamaçal de corrupção, só perde.”

Pois é isso mesmo. Numa atitude inexplicável, o presidente do Democratas, senador José Agripino, quer forçar o DEM a aderir a um dos partidos Base Aliada.

Pelo sim, pelo não, enviei a toda a bancada federal do Democratas um pedido para que contenham esta catástrofe.

Por que você não faz o mesmo? Os endereços eletrônicos estão na internet,páginas do Senado e da Câmara Federal.

Ainda dá tempo para evitar esse absurdo.”

 Artigo publicado no Correio de Cachoeirinha desta quarta-feira, 01.04.2014

http://www.eniomeneghetti.com

Compartilhem esta  publicação, enviem emails aos deputados e senadores do DEMOCRATAS,pedindo que rejeitem esse disparate que enfraquecerá ainda mais a oposição brasileira em um momento crucial da vida dos brasileiros.

DEPUTADOS FEDERAIS PELO DEM:
ALBERTO FRAGA
Partido/UF: DEM/DF – Gabinete: 511 – Anexo: IV – Fone: 3215-5511 – Fax: 3215-2511
dep.albertofraga@camara.leg.br

ALEXANDRE LEITE
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 841 – Anexo: IV – Fone: 3215-5841 – Fax: 3215-2841
dep.alexandreleite@camara.leg.br

CARLOS MELLES
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 243 – Anexo: IV – Fone: 3215-5243 – Fax: 3215-2243
dep.carlosmelles@camara.leg.br

CLAUDIO CAJADO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 630 – Anexo: IV – Fone: 3215-5630 – Fax: 3215-2630
dep.claudiocajado@camara.leg.br

EFRAIM FILHO
Partido/UF: DEM/PB – Gabinete: 744 – Anexo: IV – Fone: 3215-5744 – Fax: 3215-2744
dep.efraimfilho@camara.leg.br

ELI CORREA FILHO
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 850 – Anexo: IV – Fone: 3215-5850 – Fax: 3215-2850
dep.elicorreafilho@camara.leg.br

ELMAR NASCIMENTO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 935 – Anexo: IV – Fone: 3215-5935 – Fax: 3215-2935
dep.elmarnascimento@camara.leg.br

FELIPE MAIA
Partido/UF: DEM/RN – Gabinete: 528 – Anexo: IV – Fone: 3215-5528 – Fax: 3215-2528
dep.felipemaia@camara.leg.br

HÉLIO LEITE
Partido/UF: DEM/PA – Gabinete: 403 – Anexo: IV – Fone: 3215-5403 – Fax: 3215-2403
dep.helioleite@camara.leg.br

JORGE TADEU MUDALEN
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 538 – Anexo: IV – Fone: 3215-5538 – Fax: 3215-2538
dep.jorgetadeumudalen@camara.leg.br

JOSÉ CARLOS ALELUIA
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 854 – Anexo: IV – Fone: 3215-5854 – Fax: 3215-2854
dep.josecarlosaleluia@camara.leg.br

MANDETTA
Partido/UF: DEM/MS – Gabinete: 577 – Anexo: III – Fone: 3215-5577 – Fax: 3215-2577
dep.mandetta@camara.leg.br

MARCELO AGUIAR
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 367 – Anexo: III – Fone: 3215-5367 – Fax: 3215-2367
dep.marceloaguiar@camara.leg.br

MENDONÇA FILHO
Partido/UF: DEM/PE – Gabinete: 314 – Anexo: IV – Fone: 3215-5314 – Fax: 3215-2314
dep.mendoncafilho@camara.leg.br

MISAEL VARELLA
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 721 – Anexo: IV – Fone: 3215-5721 – Fax: 3215-2721
dep.misaelvarella@camara.leg.br

MORONI TORGAN
Partido/UF: DEM/CE – Gabinete: 445 – Anexo: IV – Fone: 3215-5445 – Fax: 3215-2445
dep.moronitorgan@camara.leg.br

ONYX LORENZONI
Partido/UF: DEM/RS – Gabinete: 828 – Anexo: IV – Fone: 3215-5828 – Fax: 3215-2828
dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br

OSMAR BERTOLDI
Partido/UF: DEM/PR – Gabinete: 265 – Anexo: III – Fone: 3215-5265 – Fax: 3215-2265
dep.osmarbertoldi@camara.leg.br

PAUDERNEY AVELINO
Partido/UF: DEM/AM – Gabinete: 610 – Anexo: IV – Fone: 3215-5610 – Fax: 3215-2610
dep.pauderneyavelino@camara.leg.br

PAULO AZI
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 635 – Anexo: IV – Fone: 3215-5635 – Fax: 3215-2635
dep.pauloazi@camara.leg.br

PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDE
Partido/UF: DEM/TO – Gabinete: 432 – Anexo: IV – Fone: 3215-5432 – Fax: 3215-2432
dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br

RODRIGO MAIA
Partido/UF: DEM/RJ – Gabinete: 308 – Anexo: IV – Fone: 3215-5308 – Fax: 3215-2308
dep.rodrigomaia@camara.leg.br

SENADORES PELO DEM:

Davi Alcolumbre AP 2015-2023 (61) 3303-6717, 6720 e 6722 (61) 3303-6723

José Agripino RN 2011-2019 (61) 3303-2361 a 2366 (61) 3303-1816/1641

Ronaldo Caiado GO 2015-2023 (61) 3303-6439 e 6440 (61) 3303-6445

Wilder Morais GO 2011-2019 (61)3303 2092 a (61)3303 2099 (61) 3303 2964

Senadora Maria do Carmo Alves
2015-2023 (61) 3303-1306/4055 (61) 3303-2878

 joseagripino

Senador José Agripino, presidente da sigla, articulador da infeliz idéia.

Que vantagem leva um partido de oposição ao se juntar com essa gente que faz o jogo sujo do PT?

30 de março de 2015

joseagripino

“O vídeo abaixo é endereçado a um político antigo, “do tipo raposa felpuda, e trabalha para criar um Frankenstein da política”.

Assista o vídeo de Joice Hasselmann, de Veja, abordando uma das iniciativas MAIS INFELIZES (ou suspeitas) dos últimos tempos, Clique:

http://veja.abril.com.br/multimidia/video/o-vira-casaca-da-oposicao

Parte do que você verá a partir de 1:55 segundos está transcrita. Acompanhe:

“Que vantagem leva um partido de oposição ao se juntar com essa gente que faz o jogo sujo do PT?

Que vantagem  leva o senhor senador para articular tal fusão? Sim, porque ao partido ao qual o senhor pertence, e mais, PRESIDE, não há vantagem nenhuma.

Os decentes dentro do DEM também não levam vantagem. A oposição, menos ainda.  E o país, que precisa de uma oposição forte em meio a este LAMAÇAL de corrupção, só perde.

Talvez nosso personagem da semana, José Agripino Maia, possa explicar este súbito surto de falta de bom senso.”

Pois é isso mesmo. Numa atitude que contraria toda e qualquer lógica, o presidente do Democratas quer forçar o partido a aderir a um dos partidos da BASE ALIADA.

Por que, em meio ao dilúvio de bandalheiras que assola o Brasil, José Agripino quer liderar tamanho absurdo?

Por favor, bem aventurados leitores, AJUDEM a impedir este absurdo!

Compartilhem esta publicação, enviem emails aos deputados e senadores do DEMOCRATAS,  pedindo que rejeitem esse disparate que enfraquecerá ainda mais a oposição brasileira em um momento crucial da vida dos brasileiros.

DEPUTADOS FEDERAIS PELO DEM:
ALBERTO FRAGA
Partido/UF: DEM/DF – Gabinete: 511 – Anexo: IV – Fone: 3215-5511 – Fax: 3215-2511
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ALEXANDRE LEITE
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 841 – Anexo: IV – Fone: 3215-5841 – Fax: 3215-2841
dep.alexandreleite@camara.leg.br

CARLOS MELLES
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 243 – Anexo: IV – Fone: 3215-5243 – Fax: 3215-2243
dep.carlosmelles@camara.leg.br

CLAUDIO CAJADO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 630 – Anexo: IV – Fone: 3215-5630 – Fax: 3215-2630
dep.claudiocajado@camara.leg.br

EFRAIM FILHO
Partido/UF: DEM/PB – Gabinete: 744 – Anexo: IV – Fone: 3215-5744 – Fax: 3215-2744
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ELI CORREA FILHO
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 850 – Anexo: IV – Fone: 3215-5850 – Fax: 3215-2850
dep.elicorreafilho@camara.leg.br

ELMAR NASCIMENTO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 935 – Anexo: IV – Fone: 3215-5935 – Fax: 3215-2935
dep.elmarnascimento@camara.leg.br

FELIPE MAIA
Partido/UF: DEM/RN – Gabinete: 528 – Anexo: IV – Fone: 3215-5528 – Fax: 3215-2528
dep.felipemaia@camara.leg.br

HÉLIO LEITE
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JORGE TADEU MUDALEN
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JOSÉ CARLOS ALELUIA
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MANDETTA
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MARCELO AGUIAR
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MENDONÇA FILHO
Partido/UF: DEM/PE – Gabinete: 314 – Anexo: IV – Fone: 3215-5314 – Fax: 3215-2314
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MISAEL VARELLA
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 721 – Anexo: IV – Fone: 3215-5721 – Fax: 3215-2721
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MORONI TORGAN
Partido/UF: DEM/CE – Gabinete: 445 – Anexo: IV – Fone: 3215-5445 – Fax: 3215-2445
dep.moronitorgan@camara.leg.br

ONYX LORENZONI
Partido/UF: DEM/RS – Gabinete: 828 – Anexo: IV – Fone: 3215-5828 – Fax: 3215-2828
dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br

OSMAR BERTOLDI
Partido/UF: DEM/PR – Gabinete: 265 – Anexo: III – Fone: 3215-5265 – Fax: 3215-2265
dep.osmarbertoldi@camara.leg.br

PAUDERNEY AVELINO
Partido/UF: DEM/AM – Gabinete: 610 – Anexo: IV – Fone: 3215-5610 – Fax: 3215-2610
dep.pauderneyavelino@camara.leg.br

PAULO AZI
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 635 – Anexo: IV – Fone: 3215-5635 – Fax: 3215-2635
dep.pauloazi@camara.leg.br

PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDE
Partido/UF: DEM/TO – Gabinete: 432 – Anexo: IV – Fone: 3215-5432 – Fax: 3215-2432
dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br

RODRIGO MAIA
Partido/UF: DEM/RJ – Gabinete: 308 – Anexo: IV – Fone: 3215-5308 – Fax: 3215-2308
dep.rodrigomaia@camara.leg.br

SENADORES PELO DEM:

Davi Alcolumbre AP 2015-2023 (61) 3303-6717, 6720 e 6722 (61) 3303-6723

José Agripino RN 2011-2019 (61) 3303-2361 a 2366 (61) 3303-1816/1641

Ronaldo Caiado GO 2015-2023 (61) 3303-6439 e 6440 (61) 3303-6445

Wilder Morais GO 2011-2019 (61)3303 2092 a (61)3303 2099 (61) 3303 2964

Senadora Maria do Carmo Alves
2015-2023 (61) 3303-1306/4055 (61) 3303-2878

 

 

 

 

 

 

“Eles (o governo) não entenderam nada”

30 de março de 2015

Rogério Chequer, líder do Movimento Vem Pra Rua, declara que  o Governo não entendeu nada em relação aos movimentos de insatisfação que assolam o Brasil.

Assim para a próxima manifestação, do dia 12 de abril de 2015, os  temas que serão defendidos:

– redução imediata do número de ministérios;

– abertura da caixa preta dos empréstimos via BNDES;

– impedimento do Ministro Dias Toffoli, ex advogado do PT, para o julgamento do Petrolão

Excelente a apresentação de Rogério Chequer.

Sucinto, claro e objetivo.

http://www.eniomeneghetti.com 

Graça Foster, candidamente, pede “desculpas” e “tem vergonha” do que aconteceu na Petrobrás. Mas mesmo recebendo emails de Venina Velosa da Fonseca, nada fez. E assistiu, inerte, à transferência punitiva da denunciante para o outro lado do mundo.

27 de março de 2015

Assista o vídeo a seguir e veja também a tentativa desesperada da deputada Maria do Rosário de atrapalhar a inquirição da amiga de Dilma.

(se o vídeo não estiver visível aqui, clique no título para acessá-lo)  

A partir dos 13:30 segundos do vídeo, um resumo dos fatos NÃO explicados pela ex-presidente da Petrobrás.