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FORA DA CASINHA

6 de março de 2018

Na entrevista que Lula concedeu à Folha de São Paulo, a megalomania e o egocentrismo, traços comuns a personalidades como Nero, Napoleão ou Hitler, ficaram evidentes.

Lula parece ser portador de personalidade psicopática. Tal fato já foi sugerido por vários profissionais da área psiquiátrica, apesar de ressalvada a necessidade de maior aprofundamento para um diagnóstico exato.

Psicopatas são aqueles seres perfeitamente representados pelo típico vigarista. Manipuladores excepcionais, são capazes de convencer pessoas de esquemas mirabolantes de ganhar dinheiro, fama ou vantagens. Mas costumam destroçar a vida daqueles que tem o azar de cruzar seus caminhos.

Lula acha que é o dono do Brasil. Acredita ser capaz de fazer o que quiser, sem depender de dar satisfações a nada ou a ninguém. Suas manifestações repletas de  “eu faço…”, “eu aconteço…” , como o famoso  “nunca antes na história deste país…”, são um exemplo de sua onipotência patológica.

Na entrevista à Folha, Lula mostrou priorizar sua situação penal acima dos interesses de seus partidários. Bem, azar deles. Não foi por falta de aviso.

Negou a intenção de abrir discussão de um nome para substituí-lo como candidato: “Não abro. Se eu fizer isso, eu tô dando o fato como consumado. Eu vou brigar até ganhar. E só vou aventar a possibilidade de outra candidatura quando for confirmado definitivamente que não sou candidato”.

Não há remédio ou tratamento para pessoas  portadoras de psicopatia. Não há forma de controle. A única forma de contê-los é cadeia. Mas estes apenados costumam sair dela piores do que entraram.

O quadro clínico dos portadores desse mal, descritos na literatura especializada, são pessoas cativantes e sedutoras. Até exuberantes. São altivos, seguros e dignos de credibilidade. Não raro, conseguem enganar até mesmo a profissionais experientes. Por trás da máscara, escondem  hostilidade, tensão, irritabilidade. São hábeis mentirosos. As histórias que criam, eles próprios acreditam. Mas estas caem ao exame mais superficial, na maioria das vezes. Eles contam com a credulidade dos incautos.

Na entrevista que concedeu à Folha, imperturbável, apesar da situação difícil em que se encontra, Lula fugiu das perguntas incômodas sem qualquer desconforto, como sobre o sítio de Atibaia. Ainda teve o topete de sugerir que a Lava Jato é uma “trama” dos americanos.

Os portadores deste mal começam a manifestar sintomas na infância. São mentiras, faltas à escola, fugas de casa, furtos, brigas, promiscuidade, atividades ilegais. Com o tempo, seus portadores vão tornando-se exímios na arte da manipulação.

Eles nunca falam a verdade. Não se pode confiar em absolutamente nada do que dizem. Casos de abuso do cônjuge, abuso infantil, do álcool ou drogas são eventos comuns. Há ausência de total de remorso. Tais pacientes parecem desprovidos de consciência.

Está tudo nos livros. É só conferir.

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