Archive for the ‘Curiosidades’ Category
Vaias
13 de março de 2015Sobre o pedido do Dias Toffoli, não vais te manifestar, OAB?
11 de março de 2015
NOTA OFICIAL
Ordem dos Advogados do Brasil
Seccional Rio Grande do Sul
Diante das manifestações e clamores que ocorrem no País, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Sul (OAB/RS) vem a público reiterar a sua firme posição na defesa intransigente da Constituição, da ordem jurídica, do Estado Democrático de Direito, dos direitos humanos e da justiça social.
Reforça o direito constitucional da cidadania à liberdade de expressão e que todos os manifestantes o façam de modo pacífico, no respeito às liberdades individuais, ao patrimônio público e privado, resguardando-se e repelindo atos de vandalismo e violência.
Na mesma linha, lembra que as autoridades devem respeitar o direito constitucional de livre manifestação, coibindo, no âmbito de suas prerrogativas, o uso de força policial que põe em risco a integridade física e a vida das pessoas.
Defende o efetivo cumprimento da Constituição da República por todos os brasileiros, independentemente de condição social ou econômica.
Para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária é necessário preservar e fortalecer um dos fundamentos da República Federativa do Brasil: a democracia.
Diretoria da OAB/RS
http://www.oabrs.org.br/noticias/nota-oficial/17439
Branco, rico e golpista
10 de março de 2015
“Rico não pode se manifestar. A não ser por escrito. Ou dentro de casa. Ou em pequenas reuniões com amigos. Sem fazer alarde.
Caso resolva aderir a uma manifestação de massa, saiba que a desqualificará. Seu lugar não é na rua protestando.
Se for visto na rua protestando poderá ser acusado pelo PT de ser golpista. Certamente o será.
Não há nenhum dispositivo na Constituição que proíba o rico de pensar e de dizer o que pensa, mas ele que suporte as consequências.
Da mesma forma o branco. Pior ainda se ele for branco e rico.
É fato que a elite branca e rica lucrou uma enormidade com os governos de Lula e de Dilma. E que os mais ricos e brancos da elite pressionaram Lula para que ele voltasse a ser candidato no ano passado.
Não importa. A eles deve apenas ser assegurado o direito de apoiar o PT. De preferência sem condições. E de financiar o PT tirando dinheiro do seu próprio bolso ou desviando recursos públicos.
Quantos negros e pobres você vê no comando das maiores empreiteiras envolvidas com a corrupção na Petrobras?
Só vê ricos e brancos. E todos parceiros do PT. Deram mais dinheiro para o PT ganhar as eleições do ano passado do que para outros partidos.
Bem, se além de rico e de branco o cidadão morar em São Paulo, aí qualquer margem de tolerância com ele deve ser abolida.
Dilma e o PT perderam feio em São Paulo. O candidato de Lula ao governo colheu ali uma votação humilhante.
O que venha de lá, portanto, não deve ser levado em consideração. Antigamente foi a saúva. Agora, o paulista rico e branco é a praga que mais infelicita o Brasil.
Quem sabe o Congresso não aprova alguma lei que desconsidere o voto de São Paulo na hora de se contar os votos para presidente da República?
O radicalismo da proposta talvez possa ser suavizado com a restrição ao voto apenas nos bairros povoados por uma maioria branca, rica e golpista.
Burgueses!
Há quanto tempo eu não enchia a boca para chamar de “burgueses” os adversários das mudanças sociais, que só fazem enriquecer à custa dos miseráveis.
É verdade que a maior parte dos miseráveis ascendeu socialmente e compra o que os brancos e ricos lhe oferecem. E que quanto mais ascenderem e comprarem, mais os brancos e ricos se tornarão mais ricos.
Mas esse é um dilema que a esquerda corporativa, ávida por emprego público e órfã de ideologia, não sabe ainda como resolver.”
por Ricardo Noblat
10.03.2015
Renúncia já!
8 de março de 2015“Dilma, ‘revoltada’, afirmou que a Petrobras tinha a contabilidade das mais apuradas do mundo.”
Texto publicado no Estadão – grifos do blog
MIGUEL REALE JUNIOR*
07 de março de 2015
“A indignação em vista do descalabro moral e gerencial do governo veio à tona com a elevada rejeição da presidente. Fala-se cada vez mais em impeachment, cassação do seu mandato pelas vias legais.
Em entrevista concedida por José Dirceu em junho de 1992 ao programa Roda Viva, disse o então deputado: ‘Não se faz impeachment na Câmara e no Senado, ele acontece na sociedade; eu disse e quero repetir que o impeachment não se resolve no Congresso Nacional, se resolve nas ruas e se resolve com uma coalizão político-partidária’.
Porém, além dos fatores sociais e políticos, consistentes no apoio das ruas e na expressiva maioria parlamentar, há de se ter, para o impeachment, a acusação de ação ou omissão enquadrável em algum dos 65 tipos de conduta descritos na Lei n.º 1.079, de 1950. Nos governos Lula e no primeiro mandato de Dilma, poder-se-ia encontrar a violação ao dever de probidade na administração pela ausência de zelo da moralidade administrativa, não se tornando efetiva a responsabilidade dos subordinados em face de delitos funcionais, tal como preceitua o artigo 9o, item 3, da Lei 1.079.
Primeiramente, entendo que as infrações políticas que podem levar ao impeachment são exclusivamente previstas na forma dolosa, ou seja, intencional. Assim, os fatos devem revelar a intenção do governante de não tomar providências em vista da improbidade cometida por subordinados, o que circunstâncias a seguir lembradas podem indicar.
Em 2009, sendo Lula presidente da República e Dilma chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, instalou-se no Senado a CPI da Petrobras, tendo em vista, principalmente, relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) revelando sobrepreços na obra da Refinaria Abreu e Lima.
No dia da instalação da CPI, Lula declarou que a comissão não era do Senado, era do PSDB, e só impatriotas punham a Petrobras em investigação, tendo a certeza de não haver irregularidades na empresa e Dilma, “revoltada”, afirmou que a Petrobras tinha a contabilidade das mais apuradas do mundo.
Lula interferiu na composição da CPI, combinando com o líder do PMDB, Renan Calheiros, a indicação da relatoria para o sempre governista Romero Jucá, ambos possíveis beneficiários dos desvios, segundo o procurador da República. Fernando Collor fazia parte da CPI e foi cooptado por Lula em troca do poder de nomear dois diretores da BR Distribuidora, suspeita de repassar importâncias ao senador. Os diretores sugeridos por Collor foram aprovados pelo conselho de administração presidido por Dilma. Estava tudo armado para o ocultamento.
Romero Jucá, no relatório da CPI, concluiu que as indicações de sobrepreço na Abreu e Lima decorriam da aplicação equivocada de índices pelo TCU, certo de que o tribunal viria a concordar com suas assertivas.
Lula e Dilma trabalharam para o fracasso das investigações do Senado e sabiam de tudo, segundo o doleiro Alberto Youssef. Na CPI encobriram-se irregularidades que só vieram à tona em março de 2014, sem nenhuma contribuição do governo Dilma. Já presidente da República, Dilma manteve a diretoria que administrava a Petrobras, deixando que continuassem a surrupiar quantias astronômicas, impossíveis de não ser percebidas, e em parte desaguadas na tesouraria do seu partido.
Mas mesmo que fique configurada conivência da presidente com os malfeitos, ao deixar sem apuração os desvios ao longo do tempo, tipificando-se, eventualmente, a conduta descrita no artigo 9o, item 3, acima lembrado, todavia, essa omissão dolosa teria ocorrido no período passado. A pena do impeachment visa a exonerar o presidente por atos praticados no decorrer do mandato. Findo o exercício da Presidência, não se pode retirar do cargo aquele cujo governo findou. Diz o artigo 15 da Lei do Impeachment que a denúncia deverá ser recebida se o denunciado não tiver, por qualquer motivo, deixado o cargo. E Dilma deixara o cargo de presidente por ter terminado o mandato, tomando posse de outro, que se iniciou em 1o de janeiro com faixa presidencial e juramento.
Assim, se há manifestações nas ruas e grave crise de governabilidade, complicada por inflação e estagnação, falta, no entanto, fato concreto entre janeiro e março deste ano constitutivo de infração política a justificar o impeachment. Com tempo para agir, o governo repensa a não aplicação da Lei Anticorrupção às empresas, que poderia levar ao impeachment, como bem suscitou Modesto Carvalhosa. Se não há crime de responsabilidade, pode haver crime comum, por ora com pedido de arquivamento.
Na entrevista de 1992 ao Roda Viva, José Dirceu disse ser uma via a renúncia de Collor em razão de não ter “condições éticas e políticas de continuar governando o País”. Tal sucede com Dilma. Há uma revolta em face da imoralidade do “desgoverno”. Soma-se o amplo espectro político da corrupção revelado pelo procurador-geral da República, com ministros, presidentes do Legislativo e outros líderes do Congresso Nacional investigados no escândalo. Houve um ataque frontal à democracia com promiscuidade organizada entre Executivo e Legislativo. As bases da República foram corroídas no seu cerne. Apodreceram o Brasil.
No próximo dia 15, a passeata dos indignados deve clamar por patriótica e ampla renúncia. Dilma não tem condições éticas e políticas para governar, carente de qualquer credibilidade pelo passado nefasto e por ausência de autoridade moral: é apenas a triste condutora de sua herança maldita com um séquito de ex-ministros investigados.
A saída da crise é ainda mais estreita com representação do procurador-geral, pois Eduardo Cunha e Renan também devem renunciar à presidência de suas Casas. Malgrado a presunção de inocência, não contam com as imprescindíveis confiança e independência para desinfetar o Brasil.
Renúncia já: a única via em busca de pacto sério para reconstrução do País.”
* Miguel Reale Jr é jurista, professor Titular de Direito Penal da USP, autor de diversos artigos publicados nos mais diversos veículos. Exerce a cátedra de direito penal no Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia da Faculdade de Direito da USP. Filho do também jurista Miguel Reale. Foi Ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso.
Embuste!
8 de março de 2015A quebra de sigilo do depoimento de Alberto Youssef confirmou a notícia de capa da revista Veja*, “ELES SABIAM DE TUDO”, com os rostos de Dilma e Lula.
“Tudo”, logicamente, referia-se ao maior esquema de corrução de nossa história.
– O que a VEJA fez foi um ato de terrorismo eleitoral” – disse Dilma no vídeo abaixo.
– Darei a minha resposta na Justiça” – disse também a então candidata.
Faltou dizer quando…
Nunca foi tão importante exercitar a memória como nos tempos em que vivemos.
Aí está o vídeo, eternizado no YouTube.
Este é de Lula, sobre o mesmo embuste.
*edição Veja 29.10.2014
Dilma mais impopular do que nunca
7 de março de 2015O Palácio do Planalto tem recebido pesquisas que mostram Dilma em patamares de impopularidade inéditos em seu governo. São números ainda piores do que os obtidos logo depois das manifestações de 2013.
Em Minas Gerais, onde ela teria vencido a eleição, as pesquisas indicam 62% de “ruim ou péssimo” para seu governo.
Vamos concordar que esses mineiros são difíceis mesmo, hein?
Depois de terem praticamente garantido a vitória da petista em 2014, debandaram bem rapidinho…
Mas como tudo na vida, há sempre o lado bom: já imaginaram se Aécio Neves tivesse vencido e fosse obrigado a administrar essa “massa falida” que Dilma e o PT armaram? Aécio, a esta altura, levaria a culpa por ter de fazer a lição de casa e arrumar essa bagunça.
No final de março sai a tradicional pesquisa CNI/Ibope. O resultado deverá ser merecidamente catastrófico para o governo.
Basometro – meça seu deputado
7 de março de 2015O Brasil não estaria surpreso com os nomes incluídos na lista de parlamentares envolvidos na Lava Jato se conhecesse o Basometro.
O Basometro é uma ferramenta interativa que permite medir o apoio dos parlamentares ao governo e acompanhar como eles se posicionaram nas votações.
É uma ferramenta de uso aberto, criada pelo Estadão Dados. Através de gráficos pode-se avaliar o percentual de adesão da cada parlamentar aos projetos de interesse do governo.
Por exemplo, dentre os deputados do Rio Grande do Sul, o menor percentual de “governismo” é do deputado Onyx Lorenzoni, do DEM/RS.
É um excelente instrumento para conhecer como os deputados federais e senadores mudam de comportamento nas votações nominais realizadas no Congresso durante o Governo Dilma. O basômetro mostra o grau de apoio dos parlamentares às proposições legislativas que interessam ao governo. Cada parlamentar é avaliado segundo o percentual de vezes em que ele votou da mesma maneira que o líder do governo.
São quatro diferentes unidades de análise: o partido (coluna esquerda), o estado (coluna direita), o parlamentar (representado pelas pequenas bolinhas do gráfico) e as bancadas temáticas (ruralistas, ambientalistas e evangélicas). Quem apertar a tecla no canto inferior da imagem observará através dos pontinhos, o posicionamento dos deputados em cada votação.
Através do Basometro encontra-se algumas surpresas. Por exemplo: o grau de “governismo” do Pastor Marco Feliciano, em que pese todas as divergências que teve com elementos do partido do governo, é de 82%.
Você pode acessar o Basometro em http://estadaodados.com/basometro/
Experimente. Busque seu deputado ou senador. Teste o partido de sua preferência. Você ficará surpreso com a “taxa de governismo” do Rio Grande do Sul, apesar dos resultados que Dilma Roussef obteve aqui.
Bom proveito.
Dilma, viajando na maionese
6 de março de 2015Neurônio em mau estado
“Porque eu não sou aqui do Rio. Eu não sou que nem o Pezão, que sou carioca, descobri que o Pezão é carioca hoje, para mim ele era da República do Piraí, mas eu venho de um estado que sempre olha, de um estado onde eu nasci e de outro que me adotou, que sempre esses dois estados olham para o Rio como uma referência. Um deles é Minas Gerais, o outro é o Rio Grande do Sul”.
Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo no já histórico discurso pelos 450 anos do Rio de Janeiro, esforçando-se para demonstrar que na verdade não nasceu em lugar nenhum, porque simplesmente não existe.
Tags: Celso Arnaldo, Dilma Rousseff, Rio de Janeiro
Da Coluna do Augusto Nunes













