Renuncia que dói menos
Dil-má!
O teu prazo hoje é pequeno
Deixa
O Brasil ter liderança
Chega
De roubar nossa poupança
Leva
Os robôs dessa guerrilha
Pra lá
E o chefe da quadrilha
Renuncia que dói menos
Dil-má!
O teu prazo hoje é pequeno
Deixa
O Brasil ter liderança
Chega
De roubar nossa poupança
Leva
Os robôs dessa guerrilha
Pra lá
E o chefe da quadrilha
Do Blog do jornalista Josias de Souza:
“Sendo o mais narcisista, o PT tornou-se o mais pretensioso dos partidos pretensiosos. E o mais cômico. O narcisismo petista dispensa a autoanálise. Contenta-se com as avaliações do espelho, que reflete suas perversões com cândida cumplicidade. A comédia nem precisaria da verbalização da piada para se realizar. Mas às vezes o PT faz questão de enfatizar suas características até o limite do ridículo. Num texto veiculado em seu portal na internet, o partido evoluiu do engraçado para o hilário.
Começa assim: “Desde que assumiu o governo, em 2003, o Partido dos Trabalhadores tem investido fortemente no combate à corrupção. Entre as medidas adotadas estão o crescente fortalecimento e autonomia do Ministério Público e da Polícia Federal.” Esse suposto esforço revelou-se premonitório. Resultou na passagem da cúpula mensaleira do PT pela penitenciária da Papuda.
O miolo do texto do PT traz considerações como essa: “Operação Lava Jato expõe números impressionantes da atuação dos órgãos competentes. Em um ano de apuração, 103 pessoas foram denunciadas pelo MPF; 485 pessoas e empresas estão sendo investigadas; R$ 182 milhões de reais já foram repatriados; e R$ 500 milhões de reais devem ser devolvidos aos cofres públicos.”
Na avaliação do PT, a petrorroubalheira aparece graças às providências que o partido adotou nos governos Lula e Dilma. O orçamento da PF “passou de R$ 1,8 bilhão, no primeiro ano do mandato do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, para R$ 4,7 bilhões, em 2013”, anota o texto do PT, citando dados colecionados peloInstituto Lula.
“Com intuito de acabar com o engavetamento desenfreado de processos, o Ministério Público também ganhou autonomia do governo federal”, escreveu o partido noutro trecho. Como se sabe, a Procuradoria da República extrai seus poderes das páginas da Constituição de 88, não da generosidade do governo. Mas, tomado ao pé da letra, o PT considera-se responsável pela ruína moral do PT.
Elevada à última potência do risível, essa insuspeitada cruzada moralizadora do PT fez do tesoureiro petista João Vaccari Neto réu na Operação Lava Jato. Devolveu José Dirceu e Antonio Palocci à condição de investigados. Dizimou as pretensões do aliado PP. Enrolou caciques do sócio PMDB. E levou à alça de mira dos investigadores o próprio PT, suspeito de ter lavado propinas na Justiça Eleitoral.
Assim, a leitura convencional da estratégia do PT é que o partido vem se esforçando com extraordinário afinco para livrar o país dele mesmo. E está obtendo um êxito fabuloso. Aos pouquinhos, a plateia compreende por que o PT só faz autocrítica a favor. O partido se deu conta de que um minuto longe do espelho arruinaria sua imagem. Por isso, vive o seu drama numa sucessão de poses. Afinal, a pose é o ofício do narcisista.”
Presidente NÃO PODE dizer isso.
O Poder Executivo NÃO PODE interferir no Poder Judiciário.
O Poder Judíciário NÃO PODE dar esse tipo de informação ao titular do Poder Executivo.
Se a notícia do título deste artigo se confirmar, estaremos diante da confirmação que o Poder Executivo no Brasil detém poderes TOTALITÁRIOS.
Se isso se confirmar é um ESCÂNDALO. É a ditadura legitimada.
Dilma não manda no Judiciário. O Judiciário não pode obedecer Dilma. O Judiciário não tem de dar INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS a Dona Dilma.
Vamos aguardar para ver o que ocorrerá. Mas uma coisa é certa: não foi por acaso que DIAS TOFFOLI foi parar na Turma do STF que julgará o Petrolão. Aí pode estar a confirmação que algo de muito errado está acontecendo nesta terra perto do fim do mundo.
Leia:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/operacao-cala-boca/
Em novembro passado, o juiz Sergio Moro determinou a prisão de executivos de oito empreiteiras acusadas de saquear os cofres da Petrobras e, com o dinheiro roubado, pagar propina a políticos alinhados ao governo, sobretudo do PT, PMDB e PP. Se o mensalão resultara na prisão da antiga cúpula petista, o petrolão levava à cadeia, sob a suspeita de corromperem agentes públicos, destacados financiadores de campanhas eleitorais. Batizada de Juízo Final, essa etapa da Operação Lava-Jato era a aposta dos investigadores para chegar ao comando do maior esquema de corrupção do país. Em depoimentos formais, delatores e operadores já haviam dito que os cofres da empresa eram surrupiados como forma de levantar recursos para comprar apoio partidário ao governo. O quebra-cabeça estava quase montado. Faltava, no entanto, que um grande empreiteiro informasse quem ordenara essa transação criminosa. Faltava a identificação do chefe, do cabeça, do responsável pelo desfalque bilionário. Para esclarecer essa dúvida, o Ministério Público começou a negociar acordos de delação premiada com executivos de construtoras. Já o governo colocou ministros em campo a fim de mantê-los em silêncio.
Essa queda de braço se desenrola há quase cinco meses. Investigadores e advogados de defesa compartilham da mesma análise: quanto mais o tempo passa, maior a probabilidade de um empreiteiro de primeira linha contar o que sabe e, portanto, maior a agonia do governo. Mas essa agonia, ao que parece, está perto de acabar.
Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff disse a interlocutores, numa conversa reservada no Palácio do Planalto, que o Supremo Tribunal Federal (STF) começará a libertar os executivos encarcerados na Lava-Jato. Se essa previsão se confirmar, a tendência é que os empresários abandonem as negociações com os procuradores, tornando praticamente nula a possibilidade de colaborarem com as apurações. Dilma fez tal prognóstico ao falar do julgamento que a Segunda Turma do STF fará, nos próximos dias, do pedido de libertação do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC. Amigo do ex-presidente Lula e considerado o chefe do clube que fraudava contratos na Petrobras, Pessoa ameaçou contar às autoridades detalhes do petrolão se não deixasse a carceragem da Polícia Federal.
Conforme VEJA revelou, ele disse a pessoas próximas que pagou despesas pessoais do ex-ministro José Dirceu e deu 30 milhões de reais, em 2014, a candidaturas do PT, incluindo a presidencial de Dilma Rousseff – tudo com dinheiro desviado da Petrobras. Pessoa também garantiu ter na memória detalhes da participação dos ministros Jaques Wagner (Defesa) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social), tesoureiro da campanha de Dilma em 2014, na coleta de dinheiro para candidatos petistas. “O Edinho está preocupadíssimo”, escreveu num bilhete, em tom de ameaça, ainda no início de sua temporada de cárcere. A Segunda Turma do STF é formada por cinco ministros: Teori Zavascki, Celso de Mello, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Apesar de Zavascki ser o relator do caso, as atenções estarão voltadas para Toffoli. Ex-funcionário da liderança do PT na Câmara, ex-assessor do mensaleiro José Dirceu e advogado-geral da União no governo Lula, Toffoli se mudou da Primeira Turma para a Segunda Turma a fim de completar o quórum do colegiado e afastar o risco de que os julgamentos do petrolão terminem empatados, o que beneficiaria os investigados. O currículo do ministro e seus sucessivos votos pela absolvição no processo do mensalão sugerem um ponto a favor dos investigados. Só sugerem.
A VEJA, ministros do STF afirmaram que Pessoa e os demais executivos presos – como o presidente da OAS, Léo Pinheiro, outro amigo de Lula – devem ser soltos. “Em alguns casos, já reputo exagerado o tempo de prisão, tendo em vista que as investigações estão realizadas”, disse um ministro da corte. Esse foi o mesmo argumento esgrimido por Dilma no Planalto. Advogados de defesa alegam que o juiz Sergio Moro mantém as prisões como forma de obrigar os presos a fechar acordos de delação premiada. Não haveria base jurídica para que eles continuassem na cadeia. O ex-ministro do STF Carlos Velloso discorda dessa avaliação e lembra que decisões monocráticas de integrantes de tribunais superiores têm ratificado a atuação de Moro. “Ele não está cuidando de ladrões de galinha. O que tem feito se compara ao que os juízes fizeram contra a máfia na Itália.”
Apesar de afirmar que a tendência do STF é libertar os executivos, um ministro admite que o caso de Ricardo Pessoa tem um complicador: ele foi preso, entre outras razões, por tentar intimidar a contadora Meire Poza, que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do petrolão. Para a pressionarem a não contar o que sabia, representantes de Pessoa insinuaram que poderiam fazer mal à filha dela. Houve uma tentativa clara e cristalina de atrapalhar a investigação, o que afronta regra básica do Código Penal. “Ameaça a testemunhas é, realmente, um problema”, declarou o ministro.
Até agora, as investigações já resultaram na abertura de inquéritos no STF contra cerca de cinquenta políticos e dirigentes partidários. Entre eles, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Homem da confiança de Lula, Vaccari é acusado de receber propina em nome do partido. Na semana passada, Alberto Youssef disse em depoimento que um de seus empregados entregou 400 000 reais, em propina paga pela empresa Toshiba, na sede do PT em São Paulo. O destinatário do dinheiro, afirmou o doleiro, era o tesoureiro. A revelação dos detalhes do esquema de corrupção tem desgastado a imagem de Lula e a de Dilma, que, por enquanto, não estão sob investigação. Uma pesquisa para consumo interno do PT mostrou que a popularidade do ex-presidente também está em queda livre. Numa conversa recente, o chefe petista, preocupado, desabafou: “Não aceito ser chamado de ladrão. Não sei como reagiria se fosse chamado de corrupto na rua ou num restaurante”. Por isso, as atenções dele também estão voltadas para a decisão do Supremo.
Para ler outras reportagens compre a edição desta semana de VEJA
“Eu usei uma das empresas do Waldomiro Oliveira (laranja de Youssef, titular da empresa Rigidez) para fazer uma operação para a Toshiba (…). Foram dois valores de R$ 400 e poucos mil que foram entregues, a mando de Toshiba, ao tesoureiro João Vaccari”.
“Reconheço meu erro. Resolvi fazer colaboração espontaneamente e retificar outros depoimentos. Eu era meramente engrenagem desse processo todo, tinha o poder público por trás disso tudo. Estou pagando que que fiz. Já estou preso há mais de um ano e não sei por quanto tempo ainda ficarei preso, mas infelizmente acabei de me envolvendo mais uma vez num escândalo”.
Youssef deu ainda os nomes dos diretores da Odebrecht que autorizavam as operações do doleiro no exterior:
“Era o senhor Márcio Faria, presidente da Odebrecht Óleo e Gás, o Cesar Rocha que era diretor financeiro da holding. Pela Brasken, que é do mesmo grupo, o contato era o Alexandrino”.
Youssef revelou que a primeira parcela da propina foi retirada pela cunhada do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, senhora Marice Correa de Lima, no escritório dele.
O restante foi entregue na porta do prédio do Diretório Nacional do PT, em São Paulo, por Rafael Ângulo Lopez – o mesmo que possibilitou ampla reportagem de Veja, refazendo a rota da propina.
Ângulo entregou o dinheiro na porta do PT a um representante da Toshiba, que repassaria o dinheiro a Vaccari.
Há ainda cinco folhas de uma proposta de contrato da Rigidez para a Toshiba com valor final de contrato de R$ 2.088.310.
O material foi encontrado nas buscas que a Polícia Federal fez na Arbor Contábil, empresa da contadora do doleiro, em São Paulo, em abril do ano passado e fazem parte do inquérito aberto para apurar o caso da Toshiba.
Proposta de contrato entre Toshiba e empresa de laranja de Youssef
No local, foram obtidas ainda cópias de dois e-mails trocados entre outro executivo da Toshiba, Rubens Takimi Nomada, e Waldomiro Oliveira – laranja de Youssef na empresa Empreiteira Rigidez.
No primeiro e-mail o executivo pede proposta de contratação e a minuta do contrato para “prestação de serviços para o projeto Comperj Substações Unitárias”.
No segundo e-mail, o executivo solicita a revisão da proposta e lembra que é preciso reconhecer a firma no contrato.
Email pedindo retificação e reconhecimento da firma no contrato frio.
No depoimento prestado ontem, Youssef detalhou a logística da entrega dos R$ 400 mil na porta do PT, em São Paulo, a pedido de Piva.
“O valor do PT foi negociado com João Vaccari, que na época representava o PT nos recebimentos oriundos dos contratos com a Petrobrás”, explicou.
Segundo Youssef, a contratação da Toshiba para as obras da Casa de Força, do Comperj, entre 2009 e 2010, correu o risco de ser desclassificada. Foi quando ele, Youssef e o Paulo Roberto Costa foram acionados para resolver o problema. O contrato era de aproximadamente R$ 130 milhões, que, com descontos, baixou para R$ 117 milhões.
Foi Piva que pediu para usar uma de suas empresas de fachada – a Rigidez – “para fazer o repasse ao PT e ao PP”.
Na dia da entrega na sede do PT, Youssef afirmou que “Piva informou que almoçaria com João Vaccari e ali aproveitaria para fazer a entrega de parte do restante destinado ao PT”.
Yosseff disse que o executivo da Toshiba dias antes havia ido até seu escritório “mas ficou temeroso de sair com uma quantia alta e marcou uma segunda oportunidade para receber os valores e de imediato já entregar a Vaccari”.
Foi Rafael Ângulo Lopes – o mesmo que possibilitou excelente matéria de Veja desta semana pgs 46 a 49 refazendo a rota da propina – que levou a quantia, segundo afirmou o delator.
Ele diz ter pedido a Ângulo para levar a quantia em um restaurante indicado por Piva, que fica perto da Avenida Paulista e ali lhe entregar uma sacola lacrada com os valores devidos.
No dia 3 de fevereiro, porém, perante a delegada da Polícia Federal Erika Mialik Marena e os procuradores da República Carlos Fernando Santos Lima e Januário Palludo, o doleiro prestou depoimento complementar no âmbito da delação premiada que firmou. Na ocasião, foi indagado a dar mais detalhes sobre “as operações financeiras em que destinou valores para João Vaccari Neto”.
Youssef disse que “posteriormente tomou conhecimento que no meio do caminho Rafael foi orientado a entregar o dinheiro diretamente na sede do PT em São Paulo, tendo entregue os valores na porta da sede do partido para Piva, que lá se encontrava”.
O entregador, Rafael Ângulo Lopez, é uma figura com “memória fotográfica”. Segundo Veja, os procuradores que o interrogaram nas últimas semanas, recolheram “farto material probatório”.
Segundo a ampla reportagem de Veja, Rafael Ângulo Lopez narrou aos investigadores que, por determinação de Youssef, acompanhou o executivo José Alberto Piva Campana, da Toshiba Infraestrutura, em duas entregas de dinheiro ilegal na sede do PT em São Paulo.
Nas duas ocasiões, o dinheiro, acomodado em malas de viagem, deixou o escritório do doleiro em um Porsche Cayenne blindado.
Ângulo dirigiu o carro até a sede do PT. Parou o veículo na porta e coube ao executivo fazer a entrega. Para conferir credibilidade ao relato, os investigadores imprimiram um mapa do trajeto e Ângulo descreveu cada esquina do percurso, a situação climática no dia das entregas, chegando a reproduzir a conversa travada com o executivo até o destino.
Ângulo também cumpria missões para o clube das empreiteiras e, além da memória fotográfica, mantinha em uma planilha de computador os contatos que fazia em sua rotina de “homem mala”.
Rafael Ângulo Lopez fechou acordo de delação premiada.
O QUE DIZEM AS DEFESAS
Como sempre, Vaccari nega tudo. Por meio de seu advogado, o criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, repudia taxativamente as acusações. D’Urso tem reiterado que o tesoureiro só arrecadou quantias declaradas à Justiça eleitoral. O criminalista rechaça o valor dos depoimentos prestados em regime de delação premiada. Segundo D’Urso, os delatores “não dizem a verdade”.
Em nota, afirmou que “nega veementemente que tenha recebido qualquer quantia em dinheiro por parte do senhor Alberto Youssef ou de seus representantes”:
“A Andrade Gutierrez nega que tenha mantido qualquer tipo de contato com o Sr. Alberto Youssef. Vale ressaltar, inclusive, que, em depoimentos anteriores, o Sr. Alberto Youssef já havia deixado claro que não tratava de qualquer assunto com a Andrade Gutierrez e seus executivos. A Andrade Gutierrez reitera, como tem feito desde o início da Operação Lava Jato, que não tem ou teve qualquer envolvimento com os fatos relacionados com as investigações em curso. “
Acesse aqui a portaria do inqúerito da Toshiba.
Tudo o que você verá no vídeo, é INCONSTITUCIONAL
ARTIGO 49 da CF: … ” É de competência EXCLUSIVA do Congresso Nacional: “ – EXCLUSIVA – atenção: – ÍTEM 1 – “resolver definitivamente sobre TRATADOS, ACORDOS, ou ATOS INTERNACIONAIS que acarretem ENCARGOS ou COMPROMISSOS GRAVOSOS ao Patrimônio Nacional … (…)”
Dá impeachment.
“Em meio a maior tempestade de todos os tempos, o governo federal não se limita apenas a atrapalhar a investigação da Operação Lava Jato pressionando possíveis delatores, como Ricardo Pessoa ou Renato Duque a manterem o bico fechado.
Tática importante é enfraquecer a oposição.
Uma das medidas mais vergonhosas está em pleno andamento. Trata-se de calar o DEM, partido que tem tido algumas das mais fortes vozes contra o descalabro que tomou conta do Brasil.
A medida em andamento é uma pretensa fusão entre o Democratas e o PTB, partido da Base Aliada do governo.
A infeliz ideia segue sob medida a promessa feita por Lula, ainda na campanha de 2010, que afirmou em discurso em Santa Catarina, que iria “extirpar o DEM da política brasileira”.
Desde então, as mais vergonhosas iniciativas para chegar a tal intenção tem sido vistas.
Começou com o patrocínio com benesses governamentais ao ex prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para que criasse um novo partido, no caso, o PSD, para atrair egressos do DEM.
E a tática continua até hoje, agora com a pretendida e absurda fusão PTB – DEM.
Quem resumiu muito bem a questão foi a jornalista Joice Hasselmann, de Veja, indagando:
“Que vantagem leva um partido de oposição ao se juntar com essa gente que faz o jogo sujo do PT?
Que vantagem leva o senhor senador José Agripino para articular tal fusão? Sim, porque ao partido que o senhor preside, não há vantagem nenhuma. Os decentes dentro do DEM também não levam vantagem. A oposição menos ainda.
E o país, que precisa de uma oposição forte, em meio a este lamaçal de corrupção, só perde.”
Pois é isso mesmo. Numa atitude inexplicável, o presidente do Democratas, senador José Agripino, quer forçar o DEM a aderir a um dos partidos Base Aliada.
Pelo sim, pelo não, enviei a toda a bancada federal do Democratas um pedido para que contenham esta catástrofe.
Por que você não faz o mesmo? Os endereços eletrônicos estão na internet,páginas do Senado e da Câmara Federal.
Ainda dá tempo para evitar esse absurdo.”
Artigo publicado no Correio de Cachoeirinha desta quarta-feira, 01.04.2014
Compartilhem esta publicação, enviem emails aos deputados e senadores do DEMOCRATAS,pedindo que rejeitem esse disparate que enfraquecerá ainda mais a oposição brasileira em um momento crucial da vida dos brasileiros.
DEPUTADOS FEDERAIS PELO DEM:
ALBERTO FRAGA
Partido/UF: DEM/DF – Gabinete: 511 – Anexo: IV – Fone: 3215-5511 – Fax: 3215-2511
dep.albertofraga@camara.leg.br
ALEXANDRE LEITE
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 841 – Anexo: IV – Fone: 3215-5841 – Fax: 3215-2841
dep.alexandreleite@camara.leg.br
CARLOS MELLES
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 243 – Anexo: IV – Fone: 3215-5243 – Fax: 3215-2243
dep.carlosmelles@camara.leg.br
CLAUDIO CAJADO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 630 – Anexo: IV – Fone: 3215-5630 – Fax: 3215-2630
dep.claudiocajado@camara.leg.br
EFRAIM FILHO
Partido/UF: DEM/PB – Gabinete: 744 – Anexo: IV – Fone: 3215-5744 – Fax: 3215-2744
dep.efraimfilho@camara.leg.br
ELI CORREA FILHO
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 850 – Anexo: IV – Fone: 3215-5850 – Fax: 3215-2850
dep.elicorreafilho@camara.leg.br
ELMAR NASCIMENTO
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 935 – Anexo: IV – Fone: 3215-5935 – Fax: 3215-2935
dep.elmarnascimento@camara.leg.br
FELIPE MAIA
Partido/UF: DEM/RN – Gabinete: 528 – Anexo: IV – Fone: 3215-5528 – Fax: 3215-2528
dep.felipemaia@camara.leg.br
HÉLIO LEITE
Partido/UF: DEM/PA – Gabinete: 403 – Anexo: IV – Fone: 3215-5403 – Fax: 3215-2403
dep.helioleite@camara.leg.br
JORGE TADEU MUDALEN
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 538 – Anexo: IV – Fone: 3215-5538 – Fax: 3215-2538
dep.jorgetadeumudalen@camara.leg.br
JOSÉ CARLOS ALELUIA
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 854 – Anexo: IV – Fone: 3215-5854 – Fax: 3215-2854
dep.josecarlosaleluia@camara.leg.br
MANDETTA
Partido/UF: DEM/MS – Gabinete: 577 – Anexo: III – Fone: 3215-5577 – Fax: 3215-2577
dep.mandetta@camara.leg.br
MARCELO AGUIAR
Partido/UF: DEM/SP – Gabinete: 367 – Anexo: III – Fone: 3215-5367 – Fax: 3215-2367
dep.marceloaguiar@camara.leg.br
MENDONÇA FILHO
Partido/UF: DEM/PE – Gabinete: 314 – Anexo: IV – Fone: 3215-5314 – Fax: 3215-2314
dep.mendoncafilho@camara.leg.br
MISAEL VARELLA
Partido/UF: DEM/MG – Gabinete: 721 – Anexo: IV – Fone: 3215-5721 – Fax: 3215-2721
dep.misaelvarella@camara.leg.br
MORONI TORGAN
Partido/UF: DEM/CE – Gabinete: 445 – Anexo: IV – Fone: 3215-5445 – Fax: 3215-2445
dep.moronitorgan@camara.leg.br
ONYX LORENZONI
Partido/UF: DEM/RS – Gabinete: 828 – Anexo: IV – Fone: 3215-5828 – Fax: 3215-2828
dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br
OSMAR BERTOLDI
Partido/UF: DEM/PR – Gabinete: 265 – Anexo: III – Fone: 3215-5265 – Fax: 3215-2265
dep.osmarbertoldi@camara.leg.br
PAUDERNEY AVELINO
Partido/UF: DEM/AM – Gabinete: 610 – Anexo: IV – Fone: 3215-5610 – Fax: 3215-2610
dep.pauderneyavelino@camara.leg.br
PAULO AZI
Partido/UF: DEM/BA – Gabinete: 635 – Anexo: IV – Fone: 3215-5635 – Fax: 3215-2635
dep.pauloazi@camara.leg.br
PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDE
Partido/UF: DEM/TO – Gabinete: 432 – Anexo: IV – Fone: 3215-5432 – Fax: 3215-2432
dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br
RODRIGO MAIA
Partido/UF: DEM/RJ – Gabinete: 308 – Anexo: IV – Fone: 3215-5308 – Fax: 3215-2308
dep.rodrigomaia@camara.leg.br
SENADORES PELO DEM:
Davi Alcolumbre AP 2015-2023 (61) 3303-6717, 6720 e 6722 (61) 3303-6723
José Agripino RN 2011-2019 (61) 3303-2361 a 2366 (61) 3303-1816/1641
Ronaldo Caiado GO 2015-2023 (61) 3303-6439 e 6440 (61) 3303-6445
Wilder Morais GO 2011-2019 (61)3303 2092 a (61)3303 2099 (61) 3303 2964
Senadora Maria do Carmo Alves
2015-2023 (61) 3303-1306/4055 (61) 3303-2878
Senador José Agripino, presidente da sigla, articulador da infeliz idéia.
“O deputado Onyx Lorenzoni, sempre combativo e alerta às ameaças bolivarianas, acaba de publicar um ótimo vídeo que resume bem aquele que é o maior inimigo do Brasil: o Foro de São Paulo. Trata-se de uma união ideológica e partidária de grupos radicais de esquerda da América Latina, incluindo ditaduras e guerrilheiros, que tem responsabilidade direta pela guinada do continente à esquerda autoritária, colocando os interesses nacionais abaixo desta ideologia nefasta.” Vejam:
Rodrigo Constantino – Veja on line
Tags: Foro de SP, Onyx Lorenzoni
Rogério Chequer, líder do Movimento Vem Pra Rua, declara que o Governo não entendeu nada em relação aos movimentos de insatisfação que assolam o Brasil.
Assim para a próxima manifestação, do dia 12 de abril de 2015, os temas que serão defendidos:
– redução imediata do número de ministérios;
– abertura da caixa preta dos empréstimos via BNDES;
– impedimento do Ministro Dias Toffoli, ex advogado do PT, para o julgamento do Petrolão
Excelente a apresentação de Rogério Chequer.
Sucinto, claro e objetivo.
Ao tentar falar no Congresso da UNE, Ministro Miguel Rosseto recebeu uma estrepitosa vaia.
Assista:
A reação dele foi berrar repetidamente aos estudantes da UNE:
“Vocês estão fazendo o discurso da direita!”
Para um bom demagogo, a reação a uma manifestação que não lhe interessa ouvir, é classificá-la de “discurso da direita”.
Ministro, este blog tem um perfil de centro direita e lhe afirmamos que o discurso da UNE não é de direita.
Ministro, sua reação é PRECONCEITUOSA e intelectualmente DESONESTA.
Classificar de “discurso da direita” a tudo o que lhe desagrada é reação de criança mimada que não está acostumada a ser contrariada.
Aliás, a UNE fazendo “discurso da direita”?
Vossa Excelência pirou?
Logo a UNE, hoje apêndice do PSOL e PSTU, ser classificada de professar o discurso “da direita” só porque lhe desagradou?
Tenha a santa paciência!
Esses jovens estavam apenas protestando contra seu partido e o governo atolado na corrupção que o senhor representa.
Se não tem estomago para suportar contrariedades, ministro, peça demissão e vá para casa.
Aliás, com o papelão que seu partido, o PT, tem feito no governo deste pobre Brasil, seria a única atitude decente a tomar.
Vá para casa, Rosseto.
A Folha de SP obteve uma gravação de um evento no qual o ministro da Fazenda, referindo-se a política econômica no primeiro mandato da petista, disse em inglês:
“Acho que há um desejo genuíno da presidente de acertar as coisas, às vezes, não da maneira mais fácil… Não da maneira mais efetiva, mas há um desejo genuíno”.
Levy já levou um puxão de orelhas de Dilma quando criticou programas realizados no primeiro mandato, classificando como “grosseiras” medidas tomadas pelo governo antes de sua chegada e de uma “brincadeira” que havia custado caro aos cofres brasileiros.
Dilma não gosta deste tipo de sinceridade. Será que Levy ainda não descobriu isso?
Levy comentou lamentando a interpretação dada a uma fala “informal” a uma platéia de ex alunos da escola de negócios da Universidade de Chicago, onde ele graduou-se PhD.
Oh, inocente!